Previsão de Vagas Apuradas a Termo Resolutivo (AÇORES)

É já na próxima quinta-feira (27) que saem as listas de colocações para contratação nos Açores.

Fica no entanto aqui a previsão de vagas apuradas para a contratação.

Como sempre os Açores são um bom exemplo na gestão dos concursos do pessoal docente.

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10 comentários

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    • João on 25 de Agosto de 2015 at 15:46
    • Responder

    Esses comentários são ligeiramente lamentáveis:
    a) o concurso da RAA tem outras dimensões relativamente ao concurso do continente.
    b) o concurso da RAA tem muito menos candidatos.
    c) a RAA não devia ser motivo de comparação com outros concursos, talvez simplesmente no calendário.

    • Marmelo on 25 de Agosto de 2015 at 16:59
    • Responder

    E impressão minha ou as vagas subiram substancialmente? No ano passado no grupo 110 havia 47 vagas e este ano há 91 (quase o dobro)!

    Será um “sinal” para o concurso do continente?

      • Marie on 25 de Agosto de 2015 at 17:54
      • Responder

      Subiram porque houve pessoal que era quadro da RAA que efetivou no continente.

        • Marmelo on 25 de Agosto de 2015 at 21:57
        • Responder

        Pois… Faz sentido! Mas sempre pensei que esse “surto migratório” do concurso interno tivesse sido mais da RAM.

        Andam a “dar” prioridades aos amigos e assim que eles podem piram-se para cá… Livre Circulação de Pessoas dentro da UE mas dentro do país só funciona num sentido…

          • Marie on 25 de Agosto de 2015 at 23:25

          Da RAM ainda se fez sentir mais.

    • Joana di mar on 25 de Agosto de 2015 at 18:33
    • Responder

    Bom exemplo?! Este comentário nem parece teu Arlindo. Só demonstra q desconheces um bocadinho dos concursos dos arquipélagos portugueses. A única coisa em que eles são claros é na calendarização. Agora ambos os arquipélagos têm os concursos menos democráticos que existem. Criaram as prioridades e é ver pessoas com graduação de 15 e 16 a passar à frente de pessoas com graduações de 25 e 26. Mas quando vêm para o continente vêm na mesma prioridade. Foi ver este ano pessoas pouco graduadas a efetivarem no continente por concurso interno. Estudaste isso? Olha eu estudei um pouco.
    Se querem prioridades lá não têm que vir para cá em igualdade de circunstâncias.
    Mas alguém se revolta com isto? Não. Anda tudo meio a dormir…

    1. Sim, mostrar um quadro com vagas previstas para contratação e ter uma data anunciada há imensos meses para a publicação das listas é uma boa gestão dos concursos.

      Aqui é preciso andar a dar palpites para a data de saída das listas.

      • sandra s. on 25 de Agosto de 2015 at 22:40
      • Responder

      É verdade, Joana.
      Concorrem para cá na mesma prioridade de quem cá está, tal como os privados concorrem na mesma prioridade de quem sempre serviu o ensino público… Quem dá o litro no ensino público no continente é chutados para a requalificação e, no caso dos contratados, para o desemprego.
      UMA VERGONHA.

    • cocas on 25 de Agosto de 2015 at 19:57
    • Responder

    Concordo com a ´Joana.
    Na madeira deviam aplicar a mesma prioridade que no Continente.
    Os critérios de prioridade são bastante injusto. Pessoal que nunca lecionou ficar á frente de professores com bastantes anos de serviço, onde já se viu. isto só mesmo na madeira, eles dão o bailinho aos do continente.

    • Joana di Mar on 25 de Agosto de 2015 at 20:45
    • Responder

    Ora vamos colocar tudo em pratos limpos… o concurso da madeira é fictício. Só colocam lá quem lhes apetece. As listas de colocações nem saem e conheço pessoas que fazem uma graxa a uma senhora que nem digo o nome e têm emprego garantido. Palavras desses profs que conheço e lá trabalham.
    No concurso dos Açores, ganha-se a prioridade se tiverem estudado na universidade de lá ou se estagiaram lá. É ver gente a sair da universidade e a passar à frente do resto do pessoal. E nem fazem prova! Não é necessario.
    Também se ganha prioridade a trabalhar nas profissionais. Ora a seleção para as profissionais tem os critérios mais manhosos que existem. É tudo a pedir ao tio para arranjar uma “cunha nas profissionais”. Por fim, ganha-se prioridade se se trabalhar lá 3 anos efetivos. Antigamente ainda se compreendia a questão da prioridade. Na atualidade não.
    Neste contexto, foram muitos os que conseguiram efetivar lá. Este ano vieram para cá por concurso interno e passaram à frente de muitos candidatos do concurso externo. É justo? Não é. Se querem igualdade terminem com as prioridades nos arquipélagos e façam as coisas corretamente. Hoje em dia só há um concurso justo – o da graduação profissional…

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