Category: Rui Cardoso

Ó Graça! Já leste este?

As crianças do 1.° ciclo não vão usar máscaras?

Crianças têm papel mais importante na propagação de covid-19 do que se pensava, diz estudo

As crianças têm um papel mais importante na propagação comunitária da covid-19 do que se julgava, com cargas virais superiores às dos adultos doentes, mas permanecendo assintomáticas, indica um estudo divulgado esta quinta-feira.

O estudo, da responsabilidade de investigadores do Hospital Pediátrico e do Hospital Geral de Massachusetts, Estados Unidos, é o mais abrangente com crianças com covid-19 feito até agora, tendo envolvido 192 crianças e jovens dos zero aos 22 anos. Dessas, 49 testaram positivo à covid-19 e mais 18 tiveram uma doença relacionada com o novo coronavírus.

Os resultados da investigação demonstraram que as crianças infetadas têm um nível significativamente mais elevado de vírus nas vias respiratórias do que os adultos hospitalizados nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) para tratamento de covid-19.

“Fiquei surpreendido com os elevados níveis de vírus que encontramos em crianças de todas as idades, especialmente nos dois primeiros dias de infeção“, disse Lael Yonker, autor principal do estudo.

“Não estava à espera de que a carga viral fosse tão elevada. Pensa-se num hospital, e em todas as precauções tomadas para tratar adultos gravemente doentes, mas as cargas virais destes doentes hospitalizados são significativamente inferiores às de uma ‘criança saudável’ que anda por aí com uma elevada carga viral SARS-CoV-2”, o coronavírus que provoca a covid-19, acrescentou

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Isto não quer dizer nada… sou só eu a imaginar coisas…

Ao menos desta vez estão a jogar pelo seguro… já nas escolas…

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Arruda dos Vinhos com horário duplo, para o ano letivo 2020/2021.

 

 

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Audição Escrita

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuarem audição escrita em conformidade com o disposto no art.º 18 do Decreto-Lei n.º132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor.

 

SIGRHE – Audição escrita

 

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Um alerta, que devia ser geral – Santana Castilho

 

Um alerta, que devia ser geral

A morte de George Floyd, estrangulado em público por um polícia, indignou o mundo. Há um par de anos, no auge de uma discussão política, um homem jovem, prosélito de Bolsonaro, matou pelas costas, com 12 facadas cobardes, um homem velho, apoiante de Lula e do PT. Alcindo Monteiro e Bruno Candé morreram na rua às mãos de fanáticos, porque não eram brancos. Por e-mail, um grupo nacionalista, a Nova Ordem de Avis – Resistência Nacional, ameaçou três deputadas e sete outros cidadãos, a quem deram 48 horas para deixarem o país. Recorde-se que a “Nova Ordem” foi um conceito político que fez escola durante o III Reich, proclamando a superioridade da raça ariana e o extermínio dos judeus, dos homossexuais, dos negros, dos ciganos e dos deficientes.
Nestes actos temos todo um programa de futuro, se nada for feito. Paulatinamente, as maiores atrocidades banalizam-se e na sociedade consumista em que vivemos tornam-se insuficientes as reacções dos que lutam por um viver mais solidário e mais justo. De modo falsamente complacente, assistimos a uma prática política, judicial e policial que permite a criação e funcionamento de organizações que professam e proclamam ideologias fascistas e nazis, coisa que o artigo 46º, nº 4, da Constituição, claramente proíbe.
É nisto que estamos, quatro décadas e meia depois de nos termos livrado de 48 anos do fascismo beato de Salazar? Quatro décadas e meia depois de Abril, o que falta fazer para recordar à consciência cívica da sociedade que sempre que a democracia recua avança a barbárie? O que há de comum entre estas manifestações do que de mais negro caracteriza a natureza humana, senão a desumanização de uma sociedade que retrocede mesmo naquilo que dávamos por adquirido e onde muitos chegam a negar o próprio holocausto?
No mundo, passámos o último século a constituir depósitos de armas sofisticadas e a engendrarmos estratégias fratricidas, que enriquecem poucos e desgraçam muitos. No mesmo oceano onde uns se banham em férias, morrem outros que fogem da guerra e procuram trabalho e pão para que os filhos sobrevivam.
As condições para que os movimentos populistas fortifiquem cresceram. A decantada luta contra a corrupção afirma-se incapaz de regenerar seja o que for. A mitomania de Trump e a bizarria de Bolsonaro fizeram escola e ajudaram a projectar os preconceitos. Os produtores das notícias falsas, que inundam as redes sociais, profissionalizaram-se ao jeito da Cambridge Analytica. É hora de nos opormos ao aumento de um sentimento generalizado de impotência democrática, entre nós irresponsavelmente ajudado pelas últimas decisões políticas.
A nossa incapacidade para analisar os riscos a que estamos expostos e a informação que temos à luz dos ensinamentos da história contemporânea é alimentada pela tendência para valorizar o que está facilmente disponível. Num rumo que devemos combater, quantas vezes teremos de ver os desmandos antidemocráticos, xenófobos e homofóbicos, que se vão multiplicando pela Europa, para nos darmos conta de que eles estão a chegar à nossa sociedade?
Aos portugueses pobres, aos portugueses que integram as diversas minorias étnicas da nossa sociedade, para além de uma economia que valorize o trabalho e promova o bem-estar colectivo, que não apenas o enriquecimento desmesurado do capital, falta uma justiça igual para todos, que sirva todas as culturas mas não tolere um só comportamento que ponha em perigo a coexistência pacífica entre cidadãos, a democracia e a Constituição, falta uma organização social e política liberta das clientelas partidárias e falta uma escola exigente, que anule as diferenças e não as agrave.
A facilidade com que a democracia tolera o uso de estereótipos e preconceitos racistas para estigmatizar e catalogar comunidades inteiras talvez seja o corolário da sua, até hoje, incapacidade para remover as desigualdades estruturais e crónicas da nossa sociedade, que favorece uns e discrimina outros. É redutor reduzir o problema à dicotomia clássica esquerda versus direita. Mas é urgente remover a extrema direita criminosa da equação e combater os seus argumentos intelectualmente primários e socialmente tenebrosos, remetendo-a ao bordel, que é, de descrença na humanidade.

