A Aposta Nesta Solução Parece de Elementar Justiça

Foi apresentada, neste plenário, a necessidade imperiosa do MEC se pronunciar sobre a qualificação de contratos de trabalho a termo sucessivos, dado que o Tribunal de Justiça e a jurisprudência europeia produzida a partir de 2001, já reconheceu como tendo carácter «sucessivo» os contratos de trabalho a termo, separados por períodos de menos de três meses.

 

O reconhecimento do direito à vinculação “semi-automática” obriga a que o docente tenha 5 contratos anuais sucessivos e completos ou 4 renovações, no mesmo grupo de recrutamento (nº 2 do artigo 42º).

Esta situação basicamente termina com a lista graduada no reconhecimento da graduação profissional para aceder a um lugar de quadro, passando o direito à vinculação a ser reconhecido apenas em função das opções que os docentes fizeram em concurso e retroativamente.

Nas análises que já fiz para a vinculação “semiautomática”, tanto pode haver docentes com 32 anos de serviço, como docentes com 3 anos de serviço (em 31/08/2012).

Já tinha apontado como solução que nos 5 anos de serviço pudesse haver um limite mínimo de tempo de serviço de forma a abranger colocações que não ocorressem sempre ao dia 1 de Setembro.

Para eliminar a injustiça que vai ser a vinculação “semi-automática”, só vejo mesmo o caminho de usar-se a jurisprudência apontada pelo tribunal europeu de forma a não prejudicar quem tendo colocações anuais e completas não as tem sucessivas, segundo a interpretação do MEC.

E como em lado nenhum é dito que a colocação sucessiva tem de começar ao dia 1 de Setembro e isto só vai ter efeitos na determinação da abertura de lugares de QZP em 31/08/2015, ainda existe mais de um ano para se resolver este imbróglio.

A bem da Justiça.

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Distribuição das Colocações da DGAE por Concelho

Depois de ter feito a distribuição dos horários em concurso para contratação de escola por concelho fica este quadro com os dados das colocações efetuadas pela DGAE também por Concelho.

 

Existiram 20 concelhos que não tiveram qualquer docente colocado pela DGAE até à Reserva de Recrutamento 14 e o concelho que teve menor colocação de docentes neste quadro foi o Crato. 😉

No top 10 encontram-se 9 concelhos da área de Lisboa e o primeiro concelho a norte com mais colocações é Vila Nova de Gaia que ficou no entanto em 10º lugar.

O pdf com a distribuição das colocações por grupos de recrutamento e concelho encontra-se aqui.

 

 

Até RR14 Concelhos 10

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A Versão Mesmo Final do Diploma de Concursos

Que corrige o artigo 10º da versão final já entregue na semana passada.

Download da versão final corrigida aqui

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2014/03/Diploma_de_alteracao_do_DL_n__132-2012_-_Versao_Final_Corrigida.pdf”]

 

No entanto, julgo ser necessária outra correção neste artigo visto que os docentes que vinculem neste concurso externo extraordinário são obrigados a concorrer ao primeiro concurso interno em 4.ª prioridade, imediatamente seguinte àquela estabelecida na alínea c) do n.º 1 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

E como já não há alínea c) do nº 1 do artigo 10º 😉

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O Polvo

Na edição em papel do Diário de Notícias de hoje.

 

DN - colégios

Diário de Notícias (26-03-2014)

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Contratações de Escola 2013/2014 por Concelho

Até 31 de Março de 2014 estiveram em concurso por contratação de escola 10166 horários.

Alguns destes horários foram anulados ainda em concurso ou não tiveram como consequência a contratação de um docentes, mas como não consigo saber esses pormenores limito-me a apresentar os dados dos horários que estiveram em concurso na plataforma.

Este pdf tem o quadro geral de horários por grupo de recrutamento e QZP, a ordenação do documento está feita pelo maior número de horários pedidos por concelho.

A totalidade dos 278 concelhos de Portugal continental pediram horários em contratação de escola.

O quadro seguinte apresenta os 10 concelhos com mais pedidos de horários e os 10 concelhos com menos horários em concurso.

2013-2014 concelho 10

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O Que Faz Um Professor Sem Colocação?

No público de hoje.

Também gostava de saber o que vão fazendo os leitores do blogue que ainda não tiveram colocação este ano. Em muitos casos ainda conseguem “sobreviver” com o subsídio de desemprego, mas noutras situações esse subsídio já terminou ou está em vias de terminar em breve.

Que tentativas têm feito para conseguir uma profissão alternativa ao ensino?

Os que vão conseguindo outras ocupações profissionais pensam regressar ao ensino ou já abandonaram essa ideia?

Fica o tema para hoje.
 

O que faz um professor sem colocação?

 

professores

Este ano, milhares de professores não tiveram colocação e muitos deles tiveram de arranjar outra actividade para se sustentar. Cláudia decidiu fazer bonecas, Andreia criou uma oficina para pais e filhos e Gonçalo vai inaugurar uma surf house.

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As Redes Sociais em TIC Ficam Para a Tarde

… porque de manhã o facebook está barrado.

 

 

Ministério da Educação limita acesso à Internet nas escolas

 

 

O acesso a sites como o Facebook ou Instagram vai ser permanentemente limitado nas escolas. Alunos, professores e pessoal administrativo só podem aceder aos sites durante um horário específico, uma medida explicada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) com a necessidade de responder à “pressão sobre a rede” que decorre do acesso a páginas que, “de um modo geral, não se revestem de carácter pedagógico”.

 

“Paralelamente” e para “melhorar a qualidade do acesso à Internet”, a DGEEC anunciou às escolas limitações à entrada no Facebook, Tumblr, Instagram e lojas Android e Apple, entre as 08h30 e as 13h30.

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Confirma-se Uma Redução Ligeira

… no número de docentes na Educação Especial que já tinha apontado neste post.

A amostra da Fenprof foi feita em 229 agrupamentos (cerca de 1/4 dos agrupamentos existentes) e a principal redução desta amostra situa-se no centro e no sul do pais.

Se esta ligeira diferença é razão para fazer-se queixa à OIT, então que se faça.

Mas tantas outras queixas havia para fazer.

E tendo em conta os cortes verificados noutros grupos de recrutamento até me parece que a Educação Especial ficou um pouco resguardada neste ano letivo.

E curiosamente o saldo entre docentes e técnicos, desta análise da fenprof entre o ano letivo passado e este é praticamente nulo. 1685,5 em 2012/2013 e 1683,5 em 2013/2014. Ou seja, menos 2 docentes/técnicos que no ano passado.

