Não discordo, mas vai sobrar para alguém…
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Jun 27 2015
Confesso que me perturba e assusta alguns discursos contra os pais. Não porque eu seja melhor, ou que tenha lido muito mais sobre psicologia, ou que seja mais simpático do que alguns colegas.
Na realidade muitas das lacunas que temos na nossa profissão resumem-se à falta de sensibilização na nossa formação inicial ou na formação ao longo da vida.
Antes de ser professor fui técnico comercial de vários produtos. Uma das empresas onde trabalhei tinha uma política de vendas muito agressiva. Um dos nossos maiores desafios era receber um cliente mal disposto e conseguir vender-lhe o produto. Quando isso acontecia comemorávamos o acontecimento com um banho de champanhe. Todos ambicionávamos esse momento.
Travar guerras com pais não nos leva a lado nenhum, ter pais como aliados leva-nos ao sucesso. Para isso não podemos ser agressivos no nosso discurso, mas temos que ser agressivos nos nossos objetivos.
Como é que eu posso ter os pais do meu lado? Esta pode ser uma boa pergunta para ajudar-nos a unir esforços.
Não compreender que ter os pais do nosso lado pode ser um passo para dominar a turma e querer dominar sem qualquer estratégia que não seja a ideia de que somos professores e que nos devem respeito, é estar num processo de negação.
Experimentar pela primeira vez pode não trazer resultados imediatos. É necessário ter abertura para falhar, mas como diria Samuel Beckett: “Tenta. Fracassa. Não importa. Tenta outra vez. Fracassa de novo. Fracassa melhor”.
Experimenta e descobre a diferença.
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Jun 27 2015
Ficam os “professores” sem o vencimento, os alunos sem aulas no próximo ano e as famílias com a “despensa” cheia.
Ai quando o “cheque ensino” for para a frente…
Marta Santos é terapeuta da fala. Dá apoio a crianças na escola de um bairro carenciado de Porto Salvo, em Oeiras. Ajuda crianças com dificuldades em soletrar determinados sons, crianças com gaguez e com problemas de expressão. Mas três crianças que acompanhou até agora não vão receber apoio no próximo ano lectivo, porque os pais não lhe chegaram a fazer o pagamento de vários meses de trabalho. “Faz-me muita pena e é revoltante”, desabafa, lamentando as consequências para os jovens das atitudes “menos honestas” dos pais. “Uma destas crianças até se abraçou a mim a chorar quando soube que não ia acompanhá-la mais, fez-me um desenho em que dizia que eu era a melhor amiga dela”, relata.
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Jun 27 2015
A aplicação do Recuso Hierárquico devia estar em funcionamento até às 23:59 de ontem, contudo, chegou-me mais do que um e-mail de quem estava a tentar submeter o recurso às 22 horas e já não o conseguiu fazer.
Se é anormal alguém deixar coisas destas para a última hora, mais anormal é a DGAE ter fechado a aplicação antes do seu termo.
Não deverão ser muitos a não ter conseguido submeter o recurso hierárquico, mas nem que fosse apenas um já merecia que eu fizesse este artigo.
ADENDA: por ter sido dito por outros colegas que às 23 horas conseguiram submeter o recurso, o mais provável é que quem não conseguiu submeter se deveu a problemas no acesso que os impediu se submeter.
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Jun 27 2015
Parece mentira, mas no dia seguinte ao fim do prazo das aceitações recebo sempre vários e-mails a dizerem-me que deixaram passar o prazo de aceitação e a perguntar o que devem fazer agora.
Neste momento a aceitação pode ser feita de forma presencial na escola de colocação ou na escola onde se colocavam à data da candidatura, no caso do concurso externo.
Diz o artigo 16º do Decreto-Lei 83-A/2014, de 23 de Maio.
Artigo 16.º
Aceitação
1 — Os candidatos colocados na sequência do concurso interno ou externo devem aceitar a colocação na aplicação informática a disponibilizar pela Direção-Geral da Administração Escolar, no prazo de cinco dias úteis.
