Como impedir que gravem a minha aula no Teams

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41 comentários

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    • JOSE Martins on 17 de Abril de 2020 at 14:15
    • Responder

    Achas mesmo? A sério????????

  1. Muito obrigado!

    • Jose on 17 de Abril de 2020 at 14:23
    • Responder

    A gravação pode ser feita através de outro software instalado, que grava tudo o que é feito no computador.
    O ideal é partilhar a importância da denuncia dos casos em que houver fuga de informação/partilha abusiva.

  2. Claro. Tudo o que é mostrado no ecrã é passível de ser gravado…

    • Julia on 17 de Abril de 2020 at 14:35
    • Responder

    eheheheh Rui Cardoso és mesmo inocente

    sseja zoom seja teams google meet
    basta colocar um telemovel ou um programa em segundo plano a gravar

    acorda homem

    • Um Professor on 17 de Abril de 2020 at 14:52
    • Responder

    A prevenção é a única solução que funciona: depois do vídeo feito, até se pode vir a descobrir e castigar o responsável, mas o vídeo não desaparece mais da Internet.
    – Liguem a câmara só quando estritamente necessário (se precisarem de partilhar um documento que estejam a escrever por exemplo), evitem mostrar a cara, etc;
    – Tenham atenção quando partilharem o ecrã, sempre que possível partilhem apenas a janela da aplicação ou documento que querem que eles vejam;
    – Tenham atenção que os pais estão nas aulas! Não sabemos quem é que está do outro lado a ouvir a aula!

    • Lena on 17 de Abril de 2020 at 14:54
    • Responder

    ha grupos privados no Whatsapp de alunos , que partilham videos que vcs nem sonham

    • Lena on 17 de Abril de 2020 at 15:11
    • Responder

    pois isso é um youtuber
    eu falo de alunos e grupos privados de whatsapp nem os jornais imaginam

    • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 15:32
    • Responder

    Os professores estão a pôr-se a jeito.
    Ninguém está obrigado a realizar aulas síncronas. Nem ninguém sequer é obrigado a ter internet em casa, num caso extremo.
    Estão a abrir um precedente com esta história do ensino a distância feito em cima do joelho. Deviam era preocupar-se com os alunos que continuam excluídos. A desigualdade continua a aumentar.
    Em estado de emergência vale tudo. Depois, vêm os recursos e os protestos de alguns pais. Eu sei do que estou a falar. Tenho pais advogados a queixarem-se de alguns professores.
    Limitem-se a fazer o básico. Não se metam a jeito. Zoom´s e companhias são plataformas inseguras e estão a ser abusivamente utilizadas de forma ilegal. Já ouviram falar em proteção de dados? Estão a expor-se a vocês, aos alunos, a colocarem em risco a vossa privacidade e a dos alunos, em troca de problemas futuros.
    Esqueçam este ano letivo. Tudo o que estão a fazer é a entreter as criancinhas, pois as avaliações estão mais que dadas.

      • Zaratrusta on 17 de Abril de 2020 at 15:45
      • Responder

      Subscrevo. A palhaçada está a atingir limites (im)previstos, mas todos continuam a querer mostrar que está tudo a correr bem.

      • Cury1 on 17 de Abril de 2020 at 17:59
      • Responder

      Completamente de acordo! Tudo dito.

    • Que situação do c** on 17 de Abril de 2020 at 15:57
    • Responder

    Os governantes querem mostrar que dominam a situação seja qual for a sua amplitude, mas estão a cair e a fazer-nos cair no ridículo.
    Estas sessões consistem em momentos de paródia ara os alunos, que até aqui estavam meio camufladas pelas paredes da sala de aula mas agora vêm a público!

    A quase totalidade dos alunos não merece este nosso esforço nem retira dele o benefício que se pretende. Acabem com esta palhaçada de vez!

    • Prof on 17 de Abril de 2020 at 16:06
    • Responder

    A situação é demasiado complexa e aquilo que é publicado online jamais conseguirá ser apagado. Os alunos não seguem códigos de conduta nem querem saber para nada de aulas online. Mais valia optar por outro tipo de trabalho. Penso que o ideal seria ser apenas o trabalho assíncrono, pelo menos no caso do 3º ciclo e ensino secundário. Tudo registado, mas sem recurso a voz e/ou imagem. Estamos, neste momento, apenas a servir como fonte de galhofa em todas as plataformas.
    E por mais medidas de segurança que se implementem é como disse alguém disse: basta ter outro dispositivo e gravar tudo. Isto não está correto. O caminho não é este.
    E estamos apenas na 1ª semana 🙁 …

    • Helder on 17 de Abril de 2020 at 16:15
    • Responder

    Os Diretores das escolas estão caladinhos tb para fazer bonito.
    Não se percebe pq não tomam uma posição a nivel nacional.

