Rui Cardoso

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«Os professores estão a trabalhar como nunca»

Além de estarem a trabalhar de uma forma a que se estão a adaptar em tempo record e sem formação disponibilizada pela tutela (têm valido os colegas que dominam a tecnologia para irem dando uma ajuda e tirar duvidas a quem a tutela e muitas direções não não agradecer quando chegar a altura da ADD), os professores estão a trabalhar muito além das 35 horas semanais, com noites curtas e sem fins de semana ou feriados.

#EstudoEmCasa. «Os professores estão a trabalhar como nunca», diz secretário de Estado da Educação

João Costa, secretário de Estado da Educação, pediu aos encarregados de educação para não interromperem as aulas à distância. «Colabore», começa por dizer numa mensagem deixada na rede social Facebook, na véspera do arranque da telescola para 850 mil alunos.

«Os professores estão a trabalhar como nunca, com meios e metodologias completamente novos. As aulas são para os alunos. Não interrompa. Não comente. Não chame o seu filho a meio da aula. Construa a autonomia e não faça por eles», prossegue, lembrando que não compete aos pais serem professores «ainda que se sinta invadido de trabalho». «Não são TPC«s, são os trabalhos normais da escola. E há tempo para ir ajustando.»

«O professor do seu filho está a dar o seu melhor e precisa de apoio e respeito», sublinha. «Nas crises,a colaboração é essencial. Adopte uma atitude construtiva e seja parte da autonomia e responsabilidade do seu filho.Somos todos responsáveis por todos. Obrigado», remata.

 

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Cartoon do Dia – Burnout durante a E@D – Paulo Serra

 

 

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Alunos não têm feriado a 1 de maio… no dia do trabalhador, trabalha-se…

Antes que a miudagem se lembre de ir para a rua comemorar o 1 de Maio… vamos dar-lhes #estudoemcasa.

Tanta polémica que se tem gerado por causa das celebrações do 25 de abril e agora serão transmitidas aulas pela televisão no primeiro de maio?

Uma colega chamou-nos a atenção para isto…

“Qual não foi o meu espanto quando olhei para as datas e verifiquei que há aulas com a data de 1 de maio. Terá sido algum lapso ou será excesso de zelo? É que, e isto é a minha humilde opinião, como professora, como mãe, como cidadã…, este dia é feriado e os alunos também precisam de manter alguma normalidade dentro desta anormalidade que estamos a viver. Dei por mim  a pensar: Então, tanta polémica que se tem gerado por causa das celebrações do 25 de abril e agora serão transmitidas aulas pela televisão no primeiro de maio? E se não estivéssemos nesta situação, teríamos que ir à escola dar aulas? Depois pensei que poderia ter visto mal e, depois de ir tratar do jantar, voltei a sentar-me frente ao computador… e não é que continua lá, tal e qual como antes, a previsão de aulas para esse dia?”

 

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Vantagens e desvantagens de um ensino em isolamentantagens e desvantagens de um ensino em isolamento

 

Escola em casa: vantagens e desvantagens de um ensino em isolamento

Esta repentina e inesperada pandemia, pede mudança de hábitos a nível mundial, mudanças para sempre ou por um período prolongado já que o desconforto relacionado com morte ou essa possibilidade vai, infelizmente, ficar na mente de todos.

O trabalho à partida de casa, perda de emprego, isolamento social, entretenimento em família e com os meios tecnológicos e suporte escolar em casa foram algumas das medidas impostas pelas exigências do momento.

Algumas famílias resolveram bem e positivamente todas estas questões, mas outras não.

Para famílias cuja contenção financeira foi uma necessidade, novas regras e opções são agora decididas.

Homeschooling, ou escola em casa, é um conceito há muito apreciado por algumas famílias e teve o seu grande boom em Inglaterra em 1970. Esta modalidade pode tornar-se agora um fator presente e inteligente para ultrapassar as questões escolares dos mais pequenos.

Quem se dedica a estudar os benefícios e pontos frágeis do Homeschooling dão nota positiva a este sistema por razões que irei expor.

É muito importante que os pais tenham preparação académica e psicológica para assegurar um bom desempenho e suporte aos mais pequenos.

Em tempos normais, estudar em casa foi apontado como uma decisão muito forte e adequada para o bom desenvolvimento, criatividade e expansão dos dons naturais da criança devido a um seguimento e apoio próximo, personalizado, ao ritmo da criança e dos pais. Um sistema muito bom para perceber e apoiar as características inatas das crianças.

Benefícios da escola em casa

– Educação à medida de cada família.

– As crianças tornam-se mais responsáveis, confiantes e independentes.

– Possibilidade de contratação de um professor.

– Educação integrada e consistente.

– Crianças e jovens fora dos fenómenos de moda.

– Integridade física e psicológica.

– Não há o stresse dos trabalhos de casa.

– Os exames exigidos pelas entidades competentes podem ser feitos com serenidade e responsabilidade por parte das crianças que são previamente preparadas.

– Proteção de doenças e perigos sociais.

– Alimentação saudável.

– Relações familiares sólidas.

– Responsabilização e maturidade das crianças, alargamento de horizontes culturais e sociais.