In “Público” de 19.8.20

 

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Até o governo anda desgovernado com tanta legislação…

 

Governo mexeu na legislação laboral a cada dois dias durante a pandemia

Resposta legislativa à pandemia na área laboral é uma teia que já confundiu os próprios serviços do Estado. Entre leis, decretos, despachos e resoluções, saíram 88 documentos em cinco meses e meio.

 

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ANO LETIVO 2020/2021 – Nota Informativa – CONFAP

 

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Os alunos com doenças de risco terão tratamento diferenciado no próximo ano letivo?

 

Não, não terão.

Na reunião com o SE, um dos diretores colocou essa questão e a resposta foi esclarecedora do que vai acontecer.

“Boa tarde, prevê-se para o próximo ano letivo a obrigatoriedade de as escolas ministrarem alternativas à distância para os alunos que pertençam a grupos de risco atestado por um médico?

R: Não. Procede-se como com outros alunos impedidos de frequentar a escola por motivo de doença.”

Os alunos de grupos de risco não terão qualquer tratamento diferenciado. Terão que assistir às aulas conforme o plano de cada escola (presencial, misto ou E@D) como qualquer outro aluno, ou sujeitar-se às medidas já estabelecidas em anos anteriores por cada escola.

 

 

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Não deverá valer a pena andar a pedir declarações médicas para exercer em teletrabalho

 

Que fique desde já esclarecido que contra mim falo…

A legislação em vigor, Lei n.º 31/2020 – Diário da República n.º 155/2020, Série I de 2020-08-11, no aet.º 25.º, refere: Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.

Mas como já é do vosso conhecimento o SE, em reunião com os diretores, respondeu sempre com “Atestado”…

“Os professores que são de risco precisam pôr atestado médico ou basta a declaração médica?

R: Atestado

“Como se procede à distribuição de serviço a professores que apresentam certificado médico de pessoa de risco?

professores, e não “professores”

R: Se não podem assegurar o serviço, estarão necessariamente de baixa.”

“Como funcionará a aplicação da legislação do teletrabalho na educação.

R: Não se percebe como se concilia teletrabalho com o regime presencial.”

Infere-se por estas perguntas e respostas que a legislação, ainda, em vigor vai ser alterada e os professores de grupos de risco terão que apresentar atestado médico para não exercerem a sua normal atividade docente. Isso levará à sua substituição e nunca a outras formas de prestação do serviço docente.

Dito isto, as declarações médicas entregues até agora e as que estão na forja para ser entregues deixarão de ter o resultado pretendido.

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CONTRATOS DE NÃO DOCENTES COM TERMO A 31 DE AGOSTO SÃO RENOVADOS – FNE

CONTRATOS DE NÃO DOCENTES COM TERMO A 31 DE AGOSTO SÃO RENOVADOS

Uma delegação da FNE – Federação Nacional da Educação, constituída pelo Secretário-Geral e pelos Presidentes dos STAAE’s, Rita Nogueira, João Ramalho e Cristina Ferreira, reuniram com a Secretária de Estado da Educação a propósito de um Decreto-Lei que o Governo vai aprovar com vista à prorrogação dos contratos a termo resolutivo e que vigoram até ao dia 31 deste mês.
Com efeito, o Governo aprovou na generalidade, na reunião de Conselho de Ministros da semana passada, o decreto-lei que estabelece a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo celebrados com pessoal não docente das escolas da rede pública do Ministério da Educação, no âmbito da pandemia da Covid-19. Trata-se de uma medida excecional que permite o prolongamento do vínculo, ainda que precário, para que estes trabalhadores possam continuar a desempenhar funções nas escolas ao longo de todo o próximo ano letivo, e que só é possível no quadro da legislação que está em vigor para a situação que o país vive.
A FNE já tinha manifestado no mês de julho a sua profunda preocupação em relação à possibilidade de não renovação a inúmeros Assistentes Operacionais dos seus contratos que expiram a 31 de agosto próximo, o que entendíamos como um enorme desrespeito pelas pessoas envolvidas que se têm revelado essenciais para assegurarem o funcionamento das escolas e que portanto deveriam poder continuar a disponibilizar os seus conhecimentos e a sua experiência, tanto mais que continuam a fazer falta para que as escolas funcionem.
Apesar de saudar esta decisão, tomada num quadro excecional, a FNE sublinhou nesta reunião que uma tal decisão não deixa de manter estes trabalhadores numa situação de precariedade, prolongada por mais um ano, em vez de ser adotada a decisão que seria mais adequada, e que consistiria na determinação dos mecanismos que permitissem a vinculação destes trabalhadores.
Por outro lado, a FNE sublinhou que é imprescindível o reforço dos trabalhadores não docentes das nossas escolas, quer em termos de técnicos superiores (das mais diversas especialidades, incluindo particularmente os Psicólogos), quer em termos de Assistentes Técnicos e Operacionais. As exigências que se vão colocar ao funcionamento das escolas no próximo ano letivo, e desde o seu início, bem como o apoio que deve ser disponibilizado aos Alunos não se compadecem com constrangimentos financeiros que seriam inteiramente incompreensíveis em nome da saúde, segurança e promoção da equidade nas nossas escolas.
A FNE registou também que se torna imprescindível que, para um horizonte mais largo, se iniciem rapidamente negociações que permitam a revisão da Portaria de rácios, para que se determine o reforço que se torna imprescindível para que se garanta que todas as escolas disponham do número de trabalhadores não docentes para todas as suas necessidades.
Também foi assinalada pela FNE nesta reunião a necessidade de se trabalhar tão rapidamente quanto possível para a valorização destes trabalhadores, nomeadamente em termos de definição e clarificação dos seus conteúdos funcionais e em termos de formação contínua.

