O Programa da Coligação PSD/CDS

Tenho medo quando alguém diz isto.

 

Libertar os docentes da diversidade de tarefas burocráticas, passando pela redução e simplificação de procedimentos e pelo aumento da confiança na sua responsabilidade profissional.

 

 

Porque quando se diz que se vai libertar os docentes das tarefas burocráticas irá haver sempre mais dois papeis para isso.

 

clicar na imagem para ler o programa do PSD/CDS
psd cds

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Ao Cuidado do (Ainda) Ministro Nuno Crato…

DA RETÓRICA DA AUTONOMIA DAS ESCOLAS E DA INCLUSÃO

 

Como disse e bem o José Morgado no 8th Inclusive and Supportive Education Congress / Equity and Inclusion in Education:

“O MEC não confia nos professores”.

 

 

 

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Nota Informativa da Contratação de Escola

Aplicação disponível – pedido de horários de grupos de recrutamento do ensino artístico especializado da música e da dança e de horários de Técnicos Especializados

 

Destinatários

  • Numa primeira fase apenas poderão ser recrutados docentes para lecionação do Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança e Técnicos Especializados.
  • As Escolas Secundárias Artísticas (ESA) poderão colocar a concurso horários para os Grupos do Ensino Artístico Especializado da Música (Portaria n.º 693/98, de 03 de Setembro), do Ensino Artístico Especializado da Dança (Portaria n.º 192/2002, de 04 de Março) e Técnicos Especializados.
  • Os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas apenas poderão colocar a concurso horários para o recrutamento de Técnicos Especializados.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/07/Nota-Informativa-Contratação-de-Escola.pdf”]

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Abriu o Módulo Horários/Contratação 2015/2016

E já podem adicionar as vossas habilitações.

 

Será nesta área que terão acesso às contratações de escola 2015/2016 para os grupos de recrutamento que adicionarem as habilitações.

 

módulo

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Cheira-Me Que O Estudo Será Sustentado Sustentável

A questão não será a bicicleta e aterrar de guiador, mas o copiar/pastar, logo na primeira caractrerização do estudo:

Na TST: No documento estão incluídas medidas que o executivo entende como linhas de ação para a gestão da mobilidade e com as quais o Governo pretende gastar cerca de 3 milhões de euros num estudo de caractrerização para identificar o comportamento e ajudar a traçar o tipo de deslocações feitas por parte dos funcionários públicos.

 

No Económico: No documento estão incluídas medidas que o executivo entende como linhas de ação para a gestão da mobilidade e com as quais o Governo pretende gastar cerca de 3 milhões de euros num estudo de caractrerização para identificar o comportamento e ajudar a traçar o tipo de deslocações feitas por parte dos funcionários públicos.

 

Adoro a propagação da asneira. Discutam para aí quem jornaclrinizou caractrerizou o primeiro ovo!

 

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É Absurdo Mas é Mesmo Assim

De acordo com a página 16 do Manual de Candidatura quem valida a candidatura à Mobilidade Interna de um docente que mudou para QA/QE é a escola que ainda não tem o processo para validar esse concurso.

Porque automaticamente a aplicação assume no campo 

E a validação deste concurso já deve ser para a semana.

 

provido a 1 setembro

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Mais 8 Listas de Mobilidade Estatutária

 

29 Julho 2015

 

 

Mobilidade Docentes 2015-2016_ Associações de Índole Socioeducativa_DSRN

Mobilidade Docentes 2015-2016_Fundações e Misericórdias_art.º 67.º n.º 2.

Mobilidade Docentes 2015-2016_Hospitais e Unidades de Saúde_art.º 68.º

Mobilidade Docentes 2015-2016_Organização Social do Movimento das Pontes

Mobilidade Docentes 2015-2016_ Associações de Índole Socioeducativa_DSRN

Mobilidade Docentes 2015-2016_Associações e Organizações de Índole socio

Mobilidade Docentes 2015-2016_Colégios e Externatos_art.º 67.º n.º 2 c)

Mobilidade Docentes 2015-2016_Estabelecimentos de Ensino Superior Partic.

 

E mais duas da tarde

 

Mobilidade Docentes 2015-2016_Empresas do Setor Privado e Cooperativo_art.º 67.º n.º 2 alínea e)

Mobilidade Docentes 2015-2016_Escolas Profissionais_art.º 67.º n.º 2 c)

 

 

 

As restantes listas podem ser vistas aqui

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Crónica de Santana Castilho no Público

Um concurso cruel, um ministério podre

 

 

Nuno Crato não implodiu a casa que hoje comanda. Apodreceu-a.

 

 

Escrevo imediatamente após o encerramento do concurso de colocação de professores, designado por Bolsa de Contratação de Escola, roleta russa absurda que ditou o caos do início do ano escolar transacto, com milhares de alunos sem aulas por mais de um mês.

A evidente subjectividade dos critérios da edição deste ano (onde é possível a formatação de lugares por medida) dará uma cascata de ultrapassagens injustas de uns candidatos por outos, numa autêntica corrida de sobrevivência, marcada pela incompetência de um ministério podre.

Para um exíguo número de vagas, estamos em presença, uma vez mais, de uma lista de critérios imbecis, com que se pretende mascarar o único indicador sensato que poderia trazer um mínimo de seriedade e exequibilidade ao processo: a graduação profissional dos candidatos.

Para um exíguo número de vagas, antecipa-se um monumental número de reclamações, que terão por corolário um previsível atraso na colocação de professores, embora de menor dimensão relativamente ao que se verificou no ano passado.

