Rui Cardoso

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Argumentos que suportam o cancelamento das atividades letivas presenciais, por José Alves

Argumentos que suportam o cancelamento das atividades letivas presenciais

Argumentos de saúde pública

Embora o ME tenha um plano de contingência para a abertura das escolas, que implica, entre outras, a adoção de medidas como o uso de máscara, a colocação de dispensadores de gel, a redução do número de alunos por sala, a distância mínima de 1,5 m (o que está aquém da distância dita de segurança), entre outras medidas, a verdade é que o risco de contágio ainda é elevado. O fator ‘R’, que permite avaliar o grau de contágio da epidemia, é em algumas regiões do país elevado, por exemplo, em Lisboa, de acordo com os últimos cálculos efetuados pelo Instituto Dr. Ricardo Jorge.

Pode admitir-se que as escolas tomem todas as medidas para reduzir o risco de contágio, mas este persiste durante todo o trajeto do aluno até à escola, sobretudo nos transportes públicos. É preciso ter em conta que muitos alunos é o meio de transporte que utilizam para se deslocar para a escola (autocarros, metro, barco, etc.). Um aluno contagiado obrigará a quarentena por parte dos colegas, dos professores da turma, eventualmente da família e, em última instância, de todos aqueles com quem estabeleceu contacto próximo.

Esta situação vai criar a interrupção na assistência às aulas por parte de muitos alunos, enquanto outros irão prosseguir, criando-se uma situação de profunda desigualdade.

Argumentos de natureza económica

A implementação do plano de contingência para reduzir o risco de infeção é caro. A aquisição de máscaras, gel, desinfeção das escolas, entre outras medidas, tem um custo económico muito elevado. Tem ainda custos para o pessoal auxiliar, provocando-lhes um enorme desgaste físico e emocional. Estes recursos podiam ficar reservados para o caso da ocorrência de novo surto, previsível para o próximo ano letivo.

Argumentos de natureza pedagógica

Num estudo quantitativo com a participação de 114 professores de Biologia e Geologia, a lecionar no distrito de Braga, realizado por Lopes e Precioso, em 2020, verificou-se que 71% dos docentes considera que o insucesso, no exame e na disciplina de Biologia e Geologia, está relacionado com facto de o programa da disciplina ser demasiado extenso. Ora se o programa é extenso, então, já se devia ter decretado um programa mínimo e os alunos estariam nesta altura a fazer revisões. Por outro lado, no caso dos exames que se realizam no 11.º ano, está lecionado o programa do 10.º e 2/3 do programa do 11.º ano. No caso dos exames que se realizam no 12.º ano, está lecionado o programa do 10.º ano, do 11.º ano e 2/3 do programa do 12.º ano. Não é já matéria suficiente? Não será mais importante consolidar e reforçar as aprendizagens e aproveitar para trabalhar as dificuldades detetadas?

Outro argumento é o de que os professores e os alunos investiram muito do seu tempo a desenvolver o ensino a distância, que estava, tanto quanto se sabe, a correr razoavelmente bem, e agora vão regressar à escola, em condições emocionais muito adversas. Podiam continuar com este regime não presencial, e aprender a utilizá-lo, pois será, por certo, uma necessidade no futuro, mesmo na ausência da pandemia.

Argumentos de natureza psicológica

Num estudo sobre Conhecimentos, Opiniões e Comportamentos dos estudantes portugueses do ensino secundários sobre a pandemia covid-19, realizado por Regina Alves e José Precioso, em maio de 2020, em que se aplicou um questionário anónimo e em formato online a uma amostra de conveniência constituída por 979 estudantes do Ensino Secundário (28,7% – 10.º ano; 39,8% – 11.º ano; 31,5% – 12.º ano), verificou-se que quando confrontados com a questão “Sinto-me inseguro/a se tiver que ir para a escola”, a maioria dos/as alunos/as (58,5%) indicou concordar ou concordar totalmente com a afirmação. No mesmo sentido, 68,2% dos estudantes sinalizou ter receio de contrair o vírus, mas um receio ainda maior que algum familiar ou amigo/a o possa contrair (89,3%), revelando, desta forma, consciência face aos perigos da pandemia (93,1%).

A maioria dos estudantes concorda ou concorda totalmente com o término das aulas presenciais (55,4%) e discorda ou discorda totalmente com o recomeço das aulas práticas presenciais (58,7%).

Por todos estes motivos, sugerimos o seguinte.