 

fenprof EE

 

Porque gosto de transparência nos números não posso deixar de dizer que me surpreende que numa amostra de 229 agrupamentos sejam apenas considerados nos exemplos 28 agrupamentos de escolas (anexo 2) e nesses 28 agrupamentos existem menos 47 docentes do que em 2012/2013 (a totalidade de redução dos 229 agrupamentos). Isso quer dizer que os restantes 201 agrupamentos mantiveram o mesmo número de docentes da educação especial?

E quem vai ligar a esta queixa?

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Aguardo com Curiosidade

… a apresentação do plano de incentivo à natalidade, encomendado a Joaquim Azevedo.

 

 

Portugal está em “alerta super vermelho” quanto a natalidade

 

O professor universitário Joaquim Azevedo, coordenador de uma equipa de trabalho sobre questões de natalidade, disse hoje que Portugal está num “alerta super vermelho” em matéria de novos nascimentos.

                 Portugal está em alerta super vermelho quanto a natalidade

“Vamos ter de trabalhar pelo menos 20 anos se quisermos inverter a tendência. Mas primeiro temos de [a] estabilizar”, disse Joaquim Azevedo, que, falando em Viseu nas jornadas parlamentares do PSD, alertou para o perigo de o número de portugueses “rapidamente” voltar ser igual ao da “idade média” se não for travada a queda da natalidade.

O docente foi apresentado recentemente pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, como coordenador de uma equipa de trabalho sobre questões de natalidade que irá trabalhar o tema e apresentar propostas ao Governo.

“Estamos a perder população, como sabemos. Essas questões são claríssimas”, realçou, defendendo “políticas amigas da natalidade” em matéria fiscal, por exemplo, e lembrando que a nível laboral por diversas vezes as mulheres em idade fértil são “fortemente prejudicadas nas empresas”.

“Estamos diante de uma realidade que não tem à partida muita questão ideológica subjacente. É a realidade, são os factos, é isto que se está a passar”, sublinhou, perante os parlamentares sociais-democratas.

Joaquim Azevedo antevê que antes do fim do século Portugal tenha sete milhões de habitantes, e Portugal será, desse modo, um país “insustentável”.

“Se é esse país que queremos, é esse o país que estamos a construir”, alertou.

O PSD encerra hoje em Viseu dois dias de jornadas parlamentares com o pós-‘troika’ como pano de fundo, estando os trabalhos deste último dia centrados na sustentabilidade demográfica e social do país.

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Comparação dos Números na Educação Especial

Sempre fui dizendo que o número de docentes colocados este ano na Educação Especial não diferia em muito dos números do ano letivo passado.

O quadro seguinte apresenta o número comparativo dos docentes na Educação Especial em relação ao ano letivo anterior. Até ao momento existem apenas menos 74 colocações do que em igual período do ano passado, no entanto, os grupos de recrutamento da educação especial conseguiram ter este ano mais 274 docentes integrados nos quadros.

 

Não conhecendo o estudo feito pela Fenprof que é apresentado hoje, não posso deixar de divulgar o número de colocações de docentes na Educação Especial que vêm demonstrar que a redução de colocações de docentes na educação especial entre o ano passado e este é bastante reduzida.

É possível que até ao ano letivo passado alguns docentes dos quadros tenham prestado funções na educação especial em regime de mobilidade, mas como não tenho esses dados não os posso englobar neste quadro.

Tendo em conta o corte que todos os grupos de recrutamento têm sofrido, a educação especial têm-se mantido com níveis de colocação de docentes bastante elevados e que contrariam a redução generalizada nos outros grupos de recrutamento.

 

Educação Especial Março comparação

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Ok. Fazemos de Conta Que Acreditamos

Líder da bancada do PSD garante que não haverá mais cortes de salários e pensões

 

A garantia foi deixada por Luís Montenegro no encerramento das jornadas parlamentares em Viseu.

 

O líder da bancada do PSD, Luís Montenegro, garantiu esta terça-feira, que não haverá mais cortes nos salários e nas pensões. “Quero deixar aqui de uma forma clara. Vamos todos jogar limpo. Não é verdade que venham aí mais cortes de salários e pensões, mais cortes de rendimentos“, afirmou no encerramento das jornadas parlamentares do PSD, em Viseu.

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Olha-me Esta!

Teodora Cardoso propõe taxar imposto através de conta bancária

 

 

A presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, deixou aos deputados do PSD uma nova forma de cobrar impostos no pós-troika: taxar os levantamentos que são feitos nas contas bancárias onde são depositados os salários e as pensões.

 

 

Porque a ser assim, bem que prefiro comprar um colchão com chave de código e também não me importo de fazer fila para receber o vencimento em papel.

Já estou a ver que estas jornadas parlamentares estão a servir para puxarem pela imaginação para tirar-nos o resto que falta.

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Para Que Quero um Audi?

Se acabei de descobrir que 100% das minhas faturas de 2013 foram para restauração e alojamento?

Só se for para trocar por comida e dormida. 😉

 

 

 

despesas

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Blogosfera – Professores ao Infinito

Mais um esclarecimento de algumas dúvidas sobre as prioridades dos concursos.

Entretanto vou tentar sintetizar as principais dúvidas do post anterior e responder em breve numa nova publicação.

Prioridades nos diversos Concursos

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Concursos – Esclarecimento de Algumas Dúvidas

Pelo facto de terem sido negociados dois diplomas de concursos com regras diferentes têm-me chegado algumas dúvidas que convém ser esclarecidas.

Está previsto para este ano um concurso de vinculação extraordinária com cerca de 2 mil vagas de QZP. Este concurso deverá abrir em Maio ou Junho, na mesma altura que o concurso de contratação para 2014/2015. Não creio que desta vez o concurso de contratação ocorra em finais de Julho ou início de Agosto como nos anos anteriores, pelo simples facto de ter de ser publicada a lista de colocações dos docentes que ingressam na carreira de forma a poderem concorrer à obtenção de escola juntamente com os docentes dos quadros que concorrem à mobilidade. Este último concurso é que já prevejo que possa atrasar para o mês de Agosto.

Para este concurso podem ser opositores todos os docentes contratados com pelo menos 365 dias de serviço nos últimos 3 anos letivos (2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013), independentemente do grupo de recrutamento onde tenham prestado funções, existe também a necessidade de se ter uma avaliação de desempenho mínima de bom no mesmo período. (ler todo o artigo 2º do diploma final de vinculação)

Os lugares a abrir são lugares de QZP e os candidatos podem manifestar preferências para todo o país (10 QZP), podem também candidatar-se a todos os grupos de recrutamento para os quais tenham habilitação profissional até à data final de candidatura. Só vai existir a obrigação de concorrerem a 1 QZP visto que se vão aplicar as regras do novo diploma de concursos que vai alterar o DL 132/2012.