Num inaceitável prazo de quatro dias úteis (22 a 27 de Julho, com um sábado e domingo de permeio), as escolas foram literalmente inundadas com pedidos de declarações de comprovação de dados, que os candidatos deveriam inserir na plataforma informática, através da qual concorriam.

É impossível conceber um quadro de respostas correctas para os parâmetros com que os candidatos foram confrontados. Quem foi prudente perante a constância das dúvidas (caso, por exemplo, da formação contínua creditada) e não arriscou vir a ser confrontado com “falsas declarações”, prejudicando-se, poderá ser ultrapassado por outros, mais ligeiros na interpretação dos dados.

Como resolver a impossibilidade (real) de comprovação atempada de circunstâncias (cargos e realizações), declaradas de boa-fé, há uma dezena de anos?

O exercício do cargo de director de turma foi ponderado de modo diferente em escolas diferentes.

Face à ausência de um quadro inequívoco de referência, a interpretação do que devia ser considerado “outras formações relevantes”, para cada grupo de recrutamento, tornou-se uma charada.

A desproporcionalidade entre funções exercidas é evidente (vale mais ser “coordenador”, por um dia, de um projecto inserido no Plano Anual de Actividades, que “colaborador” ou “participante” em vários, por toda a vida).

Uma “experiência” em projecto TEIP poderá valer uma colocação em 2015-16.

Este concurso, de complexidade inaudita, foi um escaparate de crueldade burocrática, que sujeitou milhares de cidadãos a processos tresloucados. O surreal esclarecimento prestado pela Direcção-Geral da Administração Escolar, sob a forma de “Aviso”, escassas horas antes do respectivo encerramento, depois de assistir passivamente à confusão instalada, prova-o para a posteridade.

Ao defender a BCE, com as repercussões que ela tem na vida dos professores que não têm influências ou cartão partidário, Nuno Crato devia responder ao que nunca respondeu:

– No contexto presente, com uma procura esmagadoramente superior à oferta, que instrumentos, em sede de BCE, garantem a contratação dos mais habilitados e experientes e a equidade no acesso ao emprego público, que a Constituição protege?

– Que dados concretos, que não impressões subjectivas, que disfuncionalidades objectivas aponta ao sistema, quando se contrataram os professores com base numa lista nacional, ordenada segundo a graduação profissional?

Mas este é tão-só um epifenómeno de uma estratégia política de degradação sócio-económica programada de uma classe profissional, demasiado numerosa e heterogénea para se unir eficazmente, com salários definitivamente reduzidos, progressão na carreira ad eternum suspensa e, agora, sob o cutelo contínuo da “mobilidade especial” e da “municipalização”. Insidiosamente, a conflitualidade e a sobrevivência impuseram-se comomodus vivendi predominante nas escolas. O objectivo de muitos, ante a pressão psicológica e emocional a que estão sujeitos (recorde-se, a propósito, um recente estudo de investigadores do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, onde é referido que metade dos professores portugueses sofre de stress, ansiedade e exaustão), é manter o salário a troco de subserviência hierárquica pouco digna.

Quando Nuno Crato puxou pela cabeça para ver como implodiria o ministério que sempre criticou, tinha duas soluções: ou motivava os professores, dignificando-os, ou proletarizava-os, balcanizando-os. Escolheu a segunda opção, a mais fácil, a que já vinha de trás. Precarizou-os, fiscalizou-os e limpou-os da última réstia de autoridade, dizendo, cinicamente, que lhes dava autonomia acrescida. Não implodiu a casa que hoje comanda. Apodreceu-a.

Professor do ensino superior ([email protected]

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FNE quer que sistema pré-escolar seja alargado aos zero anos de idade

FNE quer que sistema pré-escolar seja alargado aos zero anos de idade

A Federação Nacional de Educação (FNE) quer que o sistema pré-escolar seja alargado aos zero anos de idade e rejeita uma escola que “se limita a preparar alunos para exames”, disse esta terça-feira o secretário-geral, João Dias da Silva.

 

Numa conferência de imprensa, no Porto, que serviu para fazer o balanço da legislatura no sector da Educação e divulgar a agenda reivindicativa para os próximos quatro anos, a FNE defendeu como “fundamental” a revisão da lei de base do sistema educativo que estabelece, nos três anos de idade, a educação pré-escolar. “Não se trata de uma questão meramente conceptual, mas sim parte da convicção de que as crianças devem ser sempre acompanhadas por pessoas qualificadas“, disse o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva. O responsável referiu que a escolaridade média dos portugueses não ultrapassa ainda o 8.º ano, apesar da escolaridade obrigatória ter passado do 9.º para o 12.º ano, apontando que “isto significa que as ofertas educativas têm ficado muito aquém daquilo que é a imposição legal”.

“É difícil e tem sido difícil, mas também podemos dizer que a taxa de cobertura de crianças com quatro anos de idade já ronda os 80% (…). Entendemos que [a educação pré-escolar] deve ser antecipada. As crianças não nascem com três anos. A sociedade tem realidades novas. A escola não tem de resolver mas é preciso que a sociedade consiga resolver esses problemas”, disse João Dias da Silva, enumerando a precariedade no trabalho, as famílias monoparentais e o trabalho por turnos. A FNE considera que “uma educação pré-escolar feita com educadores de infância é a base de percursos educativos com sucesso”, numa altura em que, indicou o secretário-geral, Portugal apresentou neste “último ano elevadas taxas de retenção”.

