É claro que dizem, não têm os dados corretos.
A plataforma que foi anunciada há dias ainda não está ativa, por isso os dados que chegam das escolas não estão corretos. Não existe um protocolo definido para que os dados das escolas, todas, públicas e particulares, cheguem à tutela ou lá onde querem que cheguem. Quase arrisco a dizer que o atraso na construção de uma simples plataforma tem a intenção de não revelar dados diretamente ao público. Não se pretende o pânico ou perguntas embaraçosas…
Há notícias que mais valia não verem a luz do dia… e estudos que não deveriam ser divulgados pela desinformação que provocam.
Covid-19: dados que chegam das escolas confirmam que não são lugares críticos
Com os dados que temos hoje os investigadores arriscam dizer que o contágio nas escolas e na comunidade a partir dos casos que vão sendo confirmados nos estabelecimentos de ensino não serão a maior preocupação das autoridades de saúde.




5 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
E nos transportes passa-se exatamente o mesmo.
Escolas e transportes são descontaminadores por natureza.
São talvez os dois principais fatores do atual baixar das curvas.
Famílias com 4 ou mais filhos têm garantida, em casa, a imunidade de grupo.
Com dados ou sem dados, muito provavelmente, é de prever que seja mais fácil e menos dispendioso comprar estes senhores da comunidade cientifica para serem coniventes com a mentira e negligência do governo.
É mais do que sabido que, a maioria dos jovens infetados são assintomáticos e possuem uma elevada carga viral.
Não notam aqui uma enorme contradição?
Não é preciso ser um cientista para verificar o abrupto e exponencial número de casos de infeção em crianças e adolescentes desde o início do ano letivo para constatar onde é que está o maior potencial de disseminação do vírus.
Mais tarde ou mais cede vai aparecer um iluminado, que vai chegar a brilhante conclusão que as escolas são de facto um dos grandes problemas.
Se isto não é a idade escolar então é o quê?
“Na divisão por idades o grupo etário dos 10 aos 19 anos é claramente aquele onde o aumento tem sido mais expressivo, mais do que duplicando em apenas um mês. No final de setembro o país registava 4.216 jovens com estas idades que tinham sido contagiados, número que chegou aos 10.199 no final de outubro (+142%).
Com um aumento de 98% segue-se o grupo etário dos 20 aos 29 anos, sendo que nas idades mais novas, abaixo dos 10 anos, a subida foi, em outubro, muito mais moderada: 87% “(pudera, são assintomáticos não fazem testes).
https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/num-mes-portugal-teve-quase-tantos-infetados-como-em-sete-meses-12992718.html