Em 2015 vai abrir um concurso interno intercalar que vai permitir aos docentes dos quadros concorrerem para mudança de escola, QZP ou grupo de recrutamento. Neste concurso todos os docentes de QZP são obrigados a concorrer, bem como os que este ano entrem no concurso de vinculação extraordinária.

Na mesma altura do concurso interno intercalar será realizado o concurso externo anual para dar cumprimento ao limite de 5 contratos anuais ou 4 renovações da alteração efetuada ao novo diploma de concursos.

Para este concurso externo anual são candidatos em 1ª prioridade os docentes que têm cinco contratos anuais, completos e sucessivos no mesmo grupo de recrutamento (nº 2 do artigo 42º). Contudo, não há impedimento de todos os docentes contratados poderem candidatar-se neste concurso, desde que sejam profissionalizados (aplicam-se as prioridades do DL 132/2012 com a alteração produzida no novo diploma de concursos). Não havendo impedimento de todos os docentes concorrerem neste concurso, as vagas de QZP serão abertas apenas em função do número de docentes que cumprem os limites de renovações ou de contratação sucessiva e como estes concorrem em 1ª prioridade só deixarão vagas sobrantes se não concorrerem a nível nacional.

Já por várias vezes o MEC falou na possibilidade de haver novo concurso externo extraordinário em 2015. Se tal acontecer será necessário produzir nova legislação para esse concurso e em princípio será idêntica à do concurso externo extraordinário deste ano (mas isto são apenas suposições que não vale a pena perder tempo agora).

No caso de terem mais dúvidas podem coloca-las na caixa de comentários.

 

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Resumo da Semana 11 e Antevisão da Semana 12 do 2º Período

Nesta altura só os grupos 350 – Espanhol e 510 – Física e Química têm um número de horários em contratação de escola inferior ao 2º período do ano letivo anterior.

 

Neste segundo período já surgiram mais 769 horários em contratação de escola do que em todo o segundo período do ano letivo anterior. No entanto, em 2012/2013 o último horário em contratação de escola do 2º período tinha como data final de candidatura o dia 15 de Março e este ano devem surgir horários até final de março.

Semana 12

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RIP – João Ribas

Morreu João Ribas (Tara Perdida, Censurados)

 

 

 

João Ribas fez parte da minha vida musical, em especial no final dos anos 80, com os Ku de Judas, depois com os censurados e por fim com os Tara Perdida.

 

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Entrevista de Maria Filomena Mónica

A propósito do lançamento do seu livro “A Sala de Aula

 

 

Na Sic Notícias

 

 

Na TVI

 

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O Teste Intermédio de Matemática do 9º Ano

Já se encontra disponível no site do IAVE o teste intermédio de Matemática do 9º ano que foi realizado no dia 21 de Março de 2014.

 

Matemática – 9.º ano

 

Teste – Versão 1Versão 2 (Caderno 1 e Caderno 2)

Critérios de Classificação – Versão 1Versão 2

Grelha de Classificação [XLS]

 

Para encontrarem uma Proposta de Resolução do Teste Intermédio de Matemática de 9.º Ano podem visitar o site do Portalmath.

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Pedido de Divulgação

Venho por este meio solicitar a sua prestimosa colaboração no desenvolvimento de projecto relativo às atitudes dos professores de Educação Especial. Esta colaboração é da maior importância para mim, pois encontro-me a realizar uma pós-graduação em Educação Especial no ISCIA (Instituto de Ciências da Informação e da Administração), em Aveiro. Assim, solicitava se possível a disponibilização do inquérito, que se encontra no link abaixo descrito, de forma a que apenas os professores de Educação Especial o pudessem preencher
 

Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração – Formação para Projectos

 

Atenciosamente,
João Gabriel Martins Gonçalves Antunes da Inês

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Proposta Final do Diploma de Concursos

Foi apresentada a proposta final de alteração ao diploma de concursos que passa a considerar novamente que para a renovação de contrato basta a avaliação mínima de bom.

 

alínea c

 

Passa também a considerar horários anuais aqueles que possam ocorrer até ao último dia da abertura do ano escolar e que sejam até ao dia 31 de Agosto.

 

número 11

 

Finalmente, à terceira o MEC conseguiu resolver a redação do número 8 do artigo 7º que por duas vezes já considerei estarem erradas, aqui e aqui.

 

número 8

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2014/03/Diploma_de_alteraAAo_do_DL_n_A_132-2012_-_sindicatos_FINAL_20_03_2014.pdf”]

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Acho Bem

Ministério da Educação investiga utilização abusiva de escolas por privados

“Com a promessa de soluções milagrosas para o insucesso escolar dos filhos e de os preparar para o exame de inglês do Cambridge, utilizando técnicas de marketing irresistíveis, os pais assinam quase de cruz um contrato de fidelização de 36 meses”

 

 

O Ministério da Educação mandou investigar uma denúncia de alegada utilização de escolas por parte de empresas privadas que tentam vender formação de inglês para ajudar os alunos a fazer o exame do 9.º ano.

A denúncia surge em vários blogues, que descrevem situações que estarão a ocorrer em escolas públicas. Várias famílias terão sido convencidas a assinar contratos de fidelização de três anos com empresas privadas que se oferecem para ensinar inglês aos alunos que este ano realizam pela primeira vez o exame do 9.º ano do Cambridge. O Ministério da Educação diz não ter conhecimento destes casos, mas pediu à Inspecção-Geral da Educação para os averiguar.

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Quem Deu Esta Entrevista em 2011?

Agradeço ao Assistente Técnico o envio desta memória recente.

Antes de colocar o link da entrevista gostava de saber se sabem quem disse estas sábias palavras.

Profissão desgastante a nível psicológico

 

Correio da Manhã – Um estudo de Maria Alexandre Costa, do Instituto Superior de Engenharia do Porto, conclui que os professores não conseguem desligar-se do trabalho e recarregar baterias nos tempos livres, funcionando como “baterias viciadas”.

– A ciência vem demonstrando que há elevados níveis de stress na profissão docente, uma das mais desgastantes a nível psicológico. Mas a percepção social é a oposta, como se fosse uma profissão com muitas férias e pouco exigente.

– Como explica essa diferença?

