O acordo sobre a devolução do tempo de serviço tem de ser conseguido até junho e, ainda mais importante, que seja publicado em Diário da República até final de junho com efeitos a partir do dia seguinte à sua publicação, e passo a explicar o motivo.
É que, só após a publicação dessa legislação, as escolas poderão contabilizar o tempo de serviço recuperado e informar os professores quando será a data da sua próxima mudança de escalão.
Isto é tão mais importante quanto permitirá que os professores que, fruto dessa recuperação de tempo que antecipará a passagem ao próximo escalão, cuja transição irá acontecer ainda neste ou no próximo ano letivo, possam ser avaliados nos meses de julho e agosto.
Se a publicação em DR, da recuperação da 1ª tranche de tempo, não acontecer até final de junho, muitos docentes não poderão progredir na carreira, porque não foram avaliados em tempo útil.
O tempo propício das avaliações situa-se no final do ano letivo e este pequeno detalhe temporal poderá ditar que milhares de profissionais percam ainda mais tempo de serviço, criando ainda mais desigualdades.
Para efeitos de passagem de escalão, e para evitar este constrangimento, os sindicatos defendem a possibilidade de se ir recuperar a última avaliação do professor. Constituindo uma boa solução, não o é para quem pretende passar para o 5º ou 7º escalão, pois criaria ainda mais iniquidade, visto que o atual governo está a revogar o DL74 o chamado «acelerador»), voltando a impedir o acesso a esses escalões aos docentes que não obtenham uma avaliação de «Muito Bom» ou «Excelente» (dão com uma mão, mas tiram com a outra).
Porquanto, ir buscar a última avaliação poderia prejudicar professores que estão no 4º ou 6º escalão, que na anterior avaliação tivessem obtido a menção de «Bom» (a esmagadora maioria, devido às quotas) ficando, deste modo, retidos a aguardar vaga vendo perdido o tempo de serviço que lhes estava a ser devolvido.
Assim se compreende o problema da publicação da legislação só em setembro, que devido a constrangimentos temporais e processuais relativos à organização do trabalho nas escolas, prejudicaria os professores que não seriam avaliados a tempo e beneficiaria o governo que poupava mais dinheiro, alimentando ainda mais disparidades dentro da própria classe.
(mas os mecanismos que o governo se propõe aplicar para poupar dinheiro, impedindo muitos professores de conseguirem aceder ao tempo de serviço a recuperar, são muitos e maquiavélicos – mas a isso, lá irei se tiver tempo…)
Além disso, vendo outras carreiras profissionais, que começaram a luta há poucos meses, a receberem propostas de imediato, os professores que andam nisto há tantos anos, têm mais do que o direito a desejar ver o seu tempo recuperado o mais depressa possível.
Posto isto, nas próximas reuniões com a tutela, os sindicatos que não abdiquem da necessidade da legislação da recuperação de tempo de serviço ser publicada de modo a entrar em vigor, no máximo, a partir de 1 de julho.
Já chega de tempo à espera e de injustiças.
Carlos Santos




46 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Enquanto não acabar DE VEZ o ter de haver vagas para aceder a escalões, como é o caso do 5.º e 7.º, vamos ter sempre desigualdades e iniquidades!
Têm de acabar COM ESTA PORCARIA DE VEZ!!
Ora bem. Isso sim!
Já há muito tempo que defendo o fim desta porcaria das cotas para passar de escalões.
Isto não existe em mais nenhuma carreira no público ou no privado.
Nem em nenhuma outra profissão.
Mas nós aturamos isto desde Maria de Lurdes, Crato, Costas e agora com estes.
Andamos a brincar com a nossa vida! Andam a brincar com a nossa vida!!
Não há mais nenhuma profissão onde os trabalhadores tenham de ter excelente ou muito bom para passar para o escalão remuneratóio seguinte.
Pelo menos não em Portugal.
E eu, que já trabalhei fora do país uns anos, em dois continentes diferentes, nunca ouvi tal coisa.