2 — Os candidatos colocados na sequência dos restantes concursos devem aceitar a colocação na aplicação informática a disponibilizar pela Direção-Geral da Administração Escolar, no prazo de 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação, com exceção dos candidatos à contratação de escola, nos termos do n.º 3 do artigo 40.º
3 — Aos candidatos colocados nos concursos interno e de contratação é dada a faculdade de, dentro dos prazos indicados, poderem aceitar a colocação de modo presencial na sede do agrupamento ou na escola onde foram colocados e no caso do concurso externo, na sede do agrupamento ou escola onde se encontravam à data da candidatura.
Se fizeram essa “apresentação” a escola deverá conseguir proceder à aceitação pelo docente.
Mas se nem uma coisa nem outra fizeram sujeitam-se à aplicação do artigo 18º do mesmo diploma.
Artigo 18.º
Deveres de aceitação e apresentação
O não cumprimento dos deveres de aceitação e apresentação é considerado, para todos os efeitos legais, como não aceitação da colocação e determina a:
a) Anulação da colocação obtida;
b) Instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira com vista à demissão ou despedimento;
c) Impossibilidade de os docentes não integrados na carreira serem colocados em exercício de funções docentes nesse ano, através dos procedimentos concursais regulados no presente diploma.
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Jun 27 2015
Pais que fiquem com subsídio de educação especial incorrem em crime de negligência – Observador
Um ano presos apenas por Matemática – PÚBLICO
A escola é para ensinar | Notícias de Coimbra
PISA: quinze anos depois – PÚBLICO
Uma Agenda de Inovação para Portugal – PÚBLICO
Governo envia calendário escolar para publicação em Diário da República > TVI24
Ministério ultima protocolo com instituto chinês sob suspeita noutros países – PÚBLICO
Professores querem regime especial de aposentação > TVI24
Dgae não reconhece erros nos concursos de professores – fenprof – SAPO
Fenprof acusa MEC de financiar “interesses privados com dinheiros públicos”
Madeira anuncia vinculação de mais 194 professores no próximo ano letivo | Jornal da Madeira
Governo dos Açores nega encerramento de escola na Terceira e na Graciosa – Açoriano Oriental
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Jun 27 2015
Ministério da Educação e Ciência – Gabinetes dos Secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário
Determina o Calendário Escolar e o Calendário de realização das provas finais do ensino básico, do Preliminary English Test, dos exames finais nacionais do ensino secundário, das provas de equivalência à frequência e de afixação dos respetivos resultados para o ano escolar de 2015-2016
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/despacho-7104-a-2015.pdf”]
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Jun 26 2015
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Jun 26 2015
Viva! Hoje é sexta!
Continuando o post da semana passada, deixo-vos aqui mais alguns filmes de animação realizados por crianças e jovens, deixando novamente a nota que nos podem fazer chegar os projetos de animação que têm desenvolvido nas escolas. O primeiro caso é disso exemplo. Surgiu no comentário do post da semana passada feito pelo meu amigo Francisco Lança. O Filme, também importante para abordar conceitos da Matemática chama-se “As casas decimais” e foi realizado por crianças de 8 anos, turma do 3.º B da Escola da Lagoa, Ericeira. Com a colaboração da professora Ana Paula e orientação de Joana Imaginário e Francisco Lança.
A segunda animação, “Segue sempre por bom caminho” foi orientado pelo professor André Mantas e realizado por crianças do 5.º ano de escolaridade, tendo por base uma deixa do filme Anikibobó de Manoel de Oliveira.
Finalmente, apresento-vos algumas animações realizadas em diversos contextos (formais, não formais, com crianças, com adultos,…), mas todas elas orientadas pelos meus amigos Tânia e Ícaro (e o seu Bichinho de Animação). A não perder… o resultado do workshop de Cinema de animação TRANSVERSAL, realizado no Mercado Municipal de Espinho, no projecto VAZIO VISÍVEL. E… ainda a animação OLHÓ RESPEITINHO! (e making of)
Até à próxima sexta! Bom fim de semana!
