… e de que maneira.
Ao preço que as máscaras e o gel desinfetante estão, o orçamento das escolas vai ter que ser bem reforçado.
Escolas podem ter de comprar milhões de máscaras
Diretores de escolas públicas e privadas, preocupados com a aquisição de máscaras, obrigatórias num eventual regresso às aulas do 11.º e 12.º, pedem financiamento e o lançamento de um concurso centralizado pelo Governo em vez de cada estabelecimento fazer a sua encomenda.




10 comentários
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Tem toda a lógica fazer um concurso só do que cada escola fazer o seu como acontece com o concurso para não docentes. Só o que se paga à casa da Moeda para publicar cada concurso, dá para comprar dezenas ou centenas de máscaras e luvas. E o dinheiro não abunda. tó zé
compras centralizadas geralmente dao meeerda
produtos do pior
Mas qual é o problema com as máscaras. Elas só eram um problema quando não era recomendado o seu uso pela DGS. Até poderiam ser muito prejudiciais. Mas o vírus era outro. Agora o bicho está mais manso. Qualquer máscara serve. Os alunos e os professores agarram num guardanapo da cozinha, dão-lhe uma voltas, atam um elástico e está feito. As cirúrgicas, que não eram recomendadas, tinham uma vida útil de 4 horas. Estas de agora, que eu proponho, dão para o dia todo, podem ser lavadas e ainda estarão boas para a segunda onda.
zaratrusta nao percebes nada de nada de mascaras
informa-te … vê e lê videos e literatura da especialidade
Mascaras comunitarias e cirurgicas só protegem OS OUTROS e tem de ser certificadas o seu material senao ainda é pior a emneda que o soneto.
A sua duração são 4/5 horas. Descartaveis deitas fora as reutelizaveis podes lavar mas perde sempre a eficacia inicial.
Mascaras que nos protegem a nós sao so as FFP2 e FFP3.
duram prai 20 dias
Se tiverem valvulas toranam-se mascaras egoistas pois protegem-nos a nós mas não os outros. Convem ser sem valvulas.
Quanto tocas na mascara seja qq uma tens de ter maos limpas.
As máscaras de proteção que chegaram no último fim de semana ao Hospital de Gaia, oriundas da China, foram na sexta-feira retiradas de utilização. A suspeita de que o equipamento poderá não corresponder às exigências lançou o alarme e os profissionais que as usaram foram identificados pelo serviço de Saúde Ocupacional do hospital, apurou o JN.
se fizeres uma compra centralizada vem destas rascas … é como os materiais das papelarias das escolas
As evidências científicas que sustentam a ideia de que a utilização de máscaras pelos cidadãos comuns pode travar a propagação da doença são inconclusivas. Mesmo quem as usa pode não saber como o fazer corretamente, conduzindo a situação de auto-contaminação e a uma possível sensação de segurança que não é real. Por último, há grupos de pessoas para quem esta solução não é bem tolerada — como as crianças ou pessoas com doença respiratória crónica.
E então o sr. Americo e o sr. Leandro o que propõem ao governo? É que os alunos e os professores irão para as escolas no dia 4 de qualquer maneira. Com máscara, sem máscara, cirúrgica, com filtro, sem filtro, etc. O que importa é que têm que ir servir de cobaias para ver como está o estado da coisa em Portugal. Ah! E claro, por causa dos exames.
Só está previsto haver aulas nas disciplinas que têm provas de acesso ao ensino superior, certo?
Os alunos vão estar distribuidos por salas de aula com horários desencontrados, certo?
A marcação de faltas aos alunos não está prevista pois não?
O limite de alunos por sala de aula será inferior a dez, certo?
Os poucos alunos que vão estar presentes, usarão máscara, correcto?
O que está errado então?
Está tudo errado, Nuno!
1- se as máscaras não forem corretamente usadas, de nada servem;
2- se não houver regras de higiene complementares, a sua eficácia é reduzida, basta levar uma mão infectada só rosto, que é um reflexo natural;
4- a média de idades dos colegas do secundário…enfim…preocupante;
5- os jovens têm uma necessidade inata de comunicar, tocar, etc. Depois do confinamento, imagine como vão regressar, parecem saídos de jaulas!;
6- há que comer, ir ao WC e outras necessidades que podem comprometer a segurança individual e coletiva;
7- este ano, regressando ” só” esses alunos, é uma coisa. E para o ano? A tutela indica turmas mais pequenas. Onde estão as salas? E colocações de mais professores? E todos os miúdos aos molhos em intervalos, almoço, etc?
Não me vai dizer que é daquelas pessoas que acha que isto é uma”gripe” e que em setembro está tudo resolvido, por favor! É preciso ser-se muito desinformado para achar tal coisa…