Há uns tempos houve uma arruaça à porta de um estádio. Uma pessoa agrediu outra sendo o acontecimento filmado. Assunto grave, mas visível, o ativo ministro do desporto veio comentá-lo.
Sendo o mesmo ministro que, mesmo nulo, tutela a educação, que virá dizer de uma notícia que inclui, entre outras, referências a tráfico de droga, uso de armas brancas, agressões, e até violação ou coação a funcionários ou alunos em instalações sobre a sua tutela ?
Luís S. Braga




6 comentários
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https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/jovens-arrancam-unhas-a-colega-na-sala-de-aula-em-escola-da-amadora?ref=HP_PrimeirosDestaques
A prova de que o pau mandado não tem qualquer política educativa. Apenas uns capamgas a mandar bitaites sem cabeça, tronco e membros.
É incrível ao estado em que as coisas chegaram na educação. É incrível o que está a ser feito em termos de Cidadania que agora se ensina como quem ensina matemática ou outra treta qualquer (não chamei treta à matemática mas já estou farto da importância que lhe é dada no currículo), andam preocupados com a avaliação da Cidadania. Como avaliar sumativamente “isto” da Cidadania? É que tem que se atribuir uma classificação de zero a cinco… Que nota terá esta aluna que arranca unhas à colega? Não acredito que tenha nível negativo, daria um trabalhão só em preenchimento de justificações…
E que tal, em vez da Cidadania que ensina tudo e nada ao mesmo tempo, ensinar noções básicas ÉTICA, sim distinguir o bem do mal e refletir sobre o que são estes conceitos…
Dei aulas lá em 2016 e já na altura havia problemas idênticos.
A região precisa de polos educativos mais dispersos e mais virados para a agro-pecuária, à prática equestre e turismo.
A bazuka da UE não pode continuar a financiar projetos malucos como o dos aviões. Isso é deitar dinheiro fora e dar biberões para os autarcas mamarem.
A obrigatoriedade de ensino até aos 18 anos é desajustada a esta região. As crianças de ponte de sôr a partir dos 14,15 anos fazem falta no campo para as atividades sazonais da apanha da pinha, da azeitona e para as podas dos sobreiros. Só quem não é da zona é que nunca vai perceber isto.
Esta Escola já ha muito que ultrapassou o limite dos esforcos a que tem estado sujeita e não podemos estar a deitar a culpa para cima da Direção que ao que sei sempre fez o que pode ( inclusivamente com um papel muito pró-ativo da CPCJ) .
Espero que com a regionalização estes problemas aos poucos comecem a desaparecer, pois ao que vejo em Espanha as coisas andam bem melhores lá para os lados de Badajoz.
“…funcionários ou alunos em instalações SOBRE a sua tutela ?”….
Será antes: …”funcionários ou alunos em instalações SOB a sua tutela ?”
Já ninguém sabe o que é estar por baixo e por cima! Sobre e sob, de tanga e capanga!