Será este o novo mapa de QZP’s?

 

O governo já vem a prometer uma mudança nos QZP’s há algum tempo. Essa negociação com os sindicatos já está anunciada para outubro, mas ainda não se vislumbra quais serão as alterações.

Com a territorialização do ensino, de certa forma preconizada, já, no Plano Escola+21/23, o lógico será usar as Comunidades Intermunicipais (CIM’s) como base para uma nova divisão do país em QZP’s. Com uma outra alteração, dependendo da densidade populacional, não fugirá muito a esse mapa.

O problema vai surgir na divisão dos docentes pelo novo mapa. O concurso docente para esse efeito, sejam as alterações quais forem, vai, sempre trazer injustiçados atrás.

 

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10 comentários

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    • Cristina on 11 de Julho de 2021 at 18:55
    • Responder

    Impressão minha, ou Lisboa fica igual ??

    • Pedro Silva on 11 de Julho de 2021 at 19:04
    • Responder

    Dá a sensação que existe uma grande discrepância entre regiões…. por exemplo que mora em VRSA a Sagres terá de fazer mais de 300kms por dia. Enquanto quem vincular em Aveiro ou no Cávado faz muito menos Kms. Não seria mais fácil voltar aos QZP’s antigos e fazer um ou outro ajuste? e já agora aumentar QZP foi fácil para o ME….diminuí-los é um pedregulho no sapato…. cheira-me a guerra (que será obviamente, mais uma vez, vencida pelo ME).

    Com a quantidade de professores a saírem das universidades, daqui a uns anos (já faltou mais, mesmo!) teremos que acabar com QZP e vincular a QA.

    • Chatice a visita on 11 de Julho de 2021 at 22:56
    • Responder

    Isto é sempre a lixar. O ME este ano abriu o concurso geral e depois é que vai mudar a legislação. Provavelmente, se soubéssemos o que aí vem até teríamos feito outras opções. Este ano há o fantasma da mi só com horários completos e isso pode influenciar as escolas a concorrer. Há quem não tenha conseguido mudar de qzp e veja colegas menos graduados no qzp pretendido. A mim parece-me que o critério mais justo para dividir os qzp seria o da residência do docente.

    • RUI CARVALHO on 11 de Julho de 2021 at 23:04
    • Responder

    Os territórios continuam a ser enormes por cada QZP.

  1. Um qzp atual vai englobar 2 ou até 3 novos qzp. Mais coisa menos coisa. Se o critério for a graduação profissional é injusto, basta ver os docentes do privado que entraram nos externos com elevadas graduações. Nas novas vinculações o pessoal do quadro não pode concorrer, o que se torna injusto agora. Todos querem ficar perto de casa, pelo que ficar no qzp correspondente ao da residência seria o melhor.

    • JMW Turner on 12 de Julho de 2021 at 7:03
    • Responder

    Com as novas regras da MI este mapa deveria ser implementado ONTEM!

  2. Esperemos que o atual QZP 7 não se mantenha assim!
    Alguém a viver em Setúbal e ter que ir todos os dias para Sintra é muito complicado. E não me venham com a história de não ser muito longe, de haver transportes, etc etc. Com a loucura do trânsito demora-se o triplo do tempo a percorrer a distância… distância esta que no interior do país, sem trânsito, se percorreria em 1/5 do tempo…
    Para quem tem filhos e família, e ter que cumprir estes horários loucos que nos atribuem, é de morrer…

    1. Esquece-se que no interior do país as estradas não são as de Lisboa. Experimente fazer o Marão…. 🤣🤣🤣🤣

    • Prof on 12 de Julho de 2021 at 10:06
    • Responder

    Ou muito me engano ou as colocações desta mi só durarão o próximo ano letivo, certo?

    Os interesses das comunidades intermunicipais são as mesmas que as do ensino? Isto e a municipalização, certo?

    Para além da residência, penso que um segundo critério poderá ser a data de entrada para os quadros. Pois há quem tenha entrado em anos recentes com idades avançadas e graduação profissional elevada. Os anteriores qzp também são uma hipotese

    • João on 14 de Julho de 2021 at 19:43
    • Responder

    Com centenas de escolas que há na zona de Lisboa, no mínimo exigia-se a divisão margem norte/sul.

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