  1. Cancelem-se todas as atividades letivas presenciais do 3.º período.
  2. Defina-se um programa mínimo a ser avaliado por exame.
  3. O Ministério da Educação devia aproveitar para repensar muito bem todo o processo de ingresso no ensino superior. Nada disto aconteceria se houvesse confiança no sistema. Países como Espanha e França utilizaram as classificações internas para selecionar os alunos que irão entrar nas universidades.

 

 

 

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A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva – Santana castilho

 

A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva

A declaração de calamidade não suspende, muito menos suprime, direitos laborais, sociais e políticos. Nem, nunca, estes direitos prejudicaram o combate à covid-19. Prejudicariam, isso sim, o curso da propagação da pandemia do medo, em que os principais responsáveis políticos se empenharam, arrastando, com pouca ponderação, 1,3 milhões de trabalhadores para o lay-off, 170 mil independentes para a penúria e 55 mil para a sopa dos pobres.
O ambiente em que vivemos desde 3 de Maio é manifestamente inconstitucional, porque pretende suspender direitos fundamentais por uma decisão unilateral do Governo. Com efeito, a situação de calamidade colhe o seu suporte legal numa lei ordinária da AR (Lei n.º 27/2006), que não permite limitar o exercício desses direitos senão de forma temporária determinada e apenas em zonas claramente definidas do território nacional (Art.º 21º, nº 1, b) da citada lei).
Mas uma grande parte dos portugueses, resignada, deprimida pela campanha da promoção do medo a que foi submetida, parece querer aceitar em silêncio a limitação administrativa dos seus direitos. Vive-se, assim, numa cidadania apenas simbólica, tutelada pela polícia e pela Direcção-Geral da Saúde, que têm agora o monopólio do espaço público. Sente-se, assim, a opressão de uma espécie de religião do confinamento, que nos empurra, em rebanho, para a neurose colectiva. A retórica fascizante que a serve permitiu a António Costa armar-se em intérprete de um certo interesse superior, “diga a Constituição o que diga” e a um comandante da GNR recordar-nos o “dever de cada um ser o polícia de si próprio.” E, apesar de os cientistas do mainstream terem concluído que a quase totalidade das contaminações ocorreu em espaços fechados (habitações, lares e instituições de saúde), prepara-se agora o reforço das contínuas operações da PSP, da GNR e da Polícia Marítima, chamando “fuzileiros e artilheiros” (ministro do Ambiente dixit) para controlarem os perigosos areais. As medidas em estudo, refere a imprensa, admitem cercas, torniquetes, sensores, drones, vigilância privada, marcas na areia para espetar as sombrinhas e cordas para delimitar a separação entre banhistas. Por este caminho, ainda vamos ver um ajuste directo para amestrar carapaus, que vigiarão o distanciamento dentro de água.
À salvação pelo grande confinamento e pela ditadura sanitária, opõe-se uma racionalidade ponderada para combater o vírus, coexistindo com ele por via da imunidade adquirida. Trata-se da dicotomia entre um risco de infecção, probabilisticamente baixo, e uma morte lenta, mas certa, por catástrofe económica, psíquica e social, sem precedentes.
2. A casa dos professores e a casa dos alunos cederam a sua natureza privada a uma certa lógica totalitária, que o fetichismo do ensino à distância impôs. O impropriamente chamado ensino à distância invadiu a vida privada e familiar dos docentes, misturando perigosamente vida profissional e vida pessoal. Sem resistência, inebriada por essa estranha união nacional contra a covid-19, uma parte significativa dos professores alistou-se em jornadas de trabalho sem limite e disponibilizou-se para trabalhar a todo o momento, respondendo a todas as solicitações. É prudente reflectir sobre o que está a acontecer e separar águas.
Uma coisa é uma metodologia sólida, coerente e tecnicamente complexa de ensino a distância (maioritariamente destinado a populações adultas e definitivamente vedado a algumas áreas temáticas), outra coisa é uma solução improvisada e precária (para entreter crianças e jovens afastados da escola). Não discernir sobre a diferença entre estes conceitos pode conduzir a entusiasmos para “normalizar”, no futuro, o que agora é meramente instrumental, pobre e casuístico.
Custa-me ver que se aceite tão facilmente trocar relações pessoais por relações digitais, admitindo que a profissionalidade docente possa prescindir do contacto social e da empatia humana. Como se um colectivo de pessoas pudesse ser substituído por um colectivo de computadores, sem perda de humanidade. Tecnólogos e tecnocratas não entendem que a interacção pedagógica exige presença. Professores e alunos sabem e sentem isso. Agora, mais que nunca, interiorizaram, certamente, que uma aula tem múltiplos papeis sociais, que nenhuma máquina substitui.

In “Público” de 13.5.20

 

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Mobilidade por doença 2020/2021

 

Aplicação disponível entre o dia 13 de maio e as 18:00 horas do dia 2 de junho de 2020 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

 Aviso de abertura Despacho n.º 9004-A/2016

 

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Professores e Educadores podem entregar declaração de exclusão de responsabilidade

Confiantes de que a reabertura do ensino secundário (11.º/12.º ano), creches e pré-escolar, poderá ser sujeita a falhas no que diz respeito à aplicação das medidas de segurança previstas pelo Governo, os educadores e professores estão a considerar recorrer à apresentação de declarações de exclusão de responsabilidade na eventualidade de ser registado um caso de contágio de uma criança no seu local de trabalho.

Os professores e educadores podem recorrer, como qualquer trabalhador em Funções Públicas, a esta declaração caso se encontre ou os seus alunos em risco, não obstante o signatário desenvolver todos os esforços para obviar a que surja algum incidente de contágio e para exercer os seus deveres como educador/professor ao seu alcance, não deve assumir qualquer responsabilidade pelos acidentes ou incidentes que possam verificar-se em resultado das deficientes e anómalas condições de organização da escola que não sejam causadas por si.

A legislação prevê essa exclusão de responsabilidades. Fica aqui para vossa consulta e decisão sobre o que fazer.

 

Artigo 177.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas

1 – É excluída a responsabilidade disciplinar do trabalhador que atue no cumprimento de ordens ou instruções emanadas de legítimo superior hierárquico e em matéria de serviço, quando previamente delas tenha reclamado ou exigido a sua transmissão ou confirmação por escrito.
2 – Considerando ilegal a ordem ou instrução recebidas, o trabalhador faz expressamente menção desse facto ao reclamar ou ao pedir a sua transmissão ou confirmação por escrito.
3 – Quando a decisão da reclamação ou a transmissão ou confirmação da ordem ou instrução por escrito não tenham lugar dentro do tempo em que, sem prejuízo, o cumprimento destas possa ser demorado, o trabalhador comunica, também por escrito, ao seu imediato superior hierárquico, os termos exatos da ordem ou instrução recebidas e da reclamação ou do pedido formulados, bem como a não satisfação destes, executando seguidamente a ordem ou instrução.
4 – Quando a ordem ou instrução sejam dadas com menção de cumprimento imediato e sem prejuízo do disposto nos n.os 1 e 2, a comunicação referida na parte final do número anterior é efetuada após a execução da ordem ou instrução.
5 – Cessa o dever de obediência sempre que o cumprimento das ordens ou instruções implique a prática de qualquer crime.

 

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O Despacho de nomeação do novo Subdiretor Geral da DGAE

 

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Prazos de contratação de professores encurtado

 

Ministério encurta prazos de contratação de professores para tentar garantir aulas

Directores de escolas receberam garantia da tutela. Medida pretende que não faltem docentes para as aulas presenciais que recomeçam a 18 de Maio para os alunos do 11.º e 12.º anos. Lisboa terá mais dificuldades em conseguir contratar porque na região a procura é praticamente nula.

 

 

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Dia 18 de maio numa escola perto de si…

 

… não verá crianças brincar.  Por momento pensará que a alegria do mundo se findou. As crianças já não brincam? Brincam. Não as transformarão em adultos antes do tempo. Não lhes tirarão a alegria de ser crianças, nem que para isso sejam obrigadas a reinventar as brincadeiras.

Quando as crianças deixarem de brincar, poderá o mundo acabar à vontade, não valerá a pena por cá andar.

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Mais de quatro milhões de máscaras em mais de 500 escolas

Façamos contas: se cada máscara custar 0,5€ (que não custou) o investimento do governo foi de dois milhões de euros em máscaras para a comunidade escolar. Esse investimento deverá chegar e sobrar até ao final do ano letivo. Resta saber se os 850 milhões mal investidos a semana passada num banco também são considerados um grande esforço financeiro… (sr. primeiro ministro, pense na conta da luz, da água e dos consumíveis que não tem que pagar por professores e alunos estarem a gastar do seu bolso, faça as contas, acrescente-lhe os impostos que nos enfia nas faturas e verá o lucro surgir-lhe diante dos olhos)

Há “mais de quatro milhões de máscaras em 500 escolas”

O Governo distribuiu “mais de quatro milhões de máscaras por mais de 500 escolas”, num “esforço financeiro enorme”, e deixa mensagem de confiança: “Desejamos que a partir de segunda-feira entrem na escola com confiança para retomar presencialmente o processo de aprendizagem”.