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Jun 26 2015
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Jun 26 2015
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Jun 26 2015
Desabafo que me chegou sobre os contratos de 2014/2015 que AINDA NÃO FORAM ASSINADOS.
Colegas, mais uma vez aqui deixo a minha profunda indignação pela forma como os professores contratados, ou melhor, pseudo-contratados, pois contratos ainda não assinámos, têm vindo a ser tratados…
– Muitos estão a trabalhar desde o início do ano letivo e ainda não assinaram contratados!! Senhor Ministro??? Ouviu bem??? Ainda não assinámos contratos!! É ilegal!!
– Muitos de nós viram os colegas receberem o subsídio de férias e, no meu caso e penso que não sou caso único, não recebi!! Receberei posteriormente, pois há que fazer acertos (resposta dada na secretaria)!!!Até quando, os que nos representam, e falo nos sindicatos, nas organizações/associações e queixas já remetidas para o provedor de justiça, irão estar calados e pactuar com esta situação indigna, iníqua, antidemocrática…. e fico-me por aqui!!
Até quando??
Mas ao mesmo tempo existem homologações de contratos deste ano publicados em Diário da República, o que não deixa de ser estranho.

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Jun 26 2015
As tabelas seguintes apresentam algumas das alterações da 1ª prioridade relativamente à lista provisória. Houve muito mais alterações (tempo de serviço, graduação, majoração, …), mas a falta de tempo impede-me de estudar os dados com algum rigor.
De qualquer maneira seguem 2 listas: (clicar nos links para obter as listas em pdf)
Estas alterações são a prova que as reclamações podem trazer mais alguma justiça a um concurso que se tem tornado, nos últimos anos, cada vez mais injusto.
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Jun 26 2015
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/L_ATITUDE-Edição-n.º-6.pdf”]
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Jun 26 2015
E o recurso Hierárquico.
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Jun 26 2015
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Jun 26 2015
O MEC não salvaguardou as legítimas expetativas dos candidatos, ao desrespeitar o princípio da graduação profissional para proceder às colocações de professores. Federação considera que devem ser corrigidas as perversões detetadas na lista
Face aos resultados dos concursos tornados públicos, a FNE não pode deixar de manifestar a sua mais veemente oposição e perplexidade, atendendo às injustiças que o mesmo contém, evidenciando o MEC uma insensibilidade total em relação às denúncias que a FNE em devido tempo anunciou como resultado das opções que o MEC estava a promover.
Ignorando uma posição de base fundada na lista de graduação nacional, o MEC não acautelou as diferentes situações concursais e legítimas expectativas dos candidatos. Por um lado, dos docentes que se encontravam providos em Quadros de Escola ou Agrupamento (QE/QA), por outro, dos providos em Quadros de Zona Pedagógica (QZP) e, uma terceira situação, dos docentes contratados que preenchiam os requisitos do artigo 42.º do DL n.º 83-A / 2014, de 23 de maio.
Cada um destes grupos de docentes tinha posições diferentes na carreira, nomeadamente em termos da sua graduação profissional, pelo que deveria ter sido objeto de um tratamento diferenciado.
No entanto, o MEC, ao optar por realizar este concurso em simultaneidade e tendo por base apenas uma listas de vagas diferenciadas para concurso interno (QE/QA) e outra para o concurso externo, criou situações de injustiça com efeitos irreparáveis e inconcebíveis à luz dos mais elementares princípios de justiça e equidade.
Na verdade, por insuficiência de vagas, os docentes dos QE/QA e QZP, com 17, 18, 19, 20 e mais anos de serviço, não puderam beneficiar de mobilidade de quadro escola, quadro de agrupamento ou quadro de zona pedagógica de provimento, onde já se encontram em muitos casos há mais de 13, 14 e 15 anos.
Em contrapartida, docentes contratados que vão completar em 31 de agosto deste ano de 2015, com cinco anos de serviço, viram ser-lhes aberta uma vaga em QZP, para onde os QE/QA, pretendiam mudar.
