Declarações de Mário Nogueira no final da reunião com o ME

 

De acordo com Mário Nogueira, a proposta apresentada pelo Governo “vai no sentido de esse tempo que foi recuperado de espera nas vagas ser agora descontado nos seis anos e seis meses”, ou seja, “uma pessoa que teve seis anos à espera para mudar para o quinto escalão agora só recuperaria três anos e seis meses”, o que para a Fenprof “não é aceitável”.

“A proposta do ministério começa em setembro de 2024 terminando no prazo da legislatura, se é que a legislatura terá quatro anos, provavelmente não terá mas isso não cabe a nós decidir, portanto, é até 2028”, recorda, explicando que “este é um tempo exagerado para professores”.

“Isto significa que os professores vão estar 10 anos para recuperar seis, é um tempo exagerado e em que muitos professores vão ficar de fora”, realça.

Desta forma, considera Mário Nogueira, “o que é necessário para que o início do próximo ano e o final deste seja tranquilos é que no final do processo negocial – temos marcadas mais duas reuniões, uma a 13 e outra a 21 de maio – o produto final da negociação seja positivo”. “Hoje não foi a negociação, hoje foi o início”, conclui.

 

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5 comentários

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  1. Os professores deveriam ser reposicionados no escalão a que pertencem contabilizando todo o tempo de serviço. Isto é no escalão em que estariam se não tivesse havido congelamentos. Esquecendo as quotas e os requisitos como as horas de formação. Só assim se corrigiriam as ultrapassagens. Não haveria lugar a retroactivos. Parece-me uma proposta justa.

    • Luís Travessa on 3 de Maio de 2024 at 15:27
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    Concordo com a afirmação: “Os professores deveriam ser reposicionados no escalão a que pertencem contabilizando todo o tempo de serviço. Isto é no escalão em que estariam se não tivesse havido congelamentos. Esquecendo as quotas e os requisitos como as horas de formação. Só assim se corrigiriam as ultrapassagens. Não haveria lugar a retroativos. Parece-me uma proposta justa”. Luís Travessa Martins

    • Luís Travessa on 3 de Maio de 2024 at 15:30
    • Responder

    Concordo com a afirmação: “Os professores deveriam ser reposicionados no escalão a que pertencem contabilizando todo o tempo de serviço. Isto é no escalão em que estariam se não tivesse havido congelamentos. Esquecendo as quotas e os requisitos como as horas de formação. Só assim se corrigiriam as ultrapassagens. Não haveria lugar a retroativos. Parece-me uma proposta justa”. Se vão revogar a aceleração é dar com uma mão e tirar com a outra. Os colegas situados no 9º e 10 escalão deviam poder optar por esse contabilizar esse tempo na aposentação ou receber com retroativos e nova fórmula na aposentação”. estes docentes vão ser muito penalizados no valor da aposentação, segundo a formula atual que calcula a reforma. Luís Travessa Martins

    • Target on 3 de Maio de 2024 at 22:22
    • Responder

    Concordo que o Mário Nogueira como os outros todos sindicalistas que fazem carreira a conta dos docentes, é que levaram a educação ao estado em que esta hoje. Deveriam experimentar dar aulas.

    • JÁ CHEIRA MAL! on 4 de Maio de 2024 at 11:25
    • Responder

    É inaceitável:
    – Descontar o tempo de serviço perdido nas listas de acesso aos 5º e 7ºescalões na recuperação dos 6,6,23;
    – Revogar o DL74;
    – Manter cotas e vagas na avaliação em simultâneo com a recuperação de serviço.

    Não adiante negociar uma maior percentagem de recuperação se se mantiverem as cotas e se se revogar o DL74.

    Esta AD ESTÁ DE MÁ FÉ E SE NÃO ME ENGANO A PRAZO.

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