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Estudar em casa, por João Fernandes

 

Estudar em casa

Que família tão unida
e tão bem organizada
Estuda o pai
Estuda a mãe
e toda a rapaziada

Estudam na televisão
estudam no computador
é uma grande emoção
um momento arrebatador

E no final da jornada
ouve-se uma voz a dizer
quando é que esta porra acaba
que eu tenho mais que fazer

É uma vida alterada
uma enorme confusão
A malta desesperada
está farta da reclusão

João Fernandes

 

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Cartoon do Dia – Pac-Pof. – Paulo Serra

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Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

As escolas podem completar horários de professores, pagar horas extra e até contratar docentes para garantir o regresso às aulas presenciais dos cerca de 160 mil alunos do 11.º e 12.º anos na segunda-feira.

A garantia foi dada pelo Ministério da Educação a diretores de escola, preocupados com a falta de professores para ensinar turmas desdobradas ou substituir quem pertence a grupos de risco.

As normas de regresso às aulas presenciais obrigam a deixar dois metros entre cada pessoa e os sindicatos insistem que o número de alunos por sala não deve ultrapassar os 10 ou 12. Se assim for, as turmas que hoje têm um professor serão desdobradas em duas ou em três. Além disso, os docentes que pertencem a grupos de risco continuarão em teletrabalho. Por isso, é de esperar que sejam precisos mais professores.

 

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Reclamação da candidatura eletrónica

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 12 de maio e as 18:00 horas do dia 18 de maio de 2020 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento de 2020/2021.

Consulte o Manual de utilizador.

 

SIGRHE – reclamação

 Manual de utilizador

 

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As impraticáveis regras para a reabertura das creches…

Sentados no chão com espaçamento de 1,5m entre crianças… vão andar de fita métrica cada vez que uma criança se mexer…

Regras:

  • Existência de área de isolamento de casos suspeitos de Covid-19, com circuitos definidos e isoláveis
  • Não utilização de sistemas de ar condicionado em sistema de recirculação; arejamento noturno das instalações se possível.
  • Existência de um dispensador de gel desinfetante por sala
  • Utilização de espaços que estejam encerrados, se possível
  • Rigor na higiene de todos os espaços, com reforço de ações de limpeza e descontaminação, incluindo limpeza de mesas e cadeiras entre turnos nas “cantinas”
  • Distanciamento entre crianças nas pausas e espaços de refeição
  • Berços, camas ou catres sempre utilizados pela mesma criança e com espaçamento mínimo de 1,5mt entre si
  • Turmas fixas, ocupando diariamente o mesmo espaço, com o mesmo educador e com os mesmos circuitos de circulação
  • Mesas de trabalho orientadas no mesmo sentido (as creches trabalham habitualmente com mesas redonda ou dispostas em “U”)
  • Uso de “máscara cirúrgica” pelos profissionais e pelas crianças com idade superior a 6 anos (abaixo desta idade a máscara não é permitida)
  • Espaçamento de 1,5m entre crianças
  • Os brinquedos pessoais ficam em casa
  • Os pais devem disponibilizar calçado para uso exclusivo no interior das creches
  • Os pais não podem entrar nas creches, devendo a entrega e receção das crianças ser feita de forma individual

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GUIÃO ORIENTADOR DAS RESPOSTAS SOCIAIS CRECHE, CRECHE FAMILIAR E AMA

 

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Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas?

O momento de crise que vivemos atualmente, com a pandemia de Covid-19/ Coronavirus SARS-CoV-2, levou as instituições educativas por todo o mundo, a necessitar de, num curto período de tempo e de modo massificado, adotar práticas de ensino e aprendizagem a distância, mediadas pela tecnologia.
Uma equipa de investigadores do Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, interessada em compreender este processo de transição acelerada e numa escala sem precedentes, pede a sua colaboração na resposta a um breve questionário sobre a forma como se tem processado esta transição de emergência para a educação a distância, e como ela está a ser vivida e experimentada por diversos agentes educativos, incluindo os Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

A questão de partida a que nos propomos responder por meio do estudo, é a seguinte: Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas e nas universidades?

Na qualidade de Educador de Infância ou Professor, solicitamos que responda ao questionário disponível em:
https://filipaseabraborges.wixsite.com/educacovid19

No mesmo espaço, estão também disponíveis os questionários dirigidos a outros agentes educativos (Concretamente, Pais e Encarregados de Educação de Crianças e Alunos do Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário; Docentes do Ensino Superior e Estudantes do Ensino Superior).

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Comunicado SPLIU – Medidas excecionais de organização e funcionamento das escolas

 

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Da reunião com os sindicatos saiu uma nota explicativa das alterações a introduzir ao Decreto-Lei n.º 14-G/2020, de 13 de abril

 

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Orientações para o trabalho dos Centros de Recursos TIC – Processo de avaliação e prescrição

 

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Sacudir a responsabilidade futura…

A diretora-geral da Saúde disse esta segunda-feira ser impossível impor regras de comportamento a crianças pequenas, defendendo que cabe aos adultos “fazer tudo” para minimizar o risco de contágio quando estão a brincar e a conviver. 

As creches são “um sítio para brincar” e as crianças são “muito pequeninas e, portanto, não é possível” impor-lhes regras de comportamento, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal

No entanto, sublinhou, “devemos fazer tudo, mas tudo, que os adultos e o espaço permitirem para minimizar o risco das suas brincadeiras”.

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PROPOSTAS PARA RETORNO PRESENCIAL ÀS ESCOLAS – FEPECI / SINAPE

 

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Concurso Externo – Listas Provisórias

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.

 

 Nota informativa

 Listas provisórias

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88% dos professores não concorda com reabertura das creches

Durante o fim de semana foram feitas quatro perguntas aos leitores do blog,

As questões foram propostas de forma independente o que fez com que o número de respostas fosse díspar. Optou-se por esta forma, porque uma das questões é apenas direcionada para quem tem filhos em idade para frequentar uma creche.

Os resultados foram esclarecedores sobre a opinião que os nossos leitores têm sobre o assunto, a reabertura das creches no dia 18 de maio.

A primeira questão tem a ver com a informação divulgada sobre a reabertura das creches. é visível que, mesmo com os esclarecimento que foram prestados na sexta-feira, os docentes não ficaram esclarecidos. A falta de noção da realidade que se vive nas creches do nosso país pode estar na origem das informações e regras que foram transmitidas pelos responsáveis escolhidos pelo governo.

Sobre a opinião dos professores sobre se as Creches e JI apenas abrirão por pressão economicista por parte das empresas para libertar os pais trabalhadores para regressarem aos postos de trabalho, as respostas foram no sentido do sim. Os docentes são da opinião que a economia está por de trás desta reabertura. A pressão vem de todos os lados, das empresas, do governo e das próprias creches.

 

A pergunta a que mais docentes responderam foi a da concordância ou não com a reabertura das creches no dia 18 de maio.

Os resultados mostram uma clara maioria de discordância com o governo sobre esta medida. Os docentes consideram que ainda não é tempo para esta abertura. As razões apontadas nos comentários apresentam várias razões, mas o ainda ser muito cedo e as creches não terem condições para cumprir as regras impostas são das mais apontadas.

A última pergunta foi a que menos respostas teve. A média de idade dos professores assim o dita, já não há muitos professores com filhos em idade de creche.

As respostas apontam para que muitas das crianças que frequentavam creches em março não vão aparecer em maio nas mesmas. O medo, a falta de confiança na exequibilidade das medidas anunciadas, não acalmaram os país. A imprensa, durante o fim de semana, focou bem o problema que pode ser a reabertura deste nível de ensino, os pais leram e ouviram os muitos responsáveis de creches e as suas dúvidas em relação às condições em que poderão executar as medidas propostas.

Não creio que esta reabertura vá surtir um grande efeito na reabertura da economia…

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Pais franceses angustiados por mandar as crianças de volta à escola

Pais franceses angustiados por mandar as crianças de volta à escola

Enquanto a França se prepara para começar retomar a vida pública  após oito semanas sob um bloqueio de coronavírus, muitos pais estão profundamente divididos sobre uma pergunta sem uma resposta clara ou correta: Devo mandar meu filho de volta à escola?

Apenas pré-escolas e escolas do 1.ºciclo estão programadas para começar no início, e as aulas serão limitadas a 10 alunos nas pré-escolas e 15 nos outros ciclos.

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Estudantes do profissional vão ter exames regionais para entrar no superior

Estudantes do profissional vão ter exames regionais para entrar no superior

Alunos fazem teste na instituição mais próxima de casa e podem candidatar-se a todas as instituições da região. Três consórcios, no Norte, Centro e Sul, vão fazer as provas específicas da nova modalidade de acesso às licenciaturas.

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Posição da ACPEEP sobre as recomendações da DGS para a reabertura das Creches

Posição da ACPEEP sobre as recomendações da DGS para a reabertura das Creches

Na sequência da Sessão Informativa realizada no dia 8-5-2020 para apresentação das Medidas para Reabertura das Creches pela Direção Geral de Saúde  pela Secretaria De Estado da Acção Social, a ACPEEP reiterou a sua posição de que algumas das medidas propostas não são exequíveis nem adequadas para a resposta social de CRECHE, solicitando a respetiva revisão e adaptação.