Esta situação, que é uma completa e incompreensível perversão da lista de graduação, para além de no imediato se traduzir numa injustiça inconcebível, tem efeitos para o futuro, uma vez que impede a mobilidade dos docentes do QE/QA para esse QZP, tendo em conta que as vagas criadas foram ocupadas pelos docentes contratados.
Esta situação tem de ser urgentemente reparada.
Para além disso, nem todas as vagas resultantes da mobilidade entre QZP e entre QZP/QA, foram integralmente recuperadas, o que se traduz também numa situação anómala e injustificada.
A FNE considera imprescindível e da mais elementar justiça que o MEC encontre uma solução para esta enorme iniquidade.
Porto,25 de junho de 2015
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Jun 25 2015
Parabéns, igualmente, a todos os que irão querer aparecer, nem sei o nome – sequer – do ministro ou obscuro secretário de secretaria dalgum estado, se é que existe qualquer deles!
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Jun 25 2015
… de ficar com todos os docentes (incluindo os da “casa”) colocados em lugar de quadro no concurso interno, mesmo não tendo lugar para mais ninguém nesse grupo de recrutamento?
…principalmente se não pediram esses lugares.
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Jun 25 2015
Umas vezes é porque são aulas a mais outras vezes porque são aulas a menos. Mas que seria preferível uma paragem a meio do 1º período, isso seria.
E já agora quem ficar colocado em horário pedido até ao dia 21 de Setembro de 2015 terá a sua colocação retroagida ao dia 1 de Setembro.
Jornal de Notícias (25-06-2015)
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Jun 25 2015
… aconselho a lerem o que diz a nota informativa de 6 de Março de 2015.
Também podem ler o que diz sobre a obrigatoriedade dos docentes QZP concorrerem na Mobilidade Interna.

Porque parece que por esta altura do “campeonato” ainda há muita desinformação a circular.
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Jun 25 2015
A boa notícia é a vinculação de mais 194 professores na região da Madeira que contrasta com a má notícia da redução de 1500 alunos na região.
E julgo que será apenas possível esta vinculação pelo escape dos docentes dos quadros da madeira para o continente. Segundo as minhas contas saíram das regiões Autónomas para o continente 310 docentes, mas não consigo precisar ao certo quantos saíram da Madeira.
Jornal i (25-06-2015)
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Jun 25 2015
Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro
Cria um projeto piloto de oferta do mandarim como língua Estrangeira III no currículo do ensino secundário, no ano letivo de 2015-2016
Deixo também este mail que me chegou e que terá sido enviado também para vários órgãos de comunicação social, com o título “Mandarim nas escolas – 500 alunos à mercê da ideologia do governo chinês“.
Boa tarde,As noticias vindas a público desde da última visita do Ex.mo Sr. Presidente Cavaco Silva à China têm-me levantado algumas preocupações. Junto envio provas documentais do que será referido.São vários os países que têm travado a proliferação dos Institutos Confúcio (IC), EUA, Suécia, França, Canada,…. entre outros. Alegadamente por estes serem um instrumento de softpower do governo chinês. Uma tese de mestrado de um aluno de Universidade do Minho, que estagiou no IC da mesma universidade no ano de 2014, também alerta para questões de instrumentalização política dos ICs (a tese encontra-se anexa a este email). A orientadora da tese (ou relatório), Drª Lin Sun Lam, foi Directora do IC dessa universidade durante 10 anos. Esta acabaria por apresentar a sua demissão do cargo após os problemas diplomáticos surgidos na conferência da EACS de 2014, que teve lugar em Braga e Coimbra. A Dr.a Lin Sun Lam é actualmente a Directora do Departamento de Estudos Asiáticos da Universidade do Minho.Nessa tese é apresentado um relato da pressão do governo chinês, através do Hanban que tutela os