3% dos casos de infeção acontecem em contexto escolar

 

António Costa, apresentou dados que revelam que é o contexto familiar e de coabitação o principal responsável pelos contágios pelo novo coronavírus, 2/3.

O contexto escolar representa uma percentagem de 3% dos casos de infeção. O contexto laboral é responsável por 12% dos casos.

 

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2020/11/3-dos-casos-de-infecao-acontecem-em-contexto-escolar/

17 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Zaratrusta on 8 de Novembro de 2020 at 13:36
    • Responder

    Mentira para povo burro.

    • Alecrom on 8 de Novembro de 2020 at 13:55
    • Responder

    Se a esmagadora maioria dos contágios acontece no seio das famílias, não seria mais indicado restringir o tempo de permanência em casa?

      • Alecrom on 8 de Novembro de 2020 at 14:03
      • Responder

      Qual é a coisa
      qual é ela…

      Em setembro regressou
      e o contágio alastrou?

    • Alecrom on 8 de Novembro de 2020 at 13:59
    • Responder

    Famílias,
    salvem o Natal.
    Não se juntem agora.
    Juntem-se na consoada.

    • Carla on 8 de Novembro de 2020 at 14:04
    • Responder

    MENTIRA

    80% dos contágios fazer-se no ambiente de trabalho/escolar e transportes.

    Enquanto esconderem isto não adianta falar em medidas eficazes para conter o vírus.

    E OS SINDICATOS SAO UNS MEEERDAS

    • sosso on 8 de Novembro de 2020 at 14:06
    • Responder

    Eu sou professora e sou um desses 3%, mas nunca seria nem faria parte dos números senão tivesse decidido ser testada depois de um aluno dar positivo. Foi eu que a título particular quis ser testada senão como não tinha sintomas nunca seria testada. Ou seja se calhar são só 3% porque se testa poucos os alunos. Na minha turma mais nenhum aluno foi testado, pois todos estão sem sintomas… eu também estou e acusei positivo no teste covid 19.

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 14:31
    • Responder

    No início, pensava que estes imbecis do governo fossem uns grandes mentirosos e negligentes. Mas agora, constato, que para além disso, são mesmo uma cambada de retardados com um enorme défice cognitivo. E continua a enorme mentira de que apenas 3% dos casos deriva das escolas, a mentira do século.

    1º Eficácia que terão estas novas medidas:
    Quase nula ou nula.

    2º Testagem nas escolas:
    Duvido mesmo que irão testar toda a comunidade educativa. E meus amigos, de nada servirá se o fizerem, porque deixaram arrastar e já nos encontramos numa situação descontrolada de disseminação, sendo que, alguns dias depois de testados, continuarão a aparecer casos nas escolas e a crescer abruptamente e exponencialmente outra vez, porque o problema está na falta de condições instalada nos estabelecimentos de ensino, antros de disseminação. Mas se testarem toda a comunidade educativa…

    3º O anunciar que podemos vir a atingir os 10 000 casos diários:
    Meus amigos, neste momento, já temos mais do que 10 000 novos casos diários, porque a testagem fica muito aquém daquilo que devia. Se porventura testassem já amanhã todos os indivíduos da comunidade educativa iriam verificar isso, daí lançarem esse número para a opinião pública, para depois dizerem que são muito espertos e assertivos… e claro, vão-se desculpar, mais uma vez, dizendo que isso se deve ao aumento do número de testes… ou ao convívio familiar e responsabilizar a população.

    4º Medidas absurdas:
    Limitar a circulação a partir das 13h… o P* do Costa, a dizer que as pessoas podem ir às comprinhas até às 13h nos fins de semana, mas depois, fiquem em casa. Eu nunca vi tamanha burrice e défice cognitivo. Vão, meus amigos, vão todos ás comprinhas, de manhã, todos ao molho, vamos encher as lojas, vamos disseminar o vírus, é Natal!

    5º Uma pequena estatística:
    Tivemos ontem 6640 novos casos de infeção num dia. A comunicação social faz um grande alarido devido aos EUA estarem a bater recordes de novos casos diários, 120 000, um horror, dizem eles. Pois bem, a população dos EUA é 32 vezes superior à de Portugal. Se multiplicarmos, 6640 por 32 = 212 480. Em termos proporcionais, estamos quase com o dobro dos EUA. E quando tivermos 10 000 num dia, será o mesmo que os EUA terem 320 000 num só dia. E posso aqui também fazer comparações com Espanha (4,5 x ) e França (6,5 x): 6640 x 4,5 = equivalente a 29 880 casos diários em Espanha; 6640 x 6,5 = equivalente a 43 160 casos diários em França.

    6º “Fortalecimento” do SNS:
    Deveras insuficiente. E, muito em breve, irá ser o caos, pois muitos dos poucos profissionais de saúde irão entrar em exaustão. A política de tapar buracos e ir atrás do prejuízo, muito típica deste governo, foi decisiva para o alastrar da pandemia e para a decadência e rotura do SNS, que já se está a verificar.

    7º Conclusões finais:
    Não são as famílias as culpadas do aumento abrupto e exponencial desde o final de setembro, porque as famílias já existiam e frequentavam os mesmos locais, as suas residências. Os culpados são estes retardados incompetentes e negligentes do governo que promoveram a proximidade social de uma comunidade com cerca de 2 milhões em sítios sem as mínimas condições de segurança, as escolas, com 30 indivíduos dentro de salas de 30 m2 e recreios sem controle, devido à enorme falta de funcionários e professores. O ensino presencial, sem condições de segurança, é a real causa do que se está a passar. E dispenso opiniões de cientistas ou especialistas comprados pelo governo. Não é preciso ser especialista, basta frequentar uma escola para se encontrar a verdade.

