O novo ano letivo já está a ser preparado e centenas de escolas estão agora, durante o mês de agosto, a testar as medidas a adotar já no próximo ano letivo. E o Ministério da Educação enviou esta semana às escolas as orientações para planificar o novo ano. Entre 14 e 15 de setembro, milhares de crianças e jovens regressam ao ensino presencial, mas os especialistas já deixaram o aviso de que em outubro é provável que chegue uma nova vaga de infeções, coincidindo com a reabertura das escolas. No campo da educação, Portugal já pode olhar para o resto do mundo e perceber o que está a ser feito, o que resulta e o que está a obrigar a dar um passo atrás.
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6 comentários
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Sem livros entram , sem mascara não.
Para quê os livros se a mascara basta ?
Só quero ver o que as escolas vão fazer aos alunos que aparecerem sem máscara e sem meios para voltar para casa.
Em algumas localidades remotas, os transportes de alunos são duas vezes por dia e muitos pais podem não ter condições, nem meios, para os ir buscar.
Vou gostar de ouvir os alunos bardinos a grunhir na sala de aula camuflados pela máscara.
Tb vou gostar de ver como se processa o “ir para a rua” quando alguém de porta mal.
Muito bem, Rui!
Os grunhos filhos de grunhos vão ter campo aberto para grunhir como nunca. A máscara vai ser uma passadeira escondida para a grunhice avançar na sala de aula. – Quem foi? – Eu não fui! Diz o grunho filho de grunho.
Evitar sofrer por antecipação…no entanto, a Alemanha e a Escócia já recuaram no que diz respeito ao regresso às aulas.
“mas os especialistas já deixaram o aviso de que em outubro é provável que chegue uma nova vaga de infeções, coincidindo com a reabertura das escolas”. Já venho a dizer isto desde Maio. No verão anda tudo a passear e nas praias, depois em outubro volta-se para casa.