ICs, sobre um organismo independente (EACS), que viria a resvalar num problema diplomático entre a Republica Democrata da China e a Republica Popular da China. Este acontecimento, apesar de noticiado no wall street journal bem como outros jornais internacionais, não teve qualquer atenção da comunicação social portuguesa.No meu entender é preocupante que seja uma ex- Directora de um IC a reconhecer, indirectamente, o softpower da china aplicado através dos ICs. Não menos importante é a preocupação manifestada na mesma tese com o ensino do mandarim nas escolas, como instrumento da ideologia chinesa. Não podemos esquecer que teremos nas nossas salas de aula professores escolhidos pelo governo chinês (através do Hanban), pagos pelo governo chinês, a ensinar aos nossos alunos disciplinas curriculares cujos conteúdos programáticos serão elaborados pelos ICs, ou seja, serão da responsabilidade do governo chinês.Não se deverá confundir uma oferta extra curricular, como acontece actualmente, com uma oferta curricular, onde os alunos são avaliados como se de outra qualquer disciplina se tratasse. É evidente que os exames nacionais do secundário serão elaborados e classificados pelos ICs. Poder-se-à comparar esta implementação com a da Suécia, que elaborou um plano de 11 anos para introdução do mandarim nas escolas públicas, onde não existe qualquer intervenção do governo chinês. Qual o país ocidental que remete para outro país a responsabilidade de redigir os seus currículos através de uma entidade questionável como o IC/Hanban.No wikipedia são apresentadas outros casos que ilustram de que forma os IC são instrumentos ideológicos do governo chinês.Existe ainda a questão da relevância da introdução do mandarim. No contexto das relações empresariais entre a china e outros países, o Inglês é e continuará a ser língua em uso. A taxa de empregabilidade dos licenciados/mestres em línguas orientais, formados pelas universidades portuguesas, é reduzida, sendo estes precários. A dificuldade natural da aprendizagem do mandarim também se revela como um obstáculo à introdução dessa oferta curricular. Os bacharéis da universidade do minho (Licenciatura em Línguas e Culturas Orientais), por exemplo, após 3 anos com uma carga horária semanal de 12 horas, atingem, na melhor das hipóteses um nível B1/B2.Gostaria de esclarecer que estudei mandarim durante alguns anos, tendo um nível de proficiência da língua B1/B2. A China e a cultura chinesa não me são estranhas, pelo contrário.Peço a vossa atenção para o exposto, e espero que vos suscite interesse.Cordiais cumprimentos,
Juntamente com este anexo.
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Jun 24 2015
ou de Ética ou de Ordem.
Mas, não tendo havido nunca qualquer das cujas, …
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Jun 24 2015
De cada vez que surge um “problema” na educação, nova legislação, ou alguma outra luta que os sindicatos entendam enfrentar, a palavra União, vem como bandeira na frente. Mas a união é muito complicada…
Infelizmente, a nossa classe profissional não é unida, mas isto, todos sabemos.
Mas porquê?
Quando ouço apelos à união, geralmente, é mencionada a classe dos médicos, uma “comparação incomparável” com a nossa classe. É que, como um médico uma vez me disse, nós somos muitos, logo, nunca nos uniremos. A nossa “separação” em ciclos de ensino é, por si só, um entrave. Cada um defende o seu quintal com unhas e dentes.
O Pré-escolar reivindica o ano letivo a iniciar e a acabar nas mesmas datas com os outros ciclos. Pelo 1º ciclo fala-se das aposentações, monodocência, horários, entre outros. Os colegas do 2º e 3º ciclos, reclamam turmas com excesso de alunos, burocracia a mais, horários com furos e sem dias ou tardes livres, indisciplina… No secundário contesta-se porque, têm muitas turmas, os horários, o número de alunos por turma, a exigência que têm de ter, os exames e sua consequente correção… Todos têm as suas especificidades dentro das próprias especificidades.
Os exemplos dessa desunião são imensos e alimentados pelos responsáveis governamentais, mas nós, também responsáveis e os primeiros a alimentar essa desunião. “Cada um puxa a brasa à sua sardinha”… são os professores de Português a reclamar mais tempo letivo para a sua disciplina, porque as metas assim o exigem. São os professores de Educação Física a desaprovar que a sua avaliação não tenha o peso que as outras têm, são os professores contratados a ter que realizar a PACC… É o olhar para o lado e apenas encher a boca com a palavra união quando nos convém. Mas não fica por aí. Depois há a crítica que, na maior parte das vezes, nada tem de construtiva. Os professores do 1º ciclo dizem que no pré-escolar a motricidade não foi bem trabalhada. Os professores do 5º ano reclamam, que as matérias do 1º ciclo não foram bem consolidadas. No 7º ano, não entendem como os alunos chegaram “ali”. No 10º ano, porque deviam ter ficado no 9º ano. Entre colegas a crítica fácil, está sempre na ponta da língua. Nós, professores, somos os transmissores de cultura, mas com este tipo de atitude, que cultura se transmite? Estamos prontos a apontar o dedo ao colega do lado, para provar aos outros que somos bons, não, melhores do que eles, mas afinal não somos todos professores? Não temos todos, o mesmo objetivo? Ainda ninguém reparou que, com este tipo de atitude, estamos a dar razão àqueles que fazem do ataque à profissão, um desporto? Acima de tudo, como professores, temos de ser pedagogos, se queremos “criticar” temos de o fazer de forma construtiva, para nos destruir, já temos o MEC.
A nossa desunião resume-se à competição a que nos submetemos entre pares e à defesa do indefensável. Enquanto não respeitarmos as diferenças entre ciclos de ensino, não conseguiremos a dita união. Enquanto não olharmos para o lado para ver um colega e não um professor contratado ou um do quadro, não nos uniremos. Sejamos realistas, só nos unimos quando a causa é transversal a todos. Exemplo disso foi a manifestação dos 100 mil professores mas, até nessa altura, havia quem divergisse da causa.
Não se iludam, a desunião da classe é a força que move a bola de neve que tem descido a encosta. O MEC espera-a e fomenta-a. Aos sindicatos, de certa forma, interessa…
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Jun 24 2015
… de docentes que se apresentaram na escola de colocação no Concurso Interno e foram informados que a escola não tem componente lectiva para lhe entregar em 2015/2016.
Espero que a escola também saiba que não é por estes docentes terem sido os últimos a entrar na escola que terão de concorrer à Mobilidade Interna.
A escola terá de fazer uma lista de graduação interna e no caso de não haver voluntários, serão os menos graduados a ter de concorrer, independentemente de terem entrado agora ou não.
E os QZP colocados na escola não podem ser considerados nessa lista visto que terão obrigatoriamente de ser candidatos à Mobilidade Interna.
Acho que neste momento as escola estão a tentar proteger os professores da casa e ainda não se aperceberam que não o podem fazer.
A ver vamos no que isto vai dar.
E se o MEC abriu vagas que as escolas não pediram, nenhum professor da “casa” ou “novo” tem culpa disso.
Por isso façam a vontade ao MEC e arranjem componente lectiva para todos. E se a IGE vier chatear muito atirem as culpas para o próprio MEC.
Ai se fosse comigo.
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Jun 24 2015
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Jun 24 2015
O próximo quadro apresenta de que grupo de recrutamento provêm os docentes colocados no concurso interno.
A coluna representa o grupo de colocação e a linha o grupo de recrutamento de provimento.
Como se esperava o grupo de recrutamento com mais colocados provenientes de outro grupo de recrutamento foi o da Educação Especial 1 onde 343 docentes vieram do 1º ciclo e 127 do pré-escolar.
Para abrir o documento em formato pdf clicar na imagem.
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Jun 24 2015
O processo deste ano para a BCE está bastante mais simplificado, contudo acredito que muitos erros do ano passado vão voltar a repetir-se.