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Provas Finais – 1.ª Fase

Provas Finais – 1.ª Fase

 

Resultados das provas finais dos 1.º, 2.º e 3.º CEB e do Ensino Secundário

1.º e 2.º CEB

Comunicado de Imprensa [pdf]

Resultados das provas do 1.º CEB e 2.º CEB [pdf]

3.º CEB

Comunicado de Imprensa [pdf]

Resultados das provas do 3.º Ciclo [pdf]

Distribuições de classificação de provas [pdf]

Ensino Secundário

Comunicado de Imprensa [pdf]

Resultados por disciplina [pdf]

Distribuição de classificações por tipo de aluno [pdf]

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Late Night Fafe

Afinal, este é o único poema.

 

 

recortada te vi no Sol Poente

caminhas p’ra mim, os olhos cintilam

reflexos loiros p’la aragem pululam

a ave no céu, voando dolente

 

voltam aos pombais os casais contentes

nuvem de aldodão que o Sol adormece

no escuro do mundo a alma estremece

já calaram as árvores – dormentes

 

olhos que serenam a noite fria

vai preenchendo vazios – tão bela –

do silêncio nocturno a melodia

 

amor, amor, ó amor, quem diria

que teriam à noite os olhos dela

mais brilhos e mais cor que o Sol de dia?

 

 

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15 Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências

Foram hoje promulgados em Diário da República os contratos Interadministrativos de Delegação de Competências na Área da Educação nos seguintes municípios:

Águeda;
Amadora;
Batalha;
Cascais;
Crato;
Maia;
Matosinhos;
Mealhada;
Óbidos;
Oeiras;
Oliveira de Azeméis;
Oliveira do Bairro;
Sousel;
Vila Nova de Famalicão;
Vila de Rei.

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Quem Ficou Colocado no Concurso Interno/Externo

Em QA/QE

 

Deve colocar no campo 2.2.1 o código da escola onde está provido a 1 de Setembro de 2015 e no campo 2.2.4, no caso de terem mudado de grupo de recrutamento, o código do grupo de recrutamento em que está provido a 1 de Setembro de 2015.
provido a 1 setembro

 

 

Em QZP

Se mudaram de QZP devem indicar no campo 2.2.3 o QZP onde estão providos a 1 de Setembro de 2015, mas no campo 2.2.3.1 indicam a última escola onde exerceram funções, porque será essa escola que vai validar a candidatura.

Se não mudaram de QZP colocam o vosso QZP de provimento e a última escola onde exerceram funções.

qzp 2

 

NOTA: os docentes das Regiões Autónomas que entraram em QZP no continente devem colocar no campo 2.2.3.1 a escola de validação que usaram no concurso interno/externo.

 

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Confirma-se o Problema

… que já tinha dado conta aqui.

 

Erro força centenas de professores a devolver subsídio

 

O Instituto da Segurança Social de Braga está a contactar os professores que lecionaram, entre janeiro de 2011 e junho de 2013, atividades extracurriculares no 1.º Ciclo, para procederem a uma retificação.

 

A medida – que vai obrigar centenas de profissionais a reembolsar o valor do subsídio de desemprego que receberam nesse período – é resultado de um erro da Câmara de Braga, que não declarou os descontos conforme um novo decreto regulamentar que foi instituído a 3 de janeiro de 2011.

 

 

 
A Federação Nacional de Educação defendeu que os professores que estão obrigados a devolver o valor de subsídio de desemprego que receberam, devido a um “erro” das câmaras, “não devem ser responsabilizados”.

 

FNE diz que professores não devem pagar por erros das câmaras

 

“As pessoas não podem ser prejudicadas relativamente aquilo que receberam como subsídio de desemprego, por um ato que não é da sua responsabilidade e que ocorreu, em alguns casos, há três ou quatro anos. Há uma consolidação do pagamento, devido a ter decorrido este tempo todo, que fará com que, na nossa perspetiva, as pessoas não tenham de repor essas importâncias”, disse o secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva.

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Um QZP É um Docente de Carreira

… a quem não é possível atribuir, pelo menos, 6 horas de componente letiva?

 

Sim, é.

 

E é Sim que devem colocar no campo 4.1.1

 

Se a pergunta podia ser mais clarificada? Podia, mas neste caso é apenas um pormenor.

 

 

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Não Há Declaração de Oposição à Mobilidade Interna

Não percebo como não aprendem de uns anos para os outros e é preciso nesta altura estar sempre a repetir o mesmo.

 

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Candidatura À Mobilidade Interna

Abriu a Mobilidade Interna até às 18 horas do dia 3 de Agosto.

E conforme previ, todos os docentes QZP, independentemente de terem obtido Mobilidade autorizada para 2015/2016, são candidatos obrigatórios a este concurso de Mobilidade Interna. Incluindo os que obtiveram Mobilidade por Doença. (6.2 da Nota Informativa)

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/07/Nota-Informativa-–-Candidatura-a-Mobilidade-Interna-ano-escolar-de-2015_2016.pdf”]

 

 

Códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo (EHT) e Horários disponíveis para MI – ano escolar de 2015/.pdf

Códigos de Estabelecimentos Militares de Ensino (EME) e Horários disponíveis para MI – ano escolar de 2015/2016.pdf

Códigos de Agrupamentos e Escolas não agrupadas Manifestação de Preferências MI – ano escolar de 2015/2016.pdf

Nota Informativa – Candidatura a Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016.pdf

Manual de Instruções – Candidatura a Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016.pdf

 

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Lista Provisória do Concurso Interno da RAM

No site do Madeirense.