Porto, 18 de agosto de 2020
A Comissão Executiva

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Como se prepara o ano letivo na Figueira da Foz?

 

Escola da Figueira da Foz prepara regresso às aulas 

A Escola Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz, está a preparar o arranque das aulas em regime normal, mas já com um plano caso a situação piore e os alunos tenham de ficar em casa.

Neste regime misto, cada metade da turma tem uma semana de aulas na escola e uma semana em casa, sem alterações nos horários de professores e alunos.

Os intervalos vão ser mais curtos. Com pouco tempo para compras no bar, será pedido aos alunos que tragam lanches de casa. Para os almoços, serão criados dois turnos e haverá circuitos para circular na escola.

VER MAIS AQUI

 

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Pessoal não docente é insuficiente para garantir novas regras nas escolas

Sindicato: funcionários escolares são insuficientes para garantir novas regras

Os trabalhadores não docentes alertaram esta segunda-feira que faltam funcionários nas escolas para conseguir garantir as regras de segurança associadas à covid-19, lembrando que já antes da pandemia eram poucos e estavam sobrecarregados de trabalho.

Representantes da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFP) estiveram hoje reunidos com responsáveis do Ministério da Educação e voltaram a chamar a atenção para o facto de faltarem milhares de funcionários nas escolas, haver trabalhadores exaustos e de este ser um grupo profissional envelhecido.

Estes trabalhadores são fundamentais para que o sistema de proteção contra a covid funcione, mas a maioria das escolas tem falta deles. Algumas escolas não vão conseguir cumprir as novas regras em tempo de pandemia. Os problemas vão aparecer”, alertou Artur Sequeira, presidente da federação, em declarações à Lusa no final do encontro.

Sobre o aumento de mais 700 trabalhadores prometido pelo Ministério da Educação, Artur Sequeira diz que “não chegam sequer para cobrir os que se aposentaram no passado ano letivo”.

 

 

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IGEFE autoriza pagamentos a subidas de escalão de 1 de junho

 

Dizem-me que o IGEFE autorizou, hoje, os pagamentos pelo novo índice a quem subiu de escalão a 1 de junho.

Impressionante! Nós a pensar que em agosto íamos ser pagos pelo novo índice e afinal apenas era o mês de autorização… Estão lá todos! Parece que em setembro ou outubro vamos, finalmente, ser pagos pelos novos índices.

Não necessitam dirigir-se aos serviços administrativos, eles farão o seu melhor…

 

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Permutas

 

Encontra-se disponível até às 18 horas de dia 21 de agosto de 2020 (Portugal continental), a aplicação que permite aos docentes opositores ao concurso de mobilidade interna, efetuarem permuta.

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – permutas MI

Nota informativa – permutas

 

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Aceitação da Colocação e recurso hierárquico – mobilidade interna

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação em mobilidade interna, das 10:00h do dia 17 de agosto até às 23:59h de Portugal continental do dia 18 de agosto de 2020.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 17 de agosto até às 18 horas de Portugal continental do dia 21 de agosto de 2020.

 

SIGRHE – Aceitação de colocação e recurso hierárquico

 

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Aceitação da Colocação e recurso hierárquico – contratação inicial

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação da contratação inicial, das 10:00h do dia 17 de agosto até às 23:59h de Portugal continental do dia 18 de agosto de 2020.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 17 de agosto até às 18 horas de Portugal continental do dia 21 de agosto de 2020.

 

SIGRHE – Aceitação de colocação e recurso hierárquico

 

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A “guerra”, de sempre, dos números das colocações

 

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Sem máscara não entras…

 

O novo ano letivo já está a ser preparado e centenas de escolas estão agora, durante o mês de agosto, a testar as medidas a adotar já no próximo ano letivo. E o Ministério da Educação enviou esta semana às escolas as orientações para planificar o novo ano. Entre 14 e 15 de setembro, milhares de crianças e jovens regressam ao ensino presencial, mas os especialistas já deixaram o aviso de que em outubro é provável que chegue uma nova vaga de infeções, coincidindo com a reabertura das escolas. No campo da educação, Portugal já pode olhar para o resto do mundo e perceber o que está a ser feito, o que resulta e o que está a obrigar a dar um passo atrás.

Leia aqui o artigo na íntegra.