Por cá, inventam-se as maiores aldrabices para tramar as pessoas.
É inaceitável haver vagas para acesso a escalões.
Tenho familiares professores em Espanha e em Itália e lá não existe nada disso.
Tenho dois antigos colegas a lecionar no Luxemburgo e em França e também dizem que lá não existe nada disso.
Na Madeira e nos Açores isso não se aplica. Só no continente.
Isto é que deveria ser reivindicado pelos sindicatos desde o início.
Deixaram o caminho aberto para mais aldrabices, por parte de mais aldrabões.
Isto não tem fim.
Quem está nos escalões iniciais estará na miséria para sempre. Incluindo na reforma que vai ser inferior ao salário mínimo da época.
Isto é inaceitável. É roubar o futuro. É roubar a vida!
Não vai haver recuperação quase nenhuma, na verdade.
Se derem agora 20% e não acabarem com as vagas para os 5.º e 7.º escalões, só quem está já acima destes escalões é que recupera tudo.
Ou seja, esta recuperação só beneficia efetivamente quem está no 5.º, 6.º, 7.º, 8.º ou 9.º.
Quem está do 4.º para baixo estará tramado, porque só recupera 20% e fica eternamente à espera de vagas.
Isto é acabar de vez com a carreira destes profissionais, alguns com quase 20 anos de serviço ao Estado.
E é condená-los a uma reforma miserável, porque não descontarão o suficiente para terem uma reforma digna, e acabarão a carreira a meio da tabela remuneratória.
Portanto, dão com uma mão e tiram com a outra. Devolvem o tempo para depois o voltar a tirar impedindo a progressão por causa das cotas.
Parece que afinal a montanha pariu um rato.
O fim da credibilidade está a aproximar-se.
Se assim for, é mais uma promessa que vai ao ar.
Parece que andámos a brincar com os professores.
Depois ainda acham mesmo que alguém acredita neles.
Se isto continuar assim, nunca terão o meu voto e, claro, já sabemos quem ganha com esta situação. Parece que afinal o melhor amigo de certos “radicais” são os que andam a enganar o povo com cantigas há mais de 20 anos. De um lado e do outro.
O jogo estava viciado desde o início. Só não viu quem não quis. De repente havia dinheiro para tudo. Até parecia que estávamos num país rico. Depois do governo tomar posse, já não havia dinheiro. O país a partir de março ficou pobre. Sinceramente, acordem para a realidade política de Lisboa. Eles só governam para os interesses partidários e pessoais.
É preciso um novo 25 de abril!
Está na hora de voltarmos à rua e dizermos a todos os que se passa.
Todos os partidos andam a gozar connosco!
Ainda me lembro bem como há 4 anos o Bosta se demitia se alguém aprovasse a recuperação. Todos os partidos (e até uma pequeníssima ala do PS) queria. Mas no dia da votação todos viraram o bico ao prego.
Os xuxas completamente, claro.
E até os bloquistas e o PCP se abstiveram, com os votos contra de todos os outros, incluindo liberalóides e cheganos.
Andam todos a gozar connosco!
Não está a dizer a verdade!
“Depois da nova votação das salvaguardas para limitar o impacto da recuperação do tempo de serviço dos professores, a direita juntou-se ao PS e chumbou a proposta que tinha aprovado na especialidade.” (2019)
Link: https://eco.sapo.pt/2019/05/10/acabou-a-crise-politica-direita-junta-se-ao-ps-e-chumba-recuperacao-integral-do-tempo-de-servico-dos-professores/
A proposta apresentada não pode ser aceite. Ficamos pior do que já estamos. Com a pressa que o acordo seja publicado em julho não podemos fazer um mau acordo.
Neste caso é melhor nenhum acordo a um mau acordo.
Portanto, acabam com o acelerador e fingem a recuperação.
Enquanto isso, a recuperação dá-se para 20% dos docentes, enquanto os restantes, que são sempre os mesmos, ficam a ver navios.