 

Clicar na imagem para aceder à lista provisória.

 

CI RAM

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Mais vale rico que inteligente. Estudo mostra que família rica é fator mais importante para sucesso

As crianças que nascem e crescem em famílias ricas têm maior probabilidade de serem bem-sucedidas do que as crianças de famílias pobres, mesmo que as crianças desfavorecidas sejam mais inteligentes. A conclusão é de um estudo realizado no Reino Unido pela Comissão para a Mobilidade Social e Pobreza Infantil, revelado esta segunda-feira.

Redução do investimento público na Educação “obrigou” famílias a suportar mais custos

Estudo “A Austeridade na Educação” adverte que os “crónicos défices educativos e de qualificações poderão agravar-se com as atuais tendências de aumento das desigualdades”

Foram poucos os alunos que conseguiram passar depois de repetir os exames – PÚBLICO

Exames: aulas extraordinárias a Matemática de pouco serviram

Apenas 19% dos alunos conseguiram, na segunda fase, melhorar resultados e obter aproveitamento à disciplina para transitar de ano

Impala – Fenprof acusa tutela de não dar resposta a problemas graves do 1.º ciclo

SIC Notícias – Professores questionam colocações ao abrigo da mobilidade por doença

Porto Canal – Comprovativos exigidos geram os caos nas candidaturas de professores

Centenas de euros em manuais são um “pesadelo” anual para as famílias – PÚBLICO

Impala – Comissão que avaliou FCT defende lançamento faseado de concursos de bolsas científicas

FCT “segue a melhor prática internacional” > TVI24

Presidente da FEPS diz que “o Governo corrigiu um erro enorme que ele próprio criou” – Setúbal na Rede

O Mirante – Escola primária do Chouto vai continuar a funcionar

Projectos de alunos do Agrupamento de Escolas embelezam rotundas

 

“Em qualquer projeto de educação que haja no mundo, a JP tem de ser considerada” – SAPO Tek

‘Na ciência nunca ninguém deita dinheiro fora’

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O Universo Justificado Parcialmente

 

Atribui-se a classificação de Bom, pois nos termos do artigo 20º do Decreto Regulamentar número 26 de 2012, de 21 de fevereiro, embora a classificação seja superior a 8 (oito) situa-se abaixo do percentil 75 (8,628) calculado para o universo de docentes contratados do Agrupamento.

 Ipsis verbis, nem respirar sabem.

 

Gostaria de conhecer o restante universo protegido reconhecido, s.f.f., o desconhecimento presta-se a dúvidas medievas.

 

 

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Mais 3 Listas de Mobilidade Estatutária

27 Julho 2015

 

 

Mobilidade Docentes 2015-2016_Instituto da Cooperação e da Língua_Camões

Mobilidade Docentes 2015-2016_Programa_ERASMUS +_art.º 68.º alínea a).

Mobilidade Docentes 2015-2016_Cooperativas e Associações de Ensino Espec

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E Amanhã Começa a Mobilidade Interna

A partir de amanhã e até às 18 horas do dia 3 de Agosto decorre o concurso da Mobilidade Interna.

 

Este é um concurso mais simples, onde basicamente é necessário comprovar as habilitações e o tempo de serviço e manifestar preferências.

Enquanto não sair a nota informativa da Mobilidade Interna não posso garantir se os docentes QZP que obtiveram mobilidade por doença ou estatutária serão candidatos obrigatórios a este concurso. Mas se forem (e o mais certo é que sejam), serão retirados depois das listas.

Todos os docentes a quem não foi possível atribuir o mínimo de 6 horas de componente lectiva são candidatos obrigatórios à Mobilidade Interna, assim como todos os QZP (falta no entanto a confirmação do que disse em cima).

Quer uns, quer outros concorrem na primeira prioridade e podem manifestar preferências (na mesma prioridade) para outro grupo de recrutamento que possuam habilitação profissional. Podem, se entenderem, concorrer também na segunda prioridade, pois em meados de Agosto ainda podem ser retirados da primeira prioridade e assim mantêm-se em concurso.

Os docentes QA/QE que pretendam concorrer por sua iniciativa concorrem em segunda prioridade e também podem manifestar preferências por outro grupo de recrutamento.

Em ambos os casos são obrigados a concorrer primeiro ao grupo de recrutamento de provimento.

Mais informações amanhã, quando sair a nota informativa e o manual de candidatura.

 

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Terminou a BCE

Terminou às 18 horas em ponto a candidatura à BCE.

A partir deste momento quem não submeteu a candidatura está impedido de ser colocado em 303 Escolas/Agrupamentos ao longo do ano lectivo 2015/2016, este número representa mais de um terço dos agrupamentos do MEC.

Este terá sido, sem sombra de dúvidas, o concurso mais complexo alguma vez feito. Lembro-me de um parecido na sua complexidade que foi o concurso de acesso a professor titular.

Se este último concurso acabou por desaparecer, resta a esperança que em 2016 a BCE tenha passado à história.

Não se justifica a complexidade de um concurso destes se nem lugares pode haver para contratação em muitos grupos de recrutamento e escolas para as quais se andou agora a perder tempo.

Não me lembro de ver professores desesperados a fazer um concurso a acabar por desistir dele por não saber onde enquadrar as respostas aos parâmetros. Tudo isto é insano.