 

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Não vejo mal nenhum em os alunos higienizarem o seu local de trabalho

 

Tenho lido as mais variadas reações a esta medida anunciada por alguns diretores. Além de não lhes fazer mal nenhum consciencializa-os para o respeito pelos outros, por si próprios e pelo trabalho de quem ao fim do dia limpa o que eles deixam espalhado para trás.

A verdade é que criamos um sistema em que os nossos alunos não veem a sala de aula como um lugar seu, e isso vem de casa. Uma coisa é por falta de atenção entrar na sala de aula com as sapatilhas cheias de terra por não as limpar por falta de tapetes, outra é a preguiça de no final da aula levar os lenços, ranhosos, para o caixote do lixo. Mas não é só isso. É o apara-lápis com depósito que se abre e espalha pela mesa e pelo chão as aparas que por lá ficam, são os papeis que se atiram ao colega que se espalham pelo chão, é todo o tipo de “dejetos” que se encontram pelo chão de uma sala de aula que não são dignos de lá encontrar. As nossas crianças e jovens não estão habituadas a respeitar os espaços por onde passam ou onde vivem. Há sempre alguém que limpa atrás deles.

A educação, o civismo e o respeito pode passar por higienizar o seu espaço de trabalho depois de o ter utilizado, Noutros países é assim que acontece, qual será o problema em que o mesmo aconteça por cá? Fará isso com as crianças e jovens sejam menos que os que o fazem? Que geração estamos a criar?

“A prova mais dura para a nossa condição humana é esta invisível desagregação do ser, aceite como regime de normalidade; esta experiência avulsa de expropriação de si traduzida em tantas modalidades de exílio, face às quais nos tornamos conformistas e acríticos; estes magros recursos de que aceitamos dispor para atravessar a vida.”

Os comentários que li contra esta medida são, no mínimo, caracterizadores de uma sociedade niilista disfuncional.

Há que dizer o seguinte, sou pai, não terei qualquer problema que as escolas dos meus filhos os façam higienizar as suas áreas de trabalho, eu, em casa, peço a sua colaboração para muito mais que isso, todos têm as suas tarefas, é assim que vivemos em família e em comunidade.

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Para que os Encarregados de Educação/Pais comecem a ter uma ideia como vai ser o ano letivo

 

As escolas preparam-se para o início das aulas. A um mês para o arranque do próximo ano letivo, que começa entre 14 e 17 de setembro, as soluções para lidar com a pandemia de Covid-19 são variáveis.

Intervalos de cinco minutos, aulas a começar mais cedo e a terminar mais tarde, alunos a ajudar na desinfestação das salas e cantinas com serviço de takeway são algumas das mudanças previstas por diferentes escolas para o próximo ano letivo.

Neste momento, muitas escolas já concluíram os planos de funcionamento, enquanto outras ainda estão a ultimar os desenhos dos cenários possíveis, contou à Lusa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

Todas vão começar com ensino presencial, sendo que a qualquer momento poderão passar para um modelo de ensino misto ou à distância. Em setembro, “todas as famílias serão informadas de como será o próximo ano letivo, com a garantia de que estarão implementadas todas as condições de segurança para o regresso de todos à escola”, prometeu Filinto Lima, que é também diretor do agrupamento de escolas Dr. Costa Matos.

Algumas normas, como a definição de circuitos de circulação dentro das escolas, o uso obrigatório de máscaras ou a higienização dos espaços, serão regras para todos, mas existem soluções adaptadas às características de cada escola.

Muitos diretores decidiram alargar o horário de funcionamento, com as aulas a começar mais cedo e terminar mais tarde: “Em vez de 8:30, começam às oito e em vez de terminar às 18:30, acabam às 19:00”, explicou Filinto Lima.

Além disso, alguns vão encurtar os intervalos, passando a ter pausas de apenas cinco minutos entre as aulas, sendo o intervalo maior de dez minutos.

Estas duas medidas permitem dividir as turmas em turnos. Uns passam a ter aulas apenas de manhã e outros à tarde, uma solução que será mais aplicada mais a partir do 7.º ano de escolaridade.

No caso dos mais novos, as escolas não podem ter os alunos ocupados apenas metade do dia. “A escola também tem a função de acompanhar os alunos enquanto os seus pais estão a trabalhar”, lembrou por seu turno Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), acrescentando que a ideia foi logo posta de parte para os alunos do 1.º ciclo.

DURAÇÃO DOS INTERVALOS

Ao diminuir o tempo dos intervalos consegue-se também reduzir os ajuntamento fora das salas de aula. Mas estas são medidas com impactos negativos, tais como diminuir a capacidade de concentração.

Para Manuel Pereira, encurtar os intervalos “faz sentido no papel mas depois na prática não funciona: Os miúdos precisam de descansar”. Reconhece que podem fazê-lo dentro da sala de aula, mas fica a faltar a parte da socialização.

Outras escolas optaram por desencontrar os intervalos, para não haver concentração de alunos nos recreios, sabendo que o barulho provocado por quem está no seu período de descanso pode impedir a concentração de quem ainda está a trabalhar.

“NÃO EXISTEM SOLUÇÕES IDEAIS”

“Não existem soluções ideais”, desabafou Filinto Lima, sublinhando que os professores ainda estão a “navegar à vista”.