    • Pirilau on 8 de Novembro de 2020 at 14:32
    • Responder

    Entre 14 de Outubro e 4 de Novembro duplicou o número acumulado de infectados na população com idades entre os 10 e os 19 anos, todos em idade escolar. São números oficiais. Afinal, o grande aldrabão está deste lado do Atlântico.

    • PC on 8 de Novembro de 2020 at 16:12
    • Responder

    Os professores contagiados serão contabilizados no contexto laboral ou escolar?..

    Pensem nisso 🤔

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 16:16
    • Responder

    Desde 15 setembro até hoje, mais do que quadruplicou o número de casos novos de infeção em indivíduos (dos 10 aos 19 anos) e triplicou (dos 0 aos 9 anos), a saber:

    Em 6 meses e meio, desde o início da pandemia até 14 de setembro:

    (dos 0 aos 9 anos): 2 524 casos de infeção.
    (dos 10 aos 19 anos): 3 327 casos de infeção.

    Até ao dia de hoje, 8 de novembro:

    (dos 0 aos 9 anos): 7 754 casos de infeção.
    (dos 10 aos 19 anos): 14 065 casos de infeção.

    Em menos de 2 meses, desde 15 setembro:

    (dos 0 aos 9 anos): 7 754 – 2 524 = 5 230 casos de infeção.
    (dos 10 aos 19 anos): 14 065 – 3327 = 10 738 casos de infeção.

    É preciso ser um especialista para constatar que o aumento abrupto e exponencial de casos que se verifica desde o início do ano letivo deve-se ao ensino presencial sem as mínimas condições de segurança?

    O governo diz que provém do convívio familiar, pudera, os alunos disseminam o vírus e infetam-se nas escolas e, claro, têm que ir jantar e dormir a casa, não jantam nem dormem nas escolas!

    Cambada de palhaços (que não fazem rir), retardados incompetentes, negligentes e, por conseguinte, criminosos, são estes os que nos governam. Conseguiram fazer pior a Portugal do que Trump aos EUA.

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 16:21
    • Responder

    E faltou-me contabilizar professores e funcionários.

    • Matilde on 8 de Novembro de 2020 at 16:50
    • Responder

    O número real de infectados por covid existente em cada escola está a ser (descaradamente) manipulado pelo Governo, a contabilização oficial de casos é manifestamente inferior à que realmente existe, e sobre isso não tenho qualquer dúvida ou reserva… A verdade dos factos está indubitavelmente a ser escamoteada e escondida…

    Mas tenho dúvidas quanto à origem dos casos covid existentes em cada escola: dos vários casos que conheço de alunos/professores infectados nenhum teve origem na própria escola, a acreditar no testemunho dos próprios e no dos encarregados de educação. Todos referem que a infecção decorreu do contacto com familiares próximos e/ou amigos infectados…

    Uma coisa é o número real de infecções existente nas escolas, outra coisa é ter dados para afirmar (ou não) que o contexto escola tem uma determinada percentagem de responsabilidade pelos contágios existentes, no sentido de ter estado na origem dos mesmos… Quantos casos de infecção existem nas escolas que não tenham sido importados do exterior para as mesmas?

    Os 3% referidos por António Costa referem-se exactamente a quê? Sinceramente, ainda não percebi…

    Mas já percebi que há contas muito difíceis de fazer para este Governo, sobretudo aquelas que contrariam a sua percepção dos problemas e/ou a sua vontade política…

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 19:56
    • Responder

    Matilde, como poderão os pais confirmar que veio de fora (por ex. do trabalho) e não da escola? Como poderá alguém confirmar? Se a maioria das crianças são assintomáticas e não as testam? Um pai ou irmão testado positivo, pode ter infetado os outros no seu trabalho e não ao contrário, e só depois vão fazer o teste ao filho por ser contacto direto. Contudo, na realidade, pode ter sido o filho a origem, pois já estava infetado mas assintomático e ainda não tinha sido testado.

    Perceberam? Já está tudo descontrolado e quando assim é, já será muito difícil descobrir a origem, isto porque não se testa o suficiente. Daí ter dito que agora já de pouco servirá testar, porque já está tudo descontrolado. A não ser que façam como na Eslováquia, em que testaram toda a população em 2 dias e que, provavelmente, colocaram todos os contaminados detetados em confinamento por 2 semanas.

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 20:06
    • Responder

    O que é mais do que certo, são os números que apresentei. E a única conclusão que se pode tirar é que, o início do abrupto e exponencial aumento do número dos casos coincide com a data do início do ano letivo, e isto deveu-se à promoção da proximidade de uma comunidade com 2 milhões sem terem sido garantidas as mínimas condições de segurança. É este o fator que se evidenciou e se diferencia de tudo o resto. Não foram os convívios familiares, que existem desde sempre. Isto é ridículo. Ou será que antes do início do ano letivo estivemos 6 meses e meio sem convívios familiares?

    • Rosinha on 8 de Novembro de 2020 at 20:44
    • Responder

    O contexto escolar também é um contexto laboral!

    • Prof on 9 de Novembro de 2020 at 12:28
    • Responder

    Enfim… alguém acredita nestes números?!…

    • José on 11 de Novembro de 2020 at 13:25
    • Responder

    com tantos casos abafados e ausência de testes é normal anunciarem estes números. e se os mais jovens têm tendência a ter menos sintomas que as pessoas mais velhas, mais normais se tornam os números.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: