Título: “The Marathon Diary” | Autores: “Hanne Berkaak“
Always Last embarca em uma maratona aventureira através da paisagem gelada e mítica da Lapônia. Mas ela logo descobre que a corrida não será uma linha reta entre o início e o fim. Eventos grotescos, tentações imprevistas e absurdos alegres continuam a afastá-la do caminho, à medida que ela se afasta cada vez mais. Mas no final todas as diversões e encontros imprevisíveis se tornam a recompensa por seus esforços quando ela cruza a linha de chegada. Finalmente, não se trata de ganhar ou perder. O risco em perder-se a si própria.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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How trashy TV made children dumber and enabled a wave of populist leaders – The Washington Post

Monitors at RAI television studios in Rome display Silvio Berlusconi’s message announcing his political debut on Jan. 26, 1994. (Franco Origlia/Getty Images)
This is a story about how the lowest common denominator of popular media paved the way for the lowest common denominator of populist politics. And it’s got data.
It begins with the opening of Italy’s airwaves, long the dominion of the highly regarded public broadcaster RAI. In the 1980s, an aggressive and unabashedly unsophisticated channel called Mediaset elbowed its way into the market and spread across the country, buying up small local channels and countering RAI’s educational mission with a heavy dose of cartoons, sports, soap operas, movies and other light entertainment.
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… aconselho a leitura deste artigo de 24 de Março de 2010, principalmente para aqueles que acham que as minhas novas funções podem fazer mudar o meu pensamento.
O documento é o original da altura e qualquer motor de busca o encontra pela NET.
Passaram quase 10 anos sobre o que escrevi e pouco me importa que achem que estarei a estruturar o que estou a publicar sem ter um pensamento claro sobre tudo isto. Ainda por cima com alguns a querer imaginar que o programa do PS estará colado aos meus artigos desta semana.
Se há coisa que aguento bem é com a crítica de ideias, isso é bom no meu ponto de vista.
Mas se for preciso fazer um simulador para cada um perceber melhor o impacto de uma mudança deste género, também o farei, porque há quem perceba melhor se o saldo final der uns euros a mais no fim da carreira. E depois disso talvez percebam melhor o que proponho.
E se tudo isto tivese existido em 2010, quase de certeza que não teríamos passodo por umas trevas de 7 anos, nem às injustas ultrapassagens que passaram a ocorrer a partir daí.
Por um lado tenho alguma preferência por um tipo de carreira vertical, por outro lado também sei que uma carreira vertical serve alguns (e quase nunca os melhores) na ascensão aos patamares hierarquizados.
O tipo de carreira que defendo assenta numa hieraquização de funções mas numa carreira horizontal.
Como eu estruturaria essa carreira?
Em primeiro lugar, elevava o índice de entrada na carreira ao mesmo tempo que reduzia os índices de topo.
Algo como: 1º escalão, índice 200; 2º escalão, índice 225; 3º escalão, 250; 4º escalão, 275 e 5º escalão, 300.
Uma estrutura deste género permitia basicamente ao longo de toda a carreira auferir o mesmo que na estrutura actual e desapareciam as enormes diferenças entre o início e o fim da carreira. Lembro-me de alguém dizer que era inadmissível existir uma diferença tão grande entre o início e o fim da carreira. Pois é, mas foi a mesma pessoa que tornou essa diferença ainda maior.
Que duração deveriam ter esses escalões?
Entre seis e oito anos. Estes são daqueles pormenores que ficam sempre para alguém que lide com as finanças.
E como criar as categorias hierarquizadas nesta estrutura horizontal?
Só reconheço duas funções hierarquizadas nas escolas, o cargo de coordenador de departamento e o cargo de Director ou Presidente da escola. Independentemente do tempo de serviço de um e de outro estes cargos devem ser reconhecidos num patamar remuneratório superior. Assim o índice 340 seria o valor monetário a receber por todos os coordenadores de departamento (eleitos através de concurso interno) e o índice 370 seria o vencimento do “chefe supremo” (eleito através de concurso).
No fim deste exercício que serve apenas como referência inicial a qualquer coisa que poderá surgir de forma mais estruturada até seria possível conviver com dois tipos de carreiras e que cada um optasse por aquela que mais lhe conviesse sem possibilidade de mudança.
Um dia mais tarde poderei voltar a pensar nesta ideia.
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De acordo com o meu ensaio para uma nova carreira docente seria criada uma carreira docente funcional que poderiam aceder a essa função todos os docentes que passassem pela avaliação externa do 2.º escalão por uma avaliação externa funcional.
O que entendo por estas avaliações externas é que o docente em cada um dos escalões teria a possibilidade de aceder a formação ao longo de um ano letivo, passando a sua componente letiva desse ano para metade da que estaria obrigado, permitindo assim ao estado cumprir a sua função de formação ao longo da carreira docente.
Às funções funcionais ficam adstritas as responsabilidades pedagógicas e não as avaliativas dos docentes, podendo a “função avaliativa” ser meramente de acompanhamento às avaliações externas.
Na avaliação dos docentes na carreira funcional indiquei que a mesma seria feita pela IGEC, pelo que como facilmente poderiam pressupor, não haveria intervenção do Conselho Geral para a eleição do diretor, nem do diretor para a eleição dos Coordenadores de Departamento.
Assim, o modelo de Gestão e Administração das Escolas deveria partir deste pressuposto também.
À candidatura funcional de Coordenador de Departamento os docentes devem apresentar projeto de intervenção de candidatura a um mandato de 4 anos que será de eleição entre todos os membros desse departamento.
O candidato a diretor apresenta candidatura para um mandato de 4 anos que será de análise e eleição entre todos os coordenadores de departamento. A eleição do diretor é válida após aprovação do Conselho Geral, ficando aqui o Conselho Geral apenas com a função de órgão consultivo.
Os mandatos dos Coordenadores de Departamento não cessam com a eleição do Diretor, pois não deverá existir qualquer relação de dependência entre eles, pelo que não se justifica a inerência do cargo de presidente do Conselho Pedagógico ao Diretor.

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Obviamente que uma transição entre carreiras não pode originar perdas de remuneração, pelo que esta transição tinha de partir desse princípio.
A maior dificuldade que existe numa alteração de carreira prende-se com a existência de regras antigas de transição que fez com que as ultrapassagens existissem e esta minha proposta tenta dentro do possível atribuir regras específicas a quem já está dentro da carreira que não seriam possíveis atribuir de futuro a quem nela viesse a entrar, tal como a recuperação do tempo de serviço que ainda falta contabilizar.
Para a transição a uma nova estrutura da carreira os cerca de 6 anos em falta deveriam ser atribuídos aos docentes que estão na carreira, não o sendo para quem nela viesse a entrar pois as ultrapassagens iriam acontecer tal como no ECD de 2005, onde docentes com mais tempo de serviço foram ultrapassados por quem ingressou na carreira depois de 2011.
Esta nova estrutura elimina as barreiras para mudanças de escalão, pelo que esta nova estrutura de carreira permitiria ao docente ter exata noção da sua carreira profissional futura, assim como do momento que poderia aposentar-se.
Aos docentes que encontram-se a partir do 7.º escalão mantinham-se as regras progressão pelo atual modelo de carreira, podendo no entanto o docente optar pela nova estrutura de carreira se lhe for mais favorável ver considerado o tempo de serviço ainda não contabilizado para optar pelas regras de aposentação contidas na nova estrutura da carreira.

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Estas coisas têm um certa piada! Há pessoas que te querem convencer que só mudariam o que tu reivindicas, perdendo a oportunidade de mexer naquilo que lhes interessa ou aos seus ideais . Quem dá com uma mão tira com a outra, e às vezes, até tira com os pés. (parece que a ideia de mudar o ECD não é do Arlindo, já anda na cabeça dos (des)mandantes há muito. A diferença é que o Arlindo faz um exercício em que todos podem expressar o seu apoio ou não e até dar ideias. Na altura de serem “estes” a ideia que prevalecerá será, unicamente, a deles)
Cafôfo garante progressão na carreira docente e eliminação das quotas para os 5.º e 7.º escalões
O candidato do Partido Socialista-Madeira a presidente do Governo Regional reuniu-se, esta manhã, com o Sindicato dos Professores da Madeira, para abordar as questões da Educação, com destaque para o papel dos professores, não apenas no ensino, mas na sociedade.
Considerando que o papel dos docentes tem um impacto muito grande no desenvolvimento da Região e para as crianças e jovens, Paulo Cafôfo salientou que a carreira tem de ser valorizada. “A Madeira que nós teremos daqui a 25 anos será reflexo do trabalho que os professores hoje, neste dia, estão a desempenhar e a realizar”, frisou.
“O Partido Socialista defende, e nós no Governo Regional iremos cumprir aquilo que é a reposição do tempo de serviço que ficou congelado”, assegurou.
O candidato referiu-se também à questão dos professores contratados, que estão sempre a preencher necessidades definitivas do sistema, apesar de não terem qualquer vínculo. “Nós queremos integrar esses professores de uma forma definitiva no sistema e queremos também acabar com uma injustiça que são as quotas para a progressão no quinto e sétimo escalões, mas também os percentis que existem no muito bom e no excelente”, disse, Paulo Cafôfo, acrescentando que “não pode haver barreiras para a progressão dos docentes, desde que eles tenham um bom desempenho e mérito naquilo que fazem”.
Afirmando que estas são matérias que estarão na agenda de um governo regional socialista, o cabeça-de-lista às eleições de 22 de Setembro deixou uma garantia a todos os professores: “Nós vamos cumprir aquilo que é a progressão na carreira, aquilo que é a eliminação das quotas e dos percentis no muito bom e no excelente, mas também uma coisa que o Governo Regional suspendeu, que foi a aceleração da carreira por bonificação. Ou seja, se um professor adquire um mestrado ou doutoramento, deve esse investimento ser valorizado na respetiva progressão”.
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A redução da componente letiva para além de ser um reconhecimento do desgaste do tempo de serviço docente, é também uma forma de compensação por força do desgaste na profissão.
A primeira redução da componente letiva atualmente situa-se nos 50 anos de idade com 15 anos de serviço, sendo a maior redução aos 60 anos de idade, independentemente do tempo de serviço.
O atual regime de monodocência tem dois momentos de redução total de componente letiva, aos 25 e aos 32 anos de serviço e uma redução de 5 horas a partir dos 60 anos de idade.
Nesta proposta a redução da componente letiva inicia-se aos 8 anos de serviço, independentemente da idade e acresce mais duas horas de redução a cada mudança de escalão, no regime normal.
No caso do regime de monodocência seria possível que em cada escalão pudesse ser concedido um ano de isenção de componente letiva, podendo o docente optar por transportar para o ou os escalões seguintes esse ano de redução total da componente letiva. Podendo neste caso, nos últimos 8 anos de carreira o docente optar pelo trabalho a meia jornada de trabalho, ou beneficiar de 4 anos de redução da componente letiva.
Em ambas as situações, a aposentação sem penalizações seria concedida aos 40 anos de serviço, independentemente da idade.

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É o aproveitamento da dor de terceiros em beneficio próprio, ou de outros, sem indícios fortes que nos sustenham os argumentos.
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Encontra-se publicada a lista definitiva do procedimento para a celebração de contratos de associação 2019.
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PS:
E não podemos saber quem é?
Não é o contribuinte que paga os buracos todos feitos por esta máfia?
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Deixo um primeiro artigo do que penso ser uma nova estrutura da carreira docente.
Atualmente temos uma carreira horizontal estruturada em 10 escalões com contrangimentos vários para a sua progressão.
Existe uma enorme diferença salarial entre o início e o fim da carreira que torna a carreira pouco atrativa para quem ser professor. E os últimos escações são atualmente quase inacessíveis à maioria dos docentes.
Entendo que a carreira devia ser valorizada remuneratóriamente no início em detrimento dos escalões finais de carreira, por isso entendo que a carreira devia iniciar-se no índice 200 e terminar no índice 300. Continuo a achar o mesmo que achava em 2005 e entendo que a carreira devia ser verticalizada de forma transitória para o exercício de cargos de gestão e administração pedagógica.
Com a atual estrutura da carreira e de acordo com dados de março de 2019 no Portal do Governo, existem 102.494 docentes de acordo com a distribuição por escalão conforme quadro em baixo.
Para a apresentação desta nova estrutura faço a comparação dos vencimentos entre as duas carreiras, fazendo uma distribuição dos docentes quase equitativa entre escalões.
O princípio desta nova carreira passaria pelo seguinte:
- Os docentes contratados vencem pelo 1.º escalão da nova carreira docente.
- Na transição para a nova carreira é contabilizado todo o tempo de serviço docente, as quais acrescem as bonificações obtidas por avaliações de desempenho superior a bom e que tenham sido bonificadas, assim como os graus adquiridos que permitiram a bonificação de um ou de dois anos no escalão, conforme se tenha tratado de grau de mestre ou de doutor, respetivamente.
- O tempo de serviço dos docentes que transitoriamente exercem categoria funcional é inteiramente considerada quando do regresso do docente à sua carreira docente.


NOTA: Estes artigos são apenas um exercício pessoal para lançar a debate uma discussão sobre uma eventual alteração à estrutura da carreira docente e terão seguimento futuro em breve.
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Concurso de acesso ao Ensino Superior arranca hoje com total de vagas quase igual » Educare – O Portal de EducaçãoA primeira fase de candidatura ao ensino superior começa hoje e termina no início de agosto, com 50 860 vagas no concurso nacional de acesso, um total praticamente inalterado face a 2018. Nas universidades de Lisboa e do Porto, 11 cursos muito procurados pelos melhores alunos abrem mais 107 vagas.
Segundo dados oficiais hoje divulgados, o número de vagas no concurso nacional de acesso deste ano é praticamente igual ao de 2018, quando foram a concurso 50 852 vagas.
No total, contabilizando também os concursos locais de acesso, os lugares disponíveis são 51 568.
Em 2019, os candidatos têm 1087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.
“Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior”, lê-se numa nota do MCTES.
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FENPROF contesta “sobretrabalho” e palavras cruzadas » Educare – O Portal de EducaçãoFederação Nacional dos Professores mantém greve ao trabalho extraordinário depois de reunir com a tutela, pede que se acabem com abusos e ilegalidades nesta matéria, e exige um pedido de desculpas ao semanário Expresso por transmitir a ideia de que os docentes “estão sempre em greve, ficando as sobras para ensinar”. A greve também é uma lição de cidadania, sublinha a organização sindical.
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) vai manter a greve ao trabalho extraordinário no próximo ano letivo, caso os horários não sejam entretanto alterados, abrangendo assim todo o trabalho marcado fora do horário semanal das 35 horas de serviço docente. A greve poderá começar no primeiro dia de aulas. Segundo a organização sindical, a reunião, realizada na última segunda-feira com o secretário de Estado da Educação, não trouxe novidades. A tutela, sustenta, “não reconhece problemas, considera que a culpa é do Estatuto da Carreira Docente e nada parece querer fazer para acabar com o ‘sobretrabalho’ imposto aos professores”.
Na agenda do encontro, estava a questão dos horários de trabalho e a vontade de eliminar abusos e ilegalidades nesta área. No final, nada de novo. “Aos professores resta recorrer à greve desde o início do próximo ano letivo, não comparecendo nas reuniões e outras atividades que lhes sejam impostas para além das 35 horas semanais de trabalho estabelecidas na lei”, adianta a FENPROF, em comunicado. Os docentes que queiram impugnar judicialmente os horários de trabalho terão apoio jurídico.
A FENPROF volta a denunciar que os professores estão a trabalhar, em média, 46 horas semanais, “sendo este um dos fatores que contribui de forma relevante para o seu grande desgaste”. E garante que esta situação se agravou no ano letivo que terminou “com a implementação dos regimes de educação inclusiva e de flexibilidade curricular”. “Estes regimes estão a ser implementados à custa de uma ainda maior sobrecarga de trabalho imposta aos docentes, sendo disso exemplo o facto de, em algumas escolas, estes terem sido convocados para dezenas de reuniões e inúmeras horas de formação, ou sido obrigados a imenso trabalho burocrático, sempre para além do seu normal horário de trabalho”, sublinha.
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Fenprof continua a receber denúncias de professores que morreram enquanto trabalhavam. Mas há casos repetidos – Observador
Abriu-se a Caixa de Pandora. Os relatos de exaustão extrema que, em pelo menos quatro casos, terão conduzido professores à morte não param de chegar à Fenprof, que passou a manhã de quarta-feira a analisar um potencial quinto óbito. Depois de na terça-feira, a Fenprof ter denunciado três casos em que os professores terão morrido por exaustão, as denúncias semelhantes começaram a ser recebidas às dezenas no sindicato. Pelo menos duas delas apontavam para mais duas mortes, que acabaram por se revelar ser da mesma pessoa. A primeira, já noticiada, é de um caso em Oliveira de Azeméis e foi recebido na terça-feira. Já esta quarta-feira, uma nova denúncia apontava para outro óbito, em Estarreja. Como as duas localidades são muito próximas, a Fenprof suspeitou que pudesse ser o mesmo caso, o que veio a verificar-se.
Ao que o Observador apurou junto do sindicato, todos os casos ocorreram em casa, à noite, enquanto os professores “trabalhavam em frente ao computador”, a corrigir provas, a dar notas ou a preparar atas de reuniões. A única exceção foi a de uma professora de Inglês, que morreu na sala de aulas numa escola de Manteigas, e que era titular de todas as turmas do 7.º ao 12.º anos daquela disciplina.
“Não se tratam de denúncias anónimas. São professores que nos enviam os seus testemunhos, que assinam com o seu nome os relatos que nos fazem chegar. E há também denúncias que são feitas pelos familiares de professores, preocupados com o excesso de horas de trabalho”, explica fonte da Fenprof. Um dos relatos que mais impressionou os sindicalistas da Fenprof foi o de um marido que relata o dia a dia da sua mulher, professora, que diz ter de estar constantemente disponível para a escola, mesmo quando está em casa, “roubando o tempo que devia ser da família”.
Com o aumentar de denúncias recebidas, a Fenprof está em estado de alerta. Segundo o que o Observador apurou, o principal objetivo neste momento é perceber se há uma correlação direta entre excesso de carga horária, situações de burnout e a morte destes professores ou se, pelo contrário, os óbitos não terão passado de uma coincidência.
Como todas as denúncias são apontadas por pessoas perfeitamente identificadas, a Fenprof está a compilar toda a informação disponível em cada um dos casos para, o mais tardar na quinta-feira, fazer seguir um ofício para o Ministério Público com um pedido de investigação às mortes. Nome dos professores, dos agrupamentos e das escolas é a informação que ainda está a ser recolhida e que irá ser partilhada também com o Ministério da Educação. À imprensa, serão divulgados todos os dados recolhidos, exceto a identidade dos professores. “São mortes muito recentes, queremos tentar poupar ao máximo as famílias”, esclarece a mesma fonte.
Contactado pelo Observador para comentar este assunto, o Ministério da Educação não respondeu até à hora de publicação deste texto.
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MUBI, o concorrente da Netflix que é gratuito para estudantes e professores [de cinema]- Pplware
O MUBI é um serviço de streaming de conteúdo cinematográfico, à imagem da Netflix, Amazon Prime Video, Hulu e Filmin. Mesmo tendo bastante menos subscritores que alguns dos seus concorrentes, apresenta uma oferta sólida e muito própria.
Caso seja estudante ou professor [de cinema], tem a oportunidade de subscrever o MUBI de forma completamente gratuita! Saiba como o pode fazer.

Desconhecido da grande parte do público, o MUBI – anteriormente The Auteurs – é uma verdadeira cinemateca online! Fundado em 2007, é um dos melhores serviços de streaming que pode subscrever para ver filmes. Ao passo que os seus concorrentes apostam num catálogo para agradar às massas, o MUBI tem um cartaz bem mais específico.
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O Windows 10 e o Office 365 vão ser banidos das escolas na Alemanha
A Microsoft tem um passado recente complicado no que toca a privacidade. Esta recolha de dados é uma realidade e isso tem incomodado os utilizadores. A empresa refuta as acusações, limitando a recolha a dados técnicos.
Mesmo com esta atenção, os problemas não deixam de surgir. O mais recente vem da Alemanha, onde o regulador vai banir o Windows 10 e o Office 365 das escolas públicas.

Windows 10 e Office 365 banidos por violar o RGPD
Ainda só está limitado ao estado alemão de Hesse, mas o seu CDPFI (Commissioner for Data Protection and Freedom of Information) tomou uma posição. Este declarou que as práticas da Microsoft violam claramente as regras do RGPD.
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Exmo/a. Sr.(ª) Diretor(a)/Presidente de CAP
Informa-se que vai estar disponível, a partir do dia 17 e até às 18:00 horas do dia 19 de julho de 2019, a aplicação Reposicionamento 2018-Atualização destinada a atualizar o cumprimento dos requisitos de observação de aulas e/ou de formação contínua dos docentes reposicionados provisoriamente nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.
Para o efeito, deverá ser selecionada a opção Reposicionamento 2018-Atualização, devendo ser efetuados os uploads dos certificados de formação, bem como o requerimento da observação de aulas e respetivos Anexos II, de acordo com o(s) requisito(s) atualizado(s).
Chama-se a atenção:
- A data do cumprimento do requisito de observação aulas é a data da apresentação do requerimento, conforme determinado no n.º 3 do artigo 5.º da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.
- A data do cumprimento do requisito de horas de formação é a data da conclusão da mesma.
- No caso dos docentes que solicitaram ao Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) a certificação de disciplinas singulares do Ensino Superior, por exemplo, a data que releva é a data da respetiva certificação e não a data da realização da formação.
- Assim, não pode ser considerada formação realizada em data anterior àquela em que o docente ficou provisoriamente reposicionado para cumprimento de requisitos. (Exemplo: docente reposicionado provisoriamente no 3.º escalão em outubro de 2018 por lhe faltar 25 horas de formação para o reposicionamento no 4.º escalão. A data do cumprimento deste requisito só pode ser posterior a outubro de 2018.)
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora de Serviços de Gestão de Recursos Humanos e Formação
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Exm.º/ª Senhor(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,
Cumpre informar V. Ex.ª de que a aplicação eletrónica, para efeitos de pedido para prestação de trabalho na modalidade de meia jornada do pessoal docente, será disponibilizada de 18 de julho a 30 de agosto de 2019.
Salienta-se que os docentes só deverão apresentar o seu pedido, no supra mencionado período, após tomarem conhecimento da unidade orgânica onde vão exercer funções no ano escolar de 2019/2020.
Junto se remete em anexo a Nota Informativa – MODALIDADE DE HORÁRIO DE TRABALHO – MEIA JORNADA, que também se encontra disponível na página da DGAE.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Susana Castanheira Lopes
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/07/Nota-Informativa-MEIA-JORNADA_2019.pdf”]
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Votem…

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… para quem sabe servir para alguma coisa para um próximo governo de geringonça, ou não.
Em breve darei algumas pistas daquilo que considero ser uma nova carreira docente que elimine a maioria dos contrangimentos atuais. Estou aberto a contibutos dos leitores do blogue que pretendam fazer parte deste ensaio.
Quem pretender colaborar neste ensaio pode enviar e-mail dando conta dessa vontade.

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Começam hoje as candidaturas ao concurso de acesso ao Ensino Superior e a escolha já deverá estar feita, mas o portal Infocursos pode resolver algumas dúvidas de última hora.
Muitas vezes são as médias finais do secundário, ou as vagas disponibilizadas para determinados cursos, que obrigam a mudanças nas escolhas de curso/instituição de ensino superior, e o momento de carregar a opção na plataforma online da DGES é sempre precedido de alguma angústia.
A informação sobre os curriculos de cada uma das opções, da própria universidade e politécnico, e dos apoios que existem para alunos deslocalizados, é sempre importante para ajudar na escolha, e os guias estão online com muitas perguntas e respostas para ajudar alunos e educadores.
Para dar mais informação complementar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disponibiliza também há vários anos o Infocursos, um portal com informação sobre os cursos, com dados e estatísticas atualizadas sobre as licenciaturas e mestrados integrados
(Notícia retirada daqui: https://tek.sapo.pt/extras/site-do-dia/artigos/infocursos-este-portal-pode-dar-uma-ajuda-a-escolher-o-melhor-curso-do-ensino-superior)
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Pois este é o prazo limite para a submissão das preferências à Contratação 2019/2020.
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DOCENTES EM MOBILIDADE ESTATUTÁRIA, MOBILIDADE POR DOENÇA E NOUTROS REGIMES ESPECIAIS PARA O ANO 2019/2020
Os docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas identificados na aplicação “Indicação da Componente Letiva” (ICL 2019/2020) como não tendo componente letiva atribuída estão abrangidos pela alínea a) do n.º 1 do artigo 28.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, pelo que, independentemente da figura de mobilidade que possam ter ou não autorizada para o ano escolar de 2019/2020, apresentam obrigatoriamente candidatura a mobilidade interna, pelo agrupamento de escolas/escola não agrupada de provimento, sendo posteriormente retirados do concurso, pela DGAE, uma vez que prevalece a mobilidade previamente autorizada.
Os docentes de carreira de Quadro de Zona Pedagógica apresentam obrigatoriamente candidatura a mobilidade interna, pelo agrupamento de escolas/escola não agrupada onde exerceram funções pela última vez, independentemente da figura de mobilidade que possam ter ou não autorizada para o ano escolar de 2019/2020, sendo posteriormente retirados do concurso de mobilidade interna pela DGAE, uma vez que prevalece a mobilidade previamente autorizada.
SDPSul
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Nos últimos tempos têm vindo a publico algumas situações envolvendo Diretores. Muitas são as queixas que nos chegam sobre alguns Diretores que nos fazem lembrar a imagem do “Reitor”.
Na Escola Pública temos de tudo. O ex Diretor de Montalegre vai ser julgado por abuso de poder. Na Amadora um Diretor é acusado de ter agredido um colega. Sim, colega. Um Diretor não deixa de ser professor só por ter sido nomeado para um cargo de direção.
No Ensino Particular os casos também existem. O grupo GPS está sob fogo por haver suspeitas de “esbanjamento” de dinheiro. Mas a maioria passa-nos ao lado, porque nunca chegam aos média ou são abafados internamente.
O caso em baixo é mais um caso que julgamos estranho. Parece que além de falta de professores vamos passar a ter falta de Diretores…
Quem não se lembra do artigo sobre “O estranho caso da fuga de professores dos Jardins – Escola João de Deus – Reflexão!“?
Pois bem, como tudo continua na mesma, começa a haver a necessidade de terem de “implorar” para que alguém aceite, imagine-se, ser diretor do Jardim – Escola de Ponte de Sôr!
Pois é, ao que a arrogância ou má gestão nos leva!
Leia e pasme-se com o comunicado que nos chegou ao blog!
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A Ordem dos Psicólogos Portugueses divulgou, na sua página electrónica, um conjunto de perguntas frequentes e respectivas respostas, relacionadas com os concursos externos destinados à celebração de contratos por tempo indeterminado de Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais.
Podem ser consultadas na sítio da internet: https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/p/avaliacao_psicologica_escolas
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O que deve mudar no ensino da matemática? Estas são as propostas em cima da mesaUm grupo de especialistas elaborou, a convite do Ministério da Educação, um conjunto de recomendações para o ensino da matemática. As propostas abrangem a revisão currícular, a autonomia local e a formação dos professores
Um currículo global e alinhado do 1º ao 12º ano que integre autonomia local de forma consciente e a valorização da profissão docente são duas das grandes propostas que um grupo de professores e especialistas nomeados pelo Ministério da Educação apresentou no relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”, divulgado na passada sexta feira pela Direção-Geral da Educação.
De acordo com a equipa coordenada por Jaime Carvalho e Silva, da Universidade de Coimbra, o ensino atual padece de várias fragilidades provocadas pela existência de “documentos curriculares nacionais díspares, que atualmente coexistem dirigidos ao ensino da matemática”. É necessário, por isso, uma revisão integral dos programas, para que o ensino da disciplina seja coerente e progressivo ao longo do três ciclos.
A VISÃO falou com a presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), Lurdes Figueiral, que começou por dizer que “para quem trabalha no meio e conhece a realidade, as recomendações não constituíram propriamente uma surpresa, embora seja importante debate-las”. Muito do que se propõe no documento já acontece na prática em várias unidades de ensino, daí que “não se possa dizer que as medidas venham começar do zero”, refere Lurdes Figueiral. “Está em causa o facto de deixar de ser a exceção para passar a ser a regra” acrecenta.
Defender um currículo alinhado ao longo do percurso é, segundo a presidente, “uma forma coerente de integrar a autonomia local”. De facto, a segunda recomendação do relatório incide sobre a existência de dois níveis de decisão, o nacional e o local. Se por um lado, deve existir um tronco comum a nível nacional, pensado em ciclos (e não em anos de escolaridade) e que consista nas “orientações metodológicas a adotar, os recursos a usar e a avaliação a praticar”, por outro, o nível local corresponde ao “detalhamento e completamento do currículo nacional de Matemática atendendo às especificidades dos seus contextos”, de acordo com o relatório.
Mas a mensagem do documento não passa só por uma alteração currícular. A estabilidade das políticas curriculares é uma segunda área de recomendações do relatório. A presidente da APM reforça a importância de as equipas responsáveis pelas alterações currículares sejam constituídas por técnicos e especialistas e não evoluam à deriva “da vontade de uns e de outros”. Um visão que vai ao encontro do que é defendido no relatório, ou seja, que as mudanças “devem justificar-se por critérios de natureza técnico-científica”.
Os autores vão mais longe e propõem a “criação de uma entidade (…) que se responsabilize inteiramente pela regulação dos processos de mudança curricular”.
A terceira área de foco do relatório está relacionada com as avaliações. Segundo o grupo de trabalho, “as práticas de avaliação de desempenho dos alunos devem merecer uma atenção igual à que habitualmente é dada às práticas de ensino”. Pretende-se que os métodos de avaliação “sejam em prol do sucesso e não da retenção” e que a estruturação currícular em ciclos poderá ajudar nessa matéria.
Os últimos pontos apresentados no relatório, fundamentais na opinião de Lurdes Figueira, têm a ver com a formação dos professores. Segundo os autores, é essencial que haja valorização da profissão de docente, que sejam criadas mais condições para a formação académica dos mesmos, e que se invista em programas de formação contínua, principalmente na perspetiva do “trabalho colaborativo entre pares”.
Este relatório constitui a primeira fase de um processo de elaboração de recomendações para o ensino da matemática. Nos próximos meses o grupo de trabalho que realizou o documento irá discuti-lo com várias instâncias relevantes na área e, por fim, elaborar um relatório final.