O que parece ser solução para uma escola pode ser impraticável noutra. No interior do país, há vários estabelecimentos de ensino que foram desenhados para acolher muitos alunos mas que atualmente têm poucos estudantes. Nestes casos, é fácil atribuir uma sala a cada turma, lembrou Manuel Pereira. Mas existem muitas escolas sobrelotadas.

Há escolas que decidiram que as cantinas passariam a ter apenas serviço de take away e os bares a “terem um acesso limitado”, acrescentou Filinto Lima.

Filinto Lima garante que as escolas estão a trabalhar para que em setembro esteja tudo pronto para receber os alunos em segurança, mas admite que não existe risco zero e que toda a comunidade escolar terá de fazer a sua parte.

ALUNOS MAIS VELHOS PODEM SER CHAMADOS A AJUDAR NOS TRABALHOS DE DESINFEÇÃO

A falta crónica de funcionários nas escolas é agora agravada com o aumento de tarefas, desde a necessidade de um maior controlo dos alunos até à higienização constante dos espaços.

Por isso, muitos vão pedir a ajuda dos alunos mais velhos nos trabalhos de desinfeção. Manuel Pereira deu como exemplo pedir que no final da aula limpem a sua secretária. “Esta é uma medida que será falada com os pais e alunos e que esperamos que seja em aceite. Será para o bem de todos, caso contrário irá aumentar o perigo de contágio”, contou à Lusa.

Já no que toca à recuperação das matérias que ficaram por aprender no passado ano letivo, devido ao modelo de ensino à distância, o plano é igual para todos: no arranque do ano letivo, todas terão de fazer um diagnóstico das aprendizagens adquiridas e as primeiras semanas de aulas serão para recuperar e consolidar matérias.

Manuel Pereira diz que no seu agrupamento a primeira semana de aulas será essencialmente para definir as novas regras da escola com os alunos.

2.500 PROFESSORES PARA AJUDAR A RECUPERAR MATÉRIAS

O Ministério da Educação anunciou a contratação de 2.500 docentes para apoiar na recuperação das matérias, assim como no alargamento do apoio tutorial a mais alunos e a possibilidade de alguns alunos poderem também ajudar outros com as matérias.

Será mais um ano de incertezas, visto que não se sabe como será a evolução da pandemia de covid-19. “Teremos de navegar à vista. Não podemos fazer grandes planos”, explicou Filinto Lima.

Manuel Pereira lembrou que este ano não houve férias para as escolas que estão a trabalhar sem parar para que o próximo ano corra bem: “Se correr mal, seremos o rosto das escolas. Já se correr tudo bem, ninguém se vai lembrar de nós”, desabafou.

COLOCADOS MAIS DE 28 MIL PROFESSORES NO PRÓXIMO ANO LETIVO

Pela primeira vez, a colocação de professores foi divulgada na primeira quinzena de agosto.

Mais de 15 mil vão continuar a dar aulas na escola onde já se encontravam. Os que foram colocados nesta fase têm até terça-feira para aceitar a colocação e até quarta-feira para se dirigirem às respetivas escolas.

 

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A verdade seja dita…

 

Nunca as listas tinham saído tão cedo.

De há três anos para cá as listas de colocação têm saído mais cedo. Este ano saíram ainda mais cedo.

Parece que já lá vai o tempo em que esperavam pelo dia 31 de agosto para dar a noticia aos professores sobre a escola onde trabalhariam nesse ano. O futuro dirá se esta prática veio para ficar ou se voltaremos ao passado.

Mesmo assim, e como o ser humano, por natureza, nunca está satisfeito, tentem lá ver se as listas começam a sair em julho quando os docentes ainda não estão no gozo de férias.

 

 

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Comunicado sobre a Petição para alteração ao Diploma que regulamenta o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente

 

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Comunicado – 28500 professores colocados na primeira quinzena de agosto

 

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A saga da máscara em sala de aula durante 2020/21

 

 

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O Plano Curricular do AECM está pronto e adaptado às medidas COVID 19

Na perspetiva de inspirar confiança nas medidas que vão ser aplicadas nas escolas no próximo ano letivo, as escolas deviam, a esta altura, dar conhecimento aos profissionais, alunos, país e encarregados de educação e restante comunidade educativa, o funcionamento dos estabelecimentos de ensino em 2020/21.

Todos sabemos que cada escola tem as suas especificidades ao nível arquitetónico, social, pedagógico… e que os planos têm de ser elaborados tendo em conta todos esses fatores, mas a esta altura já deviam estar disponíveis para consulta.

Plano Curricular do AECM Para 2020/2021

O Agrupamento de Escolas Cego do Maio elaborou o seu Plano Curricular para 2020/2021 em reunião do Conselho Pedagógico de 22/07/2020 que foi aprovado pelo Conselho Geral no dia 23/07/2020.

Este Plano Curricular foi elaborado tendo em conta a situação excecional que as escolas tem de preparar o ano letivo 2020/2021 e não representa o princípio que ao longo destes anos tem sido a organização do ano letivo do nosso agrupamento.

As condições de segurança e de distanciamento social obriga-nos a algumas opções que mudam a nossa organização do ano letivo para 2020/2021, que esperamos vir a ser repostas no ano letivo 2021/2022.

O horário de entrada desfasado no 1.º ciclo, com intervalos e períodos de almoço desfasados, assim como a permanência dos alunos dos 2.º e 3.º ciclos num sistema por turnos (mantendo-se ainda assim o funcionamento em turno contrário de algumas disciplinas com salas específicas) foram as soluções encontradas para acautelar o distanciamento entre grupos de alunos que nos é exigido para 2020/2021.

O distanciamento de 1 metro entre alunos em sala de aula está já garantido e as salas já se encontram preparadas para receber o ano letivo 2020/2021 nestas condições.

 

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As famílias espanholas organizam-se para não deixarem os seus filhos regressarem à escola em setembro…

A falta de segurança face ao momento que vivemos é a grande questão. Nascem movimentos de encarregados de educação por todo o país,, que exigem que o governo implemente medidas que assegurem a segurança face à ameaça do contágio, caso contrário boicotarão o início do próximo ano letivo, não deixando os seus educandos regressarem às salas de aula.

Os pais e encarregados de educação necessitam de sentir confiança nas escolas e de ser informados sobre as medidas, que as mesmas, estão a preparar para tentar conter o contágio. Não só em Espanha, mas em Portugal também…

Crecen las familias que no llevarán a sus niños al cole por «falta de seguridad», según ‘Escuelas de calor’

La plataforma ‘Escuelas de Calor’ ha avisado de que cada vez son más las familias que no quieren incorporar a sus hijos al curso escolar 2020-21 por falta de seguridad ante la pandemia de coronavirus. Esta organización apunta la falta de recursos de la Consejería de Educación, por lo que consideran que «la vuelta al colegio es un riesgo para la salud» de los niños.

‘Escuelas de Calor’ asegura que recibe cada vez más apoyo en su llamamiento «a vaciar las aulas, como lo evidencian sus redes sociales y el contacto de mantiene con AMPA y familias de otras provincias».

Ha explicado que ha nacido en Málaga un colectivo de familias de la educación pública, que ha seguido la línea de la plataforma sevillana, bajo el nombre ‘AMPA En Pie’, que «surge por la necesidad de las familias de organizarse y luchar por un objetivo común como es exigir a la Consejería que planifique la vuelta al colegio en septiembre con seguridad».

En Cádiz, señala ‘Escuelas de calor’ que «empieza a haber movimientos de familias en este mismo sentido», mientras en Córdoba la plataforma ‘Niñ@s del Sur’ comparte «la misma idiosincrasia de empoderamiento de familias al margen de estructuras como las federaciones provinciales de AMPA, que bajo el marco de la Confederación andaluza tienen siempre posturas menos contundentes de movilización aunque puedan coincidir en las reivindicaciones, como en este caso».

‘Escuelas de calor’ incide en que también ha recibido mensajes de familias de Almería y de Huelva, y que “por mucho que la Consejería anuncie millones, contratación de docentes, geles, mascarillas y que los centros estarán limpios, la realidad es que nadie con sentido común y conocimiento de un centro educativo por dentro cree en la eficacia de las escasas medidas anunciadas, que por otra parte no son más que promesas para septiembre”.

Así las cosas, acusa a la Consejería de Javier Imbroda de «seguir aferrada a titulares para convencer a la sociedad y la comunidad educativa andaluza de que ha trabajado y que lo ha hecho bien, cuando lo que ha hecho es perder el tiempo y generar el mayor consenso frente a ella de la historia de la defensa de la educación pública andaluza».

«Si no hay cambios en los planes de la Consejería, las familias andaluzas nos veremos obligadas a elegir salud a costa de la educación», advierten desde ‘Escuelas de calor’, que asegura que no incorporarán a sus hijos los centros educativos, «no somos absentistas, queremos presencialidad, pero con unas garantías de seguridad que la Consejería no nos ofrece».

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Contratos de pessoal não docente podem ser prolongados até final do ano letivo 2020/21

 

 Foi aprovado em Conselho de Ministros, na generalidade, o decreto-lei que estabelece a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo celebrados com pessoal não docente das escolas da rede pública do Ministério da Educação, no âmbito da pandemia da Covid-19.
A par de outras medidas de reforço de pessoal não docente já adotadas pelo Governo, e de modo a garantir que as atividades presenciais decorrem com a maior normalidade possível, vem estabelecer-se a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo certo do pessoal não docente até ao termo do ano letivo escolar 2020/2021.

 

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O Cativador atacou as progressão de junho novamente

 

Não vai ser este mês que, quem subiu de escalão a 1 de junho, verá o novo índice no recibo de vencimento, nem na conta.

Mais uma vez e devido a constrangimentos “cativantes”, vemos as subidas de escalão serem adiadas ao nível dos vencimentos. É claro que receberemos os retroativos, mas esta situação demonstra bem a situação de caos em que se encontra o sistema.

Não vale a pena descarregar a frustração nas secretarias das escolas, os seus funcionários não têm culpa do desgoverno central.

As secretarias têm prazo alargado até 31 de Agosto, para inserir na plataforma do sigrhe e posteriormente pouco provável em setembro… acredito que coloquem no IGEFE o cabimento.
Esta forma de controlo não tem sentido nenhum… este ano os AT’s tiveram meses com mais de 30 progressões… e muitas com retroativos desde 2018… e vários reposicionamentos com duas subidas… nem comento.
Não me admira nada que alguns AT’s andem a sofrer imenso na tentativa de controlar isto e muito mais! É uma vergonha!
Em setembro a requisição de fundos atrasa sempre, dado o imenso trabalho das movimentações de docentes e alunos. (Nem quero pensar se vier autorização nesse mês)  E têm ainda os reposicionamentos dos novos QZPs… enfim FORA TUDO O RESTO!!!
Devíamos “berrar” para que o controlo, fosse realizado unicamente na área reservada do SIGRHE, aberto/consulta ao pessoal docente e não docente (todos sofremos do mesmo). Não faz sentido nenhum não termos um historial, pelo menos daqui para a frente, porque para trás, muitos querem reclamar, o que não vale a pena! Apenas o conseguirão em tribunal, e caso tenham reclamado em devido tempo e não tenha sido deferido!
Ficou mais uma promessa pelo caminho… a modernização simplex das escolas tarda em chegar e cada vez mais está difícil gerir uma secretaria.
Esperemos por setembro… quem sabe.
“Balha-m’adeus…!”

 

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A recuperação das aprendizagens e os exames do próximo ano…

A escrita é uma das prioridades que o ME salienta para a recuperação das aprendizagens em 2020/21, mas os exames também são referidos no documento divulgado no dia de ontem. Os exames manterão a forma dos de 2019/20 para mitigar os efeitos da pandemia.  O trabalho autónomo é outra das prioridades a desenvolver, uma vez que tem de se manter assegurada a transição do ensino presencial para o E@D a qualquer momento.

Saber escrever é uma das prioridades para a recuperação das aprendizagens dos alunos

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Contratação de docentes para a Casa Pia de Lisboa para o ano letivo 2020/2021

 

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Plano de regresso às aulas presenciais em Manaus Brasil

O regresso ocorre após a capital deste estado do Brasil sofrer, entre os meses de abril e maio, com colapsos no sistema de saúde e no sistema funerário por conta da pandemia. Desde junho, o estado tem apresentado queda nos números da Covid-19 e flexibilizando a quarentena, com reabertura do comércio e espaços de lazer.

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Reabertura das escolas na Tailândia = Alunos enjaulados?…

Nem comento que é para não… Prefiro, de longe, os helicópteros…

Remarkable images show children at a Thai nursery playing together while in their own social distanced pods.

The Wat Khlong Toey School in Bangkok, Thailand, reopened its doors to its 250 students at the beginning of July after the relaxation of Covid-19 lockdown measures.

Social distanced screens are in classrooms and lunch areas to protect the kids who wear face masks.

The kindergarten has also installed sinks, soap dispensers and hand sanitiser outside of each classroom.

 

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Venha buscar o seu filho à escola, ele está com febre

 

 

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Os 20’s e 19’s nos exames

Exames nacionais. Notas 20 subiram mais de 26% e de 19 quase 50%

Subida de 26,46% no número de classificações máximas e quase de 50% nos dezanoves, diz o Público. Houve menos provas realizadas e muitas opcionais

As notas de excelência nos exames nacionais realizados este ano letivo quase duplicaram. A conclusão é do Público desta quarta-feira, que cita dados recentes do Júri Nacional de Exames: 3.477 alunos alcançaram nota 20, enquanto que 12.073 tiveram 19 valores – é um aumento em relação aos 2.557 e 5.929 casos registados no ano passado.

No total, nesta época de exames foram feitas 227.962 provas, menos 93.871 do que em 2019. A diminuição é explicada pelas medidas do Governo para reduzir o número de alunos nas escolas e assim reduzir o risco de contágio por covid-19, levando a que várias provas deixassem de ser obrigatórias.

Filipe Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, disse ao Público que “era fácil ter 19 ou 20 valores neste exame”, e que “a questão é saber se serão os alunos mais bem preparados que irão entrar nos cursos mais competitivos.” Em causa, eventuais injustiças entre alunos devido ao facto de muitas perguntas terem sido opcionais.

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Na Alemanha a reabertura das escolas não está correr muito bem

 

Alguns estabelecimentos de ensino encerraram durante dias. Outras suspenderam as aulas em alguns anos, ou impuseram quarentenas.

Reabertura de escolas na Alemanha marcada por vários casos de infecção

O ano escolar alemão está a recomeçar de modo faseado, como acontece todos os anos, mas, ao contrário do que é habitual, os estados federados que reabrem mais tarde estão a olhar com atenção para os que começam as aulas mais cedo — e para vários casos de escolas que tiveram de encerrar pouco depois de recomeçar.

O reinício das aulas acontece após um intenso debate sobre as regras a seguir por causa da pandemia da covid-19 e quando as autoridades de saúde estão preocupadas com o aumento do número de casos diários de infecção, com vários dias a exceder os mil novos casos diários (esta terça-feira o número foi de 966).

Na semana passada, Hamburgo e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, ambos no Norte, foram os primeiros a recomeçar as aulas, que foram logo suspensas ao quarto dia num liceu na cidade de Ludwigslust, depois de uma professora ter tido um teste positivo — embora a professora não tivesse chegado a dar aulas, houve mais dois casos de professores infectados. Todos os alunos e funcionários estavam, entretanto, a ser testados. Em Rostock, depois de um aluno de uma escola básica ter tido um teste positivo, 67 colegas e professores foram postos em quarentena.

No estado de Schleswig-Holstein, que recomeçou esta segunda-feira as aulas, uma escola básica encerrou depois de uma professora ter recebido um teste positivo, mas reabria esta quarta-feira para todos os anos com a excepção de um. Uma segunda escola registou um caso ligado a esta, da irmã de um aluno infectado, e dois anos tiveram aulas suspensas.