– Enriquecimento do currículo académico e cultural.

Em 2018 cerca de 600 famílias foram apuradas, em Portugal, como praticantes integrais de Homeschooling e cerca de 60 países no mundo têm permissão legal para o praticar livremente. Portugal é um deles.

A preparação esmerada das crianças e sua educação mas com responsabilidade assumida a 100% por parte dos pais e/ou partilhada com professores é algo que adultos conscientes escolhem.

Estados de pandemia são assustadores, obriga todos repensar e aprender novos aspetos práticos de vida, e estes encerram questões de maior fundo.

A mudança de um país, ocorre através da preparação dos seus membros. Os mais pequenos, quanto mais cultos, inteligentes, bem formados forem mais fácil é a renovação dos pilares que governam e orientam a sociedade.

Autor: Isabel Leal

LER O ARTIGO COMPLETO AQUI

 

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Não deixar ninguém para trás – Paulo Antunes

 

Cursos de Educação e Formação (CEF)…certificação ou qualificação?

Partindo dos pressupostos de que os alunos dos CEF de Básico prosseguem na sua maioria ofertas de dupla certificação de nível secundário; que é ainda uma minoria o número de alunos dos Cursos Profissionais que prosseguem para o Ensino Superior; que o FMI prevê a economia a afundar-se e a taxa de desemprego a mais do que duplicar em Portugal, estaremos atualmente em condições de apenas certificar ou de qualificar com seriedade e rigor? Ensino profissional: preconceito ou hipocrisia?

Segundo a lei, nos Cursos Profissionais a componente de formação em contexto de trabalho (FCT), é realizada em empresas ou noutras organizações, em períodos de duração variável ao longo ou no final da formação, enquanto experiências de trabalho, designadamente sob a forma de estágio, integrando um conjunto de atividades profissionais que visam a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir.

Todavia, no recente Decreto-Lei nº 14-G/2020 de 13 de abril, prevê-se a seguinte pérola “1 — Nos anos terminais dos ciclos formativos das ofertas profissionalizantes de nível básico e secundário, a formação prática ou a formação em contexto de trabalho, previstas nas matrizes curriculares dos respetivos cursos, podem ser realizadas através de prática simulada.” , que permitirá concluir os seus cursos com a devida certificação, mas de certeza com lacunas ao nível do perfil de competências definidos para cada curso e ao Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, que uma prática simulada nunca poderá colmatar.

Também segundo os normativos, a PAP (Prova de Aptidão Profissional) que consiste na apresentação e defesa, perante um júri, de um projeto consubstanciado num produto, material ou intelectual, numa intervenção ou numa atuação, consoante a natureza dos cursos, bem como do respetivo relatório final de realização e apreciação crítica, demonstrativo de conhecimentos, aptidões, atitudes e competências profissionais adquiridos ao longo do percurso formativo do aluno, em todas as componentes de formação, com especial enfoque nas áreas de competências inscritas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e no perfil profissional associado à respetiva qualificação. No entanto, neste contexto de pandemia, o ministério sugere que na impossibilidade de realização presencial da Prova de Aptidão Profissional, poderá ser equacionada a sua realização online, desde que reunidas as condições para essa realização no domicílio do aluno. A utilização do telemóvel para gravação de uma prática simulada assíncrona poderá ser uma solução alternativa, sendo a mesma enviada ao júri da PAP.

Note-se que a PAP é muito importante para a vida escolar e profissional do aluno, pois permite-lhe aplicar num caso prático concreto, uma grande parte dos conhecimentos e competências académicas e profissionais, obtidos ao longo dos módulos das disciplinas técnicas do curso. Com a realização da PAP, o aluno aperfeiçoa o que aprendeu ao longo do curso. O aluno com esta prova, tem de realizar tarefas idênticas às que irá desempenhar quando ingressar no mundo do trabalho, respeitando os prazos de entrega. Conseguem imaginar um PAP de Metalomecânica, Eletrónica, Automação e Comando, Gestão equina? Eu não consigo, ainda mais que é um traço identitário desta oferta qualificante.

Em suma, desta forma vamos deixá-los para trás e hipotecar o seu futuro, já que estarão sempre em desvantagem na procura de emprego e na mobilização no mundo do trabalho das competências do seu perfil profissional. À semelhança dos exames nacionais não seria de considerar uma época excecional para a conclusão das PAP e FCT no início do próximo ano letivo, a partir de setembro, garantindo também o acesso ao ensino superior no seu real interesse? O país que nos espera no pós pandemia não está em condições de brincar à formação profissional e precisa de profissionais realmente qualificados.

Paulo Antunes (professor e adjunto de direção no Agrupamento de Escolas de Moure e Ribeira do Neiva)

In Terras do Homem

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As contingências das famílias a ter em conta pelos professores…

É apenas um exemplo, mas muitas mais contingências têm que se ter em conta. Nem todas as famílias dispõe de todo o equipamento necessário e os que não têm nenhum ainda são em grande número.