E se houver seriedade na análise das respostas acredito que a maioria dos candidatos que sejam colocados vão acabar por ver o seu contrato anulado por prestação de falsas declarações. Mas como as colocações vão ser feitas em altura de eleições, quase aposto que tudo será abafado.

Veremos.

 

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Aviso – Comprovação de Dados da BCE

Preocupem-se agora em submeter a candidatura.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/07/Aviso-Comprovação-de-dados-BCE.pdf”]

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A nova aplicação da DGAE para as entidades – Formação Contínua de Professores (Centros de Formação)

Apesar da legislação – o Decreto-Lei n.º 22/2014 – já ter saído a 11 de fevereiro de 2014, ao fim de quase um ano e meio é lançado na página da DGAE a Aplicação do Sistema de Informação da Formação Contínua para as Entidades Formadoras. O Artigo 21.º deste Decreto estabelece que é responsabilidade da DGAE a constituição de um sistema de informação. Ora, aqui está ele!

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Para que serve? Precisamente para todas as entidades, entenda-se, Centros de Formação que ministraram Ações de Formação para Professores, acreditadas pelo CCPFC, a registarem toda a formação realizada. Até aqui, tudo bem. Mas foi preciso quase um ano e meio para implementar a plataforma? Será que de alguma forma esta medida irá ou poderá futuramente colmatar confusões terríveis que agora estão a surgir com a formação nas BCE?

Mas há mais. Tendo a plataforma apenas sido disponibilizada no passado dia 23 de julho, sendo o limite para introdução de dados 31 de agosto, conseguirão todos os centros de formação inserir todos os dados, todas as formações e turmas realizadas este ano letivo? Convém não esquecer a quantidade de centros de formação existentes e o número de registos a criar (turmas e formandos, um a um). Pior ainda poderá constituir a impossibilidade de submeter dados pela obrigatoriedade de todos os formadores e formandos terem que estar registados na plataforma SIGRHE. É que nem todos os docentes que são formandos estão registados. Exemplo? O caso de docentes do ensino particular e cooperativo. Mais outro? Os formadores.  Há formadores que são docentes do ensino superior e outros que apesar de serem formadores acreditados pelo CCPFC nem sequer professores são. Não esquecendo que atualmente estamos a entrar em agosto, com quase toda a gente de férias. E se uma entidade ficar com formações pendentes, sem submeter, pois os formadores ou formandos não se inscreveram?

Acho que era fundamental uma prorrogação do prazo até 30 de setembro. Assim por assim, se em 2014 a legislação estava em vigor e nem plataforma havia, não será agora um mês a fazer qualquer diferença. Ou melhor, fará toda a diferença para a correta e completa inserção de dados, sem falhas ou eventuais omissões e impedimentos de submissão.

Finalmente, esta situação pode ainda colidir com outras ainda hoje aqui questionadas no blog sobre A completa confusão das formações na BCE uma vez que se a plataforma estiver de acordo com as novas áreas do Decreto-Lei n.º 22/2014 as formações estão acreditadas nas quatro áreas conforme plataforma e-Processos do CCPFC, da anterior legislação. Serão os Centros de Formação a decidir de plena autonomia essa nova “indexação” às novas áreas?…. Vamos ver…

Fica o Manual de Instruções da aplicação…

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/07/Manual_do_Utilizador_Sistema_de_Formacao_continua_Art21_DL_22_2014.pdf”]

 

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Serei o Único a Achar o Prazo Curto?

Porque mais ninguém falou ainda no prolongamento do prazo da BCE e começo a achar que eu sou o único a ver problemas neste prazo tão curto.

Mas acabando hoje o prazo pelo menos sei que amanhã terei mais descanso.

 

bce adiar

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Quase a Terminar a BCE

E neste momento ainda há mais dúvidas do que certezas nas respostas aos parâmetros.

 

Lembrem-se que a aplicação às 18 horas fecha e não poderão ser candidatos à BCE se não submeterem a candidatura.

 

No mínimo o prazo devia ser alargado até à próxima sexta-feira.

No máximo a BCE devia ser anulada.

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Ainda sobre a completa confusão das formações na BCE

Na noite de ontem foi aqui publicado um post a esclarecer sobre a correspondência da áreas de formação. No entanto, é grande a confusão que esta situação está a gerar. Como se dizia nesse post, no Despacho n.º 5418/2015, de 22 de Maio (ver quadro abaixo) faz-se a correspondência entre as áreas de formação previstas no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, e as áreas de formação relativas a legislação anterior à sua publicação, para efeitos de acreditação dos formadores. NOTE-SE: para EFEITOS DE ACREDITAÇÃO DE FORMADORES.

conversão

 

Todas as anteriores formações em Ciências da Educação correspondem agora à alínea c) e antes de 2014 não havia formações nas alíneas d), e) e f).

 

IMPORTA ESCLARECER (OU QUESTIONAR):

1. Vejam a imagem abaixo. A mesma apresenta um print screen feito hoje e que é válido desde que o CCPFC (Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua) implementou a plataforma e-Processos. Assim, FICA CLARO que ainda hoje se continuam a acreditar as ações de formação junto do CCPFC nas quatro áreas definidas pela anterior legislação;

Acred_acao_CCPFC

 

2. Na imagem que se segue, podem ver as quatro áreas definidas pela anterior legislação, anterior ao Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro. Aliás, até se torna curioso verificar no primeiro quadro apresentado neste post e referente ao Despacho n.º 5418/2015, de 22 de Maio que as alíneas das áreas b) e c) da anterior legislação até aparecem trocadas.

