Com os objetivos de facilitar uma leitura convergente e articulada dos diplomas legais em vigor e clarificar conceitos e procedimentos relativos à avaliação do desempenho, a Equipa de Gestão, Autonomia e Formação da Direção de Serviços de Gestão de Recursos Humanos e Formação (DSGRHF) dinamizou, entre os dias 9 e 15 de maio, quatro ações de curta duração, sobre o processo de avaliação do desempenho dos docentes, destinadas aos Diretores, aos elementos da Secção de Avaliação do Desempenho Docente (SADD) e aos Presidentes dos Conselhos Gerais, as quais versaram sobre os temas:
- Preparação do processo de avaliação
- Implementação do processo de avaliação
- Análise e harmonização das propostas de avaliação
- Garantias dos avaliados
- Formação
As ações que estiveram a cargo das formadoras Cristina Coutinho e Regina Marques, da DSGRHF contaram com a participação de 898 formandos sendo a avaliação com Satisfeito/Muito satisfeito, de 98%.

8 comentários
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Hoje é dia de greve e as escolas estão fechadas por falta de pessoal para abrir portas, limpar, servir refeições e lanches, mas há direções que enviam instruções de procedimentos para os professores, mesmo quando nem sequer têm porteiro: devem assinar folha de presenças e sumariar “escola ENCERRADA por falta de pessoal”.
O professores precisam mesmo de capacitação por visionários. E também de saber entrar por fechaduras e grades. Há que os instruir ao mínimo pormenor! O mesmo acontece quando são obrigados a avaliar professores noutras escolas usando transporte próprio, não faltando às próprias aulas e preenchendo uma série de papéis sem crédito horário para tal e a troco de coisa nenhuma (=zero)! Têm de ser capacitados por visionários cuja inspiração é sobrehumana e quase divina: meramente o regresso a práticas esclavagistas!
O professor em vias de capacitação só terá de ir no rebanho e dizer MÉ!
Hoje é dia de greve e as escolas estão fechadas por falta de pessoal para abrir portas, limpar, servir refeições e lanches, mas há direções que enviam instruções de procedimentos para os professores, mesmo quando nem sequer têm porteiro: devem assinar folha de presenças e sumariar “escola ENCERRADA por falta de pessoal”.
O professores precisam mesmo de capacitação por visionários. E também de saber entrar por fechaduras e grades. Há que os instruir ao mínimo pormenor! O mesmo acontece quando são obrigados a avaliar professores noutras escolas usando transporte próprio, não faltando às próprias aulas e preenchendo uma série de papéis sem crédito horário para tal e a troco de coisa nenhuma (=zero)! Têm de ser capacitados por visionários cuja inspiração é sobrehumana e quase divina: meramente o regresso a práticas esclavagistas!
O professor em vias de capacitação só terá de ir no rebanho e dizer MÉ!
PS: Se o professor estiver encerrado na escola depois de entrar pela fechadura que alguém às escondidas abriu, não deverá desmaiar nem ter fanicos por fome, sede e falta de quem telefone para o 112!
Petição:
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=abolir-add
Analisando uma pequena amostra de uma ADD:
– 65% dos professores foram classificados com 10 na avaliação externa; especulo que muitos avaliadores atribuem essa nota por norma e para não serem importunados. A ADD é um jogo de sorte/azar;
– não houve nenhum Excelente e só uma percentagem mínima dos docentes com observação de aulas é que obteve MB (o sistema não funcionou na tentativa de atribuição dessa classificação, mas, certamente, funcionará noutras escolas ou funcionará, mas não haverá quotas para todos);
– a nota mínima para quota é 9,90* (mas em muitas escolas, nem um 10 chega para quota);
*No caso dos alunos, a classificação é arredondada às unidades (Ex: um 12,4 e 12,5 podem criar diferenças de um valor), mas a nossa avaliação é à centésima! Paradoxal!
– um avaliador interno atribui 8,4 ao item “desempenho de cargos/diretor de turma”. Como fez esta avaliação se não tem turmas em comum com o avaliado;
– como se distinguiu a avaliação dos docentes com tempos semanais para a realizarem, por exemplo, atividades dos que não têm;
– o que distingue um 9,5 de um 9,6, ou outra nota qualquer, em qualquer item da avaliação, se a subjetividade é colossal? O nepotismo, as amizades?
– os avaliadores com relações de amizades com os avaliados pediram escusa?
Devia haver um estudo para saber a percentagem e a frequência com que as menções de mérito são atribuídas aos membros das direções.
Só pelo facto de os resultados não serem públicos, a ADD deveria criar repulsa a todos.
Claro que o fim da ligação da ADD à progressão na carreira poderá não ser do interesse de todos, (bastava um sindicato marcar greve dos avaliadores às aulas assistidas e estes aderirem para acabar com a ADD), mas se há injustiça para quem perde tempo de serviço no acesso ao 5º e 7º escalões, também há injustiça para quem ganha tempo de serviço com a ADD.
Entretanto, o folclore continua…
Gostei do “boneco”, especialmente da página 29 de 50.
Ainda gostaria de saber como é que é feita a seleção para etas formações…calha sempre aos mesmos!
Como pode um professor que usufruiu de privilégios por ser “amiguinho” do diretor que comete erros na matéria que ensina, entre outros aspectos, tem este último capacidade para avaliar o outro? Esta ADD é uma humilhação na medida que na maioria deas vezes o avaliador não partilha da mesma visão e ainda tem menos competências!!! O que vos move em querer perpétuar este tipo de avaliação, é só, e somente dar tachos e tachinhos aos amiguinhos!….IRRA que é demais! Abaixo a ADD de uma vez por todas!
A maior parte dos avaliadores (pelo menos, do meu conhecimento) dispensaria bem a tarefa.
«Os avaliadores internos devem ser designados no início do
ciclo avaliativo ou do ano escolar;» Já se está a ver os “amiguinhos” a serem os escolhidos e envaidecidos pois não lhes vai faltar os lambe-botas a tentar cair nas boas graças para obterem boas avaliações e assim agradecerem o facto de subirem de escalão, vai depender se caem em graça ou não…Estupendo, estas ideias vindas de quem está em situação de decisor, não tem consciência nenhuma de como é na prática… mais parece que vivem numa bolha ..nos anos 80/90…um país de decisores retrógrados…