Referimo-nos, em concreto às seguintes medidas:

1)  As crianças não podem partilhar o seu brinquedo / os materiais didáticos com os colegas, os materiais devem ser unipessoais (funcionalmente impossível e pedagogicamente inaceitável);

2)  As mesas devem estar viradas para o mesmo sentido, as crianças não devem estar em U (desapropriado, as crianças estão sentadas no chão/no tapete ou em pequeno grupo a imitar/repetir o que a educadora e os colegas fazem, é assim que aprendem, têm que se ver umas às outras, não se mantêm no mesmo lugar e na mesma posição por muito tempo, muito menos sentadas);

3)  As crianças devem manter um distanciamento social entre elas, de cerca de 2m  (não conseguimos, nem queremos restringir os movimentos das crianças e a sua aproximação dos colegas, não podemos impedir ou orientar as suas deslocações, as interações entre crianças são necessárias ao seu desenvolvimento);

4)  Os catres e os berços devem estar a uma distância de 2m entre eles (as salas não têm dimensões suficientes para tal);

5)  É preciso haver espaços, que não estejam a ser utilizados, para dividir ou reduzir turmas (na maioria das creches não existem espaços que não estejam a ser utilizados. Além disso, ao dividir os grupos, as crianças deixam de estar com os adultos de referência);

6)  Cada bebé deve ter a sua própria espreguiçadeira (não há espaço na sala parque para colocar tantas espreguiçadeiras, mas mesmo se assim fosse, as crianças iriam gatinhar por cima das espreguiçadeiras, porque ficariam sem espaço para exploração);

7)   A definição de circuitos de circulação com entradas e saídas distintas, para não haver cruzamento de pessoas, poderá obrigar as pessoas a percorrer mais espaços dentro da instituição. O ideal é não passarem das entradas.

Assumimos que estas medidas não são exequíveis, pelo que os diretores das creches não se podem responsabilizar pela sua implementação. Consideramos que, apesar de tudo, podem existir condições e procedimentos adequados para minimizar o risco de contágio do Covid19 nas creches, sendo que há riscos que nunca poderão ser eliminados, pelo que temos que aprender a conviver com eles.

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O seu filho vai para a creche a partir de 18 de maio?

 

 

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Opinião – Reabertura Escolas (covid19) Creche e Pré-Escolar – Juliana Barroso

Estar saudável não é o mesmo de ausência de doença. Ser saudável é viver em ambiente seguro e com equilíbrio físico, mental, emocional e social.
O artigo 31º da Declaração Internacional dos Direitos da Criança consagra que “os Estados Partes reconhecem à criança o direito ao repouso e aos tempos livres, o direito de participar em jogos e atividades recreativas próprias da sua idade ”

 

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Concorda com a reabertura das creches a 18 de maio?

 

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Sindicatos do País Basco tomam posição: professores não entram nas salas de aula sem garantias de saúde

 

Os sindicatos de professores consideram “absolutamente irresponsável lançar o retorno proposto para 18 de maio”.

Unidade sindical. Algo incomum no País Basco. Mas, nesta ocasião, o anúncio da Secretaria de Educação do retorno à sala de aula a partir de 18 de maio para os alunos do secundário levou os sindicatos a unirem forças. Os sindicatos ELA, LAB, STEILAS, CCOO e UGT alertaram a Educação de que os professores não retornarão à sala de aula a menos que as condições de retorno “sejam negociadas e garantam a saúde”.

As centrais sindicais entrarão em contato com os diversos agentes educacionais nos próximos dias para discutir as possibilidades de dar uma resposta conjunta. Os sindicatos afirmam que o plano apresentado pelo Governo Basco para o retorno às escolas não foi “negociado ou elaborado com os representantes dos trabalhadores”. “Trata-se de uma decisão unilateral e imposta, como tem acontecido ao longo da gestão desta crise de saúde”, reclamam.
Uma vez que o plano foi conhecido, consideram que não há condições de implementar o retorno a partir de 18 de maio garantindo a saúde dos trabalhadores e estudantes. A sua opinião é que, a Educação apenas coleta critérios gerais de segurança que estão aquém e estabelece medidas “sem ter trabalhado com as escolas e sem fornecer recursos para poder implementá-los, carregando as escolas com um nível desproporcional de responsabilidade”.

Ou seja, “o plano de retorno é caracterizado pela improvisação e precipitação”. “Seria uma irresponsabilidade absoluta lançar o retorno proposto para 18 de maio.”

 

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A falta que os professores fazem pelo mundo…

Os testemunhos de alguns pais são esclarecedores…

 

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“Não é pedagogicamente correto dizermos a uma criança ‘não partilhes o brinquedo com o amigo’”

 

Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino garantem não ter condições de cumprir todas as regras contra a pandemia quando as creches forem reabertas.