– Decorre do desconhecimento em relação às dificuldades dos professores. A heterogeneidade dos alunos, a indisciplina, a falta de empenho. Há professores que fazem centenas de quilómetros para dar aulas e ficam esgotados. E quando vão para casa transportam a profissão consigo.

– Defende que devia ser uma profissão de desgaste rápido?

– Apesar de oficialmente a carreira docente ser especial dentro da Função Pública, na prática tem um tratamento idêntico. E as pressões exercidas nos últimos seis anos a nível social e governativo criaram mais dificuldades. As expectativas em torno da profissão são muito elevadas.

– Como superar o problema?

Reduzindo as turmas para um limite de 20 alunos; dando espaço e tempo para os docentes prepararem aulas na escola; dotando as escolas com psicólogos; dando estabilidade aos docentes, pois muitos não sabem se terão emprego no ano seguinte. Os docentes precisam de sentir confiança de quem governa e da sociedade.

– Com a crise actual não deverá ser fácil as coisas melhorarem?

– Sim, apesar de haver muito por onde cortar, para poder aplicar no essencial. Não faz sentido requalificações de escolas megalómanas. Há que investir mais nas pessoas e menos no cimento, reduzir os pequenos poderes intermédios e dar autonomia às escolas.

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Abaixo – Assinado – Tempo de Serviço Prestado em Creches

… no site do SPZN.

 

Realmente é incompreensível como no exercício de funções nas creches não é contabilizado o tempo de serviço aos Educadores de Infância.

Se até nas AEC, no IEFP e noutros organismos o tempo de serviço conta para efeito de funções docentes, faz realmente pouco sentido que a estes o tempo não seja contabilizado quando é obrigatório a presença de educadores de infância nas creches.

 

 

Contagem de Tempo de Serviço prestado nas Creches

 

Conforme é do conhecimento de todos, de há muito tempo que temos defendido, junto do MEC, sem qualquer sucesso, que o Tempo de Serviço prestado nas Creches seja contado para efeitos de concurso.
No âmbito da atual negociação continuaremos a insistir para que tal aconteça.
A fim de reforçarmos esta posição, solicitamos a todas e todos os interessados a subscrição e envio de um documento dirigido ao Provedor de Justiça, a fim de que as Educadoras, que o pretendam, o façam enviar a essa entidade e dele darem conhecimento ao Ministro da Educação.

Consulte aqui o documento: PDF

 

Sendo esta uma iniciativa do SPZN não me parece mal que educadores de infância de outras zonas do país também possam enviar este abaixo-assinado ao provedor de justiça com conhecimento ao Ministro da Educação.

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A Minha Previsão de Vagas para o Concurso Externo Extraordinário

É apenas um exercício de futurologia com base nas colocações em horário anual e completo pela DGAE, no ano letivo 2013/2014.

Mas o MEC ainda “está a  preparar uma lista detalhada daquilo que a tutela considera serem necessidades permanentes do sistema. Esse trabalho está a ser feito “em cada quadro de zona pedagógica, em cada grupo de recrutamento”, disse.”

Deve ser um trabalho MUITO EXAUSTIVO!

Depois quero comissão, ok?

Chamo atenção para o seguinte:

  • O quadro que elaborei não contempla as colocações em escolas TEIP e com Autonomia. E como essas escolas se situam maioritariamente nos QZP 1 e 7 pode ser possível que ainda exista um maior número de vagas nesses dois QZP o que levará a uma redução de vagas nos outros QZP.
  • O quadro tem uma construção técnica com base nas colocações deste ano mas pode haver outro tipo de decisões para a abertura das 2 mil vagas, refiro-me em especial ao grupo 910 que aqui tem mais de 1/4 das vagas totais e por opção política do MEC tal poderá não se refletir na realidade.

Por isso, este quadro vale apenas como um exercício técnico de futurologia e quando forem publicadas as vagas por grupo de recrutamento e QZP também não me admirarei se forem diferentes destas. Mas muito diferentes não devem ser.

 

 

Previsão de Vagas 2014

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Ligações Perigosas na Escola Pública

Enviado para o meu mail por docente de uma das escolas onde se está a passar a situação descrita.

Não tenho nada contra as pareceria entre a iniciativa privada e a pública, no entanto, caso seja verdadeira a informação, este tipo de contratos deve ser alvo de denúncia e investigação.

 

 

 

Como convencer famílias carenciadas a assinarem contratos de fidelização de 36 meses?

 

 

O “esquema” é simples:

– com a conivência de alguns Directores de Escolas Públicas, as famílias dos alunos começam por ser contactadas telefonicamente;

– “doutoras” extremamente simpáticas convidam as famílias a comparecerem na escola, durante o fim de semana e no horário mais conveniente;

– com tamanha disponibilidade e simpatia, debaixo do tecto da Escola Pública, ninguém duvida da idoneidade das empresas envolvidas e muito menos dos objectivos que se propõem atingir;

– com a promessa de soluções milagrosas para o insucesso escolar dos seus filhos e de os preparar convenientemente para o “importantíssimo” Exame de Inglês do Cambridge, utilizando técnicas de marketing irresistíveis, os pais quase assinam de cruz um contrato de fidelização de 36 meses com pagamentos por débito directo!

Sim, leu bem, 36 (trinta e seis) meses!!!

Durante 3 anos, aos sábados, os alunos irão supostamente aprender a estudar e aprender inglês. Tudo isto nas instalações da Escola Pública que, pelos vistos, ou não tem professores ou são uns incompetentes…

Todavia, levantam-se algumas questões. E se os alunos não gostarem? E se os resultados prometidos não surgirem? E se os pais ficarem desempregados? E se mudarem de escola?

