S.O.S. Escolas

 

 

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10 comentários

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    • Matilde on 21 de Novembro de 2020 at 15:27
    • Responder

    – Governo/Ministério da Educação: Escondem o número efectivo de infectados nas escolas, os dados divulgados estão muito longe de corresponder à realidade. Não mandam testar alunos, professores e pessoal não docente das escolas porque isso acarreta custos e porque, na verdade, não querem nem lhes interessa saber o número real de infectados nas comunidades educativas. Conhecer e publicar os dados reais, muito provavelmente retirar-lhes-ía credibilidade para continuar a afirmar que nas escolas “está tudo bem”;

    – Directo@s: Silêncio (“ensurdecedor”) sobre o número real de infectados em cada Agrupamento. Por vezes nem a própria comunidade educativa tem conhecimento desse número. Não é politicamente correcto contrariar o Governo nem fazer alaridos que possam ser considerados como alarmistas pela tutela;

    – Pais/Encarregados de Educação: “Assobiam para o lado”, o melhor é “não fazer ondas”, não vá a escola fechar;

    – Autoridades de saúde/Delegados de saúde: “Andam aos papéis”, cada um decide por si, não há uniformidade de critérios nem acção concertada…

    Depois do anterior: Alunos, professores e pessoal não docente das escolas estão entregues a si próprios ou ao que o Destino ou o Fado lhes quiser reservar, em terminologia lusa… Ou seja, estão entregues ao mais puro “trogloditismo tuga”…

    • Lucas on 21 de Novembro de 2020 at 15:39
    • Responder

    Chateia muito o nosso grande ministro e ainda és despedido.
    Nas escolas não há covid…
    Só há 68.

    • Arthur on 21 de Novembro de 2020 at 16:15
    • Responder

    Obviamente o combate à covid-19 nas escolas é diferente do combate fora das escolas. Dum lado faz-se muito para diminuir o contágio, nas escolas ignoram-se os possíveis focos.

    • Rosinha on 21 de Novembro de 2020 at 16:18
    • Responder

    Não são 68 é um 69 mal feito!

    • Fernando, el peligroso de las verdades. Mais um patife com a pele de cordeiro. on 21 de Novembro de 2020 at 17:01
    • Responder

    Isto está mal.
    Mas gostava de saber o que faria o partido do Ricado médico-deputado para defender os professores da doença. Mandava-os para casa? O tanas é que mandava! São todos uns patifes!

      • Anónimo on 23 de Novembro de 2020 at 10:46
      • Responder

      Não, fazia um comício que é mesmo isso que se precisa no pico da pandemia. /s

      Em tempos de guerra a lógica partidária tem de ser posta de lado, e todas as decisões/discussões têm de ser julgadas com base no seu mérito e não em supostas afinidades ideológicas: a realidade é uma sacana que dá sempre a volta à pureza das soluções com base na ideologia.

    • PROFET on 21 de Novembro de 2020 at 17:42
    • Responder

    Matilde: “Conhecer e publicar os dados reais, muito provavelmente retirar-lhes-ia credibilidade…”

    Cara colega Matilde, o primeiro ministro mente descaradamente na televisão quando se dirige à população, nomeadamente quando recentemente disse que iam testar nas escolas, algo que não está a acontecer. Mas a mais escandalosa mentira foi o ter dito a todos os portugueses que 68% das infeções provêm do contexto familiar, culpabilizando os portugueses inclusive… Entretanto, na reunião passada com o Infarmed, veio-se a descobrir a careca do supra mentiroso Costa, em que se verificou que afinal são apenas 14% que provêm do contexto familiar. Nessa reunião estava lá também o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o qual sublinhou que os portugueses estavam a cumprir responsavelmente as novas restrições, e o Costa lá atrás a abanar a cabeça a dizer que sim, tipo a concordar, quando ele próprio culpabilizou os portugueses pelo alastrar da pandemia, que hipocrisia! Este Costa é um P*, e o Presidente da República a presenciar isto tudo, no fundo, também ele está a ser conivente.

    Quando chegamos a este ponto, de termos um governo negligente, de hipocrisia, falsidade e falta de respeito pelos cidadãos, já nem se pode falar sequer em perder a credibilidade, porque essa já há muito que não existe. Só mesmo as pessoas que são coniventes com este governo, as pouco instruídas e as muitíssimo burrinhas é que poderão ainda acreditar nesta cambada de aldrabões e criminosos.

    • Atento on 21 de Novembro de 2020 at 17:55
    • Responder

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    Este é um (des)Governo CRIMINOSO que teima em manter as escolas abertas.

    Aquilo a que chamam “Escolas” são Hoje “Enormes ARMAZENS” onde se colocam os rebentos para que não incomodem os progenitores nas suas atividades ludicas ou profissionais.

    Aquilo a que chamam “Escolas” são Hoje “Enormes CANTINAS SOCIAIS” onde se dá de comer aos Filhos dos Desgraçados desta Vida (Filhos de Desempregados; Filhos daqueles que vivem do RSI; Filhos de presidiários; Filhos de prostitutas; Filhos dos que auferem o ordenado minimo nacional (Cerca de 550 euros liquidos)……)

    Aquilo a que chamam “Escolas” são Hoje “Enormes INTRETENS” onde se entretem os meninos com umas Trêtas (Cidadanias; Educações Ambientais; Desporto Escolar – digo, toma lá uma bola para dares uns chutos – Educação Sexual – para que não andem pelas ruas a roubar e a fazer desacatos.

    Aquilo a que chamam “Escolas” são Hoje “Enormes HOSPICIOS” onde se colocam as crianças para que não andem ao abandono.

    (….)

    É por estas razões que as ESCOLAS NÃO PODEM FECHAR. Há ainda outra razão é que o Abuso sexual de crianças aumentou durante o confinamento.

    Significa isto que aquilo a que chamam de “ESCOLA” é tudo menos uma escola na verdadeira acepção da palavra.

    É nesta ENORME POCEILGA pseudo- XUXALISTA (comandada por António BOSTA) que vivemos.

    CHEGA!………CHEGA!……….CHEGA!…………..CHEGA!………CHEGA!……….CHEGA!…………..CHEGA!………CHEGA!……….CHEGA!…………..CHEGA!………CHEGA!……….CHEGA!…………..

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      • Calma on 21 de Novembro de 2020 at 18:26
      • Responder

      INTRETENS ??
      Não sei o que são. Sei o que significa entreter.
      Já agora, és surdo? É que é um comportamento recorrente de quem grita.

    • Alecrom on 21 de Novembro de 2020 at 19:58
    • Responder

    Política de contenção das transmissões:

    As pessoas costumam aproveitar estes feriados às terças para fazerem “pontes”.

    Ora,
    temos de tomar medidas para o evitar.

    Assim,
    decreta-se
    a interrupção das atividades letivas
    e uma tolerância de ponto para a função pública,
    nos próximos dias 30 e 7 de dezembro.

    Aproveita-se para relembrar que se deve ir olhando para o mapa das infeções e destaca-se o facto de várias zonas do país, nomeadamente o Algarve, estarem a branco, branquinho.

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