Prazo para matrículas novamente prolongado até 8 de julho
Período para renovação das matrículas devia terminar na sexta-feira, mas Ministério da Educação decidiu estender o prazo.

O prazo para a renovação das matrículas online de todos os alunos do 6.º ao 9.º ano e também do 11.º ano de escolaridade, que devia terminar na sexta-feira, foi novamente prolongado até segunda-feira, 8 de julho.
A informação relativa ao Portal das Matrículas foi avançada pelo Ministério da Educação em resposta por escrito enviada à Renascença.
O gabinete do ministro Fernando Alexandre explica que em causa estão “falhas de comunicação por parte do IGeFE [Instituto de Gestão Financeira da Educação] nas instruções às escolas para o carregamento de ofertas no âmbito do Ensino Artístico Especializado”.
Até às 16h00 desta quinta-feira, foram registadas 87.073 matrículas ou renovações de matrículas, indica o Ministério da Educação.
“As últimas falhas do Portal de Matrículas são alheias às empresas OutSystems e Babel, que têm vindo a colaborar com o IGeFE”, adianta a tutela.
Na semana passada, o ministro da Educação pediu desculpa às famílias devido às falhas no Portal das Matrículas terem levado a que muitos pais ficassem sem conseguir aceder à plataforma de matrículas do 6.º. 9.º e 11.º anos.
Aos jornalistas, Fernando Alexandre reconhece que o processo “está a causar transtorno” pela forma como está a decorrer.
O ministro da Educação pediu desculpa às famílias, esta quinta-feira, depois de falhas terem levado a que muitos pais ficassem sem conseguir aceder à plataforma de matrículas do 6.º. 9.º e 11.º anos.
Aos jornalistas, Fernando Alexandre reconhece que o processo “está a causar transtorno” pela forma como está a decorrer.
Por outro lado, o ministro não deixa de apontar “problemas graves” no ano letivo anterior – uma altura em que o Executivo ainda era liderado pelo PS.
“O Governo anterior decidiu mudar a plataforma, os trabalhos só começaram em março, começaram tarde e o que temos são duas empresas, que são empresas bastante cotadas e, por isso, acreditamos que vão conseguir ultrapassar rapidamente estes constrangimentos”, aponta.














Afinal, muito se fala de Liberdade, mas por cós a sentem e o medo ainda anda por aí.