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É uma imprudência, abrir as creches e o Pré-Escolar

 

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Tomada de Posição – SOBRE A REALIZAÇÃO DE EXAMES NACIONAIS NO ANO LETIVO DE 2019/20 E RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS DOS 11º E 12º ANOS

 

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Considera a reabertura das creches e JI uma atitude economicista?

Considera a reabertura das creches e JI uma atitude economicista?

As Creches e JI apenas abrirão por pressão economicista por parte das empresas para libertar os pais trabalhadores para regressarem aos postos de trabalho?

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Considera-se suficientemente informado sobre a reabertura de Creches e Jardins de Infância?

 

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Professores, planear Setembro: questões e soluções, por Alberto Veronesi

 

Professores, planear Setembro: questões e soluções

Tenho refletido, por estes dias, sobre as formas como se poderá iniciar o próximo ano letivo. Esta será a altura própria para pensarmos nisso!

Sim, porque não podemos esperar que em setembro a situação da pandemia esteja resolvida. Os problemas criados pela pandemia nas escolas não passam com as férias do verão e muito menos se resolvem sozinhos.

Parece-me por isso necessário que se comece a pensar em alternativas que sejam viáveis e que não coloquem em causa a saúde pública, será assim até que se encontre um tratamento ou uma vacina.

Perante a continuidade da pandemia em setembro impõe-se as seguintes questões:

  • Qual o número de alunos por turma?
  • Quantos professores a mais serão necessários?
  • Quais as perspetivas relativas à migração de alunos do ensino privado para o ensino estatal?

Perspetiva-se que devido à situação económica do país no pós-covid, haja uma migração de alunos do ensino privado para o ensino estatal, pelo que um aumento de turmas em algumas escolas poderá ser uma realidade.

  • Pretende o Estado apoiar as famílias para evitar possível migração?
  • Como se prevê fazer a monitorização da temperatura a alunos e professores?
  • Quem fornece as máscaras? Serão de uso obrigatório em contexto escolar?
  • Qual o número de turmas em simultâneo que cada equipamento escolar alberga, para que se cumpra com as regras básicas de distanciamento social?
  • De que forma poderá a escola recuperar a confiança dos pais?
  • Qual a responsabilidade de cada organismo, M.E. e câmaras no processo de implementação de medidas?
  • Como pretendem monitorizar a reabertura de maio e junho para que melhor planear setembro?

Pode até parecer precoce estarmos já a pensar nestas questões todas, mas uma vez que este período, e por sua vez ano letivo, será concluído no formato atual, é importante levantar certas questões que preocupam a comunidade social e escolar.

Ao final das matrículas do ensino público, 26 de junho, junta-se o concurso de professores 2020/2021, que está a decorrer, e obtemos o número de alunos existentes e o número de professores necessários para iniciar o próximo ano letivo.

Não podemos esperar muito mais tempo para decidir, teremos de enfrentar o próximo ano letivo com a certeza de que a situação continuará a ser extraordinária. Agir em vez de reagir!

Contudo, parece-me óbvio que não podemos mandar os alunos de volta à escola com 28 ou 30 alunos por turma. Sempre fui contra as “turmas galinheiro”, mas infelizmente o desinvestimento na educação a isso tem obrigado.

Esta situação poderá ser mitigada caso o ME e o governo desencadeiem medidas excecionais para resolver o problema na ajuda às famílias. Ao não o fazer irão aumentar a despesa pública, tendo de contratar mais professores, sobrando sempre para os contribuintes. Haveria também muita dificuldade de encontrar professores em grande quantidade para o registo de substituição das escolas não agrupadas e agrupamentos.

O facto de o Estado não ter resposta para as creches até aos 3 anos, assim como não ter resposta para um grande número de alunos na educação pré-escolar, sobretudo nas zonas urbanas, seria “obrigado” a apoiar as famílias, através das diferentes formas da resposta social que o país tem.

Neste momento, arrisco-me a dizer que, quanto mais novo é o aluno mais dificuldades estará a ter com este método de Ensino à Distância. As crianças do 1.º ciclo, por exemplo, precisam voltar à escola, porque é uma altura muito delicada da sua vida de aluno é quando aprendem a ler e a escrever e isso faz-se também através do afeto, da proximidade entre professor e aluno. Que seja com máscara e com todas as outras medidas necessárias de segurança, o importante é que voltem!

Todas estas decisões/planificações devem ser elaboradas em estreita colaboração com os organismos responsáveis pela saúde, por forma a acautelarem vários cenários que devem ter em consideração o superior interesse do Aluno.