E a isso somam-se as ultrapassagens que já se deram e vão-se dar.
Parece-me que fomos enganados (eu pessoalmente não porque não voto em aldrabões. Aliás, não voto em nenhum deles há mais de 20 anos).
Não pode haver nenhum acordo com isto.
Se os sindicatos aceitarem, deixo imediatamente o sindicato.
Não estou para aturar aldrabões, estejam eles onde estiverem!
Não se admirem com subidas de partidos radicais. É o que acontece quando os “moderados” andam a enganar as pessoas.
Porcaria de profissão e de patrão!
Somos professores para sermos enganados, enganarmo-nos uns aos outros, maltratarmo-nos uns aos outros nas escolas e sermos seviciados.
Quem saíu em tempos é que fez bem. Agora tem uma vida estável e, sobretudo, tem uma vida!
Os que ficaram cá é que foram parvos.
Os que agora entram têm tudo. Os que passaram as passas do Algarve ficam a ver navios.
A pressa é inimiga da perfeição. Por causa de alguns que se vão aposentar em breve e devido á possível queda do governo querem assinar a recuperação do tempo de serviço á pressa. Não adianta recuperar tempo de serviço com as cotas e vagas em vigor. O acelerador acabou com elas, vejam o número de pessoas que saíram das listas e que iriam beneficiar também aquando do acesso ao 7 escalão. Agora com esta proposta inaceitável milhares vão ficar retido, para que uma pequena percentagem que estão no 7 ou mais recuperarem.
Ainda há a agravante de quererem descontar o recuperado no acelerador .
Isto é inaceitável. Temos de nos manifestar antes da próxima reunião. Isto não pode ficar só nas mãos dos sindicatos. A FNe não tarda assina o acordo como sempre fez.
Este artigo do Carlos Santos traz uma perspetiva errada e dá como certo está versão final, logo não interessa!
O que pensa a oposição desta porcaria de proposta? O governo sózinho consegue aprovar está injustiça.
O DL 74 é do anterior governo não é da AD por isso não tem de mós retirar o pouco que nos foi dado.
Não á recuperação do tempo sem acelerador. Vão mentir e enganar para o raio que os parta. Política de cRatos. Já estão a mostrar a sua natureza!
SE ESTA MERDA FOR PARA A FRENTE, PARA MIM CHEGA!!
Não se pode confiar em nenhum partido político.
São todos a mesma porcaria.
Todos os nossos ilustrados professores combinam as doutas competências com a incoerência das maquiavelizas “doutrinas” da gestão – Eis -El Diretor, qual fascista mor da instituição Escola Publica.
Posicionam-se de modo a não ferir a virtuosa avaliaçãozeca e nem se atrevem a manifestar a azia acumulada perante a frustração e vil abuso da gestão.
Agora mexam as gâmbias e façam o que um mero operário qualificado tem todo o direito.
A culpa não foi só dos governos.
Parte significativa da culpa foi dos diretores que, desde Maria de Lurdes Rodrigues, andaram a mascarar a dituação, dando sempre o “amén” aos desgovernantes nojentos, contra os professores.
Muito defenderam os sindicatos para que os amigos dos escalões mais elevados, entre os quais os dirigentes sindicais e grande parte dos diretores estavam e estão, tivessem o que queriam, à custa dos restantes, em particular dos que estavam mais abaixo.
Governos, diretores, partidos, sindicatos. Tudo igual. Tudo porcaria!
Recuperação para 20%.
Mais uma promessa cumprida. Tal como as outras que foram apenas fogo de vista.
Afinal foi tudo mentira?!
Já se percebeu que este é um governo de fraude.
Fazem promessas com meias-verdades e depois dizem que não as fizeram, que não é bem assim, que afinal são os outros que andam a inventar coisas…
Mais uns fraudolentos.
Já o PS é na mesma.
Andamos a ser governados por aldrabões há mais de 20 anos.