Em Hamburgo foram detectadas esta semana infecções num liceu e numa escola básica, e ainda um potencial caso num segundo liceu, levando à suspensão das aulas para alguns anos.

 

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Estudo mundial sobre “Juventude e covid-19” impacto na Educação

 

“A pandemia está a causar vários choques nos jovens. Não só está a destruir os seus empregos e as suas perspetivas de emprego, mas também está a perturbar a educação e formação, e a ter um sério impacto no seu bem-estar mental. Não podemos deixar que isto aconteça”, referiu o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.”

De acordo com este estudo “Youth and COVID-19: impacts on jobs, education, rights and mental well-being”, 65% dos jovens afirma ter aprendido menos desde o início da pandemia devido à transição da sala de aula para as aulas online durante o confinamento. Apesar dos esforços para continuar a estudar, metade destes jovens acredita que os seus estudos irão ficar atrasados e 9% pensa que podem vir a reprovar, como consequência destas dificuldades.

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Escócia reabre escolas e 700 mil alunos voltam com sentimento de comemoração

“Há um sentimento de comemoração”. 700 mil alunos escoceses voltaram às aulas num ambiente pouco comum

Bem a norte da Europa, a Escócia abriu esta terça-feira a maioria das suas escolas e cerca de 700 mil crianças escocesas voltaram a um espaço onde já não iam há melo menos meio ano. Ministros e líderes de conselho escoceses decidiram reabrir as 2.500 escolas do país por fases. Em algumas áreas, os mais novos voltarão primeiro. Em outras, as escolas usarão o alfabeto para separar as crianças pelo sobrenome, com metade dos alunos a irem à escola num dia e a outra metade no outro, alternadamente. Algumas escolas alteraram o início das aulas, mas a 18 de agosto todas as escolas da Escócia estarão de volta em tempo integral.

Os sindicatos dos professores e grupos de pais são unânimes em considerar que o retorno à escola em tempo integral após cinco meses de isolamento é essencial para a educação, o bem-estar e a saúde mental das crianças.

Há temores de que o vírus se possa espalhar se as regras de distanciamento físico não forem seguidas e se os planos para testes de vigilância não forem suficientes. Principalmente, o que está em causa é perceber-se se a decisão do governo escocês de abandonar os seus planos iniciais de usar aprendizagem combinada (uma mistura de ensino presencial e ensino online) a favor de um regresso completo à escola foi ou não correta.

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FNE diz ser injusto mudar regras do concurso de mobilidade interna

 

 

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Hipertensos e diabéticos voltam a ser considerados de risco

 

Artigo 25.º -A[…]1 — Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.

Lei n.º 31/2020 – Diário da República n.º 155/2020, Série I de 2020-08-11
Assembleia da República
Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, que altera as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19

 

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Desabafo de uma professora sobre a desunião docente

 

Quase 50 anos de existência.
28 de serviço.
Felizmente pertencente a um QA.
E acabo de escrever a palavra Felizmente e sinto-me revoltada e com náuseas.
Mas que classe esta a minha…
Como posso eu escrever Felizmente, sabendo que tantos colegas meus, que trabalham tanto ou muito mais do que eu, alguns com mais idade e mais tempo de serviço, não pertencem a nada? Não têm vínculo nenhum?
Sendo filha de pais Professores, em miúda  ficava a pensar porque diziam eles “que a classe dos Professores era muito desunida”.
Pois… agora entendo.
Para alguns colegas, que já pertencem a um QA, o virar costas e encolher de ombros é a forma mais fácil e cómoda de lidar com tudo o que se passa.
A única preocupação é ir vendendo umas aulitas, assim, sem grandes preparações e preocupações, fazer as ações exigidas e ir passando de escalão.
O resto? Têm mais que fazer. O deles já está garantido.
Os outros que se desenrasquem.
Manifestações? Greves? Assinar petições?
Para quê? O que é que eu ganho com isso?
Pois… assim fica difícil conseguir seja o que for.
Afinal somos todos Professores ou não? Estamos no mesmo barco, ou não?
Não trabalhamos todos para o mesmo?
O que muda são as condições em que o fazemos.
Porque é que os Professores que não são QA não podem ter certos direitos iguais?
Trabalham igual, ou mais. Estão longe de casa. Da família.  Recebem menos porque muitas das vezes nem o horário completo têm. Não lhes é permitido faltar, porque são dias a menos no tempo de serviço. Pagam casa, quatro, luz, água, gás, alimentação, deslocações. São avaliados todos os anos.  E todos os anos vivem a angústia da(s) incerteza(s).
E resistem… ano após ano.
Isto é justo?
Para quem?
Justo para mim era fazer-se e avaliar-se a qualidade e profissionalismo dos Professores.
Trabalhas bem? Tens empatia com os teus alunos? Os teus alunos gostam das tuas aulas e de aprender nelas?
Ótimo. És Professor.
Andas apenas a passear a pasta, com ar de enfado, como que por obrigação, vendes aulas e de má vontade, refilas por tudo e por nada e fazes cara feia quando sai mais uma ordem de serviço? Viras a cara quando a luta é dos outros, quando afinal os outros também és tu?
Lamento. Estás no lugar errado. Procura outra atividade.
Voltando ao início e para terminar, não posso dizer Felizmente, sem sentir um nó no estômago e um aperto no peito.
Porque como sou teimosa e ainda acredito no Pai Natal, assino petições e sou pela causa de todos.
Não sou só por mim.
Maria José Marques

 

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