Os erros desta vez não terão a ver com o processo de candidatura, mas sim com o processo de colocações. Não cabe na ideia de ninguém que possam decorrer dois concurso em simultâneo onde um deles pode ser impeditivo de se obter colocação no outro. E se calhar nem na cabeça do MEC cabe essa ideia absurda e o que pode voltar a acontecer são colocações simultâneas que poderão criar alguns problemas no início do mês de Setembro.
Tendo em conta o aproximar das eleições legislativas, a BCE pode de novo vir a ser um problema para o governo se voltarem a acontecer atrasos nas colocações. E se calhar por isso, o atraso numa semana na abertura do ano lectivo 2015/2016.

Da nota informativa de ontem:
– O(a) diretor(a)/presidente da CAP, deve utilizar os três critérios mencionados no n.º 7 do art.º 39, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho, podendo repetir parâmetros de avaliação, mas não ultrapassando um máximo de oito.
a) Avaliação de desempenho (ao abrigo do Estatuto da Carreira Docente)
b) Experiência profissional
c) Habilitações e formação complementar
a. Área da docência, ou seja, áreas do conhecimento, que constituem matérias curriculares
nos vários níveis de ensino;
b. Prática pedagógica e didática na docência, designadamente a formação no domínio da
organização e gestão da sala de aula;
c. Formação educacional geral e das organizações educativas;
d. Administração escolar e administração educacional;
e. Liderança, coordenação e supervisão pedagógica;
f. Formação ética e deontológica;
g. Tecnologias da informação e comunicação aplicadas a didáticas específicas ou à gestão
escolar.
Sublinha-se que os mecanismos de seleção e ordenação destinados à constituição da Bolsa de Contratação de Escola, traduzem-se na criação de uma lista ordenada de candidatos que preenchem os requisitos legais de admissão, disponível para o recrutamento imediato dos docentes necessários ao preenchimento de necessidades, que surjam desde o início até ao final do ano letivo 2015/2016.
8. Ponderação
Cada AE/ENA atribui aos critérios de avaliação (avaliação de desempenho docente, experiência profissional e habilitações/formação complementar) as ponderações adaptadas à realidade do AE/ENA.
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Jun 24 2015
E que a resposta a este recurso seja breve, muito breve.
Porque não se admite brincar assim com a vida das pessoas.
Desaparecemos da lista de colocações como que por encanto Na passada sexta feira saíram na internet o concurso de pessoal docente para o continente.
Ao abrir as listas definitivas lá estava eu o meu numero, a minha graduação, a minha validação tempo de serviço, tudo direitinho, qual não é o meu espanto ao abrir as listas de colocações o meu nome desapareceu…. eu era o 290 e nas colocações colocaram o 289 e o 291 o meu simplesmente tinha desaparecido.
Contactando outros colegas verificamos que a situação se passava com mais e mais e mais…. começamos a desaparecer no numero 26, depois 261 depois 290 e por aí adiante, 1000 …..
Somos todos das regiões autónomas dos Açores, queremos voltar à nossa terra Natal e o ministério da Educação faz-nos desaparecer como por encanto.
Claro que sabemos que temos 5 dias para reclamar, situação já efetuada por todos nós, e esperamos agora que seja reposta a legalidade, que quem cometeu o erro o assuma e nos coloque na escola a que temos direito por classificação profissional e tempo de serviço. Somos todos do quando de Escola das Regiões Autónomas e só queríamos mesmo era ficar junto das nossa famílias no continente português.
E agora a quem vão imputar a culpa? Há culpados? Ou simplesmente tratou-se de erro informático?
Precisamos que nos digam, pois a frustração é muita…. ao fim de 28 anos nos Açores querer voltar à minha terá Natal é crime?
Não é fazer–se justiça … só quero isso, que se reponham as listas e nos coloquem o mais breve possível, pois estar nas lhas implica a mudança com uma logística diferente. ,
Fernanda Manuela Ferreira Bacalhau
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Jun 24 2015
Após alguns problemas na conversão do pdf para excel, penso que finalmente esse assunto está resolvido.
Segue abaixo a lista de ordenação com os candidatos colocados “pintados” de verde. Podem usar os filtros para procurarem aquilo que vos interessa. Brevemente mais informações….