20 anos de serviço!
3.º escalão!
Vou acabar a carreira, na melhor das hipóteses no 4.º escalão, porque me impedem de recuperar o tempo de serviço, já que não haverá vaga.
Foi isto o que prometeram?
E os sindicatos? Estão muito caladinhos. Devem andar a cozinhar mais umas benesses para os dirigentes.
Quais diferenças?
São todos iguais. Todos merda!
https://www.publico.pt/2024/05/03/p3/noticia/professora-apanha-44-voos-mes-dar-aulas-ibiza-fica-barato-renda-2089135?utm_content=opiniao&utm_term=Opiniao&utm_campaign=59&utm_source=e-goi&utm_medium=email
É espanhola. Ganha mais 1/3 do ordenado de um professor em Portugal.
Se esta medida for para a frente (o fim do acelerador), isso significa que só recuperarei 20%. Os restantes 80% não recuperarei porque não haverá cotas para mim.
Sinceramente, se tal acontecer sairei desta profissão.
Por muito que goste de dar aulas, e dos alunos, isto não compensa uma vida de trabalho duro e miséria.
Espero que decidam tudo rapidamente para eu decidir sair. Não estou para perder mais tempo.
Mas esta gente quer mesmo correr com mais professores do Ensino?!
Então em vez de melhorar, ainda pioram a situação?
Dizem que recuperam, e depois condenam os professores que estão nos escalões mais abaixo a cotas, que os impedem de recuperar?!
Mentirosos!
Agora não se esqueçam de lhes dar o voto em junho!
Não percebo como é que os sindicatos não insistem no fim da cotas.
Isso é que é importante. Se em vez de começarem a recuperar agora, começarem daqui a uns meses, não haverá muita diferença.
Já há diferença entre recuperar qualquer coisinha ou recuperar tudo. E só se recupera tudo ou a maior parte não havendo cotas.
Acabem de vez com isso, que não serve para nada mais do que cortar nos ordenados e nas futuras pensões daqueles que dão o litro pela Educação.
quem esta nos sindicatos nao tem problemas de quotas
Vivam os democratas.
Pelos vistos não são estes nem os que de lá foram postos andar.
Estes também nos enganaram.
Parece que, quando se trata de Educação, o que é política é enganar os profissionais que lá trabalham.
Este país é mesmo uma fantasia… mais para o pesadelo.
Há 6 meses não havia dinheiro para nada.
Há 3 meses havia dinheiro para tudo.
Agora volta a não haver dinheiro para nada… exceto para o que les querem.
Aldrabões!
Já são aldrabices a mais para um governo em funções há apenas 1 mês.
Já batem o recorde.
Recuperam, mas não disseram que iam acabar com o decreto do acelerador, o que impede, efetvamente, 80% de recuperar.
A isto chama-se enganar as pessoas.
É o mais baixo nível da política.
Isto repetidamente configura um conjunto de pessoas profundamente desonestas.
De um lado e do outro só se vê disto.
De mim nunca terão o meu voto. Nenhuns deles.
o incrível é a noticia que passa na TV
mas ninguem vai la dizer que o governo está a oferecer 200 euros para tirar 400 euros?
continuam a noticiar que as negociações estao a correr muito bem
nao percebo a comunicacao dos sindicatos e associacoes
Os sindicatos só noticiam aquilo que lhes convém.
Os dirigentes só pensam nos seus casos. E os deles são os de quem está nos escalões mais acima (7.º, 8.º, 9.º ou 10.º).
Já não se têm de preocupar com cotas.
Os que estão abaixo do 5.º escalão ou estão no 6.º é que se lixam.
Se algum sindicato aceitar estas condições só estará a trair os seus associados.
É inaceitável o que propõem. Se isto for aceite, 80% dos professores não passará do 4.º escalão.
Não recuperará quase nada do tempo de serviço e ver-se-á congelado ad eternum ainda antes do meio da carreira.
É a devassidão total e um futuro de miséria.
