Em Inglaterra, diz, funciona tudo de forma diferente. A contratação e ascensão na profissão assenta num “sistema meritocrático”, que reconhece “quem trabalha, ao contrário de Portugal que, no caso dos professores e outros funcionários públicos, reconhece o tempo de serviço, quando deveria reconhecer a qualidade” do trabalho desenvolvido. “Enfim, um sistema completamente obsoleto, hilariante mesmo”, desabafa.




17 comentários
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Já agora, qual é a forma rigorosa e válida como o mérito é avaliado em Inglaterra?
Alguem que foi trabalhar para o setor privado não educativo em Inglaterra quer fazer uma comparação com o ensino publico em Portugal?
E está em Inglaterra a queixar que em Portugal ficava sempre longe de casa???
.Mais uma comparação absurda!!!
Daqui a pouco, já chega o Atento Pintelko para nos explicar esta matéria.
Mas temos de esperar o tempo suficiente para ele acabar de cumprir.
Ele é encartado, mas por trás! Por isso, temos de esperar que acabe o normal o avianço.
Na Inglaterra é só gente bem formada e meritória. Vê-se até pelos adeptos de futebol…
“sistema meritocrático”
Nunca me ri tanto na vida.
Expliquem-me, façam-me um desenho se necessário….que é isso de “sistema meritocrático”?
Que eu saiba, isso do “mérito” não existe.
O que existe, é a “sorte”, o “conhecimento”, a rede de contactos, o compadrio, o amiguismo, a “cunha”, o “oportunismo”, o “alpinismo”……
Um determinado aluno nasceu numa familia em que o pai está preso e a mãe anda a dá-lo. Este aluno vive numa barraca fria, humida, sem os minimos. Este aluno na escola publica aprende “cidanias”, “educações sexuais”, “educações ambientais”…..passa sempre mesmo não sabendo…..quando chega a adulto vai chapar massa.
Um outro aluno é filho do CEO da Nestlé, vive com condições de excelência, frequenta uma escola de bandeira……quando chega a adulto vai, também ele, para CEO de uma Multinacional.
Este ultimo aluno tem MÉRITO.
Meus amigos, o “mérito” não existe. O que existe é (quando muito) trabalho e sorte na vidinha.
Ide catar piolhos á macacada.
Pois… gastaram o dinheiro a pagar as reformas aos 52 anos às Babás e aos professores primários (em França diz-se professor primário, mas em Portugal é crime dizer isso…) e agora não há pastora para pagar os escalões.
Sim, são milhares e milhares os casos em que as Babás e os professores primários descontaram 50 mil euros para a CGA e se viverem até aos 80 anos vão receber mais de 1 milhão de euros.
Para lá desta vergonha, nada repõem ao Estado e ninguém é condenado ou preso por estas malfeitorias
Gizeste mal as contas.
Não ganham um milhão, ganham é um culhao
Nandinho tu nem contas sabes fazer.
Não se chamam babas, mas sim AMAS
Andas Atento!
Pois… gastaram o dinheiro a pagar as reformas aos 52 anos às Babás e aos professores primários (em França diz-se professor primário, mas em Portugal é crime dizer isso…) e agora não há pastora para pagar os escalões.
Sim, são milhares e milhares os casos em que as Babás e os professores primários descontaram 50 mil euros para a CGA e se viverem até aos 80 anos vão receber mais de 1 milhão de euros.
Para lá desta vergonha, nada repõem ao Estado e ninguém é condenado ou preso por estas malfeitorias
Em primeiro lugar em Inglaterra ninguém quer ser professor; em segundo lugar, em Inglaterra, os ingleses têm vergonha de dizer que são professores apesar de pagarem muito mais do que em portugal. Em Inglaterra os professores fazem o seu trabalho normalmente sem ter de provar nada a ninguém, portanto não é necessário vir aqui dizer mentiras tentando enganar as pessoas porque tenho a minha mulher em Inglaterra e sei como funciona lá.
Todos nós sabemos que haverá um imbecil que acha que trabalha mis do que o colega que está ao lado, sempre haverá um imbecil que achará que é mais inteligente que o colega do lado, sempre haverá um imbecil que está à espera que o colega do lado morra para ficar com o seu lugar , sempre haverá…
Começam agora a aparecer com alguma frequência estas notícias, desabafos, ou lá que quer que sejam… Todos já sabem o que significa: preparam-se para acabar com a carreira docente. Tentaram dividir entre Bons e Maus mas como o discurso está gasto vão tentar agora dividir entre os que trabalham e os que não trabalham, entre os vocacionados e os não vocacionados… Enfim, é um país sem oportunidades e de gente medíocre.
Grande comentário.
Obrigado pela clareza das suas ideias.
Estou plenamente de acordo, preparem-se pois a “guerra” vai começar.
Qual guerra?
A municipalização?
A revisão completa da dita “carreira unica”?
A revisão completa do estatuto indocente?
👏👏👏👏👏👏👏😁
Agora não chega trabalhar. É necessário provar ao colega do lado que se trabalha mais do que ele. Isto é uma falácia de gente imbecil.
E depois meteram na cabeça às pessoas de que a carreira era para premiar Bons… a carreira docente quando foi criada era simplesmente para incentivar as pessoas ao longo da sua vida porque as pessoas necessitam de incentivos. Agora, e depois da queda do muro de Berlim, deixou de ser necessário incentivos porque o medo a que as pessoas virassem comunistas desapareceu.
É cada ave rara a mandar postas de pescada: “qualidade”, “mérito”, “bom”, “muito bom” – tudo critérios muito justos e objetivos…. Se o “mérito” da senhora estiver ao nível dos disparates ditos, Graças a Deus que se mudou para Inglaterra. Agora, só lhe falta esquecer a terrinha… 🙂
Não deixa de ser triste que um conjunto de indivíduos tristes, em pijama, nas suas casas, escondidos atrás de um monitor venham realizar um conjunto de juízos descabidos a respeito de alguém que não conhecem e que optou por um novo percurso de vida. Professores? Pois. É aquilo que vocês mais são. Aprendam a escrever já agora. E alguma humildade. Inúteis. Falhados.
Caro CALHAU
TÁS a falar bem, é pena seres professor do dito ensino publico.
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