A estas perguntas, uma das empresas responde assim: «No caso de não adaptação, será feita uma reavaliação pela Directora Pedagógica, conjuntamente com outros profissionais certificados com experiência e formação nas áreas de desenvolvimento e problemáticas da infância e adolescência, procurando uma solução mais adequada às reais necessidades do aluno.»  Ou seja, ninguém o mandou “assinar de cruz” sem primeiro saber se os quase 3000 euros  lhe fariam falta no futuro…

Espinho, Vila Nova de Gaia, Penafiel, Covilhã, Porto, Viseu, Lisboa, Vila Franca de Xira, Póvoa de Santa Iria, Almada e Portimão são apenas alguns exemplos de localidades onde a promiscuidade entre escolas públicas e empresas privadas parece ter-se instalado…

O Ministério da Educação e Ciência terá conhecimento disto? Quanto pagam, se é que pagam, as empresas privadas pela utilização dos espaços públicos? O que ganham as Escolas Públicas? Quem paga aos funcionários para manterem as escolas abertas ao fim de semana? E se o serviço for descontinuado, poderão os pais pedir reembolso aos respectivos directores escolares?…

Estas são apenas algumas das questões que, com a sua ajuda, eu gostaria de ver respondidas…

Atenciosamente,

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Previsível

No Palácio das Laranjeiras nada de novo…

 

 

 

“Nada de novo” – foi assim que Mário Nogueira caracterizou a reunião desta tarde (20/03) no MEC, dedicada aos concursos (revisão do DL 132/2012). De versão em versão, as propostas dos responsáveis do Ministério continuam a ignorar as matérias levantadas pela FENPROF, registando-se apenas alguns, poucos, retoques, e exclusivamente para emendar um outro pormenor – leia-se erro do MEC, que só admite discutir as questões que entende, rejeitando tudo o que apareça fora do “pacote” que impôs. Mesmo assim, a FENPROF mantém a sua postura positiva, de abertura ao diálogo, não afastando a hipótese de avançar, nos termos da lei,  para o pedido de negociação suplementar. O MEC insiste em não cumprir  um dos propósitos principais a que, alegadamente, se destinaria este processo negocial: a vinculação dos docentes no respeito pela Diretiva 1999/70/CE, do Conselho Europeu e em manter opções que, a não serem alteradas, agravarão inúmeras situações de injustiça, com destaque para a manutenção, como norma, da contratação de escola e para a não realização, em 2014, de um concurso global intercalar, com componentes interna e externa, uma reivindicação fundamental dos professores.

um regime de vinculação, por via do ingresso nos quadros e, consequentemente, na carreira, nos termos do que acontece no setor privado, ou seja, por norma, após 3 anos de serviço. Só desta forma será devidamente aplicada a Diretiva 1999/70/CE, no que diz respeito ao objetivo de evitar os abusos no recurso à contratação e relações laborais a termo. Ademais, importa ver também da aplicação do princípio da não discriminação do trabalho sujeito a contrato a termo, também ali definido como objetivo, algo que está longe de ter resposta nas propostas do MEC.
– Não sendo matéria versada no Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho, a FENPROF não deixa de reiterar, a propósito da aplicação da Diretiva 1999/70/CE, a necessidade de, com caráter de urgência, serem desencadeados processos negociais relativos a outros grupos de docentes, entre eles, os do ensino artístico especializado, do ensino superior e docentes sem grupo de recrutamento actualmente definido.

A FENPROF, recorde-se, defende um regime de vinculação, por via do ingresso nos quadros e, consequentemente, na carreira, nos termos do que acontece no setor privado, ou seja, por norma, após três anos de serviço. Só desta forma será devidamente aplicada a Diretiva 1999/70/CE, no que diz respeito ao objetivo de evitar os abusos no recurso à contratação e relações laborais a termo. Ademais, importa ver também da aplicação do princípio da não discriminação do trabalho sujeito a contrato a termo, também ali definido como objetivo, algo que está longe de ter resposta nas propostas do MEC.

A FENPROF sublinha também, a propósito da aplicação da Diretiva 1999/70/CE, a necessidade de, com caráter de urgência, serem desencadeados processos negociais relativos a outros grupos de docentes, entre eles, os do ensino artístico especializado, do ensino superior e docentes sem grupo de recrutamento actualmente definido. / JPO

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Previsível

Falta de resposta a questões prioritárias determinaram insucesso das negociações sobre concursos

 

 

 

 

Terminaram sem possibilidade de acordo, as negociações entre a FNE e o MEC sobre a alteração ao diploma de concursos. Ao fim de três rondas negociais, e após três versões da proposta, não houve aproximação significativa às questões essenciais que a FNE quis ver reconhecidas, embora representem evolução positiva que justificam a plena participação neste processo negocial.

A versão final mantém profundas divergências em relação ao entendimento do que deveria ser o conteúdo e os efeitos desta negociação.

A FNE considera que, uma vez mais, saíram defraudadas as expectativas fne_mec_20-03-2014_2 de milhares de professores que permanecem num clima de instabilidade, insegurança e total precariedade. O MEC continua a não garantir a vinculação de docentes que acumulam mais de três contratos sucessivos e de tempo inteiro, conforme é nossa reivindicação, com base no estrito cumprimento da lei aplicada ao setor privado.

O total desrespeito pela lista graduada, permitindo o acesso automático a lugares de quadro, sem ter em consideração as posições relativas entre candidatos, afastou a FNE da possibilidade de fazer qualquer tipo de acordo com a tutela.

 

 

Para a FNE, era essencial que este processo de revisão do regime de concursos proporcionasse:

  • condições defne_mec_20-03-2014_3 combate à precariedade,  estabelecendo o princípio de que uma quarta contratação sucessiva de ano inteiro e horário completo determinaria o direito automático a vinculação, em lugar de quadro, com os efeitos retroativos que o respeito pela lei impõe;
  • a anualidade dos concursos interno e externo, com todos os lugares vagos em concurso em simultâneo, evitando desrespeito pelas posições relativas entre candidatos;
  • o correto dimensionamento dinâmico das necessidades permanentes do sistema educativo, englobando todas as ofertas educativas necessárias ao crescimento das qualificações e à promoção do sucesso educativo de todos;
  • manutenção da reserva de recrutamento ao longo de todo o ano letivo, para situações transitórias e de curta duração;
  • total transparência nos processos em que fosse necessário proceder a contratação de escola;
  • plena integração dos docentes de ensino português no estrangeiro em todos os procedimentos concursais.

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Resumo Histórico de Datas da Vinculação Extraordinária

Para saber-se aproximadamente quando poderá decorrer o concurso de vinculação extraordinária em 2014:

 

Fim das negociações em 2012:

15 de Novembro de 2012

Aprovação do Diploma de Vinculação Extraordinária em Conselho de Ministros

20 de Dezembro de 2012

Publicação do Decreto-Lei 7/2013

17 de Janeiro de 2013

Início do concurso de vinculação

29 de Janeiro de 2013

Fim das negociações em 2014:

27 de Fevereiro de 2014

Aprovação do Diploma de Vinculação Extraordinária em Conselho de Ministros:

20 de Março de 2014

Publicação do Decreto-Lei XX/2014

??? (Última quinzena de Abril?)

Início do concurso de vinculação

??? (Será ao mesmo tempo do concurso para a contratação inicial – Maio, Junho, julho?)

 

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Estranho

Começou mesmo agora a primavera.