Em vez de melhorarmos, ainda ficámos pior do que os outros pulhas? É isso?!
O programa da AD refere logo no primeiro ponto:
Iniciar a recuperação integral do tempo de serviço perdido dos professores, a ser implementada ao longo da Legislatura, à razão de 20% ao ano.
Ora só se recupera integralmente o tempo de serviço caso não haja legislação a impor as cotas. Logo nãp consta no seu programa a revogação da legislação existente. O governo só tem de criar o DL em que determina a recuperação de x dias por ano e com efeitos a partir de que dia.
Pois. Mas já disseram que querem revogar o acelerador.
Se o revogam não estão a cumprir a promessa porque 80% não recuperará nada ou quase nada, muito menos no espaço de 15 a 20 anos, atendendo a que não há quotas para a mudança para o 5.º e 7.º escalões.
Isto é inaceitável!
Esta proposta é inadmissível. Se continuarem a existir quotas para o acesso ao 5.º e ao 7.º escalão, mais uma vez a grande maioria dos professores irá ser altamente prejudicada relativamente a uma minoria de docentes que se encontram no 7.º escalão ou acima deste. Onde está a equidade? O tempo congelado foi para todos, ou não foi? Como é que se propõem a recuperar para uns e a colocar os outros numa lista, perdendo assim uma parte, que pode ser significativa do tempo que tem todo o direito a recuperar, porque trabalharam e estiveram “congelados”. Os sindicatos nunca poderão aceitar esta aberrante desigualdade. E se o governo insistir teremos de ir para a rua, para combater esta situação. Já chega de tantas assimetrias e de tantas desigualdades cometidas pelo governo anterior, mais não! Temos de dizer BASTA.
Ao ler os comentários fico com uma certeza: “Professores que confundem quotas com cotas não devem progredir na carreira!”
Não sei se sabe, mas pelo dicionário da Língua Portuguesa, são sinónimos.
Vide in https://dicionario.priberam.org/quota#google_vignette
Colegas,
O que se passa é inaceitável.
Durante a campanha o que foi prometido pela AD, desde setembro do ano passado reiteradamente, é que todo o tempo de serviço seria recuperado, em 20% ao ano, após negociações. ficou implicito que nas negociações este número poderia mudar, conforme o que fosse negociado. No entanto, não foi assegurada essa possibilidade de mudança.
Há, no entanto, algo que NUNCA foi dito.
Nunca foi dito que essa recuperação seria à custa da revogação de uma lei que permitiria o acesso dos “mais novos” aos 5.º e 7.º escalões (o chamado acelerador).
Nunca foi referida a revogação de nada. Logo, a colocação desta medida é como colocar um contrato a assinar, com umas letras miudinhas que subvertem o que está escrito nos artigos do contrato, sendo que, neste caso, nem sequer há letra miudinhas, pois nada foi dito ou escrito acerca de revogações de normativos ou leis.
O que os colegas e os sindicatos deveriam exigir é o que é mais justo.
NÃO EXISTE NENHUMA OUTRA CARREIRA QUE EXIJA VAGAS PARA ACESSO A ESCALÕES REMUNERATÓRIOS.
NÃO EXISTE A NECESSIDADE DE VAGAS NA MADEIRA E AÇORES. TODOS RECUPERARAM TODO O TEMPO, OU RECUPERARÃO ATÉ JANEIRO DE 2025.
Logo, o que seria correto e todos deveriamos exigir porque corresponde ao que foi prometido pela AD em campanha é que TODOS recuperassem TODO o tempo de serviço, pelo menos num rácio de 20% ao ano, até ao final da legislatura. E, para isso, implica não haver entraves de subida a escalões remuneratórios, como não poedria deixar de ser.
Isso sim corresponde ao que é justo e ao que foi prometido.
Deveremos exigir o cumprimento das promessas e a não subversão das mesmas!
Pedem-nos responsabilidade.
Nós, professores pedimos respeito.