    ONDE ESTÃO OS DIRETORES? SÓ SERVEM PARA REENVIAR EMAILS DO M,E.?

      • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 17 de Abril de 2020 at 18:13
      • Responder

      Os diretores são o ministério (DL 75).

    • Fernando on 17 de Abril de 2020 at 16:19
    • Responder

    Isso é impossível!!!….
    Há software que grava não só o que se passa no ecrã como também o audio, portanto, pouco adianta configurar o Teams para evitar essa situação nas suas configurações.

    • Que situação do c** on 17 de Abril de 2020 at 16:31
    • Responder

    O que está a acontecer é muito mau e os diretores já deviam ter tomado uma posição Se não tomarem, tomemos nós! Recusemo-nos a trabalhar desta maneira!
    Já imaginaram como devem estar a sentir-se os professores que foram gravados?

    • Jota on 17 de Abril de 2020 at 17:10
    • Responder

    Essa opção apenas desabilita a gravação dentro da ferramenta, não conseguimos garantir que o aluno não grava com o telemóvel ou um software de captura de ecrã. As escolas deviam passar a responsabilidade para os pais. Os pais devem acompanhar as videoconferências dos filhos. Só assim se consegue algum controlo.

    • Raju on 17 de Abril de 2020 at 18:45
    • Responder

    Eu só trabalho com email institucional. Durante o tempo “sincrono” e os outros. Não é preciso tanto floreado para os alunos aprenderem. Tenho alunos que não fazem nada, outros produzem trabalhos muito bons, tal como na sala de aula. Agora expor imagens, isso é que não.

    • Amaral on 17 de Abril de 2020 at 20:34
    • Responder

    Não diabolizem o Zoom.
    Se for Skype, Teams, Google Meet, Jitsi, etc etc… É tudo igual.
    Basta ter uma APP que grave em 2 plano o ecrã.

    Não diabolizem o YouTube. Existe n sites na darkweb e grupos de WhatsApp onde se partilham videos de profs e alunos a gozar outros alunos.

    Enquanto os profs andarem deslumbrados e pensarem que videoconferência é igual a uma aula presencial, estamos falados.

    Posso contar um segredo? Tenho filhos, uns no superior e outro no secundário. Alguns dos colegas, enquanto os professores falam, estão sossegadamente a olhar para o ecrã, como se estivessem atentíssimos, mas, na realidade, estão:
    a) a ver pornografia;
    b) a jogar «on-line»;
    c) a «chatar»;
    d) a navegar por aí.

    Qual é a opção correta?

    Todas… e faltam aqui mais algumas.

    • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 21:21
    • Responder

    Pessoal. O Brandão deu a solução. Não estão a utilizá-la porque não querem. Há a telescola e os trabalhos enviados por CTT em caso extremo.
    Ninguém é obrigado a dar aulas síncronas. Eu uso apenas a caixa de correio do email institucional. Ainda assim, uso a minha internet e o meu velho computador.
    Querem mostrar trabalho e dar graxa aos directores?! Salvar a pátria? As vossas aulas síncronas, seja em que plataforma for, ainda vão trazer mais problemas do que estes que já estão a surgir. Virão no futuro os processos dos pais. Estão a criar-se muitas desigualdades. É inconstitucional. E os professores ao pactuarem com estas ilegalidades, ou mesmo crimes, são ao mesmo cúmplices.
    Eu nem sequer nunca dei explicações em casa, exactamente porque privilegio muito a minha privacidade, quanto mais fazer figura de palhaço como muitos estão a fazer. Devem-se imaginar algumas estrelas da tv! O ensino a distância já tem muitos anos. Não é de agora. Por alguma razão nunca pegou.

    • profinfo on 17 de Abril de 2020 at 21:46
    • Responder

    Houvesse tanta preocupação com os smartphones nas aulas, já se tinha arranjado modo de bloquear os sinais wireless nas salas e no limite até proibir sinais wireless nas escolas (que ainda por cima provocam problemas de saúde).