 

3. Mais. Se neste momento forem à página do CCPFC, podem descarregar o documento das áreas em que se pode solicitar formação e comprovar que está em vigor e que os pedidos de acreditação de formadores continuam a ser feitos nas áreas A, B, C ou D. Ver AQUI.

areas

 

Assim sendo, deixamos algumas NOTAS FINAIS:

1. Mesmo que os docentes contactem os Centros de Formação onde fizeram formação, o mais provável é que eles indiquem a área de formação tal e qual como foi feita pela anterior legislação até pelo facto de ainda hoje ser assim que as formações são enviadas para acreditação;

2. Uma esmagadora maioria de formações é acreditada na área C (pela legislação anterior ao 22/2014, claro) que é onde a maioria dos formadores têm certificado de formador;

3. Maior parte das correspondência da anterior área C deve agora enquadrar-se na B (ou então, menos casos, na A) do novo Decreto-Lei n.º 22/2014;

4. Mas esse enquadramento é feito por quem? Ninguém, ao que parece. As formações não foram acreditadas nestas novas áreas de formação definidas e nunca foi realizada uma nova alocação a outras áreas. Aliás, repita-se, continua-se a acreditar formações pelo anterior modelo e áreas;

5. Casos concretos que nos colocaram: e se for uma formação, por exemplo, “A utilização das TIC e das ferramentas Web 2.0 na disciplina xxxxxxxxxx”, nesse caso coloco a área G? A resposta é…….. Pois, nunca nenhuma formação foi acreditada para essa área “nova”. Possivelmente foi acreditada na área C antiga. Portanto, essa indicação é sempre à conta e risco dos docentes.

SUGESTÕES:

Deixamos aqui duas sugestões:

– A primeira será as entidades responsáveis equacionar esta situação que está a gerar uma BRUTAL CONFUSÃO que é mais do que fundada. Deve o próprio MEC/DGAE solicitar ao CCPFC o acesso digital aos registos de formação das formações e entidades. Nesta página é possível consultar registos de formadores (pelo documento de identificação) ou Entidades e Ações (necessário código da entidade) mas NUNCA É APRESENTADA a área em que cada formação foi acreditada. Pergunta-se o que irão fazer?;

– Aos colegas, resta a sugestão de não arriscarem nas opções e acreditar que possa prevalecer o bom senso e a razão de tamanha CONFUSÃO que se volta a gerar.

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A Mobilidade por Doença no Jornal Público

Destacamentos de professores por doença indignam colegas

 
Este ano, os professores destacados por doença, sua ou de familiares, chegaram mais cedo e estão a ocupar horários de escolas urbanas, que não serão colocados a concurso. A situação está a revoltar colegas, que exigem medidas ao Ministério da Educação.

 

Há docentes desconfiados e pedem intervenção de juntas médicas 

 

 

A chegada às escolas, em Junho, de professores que pediram destacamento por razões de saúde está a causar indignação entre docentes que também são do quadro e que temem ser atirados para estabelecimentos a centenas de quilómetros, por falta de turmas a que dar aulas. Em Coimbra e em Bragança, grupos diferentes de professores reclamam que o MEC sujeite a juntas médicas aqueles que viram os pedidos aprovados e um dirigente escolar de Macedo de Cavaleiros diz, mesmo, ter conhecimento “de situações muito duvidosas”.

De acordo com José Ricardo, da direcção da Federação Nacional de Educação (FNE), a novidade, este ano, resulta da antecipação dos vários concursos de colocação de professores e, em concreto, do que permite a deslocação por condições específicas, nomeadamente as de saúde, seja do próprio, seja do cônjuge, de ascendentes ou de descendentes.

Se normalmente estes professores chegavam às escolas em fins de Agosto ou durante o mês Setembro, quando o ano lectivo já estava a decorrer e os colegas se encontravam colocados, este ano surgiram a tempo de lhes ser distribuído serviço lectivo e tornaram-se, por isso, visíveis”, avalia o dirigente sindical.

Só em quatro agrupamentos do distrito de Bragança já foram colocados por esse motivo 260 professores. E aos estabelecimentos de ensino da cidade de Coimbra chegou cerca de uma centena, segundo Ana Paula Neves, umas das docentes que lançaram uma petição exigindo que os professores em mobilidade por doença sejam submetidos a junta médica para comprovação das declarações prestadas, uma possibilidade prevista na lei.

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A BCE na Comunicação Social

Possivelmente a única notícia que saiu sobre a BCE.

 

Ao Diário de Notícias falei no absurdo desta BCE e também disse que o prazo para este concursos é demasiado curto o que não se percebe tendo em conta que é o concurso mais complexo que alguma vez existiu e não conheço outro que o prazo tenha sido de 4 dias úteis.

 

Burocracias ameaçam concurso que deixou 35 mil sem professor

 

crato

 

Candidatura acaba hoje mas a exigência de comprovativos gerou “corrida às minutas” nas escolas. Em 2014 o concurso foi caótico.

Depois das confusões nas colocações de professores em 2014 – que obrigaram o ministro Nuno Crato a pedir desculpas no Parlamento e deixaram mais de 35 mil alunos sem aulas até ao final de outubro -, a bolsa de contratação de escolas (BCE) está novamente a gerar polémica. A fase de candidaturas, que arrancou na passada quarta-feira, chega hoje ao fim. Mas muitos professores continuam a aguardar que as escolas onde deram aulas no passado lhes enviem comprovativos de formações e atividades em que participaram, que são importantes para os seus processos de candidatura a outras unidades.