Clicar na imagem para descarregar o ficheiro em excel.
NOTA: Os candidatos colocados estão identificados a verde se ficaram no mesmo grupo de recrutamento. A laranja estão identificados os candidatos que vincularam noutro grupo.
Em breve será atualizado o ficheiro pintando de uma outra cor a vinculação noutro grupo de recrutamento e a identificação do grupo em que vincularam. Atualizado às 22:05.
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Jun 24 2015
B ‐ Bacharelato
BFC ‐ Bacharelato + Formação Complementar
BFE ‐ Bacharelato + Formação Especializada
L ‐ Licenciatura
LFE ‐ Licenciatura + Formação Especializada
M ‐ Mestrado 2.º Ciclo do Processo de Bolonha
MFE ‐ Mestrado 2.ºciclo do Processo de Bolonha + Formação Especializada
O ‐ Outros
OFC ‐ Outro + Formação Complementar
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Jun 24 2015
Os professores são gente tratada pelo Estado, mesmo entre os funcionários públicos, como inferiores a aviltar.
Enquanto há gente que nem estuda, e com equivalências folclóricas ou turísticas acorda licenciado, os professores, que decidam estudar mais, encontram obstáculos em interpretações restritivas da lei e no seu Ministério (titulado da Educação), confortados por tribunais que aceitam olhar para o lado em relação à Constituição.
A primeira nota prévia sobre o que vem a seguir é que não sou licenciado em Direito (e, como verão, se quisesse, não podia, sendo professor). Logo não tenho realmente nenhum conhecimento técnico que me permita discutir direito com os tribunais. Mas sou povo e os tribunais administram a Justiça em nome do Povo. E como Povo (ignorante) gostava de entender melhor. Porque o Povo tem o direito de querer saber como os Tribunais chegam às suas conclusões e de fazer com que elas sejam discutidas. E já agora como o MEC gasta o seu dinheiro a litigar, supostamente em defesa do interesse público.
Comecemos pelo princípio do caso.
Há uns anos, a referência ao Estatuto do Trabalhador Estudante mudou no Estatuto da Carreira Docente, aplicável aos professores, e passou a constar uma condição para a sua atribuição que, na prática, permite ao patrão “Estado”, representado pelos Diretores de Escola, condicionar a matéria que os trabalhadores, que se candidatem às facilidades de horário para ir a exames e aulas, escolhem estudar.
Com a introdução de alterações, operada por iniciativa da nossa velha e prevaricadora amiga Lurdes e do muito assíduo compagnon Walter Lemos, passou a constar da lei, nos termos do que se dispõe no art.º 101.º/1 do ECD, que o Estatuto de trabalhador-estudante só pode ser atribuído aos docentes que frequentam o ensino superior com vista a obter grau académico ou pós graduação destinada ao desenvolvimento profissional da docência, isto é, “com vista a melhorar o seu desempenho enquanto docente” (na interpretação do Ministério).
O texto continua no blogue do Luís Sottomaior Braga com as seguintes abordagens
Estatuto de trabalhador estudante: como funciona para os outros trabalhadores?
Como uma coisa que não interessava nada está a dar problemas com apoio judicial….
O significado do caso e a necessidade de mudar a Lei
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Jun 24 2015
Ginásio 3x por semana, cursos de defesa pessoal, aquisição de equipamento de intervenção, tasers, etc…
A indisciplina terminava, mas também terminava o conceito de escola. Um professor não é um policia, e apesar de ser pau para toda a obra, o professor deve utilizar a sua principal arma ao lidar com as questões disciplinares – a inteligência.
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Jun 24 2015
Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro
Determina o número de créditos de tempos letivos a atribuir para o Programa de Desporto Escolar no ano letivo 2015-2016
1 — Para o desenvolvimento das atividades de desporto escolar, no ano letivo 2015-2016, é imputado à componente letiva o número de crédito horário global máximo de 21.800 tempos letivos.
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