Julho 2019 archive

Exames Flexiveis…

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/exames-flexiveis/

Contratação de Escola – Renovação Técnicos Especializados

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite efetuar a renovação dos Técnicos Especializados de Formação ou de Outras Funções.

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE

Nota informativa

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/contratacao-de-escola-renovacao-tecnicos-especializados-3/

As propostas do PS para a Educação em campanha eleitoral

Aviso à navegação: Para preconizar estas propostas, será necessário um novo ECD, um novo Diploma de Concursos e Um novo Diploma de Gestão Escolar.

As Propostas:

• Avaliar o modelo de administração e gestão das escolas e adequá-lo ao novo quadro que resultou do processo de descentralização e aos progressos feitos em matéria de autonomia e flexibilização curricular; (Municipalização. Também já vi estes “estudos” irem diretamente para a gaveta e não produzirem qualquer efeito prático. Mudou-se o modelo de administração sem qualquer discussão.)

• Promover a existência de associações representativas de estudantes e de pais e encarregados de educação, através de princípios democráticos, em todas as escolas e agrupamentos; (Mas isso já não acontece? Aqui tudo depende da vontade e disponibilidade para acompanhar a vida escolar dos educandos. Na maior parte dos casos só acontece, quando acontece, no final do ano letivo.)

• Dotar as escolas de meios técnicos que contribuam para uma maior eficiência da gestão interna das escolas, recorrendo a bolsas de técnicos no quadro da descentralização; (Para que isto aconteça é necessário que a Municipalização esteja no seu pleno.)

• Permitir que as escolas decidam o número de alunos por turma, mediante sistema de gestão da rede. (Desde que não sejam necessários mais recursos humanos, ou seja, com os professores da escola, não há crédito para mais. O PSD tem uma proposta similar.)

• Proporcionar condições para uma maior estabilidade e rejuvenescimento do corpo docente, em especial nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP); ( A história do rejuvenescimento fica sempre bem num programa eleitoral. Mas porquê em especial nos TEIP? Onde estão os dados que apontam para que nessas escolas, e mais nessas escolas, sejam necessário um corpo docente mais jovem. Pela experiência de quem anda pelo campo, não é nessas escolas que o corpo docente é mais maduro, mas sim nas restantes.)

• Estudar o modelo de recrutamento e colocação de professores com vista à introdução de melhorias que garantam maior estabilidade do corpo docente, diminuir a dimensão dos quadros de zona pedagógica; ( Eu já tinha avisado que o diploma dos concursos ia sofrer alterações. Sobre a dimensão dos QZP, ainda estou para ver se diminuem ou se aumentam)

• Elaborar um diagnóstico de necessidades docentes de curto e médio prazo (5 a 10 anos) e um plano de recrutamento que tenha em conta as mudanças em curso e as tendências da evolução na estrutura etária da sociedade e, em particular, o envelhecimento da classe docente; (Esse estudo já está feito, foram vocês que o fizeram até 2023. Sabem bem o que vai acontecer. Depois dessa data o número de aposentações só vão aumentar anualmente na base do milhar. Estima-se que 25% dos professores se reformem nos próximos 10 anos.)

• Sem contrariar a convergência dos regimes de idade da reforma, encontrar a forma adequada de dar a possibilidade aos professores em monodocência de desempenhar outras atividades que garantam o pleno aproveitamento das suas capacidades profissionais; (NÃO VÃO REDUZIR A IDADE DA REFORMA. Isto é ressuscitar uma medida do ECD da MLR. Nada de novo.)

• Criar incentivos à aposta na carreira docente e ao desenvolvimento de funções docentes em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa; (Queres ver que vão dar casa aos professores ou então vão criar um subsidio como o dos deputados?)

• Promover o trabalho colaborativo dentro das escolas, entre escolas e entre estas e a comunidade; (Se isso já não se fizesse, seria novidade)

• Avaliar a criação de medidas e reforço e valorização das funções de direção das escolas, incluindo as chefias intermédias; (Subsídios ou tirar à componente letiva? Promessas…)

• Rever o modelo de formação contínua dos professores, para garantir um aprofundamento científico-pedagógico em contextos disciplinares e interdisciplinares. (Já estou à espera disto há anos…)

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/as-propostas-do-ps-para-a-educacao-em-campanha-eleitoral/

Calendário Escolar – Açores

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/calendario-escolar-acores/

Validação da mobilidade interna

 

Encontra-se disponível a aplicação Validação da Mobilidade Interna, das 10:00 horas do dia 23 de julho até às 18:00 horas de Portugal continental, do dia 25 de julho de 2019.