Até ao ano passado, para além das informações curriculares básicas, que constam dos seus registos biográficos, bastava aos professores indicarem informalmente que outro tipo de habilitações (ações de formação, coordenação de projetos, etc.) tinham, tendo depois de fazer prova dos mesmos às escolas.

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A Experiência Profissional no Grupo de Recrutamento

Mais uma resposta da DGAE no sentido do que tenho vindo a dizer.

 

experiencia

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Late Night Fafe

 

fui ontem ao monte semear espadas e bestas

de umas sementinhas a esconder nalgum Inverno via ebay

e já lá estavam em montaria  – quando cheguei

dei cinco estrelas às grevas porque seriam estas.

 

recortei um exórdio e um verso obtuso

e olvidei décadas de decassilábicos mudos,

aturei putos e ditos colegas e inúmeros profusos

e vejo aqui na causa fazer-se mecha em fuso,

 

isto tem de ser lido de outro modo

perceberá bem quem for Quasimodo

ou alguma besta que eu fosse semear

 

não interessa a causa, nem o mínimo lar,

se a coisa for vista aqui parcial como um todo

e a causa límpida se afogar no lodo.

 

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Correspondência das Áreas de Formação

Tudo isto é recente e é normal a confusão que se está a instalar relativamente às áreas de formação.

A imagem seguinte é retirada do Despacho n.º 5418/2015, de 22 de Maio que faz a correspondência entre as áreas de formação previstas no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, e as áreas de formação relativas a legislação anterior à sua publicação, para efeitos de acreditação dos formadores.

Todas as anteriores formações em Ciências da Educação correspondem agora à alínea c) e antes de 2014 não havia formações nas alíneas d), e) e f).

Qualquer interpretação diferente da que dei agradeço que seja corrigida se for caso disso.

 

 

conversão

 

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Resumo Do Fim-De-Semana

 

Isto da sede é um assunto complicado…

 

agagag

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Blogosfera – O Insurgente

 

Para ver quem tem razão teria de andar a fazer contas que agora não me apetece fazer.

Se alguém já as tiver feitas pode enviar-me para publicação, porque quando os números são divulgados pelo Mário Nogueira duvido sempre deles. É uma mania que eu tenho de desconfiar de quem quase nunca acerta neles.

E neste caso sou capaz de acreditar mais na notícia do Insurgente do que na que saiu no JN, pois o financiamento por turma ao EEPC foi reduzido de 81.023€ para 80.500€ e se a própria Fenprof diz que existem 15 turmas a menos então não pode haver aumento de despesa, antes pelo contrário.

Sim, a campanha eleitoral começou.

 

 

Um “exclusivo” JN de informação errada

 

 

JN

 

O Jornal de Notícias, num “exclusivo” jornalístico, descobriu que o Estado vai gastar mais 53 milhões de euros com as escolas com contrato de associação, já no próximo ano lectivo. A notícia até foi referida no telejornal das 13h na SIC. O problema é que a fonte “exclusiva” da notícia se chama Mário Nogueira e que a informação está objectivamente errada. Vamos por partes.

1. A notícia consta do seguinte: “O próximo ano letivo abre com mais 656 turmas com contrato de associação, uma despesa de quase 53 milhões de euros (…) Com este acréscimo de turmas abertas para os 5º 7° e 10º anos, no total teremos 1732 com contratos de associação a funcionar em 2015/2016, apurou a Federação Nacional de Professores Fenprof num levantamento que fez a nível nacional”.

2. Primeira falsidade: o número de turmas. O próximo ano lectivo não abre com mais 656 turmas com contrato de associação, nem há qualquer acréscimo de turmas. Pelo contrário: abre com um número total de turmas com contrato de associação inferior ao do ano lectivo anterior. Em 2014/2015, houve 1747 turmas; em 2015/2016, pela própria informação da Fenprof, haverá 1732. São 15 turmas a menos.

3. Segunda falsidade: o valor da despesa. Uma vez que não há acréscimo do número de turmas, não há aumento da despesa de 53 milhões de euros ou de 1 euro sequer. O que haverá é diminuição de despesa, até porque o valor pago por turma diminuiu.

4. Vou ser o mais sincero possível: não compreendo como é que uma “notícia” destas é publicada. Estamos em período pré-eleitoral, a única fonte dos dados (tanto o número de contratos de associação como a despesa) é o secretário-geral FENPROF (um sindicato de professores ligado ao PCP) e a informação não foi verificada – ou foi mal verificada, porque seria facílimo constatar que a notícia se apoia em informação errada através de dados do Ministério, informação publicada no relatório do Orçamento de Estado 2015 ou simplesmente cruzando notícias.

O Jornal de Notícias fica muito mal neste seu “exclusivo”, que mais não é do que uma encomenda da Fenprof. Eu sei que estamos em pré-campanha eleitoral e que a partir de agora é um vale-tudo. Que os partidos se comportem assim, é esperado. Mas que os jornais aceitem estas encomendas é tão incrível como inaceitável.

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A Formação Está a Dar Enormes Dores de Cabeça

Porque não é fácil enquadrar os vários certificados nas inúmeras alíneas pedidas pelas escolas.

 

Mas pior.

 

Pelo título da acção de formação a mesma pode ser enquadrada em mais do que uma alínea.

E se o docente colocar essa acção em várias alíneas e como as escolas desconhecem as respostas dadas aos parâmetros das outras escolas, imagino que uma acção de formação possa multiplicar-se e servir para mais do que uma alínea.