 

 

Primavera a 21 de Março? Não, amanhã hoje às 16h57

 

 

E pelos vistos, até 2050 nunca começará em 21 de Março.

 

 

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Depois das “Meias-Licenciaturas”

Temos…

 

Mestrados mais longos para quem quer ser professor

 

 

Novas habilitações para a docência e vinculação de 2000 professores aprovadas em Conselho de Ministros.

 

O Conselho de Ministros aprovou nesta quinta-feira o diploma que estabelece as novas habilitações que serão exigidas a quem quer dar aulas. O objectivo do Governo é aumentar a “exigência” e o “rigor” na formação dos docentes que saem das universidades e politécnicos para as escolas básicas e secundárias. Uma das novidades destacadas pelo ministro Nuno Crato é o aumento da duração dos ciclos de estudos dos cursos que formam professores.

Nuno Crato disse ainda, no final do Conselho de Ministros, que foi aprovado um processo excepcional de vinculação do pessoal docente, que deverá acontecer este ano e deverá abranger dois mil. “Este concurso é para este ano lectivo”, adiantou.

Para tal, está a ser preparada uma lista detalhada daquilo que a tutela considera serem necessidades permanentes do sistema. Esse trabalho está a ser feito “em cada quadro de zona pedagógica, em cada grupo de recrutamento”, disse. O anúncio de mais uma vinculação extraordinária tinha sido feito no início do ano. Trata-se da segunda, depois de já ter existido uma no ano passado.

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 20 de Março de 2014

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Divulgação – Petição APEPN

Em defesa da escola pública, e em particular, pela defesa das crianças que têm direito a uma educação de qualidade, que todos pagamos com os nossos impostos, a Associação de Pais da Escola Parque das Nações em Lisboa lançou uma petição pública para pedir ao Ministro da Educação a construção da escola que está aberta provisoriamente há 3 anos, com apenas metade das condições previstas. Não há refeitório. Não há ginásio. Só há metade das salas e metade do recreio (que tem de ser usado em turnos). Entre outras coisas que faltam.

 

Precisamos do máximo de subscrições para esta causa, que também é de todos.

 

PETIÇÃO COLETIVA – EBPN 2º FASE JÁ!

Por ser ainda possível, nesta data,desencadear e cumprir todas as formalidades processuais para que a 2.ª fase da obra de construção da Escola Básica Integrada [1|2|3] com Jardim de Infância Parque das Nações esteja concluída a tempo de evitar situações ainda mais dramáticas do que aquelas já atualmente vividas por crianças, alunos, pais e encarregados de educação no Parque das Nações, que seja tomada por Sua Excelência o Ministro da Educação e Ciência a decisão de início imediato do processo de concurso para adjudicação da obra de construção urgente da 2.ª fase da Escola, estabelecendo como prazo para a sua conclusão a data de 31 de agosto de 2015.

 

(demora 1 minuto, apenas!)

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Quarta Proposta do Diploma de Concursos

Que tem apenas uma nova redação no número 4º do artigo 11º não mudando em nada a forma de cálculo da graduação na educação especial.

Ver aqui a 4ª versão.

 

Passa a ser:

 

4 – Para efeitos da graduação profissional dos docentes de carreira com formação especializada em educação especial ao abrigo da alínea a) do n.º1 do artigo 56.º do ECD, é aplicado o disposto no n.º1, relevando para o efeito a classificação profissional da graduação obtida no curso de especialização, sendo considerado o dia 1 de setembro do ano civil em que o docente, nos termos da Portaria n.º 212/2009, de 23 de fevereiro, concluiu a formação especializada.

 

Deixa de ser:

4 — Para efeito da graduação profissional dos docentes de carreira com formação especializada em educação especial, ao abrigo da alínea a) do n.º 1 do artigo 56.º do ECD, é aplicado o disposto no n.º 1, relevando para a classificação profissional a graduação obtida no curso de especialização.

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A Quem Se Aplica a Mudança ao Índice 188?

A estes!

 

No fundo são aqueles que reúnem as condições para obter o 5º contrato anual, completo e consecutivo em 2014/2015.

Mas com a obrigação da renovação ser apenas para quem obtém a avaliação de muito bom já imaginam o que as quotas podem fazer a estes 1371 docentes, não já?

 

Quase a terminarem as negociações de dois diplomas de concursos fica-se com a certeza que o primeiro coloca grande parte dos professores dos quadros contra o concurso externo extraordinário (pela ocupação de 2000 vagas de QZP sem que possam a elas concorrer) e o novo diploma de concursos coloca docentes contratados contra docentes contratados, pela necessidade de obtenção de contratos anuais, completos e consecutivos para essa vinculação deixando docentes com mais tempo de serviço “impossibilitados” de ocupar vagas de quadro, coloca novamente docentes contratados contra docentes contratados porque apenas permite que os que estão próximos das condições para a vinculação de receberem pelo índice 188, enquanto outros com mais tempo de serviço ficam no índice 167.

Até neste diploma de concurso os docentes dos quadros se insurgem contra, pelo seguinte:

  • O concurso externo passa a anual com ocupação de vagas de QZP sem que a eles seja dada possibilidade de concorrerem;
  • Uns largos milhares de docentes dos quadros com 10 ou 12 anos de serviço que ainda se encontram no índice 167 serão ultrapassados por docentes contratados que podem ter apenas 4 anos de serviço (segundo as minhas tabelas existem 5 docentes contratados nestas condições);
  • A contabilização do tempo de serviço congelado afinal pode ser considerada para uns e não para outros.

 

Com todas estas injustiças não me admira que o MEC tenha cumprido o seu papel perante o tribunal europeu e que agora um elevado conjunto de professores impugnem estes dois concursos.

E não será isto que o MEC pretende?

 

 

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Blogosfera – Visto da Província

 

Levo sopa ou apanham-se moscas?

 

 

O requerimento abaixo seguiu hoje para vários agrupamentos de escolas que, nos últimos dias, publicaram resultados de concursos de oferta de escola.

 

Das 3, uma.
Respondem enviando os requisitos na devida forma e, em alguns casos, ficaremos a saber que muitas barbaridades dos concursos tem a cumplicidade dos membros dos Conselhos Pedagógicos que as deixam passar, sendo sua responsabilidade legal (e moral como professores) evitá-las mesmo se forem propostas por alguém.

 

Não respondem e não ligam e voltarei à carga com meios mais incisivos (talvez apresentando a alguns o interessante artigo 36º, nº1, c) e seus conexos do CPTA com quem alguns membros do governo da área de educação tomaram recentemente contacto e que considero vale a pena conhecer e estimar).

 

Desconversam: alegam que o pedido não pode ser feito assim e tem de ser assado ou que vão pedir orientações (o refúgio da malvadez administrativa) ou mais divertido que tem de perguntar se podem dar os documentos, etc. E lá recomeçará….

 

Uma coisa digo desde já atingi o ponto de não recuo nesta matéria. Os papéis que peço vou mesmo lê-los se existirem ou vai haver consequências se não for o caso.
O governo quer manter o espaço às vilanias dos critérios dos concursos?! Não vai mudar nada….Pois muito bem … Requerer documentos e verificar o processo de decisão pode ajudar muito a basear contestação e a mudar alguma coisa nos casos concretos.
Por exemplo, nas escolas em que usam critérios imorais, para lá de ilegais, o que disseram os colegas professores que estão no conselho Pedagógico?
A culpa do que se passa pode ser da acção de alguns diretores mas bem pior é a abstenção de quem pode atuar e se cala.
É banal dizer isso mas para que o mal triunfe, basta que as pessoas de bem se calem.
E tendo consciência dos limites graves da minha imperfeição moral não quero adicionar-lhes ficar calado.
Portanto, aqui fica o primeiro passo para se apurar qual o grau de culpa dos órgãos da autonomia pedagógica no que se passa com os critérios das ofertas de escola.

 

Texto de Requerimento enviado a diretores de escola

 

Ex.mo Senhor Director/ Presidente de CAP

 

No seu artigo 33º (alínea l) o decreto-lei 137/2012 de 2 de Julho estipula entre as competências do Conselho Pedagógico (das escolas ou agrupamentos de escolas) “definir os requisitos para contratação de pessoal docente, de acordo com o disposto na legislação aplicável”.
Esta competência não é meramente consultiva, é prévia à realização de processos de contratação ao nível de escola, é obrigatória e resulta claramente da lei referida que os requisitos definidos pelo Conselho Pedagógico subordinam a si os critérios que sejam operacionalizados em concursos concretos.

 

O exercício desta competência deve ser realizado nos termos legais em reunião do Conselho Pedagógico com registo da votação e transcrição em acta da votação.
Esse acto não pode ser substituído nem é suprido por documentos de definição de critérios emanados apenas do diretor/CAP ou dos júris, que são nulos se não fundados no documento do Conselho Pedagógico. Por maioria de razão, o facto de o diretor ser presidente do CP não contende com a necessidade de a definição dos requisitos ser feita pelo órgão em reunião, com registo da respetiva deliberação, não podendo o presidente substituir-se individualmente ao órgão a que preside.
Assim sendo, quer a ausência de definição de requisitos pelo órgão detentor da competência, quer a falta de adequação dos requisitos, que tenha definido, aos critérios concretos em uso na escola afecta gravemente a legalidade dos concursos realizados, num caso, por preterição de formalidade essencial e, no outro, por divergência material entre requisitos e sua concretização nos concursos.

 

A constatação dessas deficiências na aplicação do artigo 33º, l) resulta assim em potencial nulidade de seleções de pessoal efetuadas dessa forma, com graves consequências previsíveis em sede de impugnação.

 

Assim, estando a realizar um estudo sobre os processos de contratação de escola e da adequação das práticas nele implementadas à legislação e garantias por ela criadas, é importante verificar em que moldes os Conselhos Pedagógicos vem exercendo essa sua competência (quer na forma, quer no conteúdo e, mais ainda, se efectivamente a exercem).
Tal ainda se torna mais pertinente, sabendo de alguns casos em que o absurdo legal e moral de alguns critérios é bem patente, o que faz estranhar que tenham chegado a ser aprovados em órgãos com a massa crítica de conhecimento e capacidade de juízo autónomo que se sabe existir nos Conselhos Pedagógicos.

 

Assim, solicito a V. Exa. nos termos conjugados do Código Procedimento Administrativo e da Lei de Acesso aos documentos administrativos, o seguinte:

 

– que indique em que data o Conselho Pedagógico dessa unidade de gestão exerceu essa competência com efeitos para o ano lectivo de 2013/14 e se existe documento relativo ao exercício dessa competência;

 

– que faculte a consulta do documento em papel ou cópia em suporte eletrónico (acta de reunião e eventuais anexos) que traduza essa deliberação;

 

– ou indique a data e local em que possa ser consultado;

 

Por agora prescinde-se da consulta dos critérios operacionalizados nos concursos (subordinados, como se explicou, aos requisitos aprovados pelo Conselho Pedagógico), quer por serem nulos até se evidenciar a existência da definição dos referidos requisitos, quer porque, se existirem com base legal, devem poder ser obtidos no site do agrupamento/escola nos termos legais.
O presente pedido é formulado por via eletrónica, dado ser esse o meio legal estipulado para a candidatura aos concursos aqui em causa e não se entender qual possa ser o fundamento para a administração exigir a um cidadão, que pede acesso a documentos, um meio de formulação de pedido diferente, daquele que ela própria define, para os concursos em que esse documento se inclui.

 

Seja como for, mesmo que o presente pedido seja indeferido deve ser respondido na medida em que é formulado nos termos da legislação que garante transparência administrativa e o direito de acesso a qualquer documento relativo a um acto administrativo, tanto mais que nenhum dos pedidos solicitados abrange documentos excepcionados desse princípio (nenhum deles tem a natureza nominativa que impeça acesso ao signatário).

 

Pede deferimento e apresenta a V.Exa os melhores cumprimentos disponibilizando-se por este meio para qualquer esclarecimento adicional

 

Luís Miguel Sottomaior Braga

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Fino, “Examiners e Team Leaders”

Despacho n.º 4168-B/2014. D.R. n.º 55, Suplemento, Série II de 2014-03-19

 

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário

 

Define as condições de operacionalização do processo de classificação do teste diagnóstico de Inglês, bem como os deveres e os direitos dos professores classificadores

 

 

2. Para o exercício das funções de Examiner e de Team Leader, o professor tem direito a usufruir:

a) De dispensa da componente não letiva correspondente a vinte horas para a tarefa de classificação componente escrita do teste;

b) De dispensa da componente não letiva, majorada em 25% sobre o correspondente ao número de horas necessárias para a realização das sessões de avaliação e de classificação da produção oral que realize, de acordo com informação que será disponibilizada pelo IAVE, I.P. à escola;

c) Da possibilidade de gozar das dispensas anteriores em três momentos:

i. Durante o período previsto para a realização das sessões de avaliação e de classificação da produção oral, de 24 de março a 16 de maio;

ii. Durante o período que venha a ser definido para garantir as sessões de avaliação e de classificação da produção oral para os alunos que não se encontram a frequentar o 9.º ano de escolaridade;

iii. Terminada a realização das sessões de avaliação e de classificação da produção oral, nomeadamente no período após a conclusão das atividades letivas;

d) Da dispensa da componente letiva, a título excecional, por um máximo de dois dias (ou duas manhãs e duas tardes), para a realização das sessões de avaliação e de classificação da produção oral, caso não seja possível a sua realização durante o período da componente não letiva.

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É Previsível que Não Haja Acordo com o MEC

E a resposta da FNE de hoje adianta esse desfecho.

A não ser que muita volta dê o projeto de alteração ao diploma de concursos. O que também não é expectável.

 

 

FNE diz que MEC não atendeu a uma única sugestão sobre concursos de professores

O Governo tem estado a negociar com os sindicatos alterações ao diploma que regula os concursos de professores, voltando a reunir-se com as principais estruturas (FNE e FENPROF) na quinta-feira para a última ronda

O Ministério da Educação acaba de apresentar uma terceira versão para a revisão dos concursos de professores “sem atender” a uma única das críticas e sugestões apresentadas pela Federação Nacional da Educação (FNE), anunciou hoje a estrutura sindical.

“O ministério continua a insistir em introduzir no mecanismo de concursos fatores que conduzem à distorção da lista graduada nacional, promovendo a insegurança, a incerteza e a injustiça relativa entre os candidatos”, afirma a FNE em comunicado, na véspera de voltar à mesa de negociações.

De acordo com a federação, a proposta de diploma continua a não garantir a vinculação de docentes que acumulam mais do que três contratos sucessivos de ano inteiro e horário completo, conforme reivindicam os sindicatos, com base nos preceitos da lei geral.

Diz ainda a FNE que a proposta agora apresentada recusa também a anualização dos concursos interno e externo e permite mecanismos de acesso automático a lugares de quadro “sem consideração” pelas posições relativas entre candidatos, “desrespeitando desta forma a graduação dos candidatos e defraudando legítimas expectativas de muitos docentes que reúnem condições para serem colocados nas escolas da sua preferência”.

O Governo tem estado a negociar com os sindicatos alterações ao diploma que regula os concursos de professores, voltando a reunir-se com as principais estruturas (FNE e FENPROF) na quinta-feira para a última ronda.

“A FNE não deixará de assumir uma posição crítica em relação a estas propostas, procurando demonstrar que com elas não só não se conseguem mecanismos mais ágeis de colocação de docentes, como se promovem consequências fortemente negativas para aos candidatos”, lê-se no documento.

Em comunicado enviado às redações na terça-feira, o Ministério da Educação remeteu para quinta-feira declarações do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, sobre esta matéria.

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Coisas Boas

prenda dia do pai

 

 

prenda

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Por Curiosidade

Esta semana o número de horários na aplicação das contratações de escola chegou aos 10 mil.

Ou seja, 10 mil trabalhos desnecessários que terão ocupado milhares de horas às escolas e aos professores que se candidataram a estes horários.

E valeu a pena?

 

10 mil

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O Previsível Descongelamento das Carreiras Vai Acontecer em 2015

 

… curiosamente, ano de eleições.

 

 

Mas não só. A promessa também foi de descongelar as carreiras no fim da assistência internacional.

Mas, como já tem sido várias vezes afirmado, os salários não regressarão aos níveis de 2011. Para que tal aconteça os cortes provisórios serão tornados definitivos, é o que se suspeita com a tabela salarial única prevista para ser apresentado no final deste ano, apesar de Maria Luís Albuquerque hoje dizer o contrário..

Resta depois o tribunal constitucional dar como inconstitucional essa medida definitiva. Ao menos isso.

Mas haverá alguma margem para que os 6 anos, 4 meses e 2 dias de congelamento sejam considerados na nova tabela salarial? Se houver, as perdas definitivas serão traduzidas de imediato, pelo menos para a maioria dos professores, em ganhos salariais.

Este vai ser certamente um tema quente para o 2º semestre de 2014.

 

 

Maria Luís Albuquerque: Salários serão repostos com progressões

 

Maria Luís Albuquerque avisa que findo o programa de ajustamento, Portugal manterá uma restrição orçamental “muito activa”.

A ministra das Finanças reafirmou esta quarta-feira, 19 de Março, que os salários dos funcionários e pensionistas não regressarão aos níveis de 2011 e diz que a reposição dos cortes decorrerá “gradualmente”, com progressões na carreira. Essa é a “normalidade” a que aspira o Governo, afirmou Maria Luís Albuquerque esta manhã no Parlamento na Comissão de Orçamento Finanças e Administração Pública.

 

O Governo mantém que os cortes salariais serão temporários, mas sinaliza que, restabelecida a “normalidade” do pós-troika na gestão orçamental nacional, a reposição dos rendimentos cortados desde 2011 será lenta.

“A normalidade significa que teremos medidas que serão temporárias”, mas também que “teremos de manter uma restrição [orçamental] que continua a ser muito activa relativamente ao montante que pode ser gasto em salários e em pensões”, avisou a ministra das Finanças.

 

“Não há um compromisso de voltar a esses níveis [salariais de 2011]”, afirmou, precisando que “a normalidade para os trabalhadores passa por haver perspectivas de progressão e acabar com o congelamento, para gradualmente chegarmos aos níveis de rendimento que existiam. Interessa abrir um horizonte de progressões, mas não é instantâneo”, disse. “A normalidade significa sair de uma fase de emergência para uma situação em que se abre um horizonte de progressão”, acrescentou.

 

A ministra das Finanças respondia a questões do PCP e do Bloco que Esquerda sobre os planos orçamentais para 2015 e anos seguintes, nomeadamente sobre o que poderia mudar na vida dos portugueses com o fim do programa de ajustamento. Maria Luís Albuquerque deixou claro que o rumo, que no seu entender começa a dar sinais positivos, é para manter, não antecipando qualquer flexibilização da disciplina orçamental que considera ter devolvido ao Estado.

 

“No dia 18 de Maio [dia após a conclusão do programa de ajustamento] não vai magicamente acontecer nada (…) mas passa-se por uma etapa e deixa-nos mais próximos dos objectivos que queremos para todos”, afirmou, salientando os últimos sinais positivos da economia e considerando que a conclusão do programa “dá sentido aos sacrifícios que pedimos aos portugueses que fizessem”.

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