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O que poderemos esperar do Novo Governo na Educação

 

O diploma dos concursos está na forja e as negociações devem estar para começar mal o novo governo entre em funções. A intenção já tem mais de um ano, mas por esta ou por aquela razão não avançou.

O mapa dos QZP’s vai ser revisto. As áreas geográficas dos atuais QZP estão desatualizadas e colidem com a territorialização. Já aqui deixei um mapa do que pode ser, mais coisa menos coisa, o novo mapa.

E agora vamos entrar no que está na gaveta à espera…

A segunda alteração ao Decreto Lei 75/2008. A gestão das escolas, resultado da territorialização em curso, necessita de novas diretrizes e vai sofrer alterações.

Fruto do novo diploma de concursos e novas regras de recrutamento podemos, finalmente assistir ao desengavetar das regras da Pré-reforma dos docentes, mas nunca antes de dois anos.

O ECD e a carreira docente está na gaveta, mas a luz do Sol vinda da janela mais próxima está perto. A, ainda, ministra Alexandra Leitão e, certamente, futura ministra, já tem falado, esporadicamente, neste assunto. Sejamos francos, a atual carreira docente está desatualizada e desadequada em virtude da atual ADD. Poucos serão os docentes que entraram na carreira a partir de 2005 que terão a hipótese de, algum dia, alcançarem o topo desta carreira sem ultrapassarem a idade legal da reforma.

Durante 4 anos veremos muitas alterações na Educação. Se serão para melhor ou para pior? O tempo dirá.

Só uma coisa é certa. As reformas pedagógicas a que temos assistido pela mão do Sec. de Estado são para continuar a implementar e cimentar.

 

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11 comentários

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    • Carmo on 31 de Janeiro de 2022 at 20:30
    • Responder

    A Leitão não se quer queimar como ministra da educação… vai ser outra.
    Quanto ao modelo de gestão, não vão mexer nele.
    Nos concursos vão mudar a mobilidade por doença. Vão voltar ao modelo antigo, em que só se obtém MD se houver horário disponível. Para minimizar protestos, as escolas vão poder voltar a requisitar professores e assim alguns dos que estão em MD ficarão nas mesmas escolas.

      • Anónimo on 1 de Fevereiro de 2022 at 14:20
      • Responder

      Carmo, onde obteve essa informação?

    • N. Ribeiro. on 31 de Janeiro de 2022 at 21:29
    • Responder

    E “atrair” novos professores?
    Já sei..há excesso de professores.

    A educação público irá apodrecer inexoravelmente,

    (O ministro será Tiago Brandão.)

    • Pré-Reformas on 31 de Janeiro de 2022 at 23:00
    • Responder

    Pré-reforma?
    Era bom, era! Então, com a falta de professores iam deixar sair mais cedo os atuais professores?

      • Anjinhos on 1 de Fevereiro de 2022 at 8:29
      • Responder

      Pré-reforma e a que preço?

      Queres a reforma aos 62, 63 ou 64 ? Não é necessário ser-se economista para saber que não há “almoços grátis”.

    • Guida Lemos on 31 de Janeiro de 2022 at 23:54
    • Responder

    O que aí vem á para nos prejudicar ainda mais. Aguardem e verão.

    • Ana Nascimento on 1 de Fevereiro de 2022 at 8:38
    • Responder

    Também os professores que entraram na carreira em 1995, não vão chegar ao topo da carreira sem ultrapassar a idade legal da reforma.

    • Oi on 1 de Fevereiro de 2022 at 8:43
    • Responder

    O ideal é alargar os horizontes e ir procurar profissionais no Brasil

    • pois on 1 de Fevereiro de 2022 at 9:36
    • Responder

    Também os professores que entraram na carreira em 1988, ficarão a 2 ou 3 escalões do topo da carreira sem ultrapassar a idade legal da reforma.

    • QZP on 1 de Fevereiro de 2022 at 17:37
    • Responder

    Os profs poderiam ser integrados no qzp correspondente à escola de colocação já que a MI foi feita com horários completos.

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