PS:
Com Áudio da Antena 1 :
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O diploma que prevê a recuperação do tempo de serviço prestado pelos professores para progressão na carreira nos Açores foi hoje publicado em Diário da República e entra em vigor quarta-feira, anunciou o Governo Regional.
A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou em junho, por unanimidade, uma proposta do Governo Regional socialista que procede à recuperação do tempo de serviço docente congelado no arquipélago, de forma faseada, ao longo de seis anos.
A recuperação do tempo de serviço docente, a iniciar-se já a partir do próximo ano escolar, deverá, contudo, ser concretizada de forma faseada, em seis anos, enquadrada nos recursos disponíveis, mas sem qualquer condicionante orçamental, podendo, até, ser antecipado o período em que se executará a recuperação, em função do número de docentes que se aposentem no ano anterior, explica uma nota do executivo açoriano enviada às redações.
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RG Rui Gaudencio - 26 Junho 2014 - portugal, lisboa - exames nacionais - exame nacional de matematica 12 ano, 12º ano na escola Secundaria de Vergilio Ferreira , alunos
Não é que não concorde, mas é necessário preparar tudo com tempo. A formação tem de ser acautelado de forma séria, não às três pancadas como temos visto…
Grupo de peritos nomeado pelo Ministério da Educação frisa que o ensino da Matemática está a ser norteado por documentos “inconciliáveis” entre si e que todos, incluindo as novas aprendizagens essenciais, devem ser revogados de modo a dar corpo a novo currículo, que se distinga também pela sua curta extensão.
Nem os programas aprovados por Nuno Crato, nem as aprendizagens essenciais sufragadas por Tiago Brandão Rodrigues. Para que a Matemática possa vir a ser um caso de sucesso em Portugal é preciso começar do zero, com um novo currículo que “deverá substituir todos os programas” actualmente existentes.
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E como cabeça de lista…
Quem esperava por alguma mudança de trajetória, desengane-se. Isto vai continuar “na mesma como a lesma”.
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Divulgação – Petição Pública «SEM IGUALDADE DE DIREITOS NÃO HÁ JUSTIÇA»
PETIÇÃO PÚBLICA – Sem Igualdade de Direitos não há Justiça.
· Os professores inseridos nas listas para acesso ao 5º ou 7º escalões e que não obtiveram vaga, também têm direito a recuperar os 2A 9M e 18D.
· SE ESTÁ NESTA SITUAÇÃO OU CONCORDA, que aqueles docentes estão numa situação em que a opção de pedir ou não pedir o faseamento da recuperação do tempo a recuperar (D.L Decreto-Lei n.º 65/2019 de 20 de maio), não lhes permite uma escolha, porque qualquer delas os prejudica (PERDEM SEMPRE AQUELE TEMPO…340 dias ou mesmo todo o tempo, dependendo dos anos que estiver à espera de vaga).
·Não deixe de assinar esta petição (no link abaixo) e divulgue-a pelos seus amigos
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As Renovações de Contrato Só São Indicadas na ICL2
De acordo com a nota informativa da ICL1 a indicação por parte das escolas para a renovação dos contratos será feita apenas na ICL2, que deverá ser entre o dia 26 e 31 de julho.
No entanto relembro a todos os contratados que estão em condições de renovar que mesmo que a escola pretenda a renovação, basta que exista um docente do quadro a concorrer para esse horário que a renovação fica sem efeito.
E a condição para terem a renovação de contrato é terem obtido uma colocação em horário anual e completo, nos termos do sublinhado em baixo.
18. Na disponibilização da 2ª fase da ICL, também, ocorrerá a indicação de docentes para efeitos de renovação dos contratos a termo resolutivo resultantes de colocações em horário anual e completo, nos termos do n.º 4 do art.º 42.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, conjugado com os pontos 1.2 a 1.6 do capítulo III, Parte IV, do Aviso n.º 3570-A/2019, de 6 de março, aviso de abertura do concurso.

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Se Fosse Caso Único – Ética? O que É isso?
29 aninhos com um ordenadinho que até estala…a República das Bananas não tem conserto…
Porta-voz ANTRAM é ‘boy’ do Governo
André Matias de Almeida foi nomeado pelo ex-Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, para vários cargos dirigentes em diversas estruturas como fundos de apoio a empresas.
O novo porta-voz da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), André Matias de Almeida, militante do PS, acumula vários cargos em diversas entidades sendo alguns de nomeação do Governo. É ainda irmão de Bruno Matias Almeida, adjunto do secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, desde 17 de outubro de 2018, segundo o despacho de nomeação.
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