11 de Março de 2024 archive

Ministério da Educação obrigado a pagar a docentes compensação por fim de contrato

 


O Ministério da Educação, após intervenção da Provedoria de Justiça, vai ter de restituir a cerca de 50 professores compensações por caducidade de contrato de trabalho que tinham sido obrigados a devolver por terem entretanto vinculado aos quadros.

Em causa estão cerca de 50 queixas de professores associados do Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), que viram os seus contratos de trabalho terminar no final do ano letivo 2022-2023 e que no arranque do ano letivo em curso, de 2023-2024, vincularam aos quadros do Ministério da Educação.
O SIPE queixou-se à Provedoria de Justiça, ação que levou o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGEFE) a reconhecer que a devolução de verbas a que os professores tinham sido obrigados pelas escolas era ilegal e que o pagamento pelo fim dos contratos de trabalho lhes era devido, mesmo tendo vinculado imediatamente a seguir.
Em declarações à Lusa, a presidente do SIPE, Júlia Azevedo, acusou o Ministério da Educação (ME) de “ter tentado dar a volta à lei para economizar alguns tostões” e considerou a decisão do IGEFE após intervenção da Provedoria de Justiça “uma pequena vitória que dá alento” aos sindicatos.
A dirigente sindical explicou que o valor de cada compensação depende do tempo de serviço prestado por cada docente, sendo que há casos em que os professores trabalham praticamente o ano letivo inteiro, outros que são contratados para substituições quase no final do ano, mas em média, cada professor terá direito a ver restituído entre 900 e mil euros.
Júlia Azevedo explicou que o sindicato está agora a ajudar os associados afetados com os processos de reclamação para reaver os montantes a que têm direito.

Ministério da Educação obrigado a pagar a docentes compensação por fim de contrato

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E Não Se Aguarda Pelos Resultados Definitivos?

Marcelo começa a ouvir partidos na terça-feira

 

O primeiro a ser ouvido é o PAN e o último é a AD, a coligação mais votada das eleições, apenas no dia 20 de março.

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai começar a ouvir os partidos eleitos para a Assembleia da República esta terça-feira. A ronda começará com o PAN e terminará com a AD no dia 20 de março.

“Na sequência das eleições para a Assembleia da República ontem realizadas, o Presidente da República ouvirá, a partir de terça-feira, os partidos políticos e coligações que nela estarão representados, tendo em conta os resultados provisórios anunciados pelo Ministério da Administração Interna e sem prejuízo dos círculos que ainda falta apurar”, lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República.

Veja o calendário completo:

12 de março, 17h00 – Pessoas-Animais-Natureza
13 de março, 17h00 – Livre
14 de março, 17h00 – Coligação Democrática Unitária
15 de março, 17h00 – Bloco de Esquerda
16 de março, 17h00 – Iniciativa Liberal
18 de março, 17h00 – Chega
19 de março, 17h00 – Partido Socialista
20 de março, 17h00 – Aliança Democrática

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Resultados Provisórios Ainda Sem a Emigração

Após o apuramento dos resultados da noite de ontem, quando ainda faltam eleger 4 deputados pelos círculos eleitorais da emigração, a AD surge com 79 deputados contra 77 do PS.

Se sábado foi um dia de reflexão, penso que a próxima semana toda servirá de igual forma para se refletir nestes resultados.

Apenas Chega e Livre cresceram em relação a 2022, quadruplicando os seus deputados.

E de onde saíram esses deputados? Do PS.

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