Não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica. Essa é tarefa dos pares académicos. Compete-nos sim informar com rigor, no respeito pela verdade e pelo desafio que as escolas TEIP abraçam e de que não desistem.
Em defesa do Programa TEIP
“Hesitei sobre o título. O Programa TEIP não carece de defesa, porque tem provas mais do que dadas. Contudo, quando se faz notícia, a partir de um estudo, afirmando a ineficácia de uma política pública, generalizando a partir de uma amostra lacunar e de conclusões precipitadas e sem se tratar o contraditório fornecido pelo Ministério da Educação, torna-se útil disponibilizar informação verdadeira sobre os resultados das escolas que se encontram em territórios educativos de intervenção prioritária (TEIP), evitando-se, assim, eventuais aproveitamentos políticos (ou sensacionalismos) de um trabalho académico discutível.“




6 comentários
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Senhor João Costa! Felicito-o pelo excelente trabalho! Brevemente, todas as escolas portuguesas estarão ao nível TEIP!…
Geração TEIP?
Todos
Em
Igual
Patamar
Finalmente vamos chegando ao comunismo, lol.
Mas…o comunismo de leste não costumava ter um ensino exigente?
Já não se percebe nada!
O superficialismo só benefícia políticos e grandes grupos económicos que dominam os políticos.
O secretário Costa saiu em defesa do programa TEIP. Pelos vistos o tema é-lhe tão caro que não enviou uma 2ª linha fazer a defesa da honra desta sua menina dos olhos, ao contrário de outras. Talvez tenha sido porque as críticas resultaram de uma tese de doutoramento. O texto em si é o habitual reportório de propaganda à obra própria, sem cedência a grandes dúvidas, mesmo quando se admitem necessidade de retoques.
O secretário Costa presta-se a fornecer “informação verdadeira” e uma pessoa quase se engasga com a torrada matinal. O secretário Costa considera, desse modo, que terá andado “informação falsa” a circular, embora afirme, em plural majestático, que “não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica”; que isso “essa é tarefa dos pares académicos”. E isto é tudo muito curioso. Porque dá a entender, implicitamente, que os académicos não deveriam ter a ousadia de avaliar a qualidade das políticas. A menos que seja o ipps do iscte. Ou algum centro amigo da católica, claro.
O Parvo veio a terreiro defender o indefensável.
Já tê-lo feito revela, pois, que precisa que o defenda.
Só o que não singra por ele próprio é que não precisa de defesa.
E quanto maior for a mediocridade mais ferozmente se defende.
Diz,
Não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica. Essa é tarefa dos pares académicos. Compete-nos sim informar com rigor, no respeito pela verdade e pelo desafio que as escolas TEIP abraçam e de que não desistem.
Pois, senhor SE, informar com rigor, no respeito pela verdade, é exatamente fazê-lo com o argumento científico. Daí a importância do estudo. Não só do TEIP mas sim de todo e qualquer sistema educativo compensatório. A artificialidade vai pagar-se caro. Parvo.
… é que precisa de defesa.