… em que tudo começou a desmoronar na função pública.
O resto veio por arrasto.
Às vezes tento fazer contas para perceber o escalão ou o índice em que estaria se nada disto acontecesse e não andava muito longe do topo da carreira, faltaria um ou dois escalões para o fim.
Agora só tenho dois escalões inferiores ao que estou.
E continuam a ser 10 na teoria, porque na prática são apenas 9.
E é sempre bom lembrar o trio que assinou esta lei.
Os meus ânimos estão super levantados à espera do arranque do ano lectivo. 🙁






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No meu caso, mudei de escalão pela última vez em 2004. Com 18 anos de serviço ainda só me encontro no 2o escalão… Uma alegria!!!
Também mudei em 2004. Depois veio a era do gelo…
Ah… este post ajudou a minha burrice, 12 anos e o 1 escalão. Bolas, obrigado.
12 anos de serviço e a precisar de 2 DIAS pra progredir pró 2o escalão! Vida malvada… Ou melhor, MEC malvado!
A FNE disfarçada de Arlindovsky a fazer campanha por este governo em forma de blog. Não se esqueçam disto, por favor…
O Arlindo faz muita campanha pelo atual governo. A isenção nao lhe ficaria nad mal… Presta um excelente serviço os colegas, é uma pena estar sempre a crtiticar a oposição. Este governo teve quatro anos para descongelar as carreiras, podia te-lo feito. Esqueçam as progressões, ou ainda acreditam no pai natal?
Não podia estar mais de acordo! Já uma vez aqui disse, o Arlindo faz um excelente trabalho em prole da classe, mas…não é isento!
Não consigo perceber como pode algum professor fazer campanha por este governo, especialmente depois de tanta incompetência e desrespeito pela Educação, professores, alunos e EE.
Só gostava de saber com o FMI cá onde se ia buscar o dinheiro…
E antes que me caiam em cima, também estou congelada e no 1º escalão… porque a hibernação ocorreu a 4 dias da minha subida de escalão…
Quantos exemplos quer de cortes económicos que não atinjam sempre os mesmos?
Para sua informação eu ainda nem sou do quadro e, pelo andar da carroça, nunca vou ser ou, se vier a ser, não vou passar do 1º escalão.
Até lhe digo mais colega, acho mais correto que haja este corte, do que se corte no nº de professores. Mais vale ganhar menos, mas haver um maior nº de pessoas a trabalhar, do que um menor nº a trabalhar, com um horário de trabalho ainda maior e uma taxa de desemprego ainda maior. Promove-se o emprego e uma maior qualidade de ensino. E não, não vou de férias, porque o orçamento familiar não o permite. Ganho, exatamente, igual a um colega ainda contratado e, não me considero, mais nem menos do que um colega contratado, nem QA/QE. Não tenho ainda escola fixa e, neste momento, até faço parte da equipa de horários (por isso, encontro-me efetivamente a trabalhar). Quanta aos governos o mal foi gastarem o dinheiro que não se tinha, com quem nunca contribuiu para nada, deixando o nosso país na ruína e, fazendo com que os mesmos de sempre (aqueles que não podem fugir aos impostos) paguem o que não devem. Mas entre isso ou o nosso país ser visto como um grande caloteiro mais vale tentar pagar a dívida. Só espero que caso consigam que o barco não vá ao fundo (o que será uma missão quase impossível, mesmo com a austeridade imposta) não voltem, novamente, ladrões (independentemente da sua cor política – já que não confio em nenhuns) e distribuam por quem nunca contribuiu para nada. Boa sorte para si.
Sou adepta da isenção: falta acrescentar os restantes grupos de três que mantiveram este estado de coisas…
Ora nem mais!
Acho que hoje é um bom dia para agradecer ao Arlindo tudo o que faz pelos professores neste blog, toda a informação antecipada que nos fornece, todas as explicações que nos proporciona!
Porquê? Porque, parece, que a vossa memória é curta!
Com este post começam logo as críticas a quem tanto agradecem.
A verdade é que tudo isto começou há muitos anos atrás …. o Arlindo apenas nos refrescou a memória …. apenas nos põe a pensar neste desfilar de gente (e cores) que resolve chatear sempre os mesmos!
Critiquem quem nos faz a vida negra e deixem o Arlindo de fora.
Pelo que li todos reconhecem o trabalho que o Arlindo faz em prole da classe, contudo, isso não invalida a sua falta de isenção. Se assim não fosse, tinha mencionado os que não alteraram a situação e podiam tê-lo feito, além daqueles que a iniciaram!
Já agora, quando se tem sentido crítico deve ser-se capaz de realçar tanto os aspectos positivos, quanto os negativos.
Para mim, traga só um escalope por favor.
[…] ,,, que entramos num estado criogénico. […]