Consulte o manual.

 

SIGRHE

Manual – validação da mobilidade interna

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/validacao-da-mobilidade-interna-2/

Liberdade de expressão ou violação dos Direitos Humanos? – João André Costa

 

Liberdade de expressão ou violação dos Direitos Humanos?

Muito se tem escrito e reescrito recentemente sobre assuntos tão pertinentes como, infelizmente, perenes: do racismo e homofobia à inclusão, da extrema-direita à democracia, da desigualdade de género à paridade, da liberdade de expressão ao politicamente incorrecto, do humor ao politicamente incorrecto, da defesa dos animais e das touradas, da protecção do ambiente e as beatas atiradas para o chão, do que deve ser legal em contraposição ao ilegal e, por conclusão, criminal.
E se por um lado temos todos o direito a expressar pensamentos, atitudes, emoções e modos de ver o mundo, por outro lado, e por uma questão de bom senso, tal só é válido conquanto tais declarações, tais liberdades, não afectem as liberdades dos outros.
É lógico. É legal. É justo, muito justo, é justíssimo. Aprendi na escola.
Baseando-me nesta premissa fundamental, custa-me compreender a liberdade dada pelos média hoje em dia a quem se declara claramente racista, nacional-socialista, homofóbico, misógino, só para citar alguns exemplos entre programas de televisão, artigos em jornais ou na imprensa online, fomentando preconceitos e medos, fechando fronteiras e mentalidades, recusando a diferença num mundo onde, ironicamente, somos todos diferentes e, como dizia a campanha, todos iguais.
A culpa? A culpa vem de cima quando quem governa legitima tais discursos, libertando das profundezas da ignorância humana todos os derrotados de séculos de história.
A culpa? A culpa vem de baixo, de quem vota nestes mesmos governantes ou de quem se abstém de votar.
A culpa é também das desigualdades que fomentam a pobreza e os populismos num mundo onde, se todos vivêssemos condignamente, ninguém se preocuparia com o vizinho do lado, antes pelo contrário. Basta fechar os olhos e imaginar um mundo onde a porta de casa está sempre aberta, onde os meios de produção de alimentos e energia significam 3 dias ou menos de trabalho por semana e para todos, sem campainhas nas escolas e nas empresas, repleto de arte, criação e fruição e onde os governos trabalham em conjunto na conquista do espaço, levando a humanidade mais além.
Este mundo é possível, o século XIX já passou há muito, a tecnologia e a ciência evoluíram exponencialmente e não precisamos de continuar a viver como há 200 anos. Basta vontade política.
Mas não só. É preciso evitar os retrocessos civilizacionais, é preciso evitar e não dar voz a a quem atenta contra o direito à paz, à liberdade, contra o ambiente, contra a fraternidade, contra a autodeterminação dos povos sem esquecer a saúde e a educação, tudo premissas fundamentais dos Direitos Humanos e, no entanto, rapidamente em causa e em dúvida em nome do egoísmo, da individualidade, da opressão.
Porque se discutir ideias é válido, por outro, e espero haver aqui um consenso, já pouco falta para termos na televisão um pedófilo a defender o direito à pedofilia! Ou um violador a defender o direito à violação! E, já agora, um assassino em série a defender o direito a matar.
Uma distopia? Distopia é abrir o jornal nos dias de hoje, não preciso do amanhã. Distopia é esta vergonha de viver num país e numa língua onde não existe uma palavra para quem tem a pele negra. Preto? É insultuoso. Negro? Negros eram os escravos. Pessoas de cor? É supremacista. Coloridos? Não é só insultuoso, é uma piada de mau gosto. E porque não colocar de lado o conceito esclavagista de raça e tratar as pessoas, sim, porque estamos a falar de pessoas, pelos nomes próprios?
Entretanto, e enquanto não chegamos lá, fica aqui o meu apelo aos média: não cedam à tentação do número de leituras online, do share televisivo ou da partilha de artigos nas redes sociais pois o preço a pagar é só um: a promoção de líderes déspotas, líderes esses que não pensarão duas vezes quando chegar a altura de fechar os mesmos média que lhes deram voz em primeiro lugar. Primeiro os média, depois a liberdade.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/liberdade-de-expressao-ou-violacao-dos-direitos-humanos-joao-andre-costa/

Idade da reforma dos professores deve baixar? (Resultado)

A sondagem CM ainda está ativa, mas os resultados demonstram bem a opinião dos professores e do restantes leitores. É esmagadora a opinião que defende que a aposentação dos professores deve ocorrer numa idade inferior aos atuais 66 anos.

É inconcebível termos professores com mais de 60 anos a lecionar, como a isso estão obrigados, nas escolas portuguesas. As razões são muitas e conhecidas do público e dos decisores, nem vale a pena enumera-las.

Quando uma sociedade não olha para a sua escola para preparar o seu futuro, o que se poderá dizer dessa sociedade?

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/idade-da-reforma-dos-professores-deve-baixar-resultado/

Aviso: Termina hoje o prazo para a candidatura à MI (18:00 Horas)

 

Para que os mais esquecidos não se lamentem. O prazo é até às 18:00 horas de hoje.

Confirmem se submeteram, não basta preencher.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/aviso-termina-hoje-o-prazo-para-a-candidatura-a-mi-1800-horas/

O Modelo de Gestão

Este será seguramente o último artigo de vários que apresento sobre uma nova proposta de estrutura da carreira e desta forma poderão perceber melhor a tal carreira funcional que apresentei.

Entendo que uma escola deve ter lideranças fortes na gestão intermédia e por isso a valorização remuneratória que apresentei.

Um coordenador de departamento não deve ser indicado pelo diretor, de entre três com formação específica em supervisão pedagógica, ou outras semelhantes e que esteja nos escalões do topo da carreira para poder usufruir da redução da sua componente letiva para o exercício do cargo, algo que nem o pré escolar nem o 1.º ciclo têm.

Entendo que qualquer docente apto para as funções (de acordo com a minha proposta, ter a avaliação externa funcional do 2.º escalão) possa apresentar candidatura com plano de ação para a melhoria não apenas dos resultados dos alunos, mas também sobre o funcionamento pedagógico e organizacional de todo o departamento, sendo a escolha do coordenador feita de entre todos os docentes desse departamento.

O coordenador de departamento deve assumir uma posição de liderança forte no Conselho Pedagógico e não ser quase apenas uma correia de trasmissão de informações.

Os coordenadores dos departamentos não devem perder mandato com a eleição do diretor, nem o diretor perder o mandato com a eleição dos coordenadores. O coordenador do departamento ficaria dependente dos membros do departamento e o diretor dos coordenadores de departamento. Poderia ser proposta a destituição do diretor pela maioria dos coordenadores de departamento ou poderia ser destituído um coordenador de departamento por proposta do diretor. Em ambas as situações os motivos para a destituição teriam de ser validados por parecer do Conselho Geral.

O diretor que seria eleito por apresentação de plano de ação para a escola/agrupamento com votação dos coordenadores de departamento eleitos, a que se poderia acrescentar nessa eleição um parecer vinculativo do Conselho Geral que passaria a ter apenas funções de supervisão e aconselhamento. A votação dos coordenadores de departamento poderia ser representativa em função do número de docentes desse departamento.

A presidência do Conselho Pedagógico poderia ser feita de entre os coordenadores de departamento ou do diretor.

A dimensão pedagógica de uma escola passaria assim a distribuir pesos de poder entre todos os elementos e o diretor seria o interlocutor de todos os departamentos, ficando na sua dependência.

Todos, incluíndo o diretor, deveriam ter funções letivas com pelo menos uma turma, ou contacto com grupo de crianças ou alunos nos caso da Educação Pré-escolar e 1.º Ciclo, a determinar por um crédito de horas para estas funções.

Com um modelo assim, pouco importa se a gestão é unipessoal ou não.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/o-modelo-de-gestao/

O Princípio de Uma Avaliação Formativa ao Longo da Carreira

Na estrutura de carreira que preconizo considero que em cada um dos escalões seja feita uma avaliação externa formativa assente em alguns aspetos chave da função de professor. Um ou outro poderiam ser adaptados em função dos objetivos fundamentais associados a esta carreira.

Em qualquer dos casos para esta avaliação formativa o docente deveria ver reduzida para metade a sua componente letiva no ano em que a requeresse.

Em cada uma das situações o docente faria formação numa instituição de ensino superior ligada às áreas das ciências de educação.

No primeiro escalão o ano de avaliação externa formativa deveria incidir na prática pedagógica. Durante este ano o docente faria uma reflexão sobre a sua prática pedagógica e seria acompanhado em supervisão pedagógica em contexto de sala de aula.

No segundo escalão a avaliação externa formativa prepararia o docente para a gestão e a coordenação pedagógica. Seria a partir da aprovação desta avaliação externa formativa que o docente estaria apto para o exercício de cargos de gestão e coordenação nas escolas.

No terceiro escalão o docente estaria obrigado a uma avaliação externa formativa na área do relacionamento pessoal ou para atualização de conhecimentos científico, didático-pedagógicos.

O quarto escalão deveria preparar os professores na carreira para que pudessem no escalão seguinte ser transmissores de conhecimentos pedagógicos e experiência profissional aos docentes em estágios pedagógicos.

Numa carreira estruturada desta forma as necessidades de formação inicial de professores deveria ser preparada tendo em conta o número de docentes que entrariam no 5.º escalão, por grupo de recrutamento.

Esta última parte eu sei que é idílica tendo em conta o número de professores já formados e que aguardam colocação, mas o princípio ideal de uma carreira atrativa seria mesmo este, que um aluno fosse formado em professor sabendo que as escolas estariam preparadas para o receber como docente de imediato (tal como os médicos).

Em todos os casos o resultado da avaliação externa devia ser considerada para efeitos de progressão dos docentes.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/o-principio-de-uma-avaliacao-formativa-ao-longo-da-carreira/

A Ler – E o que fez o Parlamento com as faltas de José Silvano?

E o que fez o Parlamento com as faltas de José Silvano? – ECO

(…)

O caso em si não é grave na sua essência. Mas é altamente sintomático. É que estes três factos revelam-nos uma quarta coisa. Uma prática onde as autoridades judiciais consideram haver indícios de crime ao ponto de constituirem arguidos é tratada pelo Parlamento com benefício de infractores, atropelo das regras em vigor e tentativa de encobrimento.

É obviamente inaceitável e vergonhosa esta prática dos serviços parlamentares levando-nos a pensar o óbvio: se é assim com os poucos casos de que há conhecimento público como serão as práticas correntes na chamada “casa da democracia”?

Como se vê, os deputados podem fazer e aprovar os “pacotes da transparência” que bem quiserem que pouco ou nada vai mudar. O problema não está na lei. Ela já existe e até pode considerar crime o que ali foi feito.

O problema está nas atitudes e nos comportamentos de alguns deputados e dos próprios serviços do Parlamento, que até se acham no direito de esconder as motivações das suas decisões, como num bom regime musculado.

E isto não se muda com leis bonitas que são feitas apenas para emoldurar e pendurar na parede, muitas vezes para provocar a prescrição de casos antigos ou para se poder recorrer ao tal chavão: “nós até aprovámos um novo pacote da transparência…”.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/a-ler-e-o-que-fez-o-parlamento-com-as-faltas-de-jose-silvano/

O Programa do PS

… começa logo na página 6 com uma premissa errada no que respeita à Educação.

 

Na Educação, a redução da natalidade permitirá a redução do número de alunos por turma que já está programada, que deve ser tida em conta na organização da rede.

 

Porque de acordo com os dados da Pordata de 19-06-2019 a taxa de natalidade tem vindo a aumentar desde 2015. E a partir do meio da próxima legislatura já vão entrar mais alunos no ensino básico do que vão entrar em 2019/2020 e 2020/2021.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/o-programa-do-ps-2/

Cinema Sem Conflitos: “The Marathon Diary”

Título:  “The Marathon Diary” | Autores: “Hanne Berkaak

Always Last embarca em uma maratona aventureira através da paisagem gelada e mítica da Lapônia. Mas ela logo descobre que a corrida não será uma linha reta entre o início e o fim. Eventos grotescos, tentações imprevistas e absurdos alegres continuam a afastá-la do caminho, à medida que ela se afasta cada vez mais. Mas no final todas as diversões e encontros imprevisíveis se tornam a recompensa por seus esforços quando ela cruza a linha de chegada. Finalmente, não se trata de ganhar ou perder. O risco em perder-se a si própria.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/cinema-sem-conflitos-the-marathon-diary/

A Ler – How trashy TV made children dumber and enabled a wave of populist leaders

How trashy TV made children dumber and enabled a wave of populist leaders – The Washington Post

By Andrew Van Dam Andrew Van Dam Reporter focusing on economic data Email Bio Follow


Monitors at RAI television studios in Rome display Silvio Berlusconi’s message announcing his political debut on Jan. 26, 1994. (Franco Origlia/Getty Images)

This is a story about how the lowest common denominator of popular media paved the way for the lowest common denominator of populist politics. And it’s got data.

It begins with the opening of Italy’s airwaves, long the dominion of the highly regarded public broadcaster RAI. In the 1980s, an aggressive and unabashedly unsophisticated channel called Mediaset elbowed its way into the market and spread across the country, buying up small local channels and countering RAI’s educational mission with a heavy dose of cartoons, sports, soap operas, movies and other light entertainment.

Continue a ler

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/a-ler-how-trashy-tv-made-children-dumber-and-enabled-a-wave-of-populist-leaders/

Load more

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: