No próximo dia 06/06/24 (um ano após a grande manifestação de 06/06/23 a Fenprof tem marcada uma reunião suplementar, juntamente com uma manifestação à porta da reunião.
Eu percebo alguns dos pontos que a Fenprof exige, mas só não conhecendo um processo negocial é que se pode achar que tudo se consegue, ainda mais, muitas das coisas que nem foram pedidas.
Compreendo na pele o ponto “Quem gastou módulos dos 1018 dias para graduação na lista de vagas, pode recuperá-los? – A proposta do Ministério, a que alguns deram acordo, não o prevê. Tivessem ou não obtido vaga, perderão definitivamente o tempo não recuperado por ter sido gasto para a graduação em lista, sendo uma das desigualdades que a FENPROF ainda não desistiu de eliminar. “, mas achar que se pode conquistar os 6A6M23D mais tudo o que foi perdido é enganar quem acha que isso é possível.
Quem acha que se pode trocar tempo de serviço por uma antecipação da reforma, numa altura em que faltam professores é também enganar quem acha isso possível.
Siga a luta, camaradas.
Porque no fim do 6 do 6 veremos o que se vai conseguir a mais.
Lisboa, Ministério da Educação – 6-6-24 (quinta-feira), a partir das 8:30 horas
Em 6-6-23, professores e educadores fizeram uma grande greve e duas manifestações (Lisboa e Porto) pela recuperação dos 6A 6M 23D. Um ano depois exige-se que o tempo seja todo recuperado por todos e sem novas perdas. Enquanto decorre a negociação suplementar, os professores reclamam os seus direitos e contestam tratamento desigual.
Nesta negociação suplementar, a FENPROF apresentará propostas visando:
- Não deixar ninguém de fora
- Não limitar a recuperação apenas a parte do tempo perdido
- Não criar desigualdades que resultem em novas ultrapassagens
- Impedir que, pela aplicação das vagas, seja perdido tempo de serviço
- Garantir que não serão eliminados direitos adquiridos
Participa e dá mais força a quem não abdicou de uma solução justa, para todos, não cedendo à pressão de assinar um acordo desnecessário para os docentes, só importante para as intenções do Ministério.
A ausência ao serviço é justificada ao abrigo da lei sindical.
Luta pelo teu futuro e pela valorização da profissão!
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