E quem vai descobrir isso?

Quase Ninguém.

(a não ser as escolas que pediram mais do que uma alínea, por isso, se usarem a formação em duplicado podem ser penalizados por prestação de falsas informações)

 

E viva a BCE.

 

Enviaram-me este documento, elaborado por uma escola mas que não tem qualquer valor legal, que enquadra as suas formações em algumas áreas de formação. Por aqui talvez fiquem mais conscientes em saber onde enquadrar as vossas formações.

Aconselho a abrirem este documento antes de me enviarem mais questões.

E para tirarem as dúvidas sobre os vossos certificados perguntem às entidades que vos deram a formação mais informações sobre o pedido de acreditação dessa formação. Porque só essas entidades vos sabem dar a resposta exacta a esta questão.

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Nova Funcionalidade no Mapa das Escolas

Acrescentei uma nova funcionalidade ao mapa que encontra-se aqui e que já permite escolher o melhor percurso entre a vossa casa e uma escola/sede de agrupamento.

Quando clicarem numa escola têm na última opção da escola o trajecto. Basta clicarem nesse link que irá abrir o mapa de percursos. Ainda não percebi a razão que no google chrome e no internet explorer aparece como a minha localização uma terra na Polónia e no firefox esta opção não funciona.

Deve ser esquisitices destas empresas.

Assim, aconselho a usarem o Chrome e/ou o Explorer para visualizarem este trajecto.

Apaguem a morada da Polónia e coloquem a vossa (se for num dispositivo móvel depois de apagarem essa morada basta clicarem na Minha Localização se o GPS estiver activo).

Depois de clicarem em “Partir Agora” podem ver os diversos percursos até à escola.

Num dispositivo móvel podem usar este percurso para chegar ao destino, bastando para isso clicar em “Iniciar Navegação”

iniciar navegação

Depois de experimentarem esta nova função digam de vossa justiça.

 

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O Que É A Experiência Profissional?

Já disse algumas vezes que a experiência profissional não está ligada ao tempo de serviço e que o facto de se ser director de turma ao longo do ano seja com horário completo ou incompleto tem de ser considerado o tempo de experiência de igual forma.

Um mail da DGAE enviado a um docente confirma o que disse.

Quantos erros estão a ser cometidos no preenchimento das minutas pelas escolas?

 

ts e tc

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Divulgação – “A Mãe da Maria”

Mãe de criança deficiente cria blogue para tentar ensinar o valor da inclusão

 

 

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Uma mãe com uma filha deficiente criou um blogue onde, pela partilha do dia-a-dia da criança, tenta passar o valor da inclusão a uma sociedade que não foi ensinada para a diferença.

Pelo caminho, Ana Rebelo, autora do blogue e mãe da Maria, quer também criar o Dia da Inclusão, um sonho que pretende ser o colmatar de uma lacuna nacional e europeia, já que existe apenas o Dia da Pessoa com Deficiência, com “um lado de tristeza”, em vez de se criar “uma ótima energia positiva, que é a inclusão”.

O blogue chama-se “A mãe da Maria” (http://www.amaedamaria.com/) porque é assim que esta mãe é conhecida, apelidada desta forma desde há 15 anos, depois do nascimento da filha mais velha, que nasceu com uma cromossomopatia rara, única no mundo, e a quem os médicos deram 48 horas de vida quando nasceu.

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Só Agora?

Estes atrasos já duram largos meses e por várias vezes já foi dito que encontrava-se praticamente resolvido o problema.
 

PM timorense dá instrução a Ministério da Educação para pagar salários em atraso

 

PM timorense dá instrução a Ministério da Educação para pagar salários em atraso

 

O primeiro-ministro timorense deu instruções aos Ministérios da Educação e das Finanças para que seja regularizado, de imediato, o pagamento de salários e componentes salariais de professores, estagiários e funcionários das escolas de referência.

 

Díli, 26 jul (Lusa) – O primeiro-ministro timorense deu hoje instruções aos Ministérios da Educação e das Finanças para que seja regularizado, de imediato, o pagamento de salários e componentes salariais de professores, estagiários e funcionários das escolas de referência.

O gabinete de Rui Maria de Araújo explica em comunicado que a decisão foi tomada numa reunião de urgência convocada por si no sábado em que participaram, entre outros, o vice-ministro da Educação, Abel Ximenes, e outros responsáveis educativos.

“O primeiro-ministro deu instruções ao Ministério da Educação para processar os pagamentos pendentes”, refere a nota acrescentando que as instruções visam “canalizar fundos do Orçamento do Ministério da Educação para cobrir o défice e, em 2016, para incluir o orçamento dos Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFÉ) na rubrica de transferências públicas para facilitar a sua implementação”.

Segundo informação do Ministério das Finanças será feita, na segunda-feira, “uma transferência do fundo de contrapartida para as contas” dos professores.

A reunião, explica o mesmo comunicado, “pretendeu resolver o assunto de atraso nos pagamentos de professores e trabalhadores dos CAFE”.

Nessa reunião, o chefe do Governo foi informado de detalhes sobre o “financiamento dos CAFE” (projeto apoiado por Portugal e Timor-Leste) feito através de um “fundo de contrapartida transferido para a conta da embaixada de Portugal em Díli” ou “através do pagamento direto à conta dos professores”.

Os atrasos devem-se, em parte, explica, a insuficientes fundos orçamentados para o projeto.

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