Neste sentido e no intuito de promover o debate deixo algumas ideias que poderão vir a ser princípio de soluções e de responder às questões levantadas, nomeadamente:

  • Reduzir as turmas a pelo menos metade do estipulado no pré-covid;
  • Aumentar proporcionalmente o número de professores;
  • Desencadear medidas excecionais de apoio às famílias com filhos no ensino privado/cooperativo;
  • Criar turnos duplos em todas as escolas; (manhã / tarde);
  • Complementar o presencial com o ensino à distância com turnos semanais;
  • Garantir a distribuição de máscaras à comunidade;
  • Garantir a existência e reposição de produtos de higiene (sabão líquido, papel higiénico, papel de secagem de mãos);
  • Criar sistema de monitorização periódica da temperatura corporal;
  • Definir bem o papel de cada entidade no que toca à responsabilidade no cumprimento do estabelecido (M.E., câmaras);
  • Recolher e analisar todos os dados relativos à reabertura de alguns graus de ensino em maio.

Regressar é imperioso! É agora o tempo de planear!

 

 

 

 

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Como preparar as escolas para setembro?

António Dias Figueiredo reuniu algumas sugestões.

Que Educação para a Era Pós-Covid-19?

Em resumo, são estes os desafios que se colocam à educação em Portugal a partir do próximo mês de setembro:

  1. Reforçar radicalmente a autonomia nas escolas.
  2. Assegurar que cada escola ou agrupamento constitui uma infraestrutura tecnológica sustentável e um padrão de práticas que a prolongue de forma permanente para o espaço online.
  3. Desenvolver de forma gradual a competência dos professores para a educação online.
  4. Iniciar um percurso gradual de apropriação cultural do telemóvel para a prática pedagógica.
  5. Manter um serviço público, pedagógico, televisivo de alta qualidade para as populações que pretendam aprender mas não têm alternativas e assegurar, desde já, através desse serviço, um programa de alfabetização e de literacia digital.

 

LER O TEXTO COMPLETO AQUI

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Cartoon do Dia – Experiência social-Covid – Paulo Serra

 

 

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Linhas orientadoras para reabertura das creches…

 

Linhas orientadoras são desafio às creches, às crianças e aos pais

Apesar de algumas das medidas anunciadas esta sexta-feira já estarem contempladas nos planos de contingência das creches, outras, agora anunciadas e que serão formalizadas nos próximos dias, são um autêntico desafio para educadores, crianças e pais.

No essencial, as medidas detalhadas pela DGS são as seguintes, para todas as creches:

  • Existência de área de isolamento de casos suspeitos de Covid-19, com circuitos definidos e isoláveis
  • Garantia de substituição de funcionários doentes
  • Não utilização de sistemas de ar condicionado em sistema de recirculação
  • Existência de um dispensador de gel desinfetante por sala
  • Encerramento de espaços não utilizados
  • Arejamento dos espaços com abertura de portas e janelas
  • Rigor na higiene de todos os espaços, com reforço de ações de limpeza e descontaminação, incluindo limpeza de mesas e cadeiras entre turnos nas “cantinas”
  • Distanciamento entre crianças nas pausas e espaços de refeição
  • Berços, camas ou catres sempre utilizados pela mesma criança e com espaçamento mínimo de 2m entre si (há creches que se queixam de falta de espaço para implementar esta medida)
  • Divisão de turmas, tornando-as mais pequenas
  • Turmas fixas, ocupando diariamente o mesmo espaço, com o mesmo educador e com os mesmos circuitos de circulação
  • Mesas de trabalho orientadas no mesmo sentido (as creches trabalham habitualmente com mesas redonda ou dispostas em “U”)
  • Uso de “máscara cirúrgica” pelos profissionais e pelas crianças com idade superior a 6 anos (abaixo desta idade a máscara não é permitida)
  • Espaçamento de 2m entre crianças (medida que a própria DGS reconhece não ser de fácil aplicação)
  • Material didático não deve ser partilhado entre as crianças
  • Os brinquedos pessoais ficam em casa
  • Os pais devem disponibilizar calçado para uso exclusivo no interior das creches
  • Os pais não podem entrar nas creches, devendo a entrega e receção das crianças ser feita de forma individual
  • No caso do transporte das crianças em viaturas disponibilizadas pelas creches, ou empresas prestadoras desse tipo de serviço, serão aplicadas as mesmas regras em vigor para os transportes públicos.

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Sessão informativa – Reabertura da Resposta Social Creche

 

https://twitter.com/govpt/status/1258783708204560384?s=20

 

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