    • Luciano on 17 de Abril de 2020 at 22:20
    • Responder

    Alguém duvidava que isto pudesse vir a acontecer? Nunca duvidei e cheguei a questionar a legalidade da coisa, uma vez que há invasão do nosso espaço privado por imposição do Monastério da Inducação.
    A mim e a mais colegas nossos, desligam o micro, vê-se nitidamente que estão a leste de tudo a fazer outras coisas que não aulas. E nós a achar que vai tudo bem.
    Eu só gostava de saber se legalmente sou obrigado a que me vejam o focinho na webcam e se eu recusar as aulas síncronas o que pode suceder.

    Andamos todos a dizer Amem a isto e os pais em casa se calhar a gravarem-nos.
    Ando fartinho disto.

    • Jose on 17 de Abril de 2020 at 22:43
    • Responder

    Windows 10
    Para gravar vídeo carreguem na tecla Windows+G

    • Not Toutuber on 17 de Abril de 2020 at 23:14
    • Responder

    Qualquer um pode gravar com um simples clique!
    Não inventem técnicas de segurança que não existem, estão disponíveis, mas facilmente são ultrapassadas com simples Windows+G, captura por telemóvel ou outro software.

    Aulas síncronas, sim fui obrigado pela Direcção da minha Escola, depende do plano E@A aprovado na escola ou agrupamento.

      • Luciano on 17 de Abril de 2020 at 23:21
      • Responder

      Na minha também existe essa suposta obrigatoriedade. E se der barraca a quem é que se vai imputar responsabilidades? Ao diretor, pela obrigatoriedade, ao C.Ped. a quem?
      Isto é tudo muito bonito mas…

      Há sempre uma solução. Desliga-se a cam e diz-se que avariou e pronto.

        • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 23:38
        • Responder

        Simples, ficas sem net nesses horários. Otários.
        Os alunos são mais espertos que vocês.
        NINGUÉM é obrigado a aulas síncronas.
        Ainda para mais com os próprios recursos. Na minha casa ainda mando eu.
        Vocês estão a colocar-se a jeito a quererem ser mais papistas que o papa.
        O ensino a distância não é de agora. Por alguma razão nunca pegou.
        Quando os pais vos caírem em cima com processos e recursos por causa das notas dos filhotes, não digam que não avisei.
        Façam aulas assíncronas por email. Ponto final. E já é bom.
        Andam a circular vídeos das belas mer”#$as de aulas síncronas que os graxistas salvadores da pátria dão. Ridículo. Uma vez na net, para sempre na net. Nem os alunos, nem os pais valorizam.
        Privilegio muito a minha privacidade e do meu lar.
        Aulas síncronas o cara#$%lo.
        Põem-se a jeito, depois chorem.

        Milagre português.

          • Ricardo Pinto on 28 de Abril de 2020 at 11:56

          Ou seja, para ti, quem dá aulas síncronas é «graxista salvador da pátria».
          Se eu respeitasse a opinião dos outros como tu o fazes, também poderia dizer que quem não dá aulas síncronas não quer fazer nada.
          Mas não sou dessa opinião. Porque sei respeitar o trabalho e a opinião dos outros. No meu agrupamento, ninguém é obrigado a dar aulas síncronas, há muitos que não o fazem, mas era o que faltava que aqueles que preferem ter aulas síncronas andassem a ser criticados. Cada um dá as suas aulas como entende melhor.
          Há agrupamentos em que as aulas síncronas passaram a ser obrigatórias mas em que, ao mesmo tempo, é proibido ligar a câmara.
          Já agora, também não costumo ligar a câmara nas minhas aulas síncronas, embora já o tenha feito. E estão a correr muito bem para quem quer aproveitá-las – nem que seja para uma minoria. Dá perfeitamente para ver quem está atento ou até quem ligou a sessão e se pôs a andar.
          E as minhas filhas também estão a ter aulas síncronas e também estão a correr muito bem e só tenho a agradecer
          aos professores por estarem a fazê-las.

      • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 23:25
      • Responder

      E se de repente ficares sem net??!
      És obrigado porque gostas de ser enra”$%%do. Não inventes.
      Ninguém é obrigado a nada.
      Há velhas na minha escola, do último escalão, que ainda nem mexeram uma palha. E no dia 23 o salário está lá e sem penalizações.

        • Luciano on 17 de Abril de 2020 at 23:31
        • Responder

        É isso mesmo. Ninguém obriga a nada. Eu só acho que na nossa profissão vai-se logo a correr atrás de foguetes.
        A mim faltam-me 3 anos para deixar o ensino, já passei por muita coisa nesta profissão, mas isto é tudo aquilo que nós não deveríamos aceitar.
        Mas há os super professores, com grelhas e dão loas ao Diretor para ficarem bem na foto e depois dá nisto.

          • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 23:44

          Exato, Luciano. Mas esses graxistas ainda se vão lixar com as aulas síncronas. Hoje teve a polícia segura numa escola por causa da invasão de uma aula síncrona por parte de alunos. A professora foi ridicularizada. Não vale a pena a invasão da nossa privacidade. O ano letivo já terminou. As notas já estão mais que dadas. Tudo o que se estiver a fazer, será levantar precedentes e problemas. Basta dar as aulas de forma assíncrona por email. E já é demais. Não somos obrigados a ter ligação à internet nem um computador xpto em casa.

    • Brigas on 17 de Abril de 2020 at 23:34
    • Responder

    A mim ninguém me obriga a dar videoaulas. Nem o ministro nem o papa nem o diretor.
    Em último caso não consegui ligacao, problemas de rede.

      • Luciano on 17 de Abril de 2020 at 23:42
      • Responder

      Ora aí está uma decisão acertada.

      • Quarentão on 17 de Abril de 2020 at 23:48
      • Responder

      Já ando a dizer isso há semanas. Na minha casa, nos meus recursos e na minha imagem mando eu.
      Tudo o resto é fantochada.
      Não se metam a jeito.
      Quando me mandam convites para reuniões em direto, finjo simplesmente que nem vejo.
      Não me exponho, nem partilho o meu espaço ou a intimidade do meu lar com colegas de trabalho, muito menos com alunos.
      Quando começarem a chegar os processos e recursos, não digam que não avisei. Agora é tudo muito bonito. Todos a quererem salvar a pátria.

      • Quarentão on 18 de Abril de 2020 at 1:58
      • Responder

      A culpa não é dos alunos. A culpa é dos professores que se acham muito à frente por utilizarem as plataformas síncronas chiques do chamado ensino a distância. Agora são todos muito tecnológicos. Metem-se a jeito. Os professores deviam era ser processados por estarem a submeter alunos à utilização de plataformas ilegais e muitas das vezes sem a devida autorização dos pais. Quando vierem os custos dessas pseudo boas vontades dos professores graxistas, depois choram.

    • Bombeiro on 18 de Abril de 2020 at 0:51
    • Responder

    Verdade verdadinha, caros colegas.
    Há grupos de encarregados de educação no WhatsApp e no Facebook a cortar nos professores com um palavreado que não vos passa pela cabeça! Uma miríade de gente à espera das aulinhas síncronas e de um mero passo em falso para nos brindarem com um recurso em cima, no final do ano.
    Nunca estivémos tão expostos e desprotegidos!
    A maioria de nós foi quase obrigada a aceitar as aulas online, para não ficarmos mal vistos ou dar sinais de insegurança nossa…
    Julgava eu que não podia estar mais desiludido com a profissão! O pior está sempre para vir…

      • Quarentão on 18 de Abril de 2020 at 2:03
      • Responder

      Os professores já deviam conhecer os alunos que têm. Ou achavam que as coisas mudariam com o chamado ensino a distância.
      Ninguém é obrigado a nada.
      Como é que é possível ser-se professor e não conhecer os seus direitos?
      Conheço professores, não quer dizer que concorde, que ainda não mexeram uma palha. Sabe porquê? Porque não lhes podem fazer nada.
      Trabalhe de forma assíncrona com o email institucional, e já é muito bom.

  3. é por causa destes velhos monos como o quarentão e companhia que o País não avança, parece que estamos no estado novo…
    Só sabem é ter medo de ser avaliados por algo que façam! Novidade em todas as outras profissões os trabalhadores são avaliados e expostos.

    • Ricardo Pinto on 28 de Abril de 2020 at 12:26
    • Responder

    No meu agrupamento, cada um é livre de conduzir as suas actividades da forma que preferir.
    A exemplo da maior parte dos meus colegas, estou a fazer aulas síncronas no Teams e está a correr muito bem. Tento aproximar ao máximo cada sessão a uma aula norma.
    Partilho o sumário e as questões orientadoras, exponho a matéria, partilho os recursos respectivos e questiono constantemente aqueles alunos que sei que tenho de questionar.
    Como somos 4 ao mesmo tempo cá em casa a ter aulas, nem sempre a webcam está disponível. Mas em algumas sessões já a liguei. Que gravem e partilhem à vontade no youtube. Não há nada ali que me envergonhe.
    Claro que não é a mesma coisa do que estar numa sala de aula. O que isto está a mostrar é que um professor em carne e osso é insusbstituível. Há profissões que podem funcionar normalmente à distância. A nossa só mesmo nestes casos extremos.

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