 

Quando uma família de oito partilha um único computador

Em casa da família Chagas, pai , mãe e seis filhos , há um único computador e os quatro miúdos mais velhos frequentam o décimo, oitavo, sétimo e quinto anos de escolaridade. Três deles fazem ainda, online, aulas de violino, teóricas e práticas.

Complicado? “Sim, é muito complicado”, diz o pai. Mas os miúdos garantem “até tem corrido bem”.

In TSF

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Reflexão de um Professor sobre estes últimos dias…

 

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Alteraçāo à Portaria que regula o acolhimento nos estabelecimentos de ensino

 

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Carta aberta ao nosso país – Leonor de Matos Pereira

 

Carta aberta ao nosso país

Vivemos uma altura das mais atípicas dos últimos anos, vivemos uma situação de pandemia, uma época crítica.

Seria de esperar que, por estes tempos, se observasse solidariedade, entreajuda e bondade.

Ao invés disso, o nosso Portugal, de “portuguesitos”, assiste agora a uma das maiores barbaridades desta quarentena, não falo dos desafios constantes nas redes sociais (porque esses servem para passarmos o tempo), não falo das brincadeiras dos vídeos em casa, não falo de nada disso. Falo sim, de um grupo de jovens que decidiu que seria engraçado invadir aulas de professores e colocar esses momentos no YouTube, atingindo milhares de visualizações.

Aos pais, um apelo: se os vossos filhos precisam de uma consciencialização melhor, é esta a altura certa, se não têm maturidade suficiente para ter aulas através de plataformas digitais estando sozinhos, certifiquem-se de que estes estão na aula e não a enviar o ID e a password da mesma ao autor destas “invasões” que, para além de demonstrarem uma falta de noção descomunal, são infantis e de uma pobreza de espírito muito grande.

Aos jovens, percebam que enfrentamos uma altura de fragilidade, uma altura em que o professor que estão a saturar, ao deixar entrar alguém para perturbar a aula, pode estar a passar mal por ter um familiar doente, pode estar a passar mal por ter um grande amigo doente e, ainda que não esteja, que vos pese a consciência porque esse professor está a arranjar alternativas para que não saiam prejudicados.

A vocês jovens, a nós jovens, notem que os professores também são lesados desta situação, também eles preferiam não ter de nos dar aulas via plataformas digitais, mas a vida pregou-nos esta partida e eles estão a fazer o melhor que podem, a adaptar-se à nova realidade e estão a fazê-lo por nós. Notem que a educação é a chave da nossa vida, é o trunfo do nosso futuro, é aquilo que nos permite sonhar.

A vocês jovens, a vocês autores e cúmplices desta ação, tenham vergonha, sintam-se culpados, repensem as vossas atitudes e vislumbrem mais além. O mundo não é só nosso, o mundo é de todos e a todos cabe fazer dele um lugar melhor.

A vocês, tenham noção que, ao gravar aulas sem consentimento dos participantes lá presentes, incorrem num crime que poderá ser punido pelo artigo 199° do Código Penal, tenham noção que poderão ainda ser alvos de Responsabilidade Civil, uma vez que violam o Direito à imagem de outrem (artigo 79° Código Civil), pelo que existe a hipótese de serem obrigados a uma indemnização por via dos artigos 70° e 483° do Código Civil.

A nós Portugal, um bocado de humildade, de consciência e de bom senso. A nós Portugal, um bocado de crescimento pessoal e maturidade.

A nós Portugal, um bocado de união, um bocado de compaixão, um bocado de espírito português.

In Observador

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PJ identifica invasor de aulas virtuais no Zoom

 

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica – UNC3T, em estreita articulação com o Ministério da Educação, procedeu à identificação de um homem de 20 anos de idade, que no uso de credenciais de acesso a salas de aulas on-line, se introduzia nas mesmas, com o único propósito de perturbar o seu normal funcionamento, atos praticados esta semana.

Esta ocorrência, rapidamente comunicada pelo Ministério da Educação, permitiu vir a identificar e localizar o autor de tais factos, indivíduo este que não fazia parte das turmas, cujas aulas foram interrompidas, assumindo que o seu comportamento foi indevido e por isso se disponibilizou a apagar todos aqueles conteúdos que foram publicitados na Internet.

Por livre iniciativa procedeu igualmente à eliminação de todas as suas contas em redes sociais, que estiveram na base desta atividade ilícita e pelas quais poderá vir a ser responsabilizado penal e civilmente.

 

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Acesso Ensino Superior 2020 – calcular nota de candidatura

Este ano o acesso ao Ensino Superior terá regras diferentes, excecionais, face às condições em que terminamos o 2° período e às condições em que decorrerá este 3° período. Saíram indicações da DGAE que explicam como será determinada este ano a nota de candidatura, para os alunos que terminam este ano o 12º ou para alunos que já tendo terminado o ensino secundário, ainda têm válidas as PI (provas de ingresso) e se pretendam (re)candidatar.

Podem calcular a nota de candidatura no link abaixo

 

Acesso Ensino Superior 2020 – calcular nota de candidatura

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Todos em casa, e agora? A escola, os professores, os alunos…

 

 

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Resumo da reunião dos Diretores com o Secretário de Estado (17/04)

Uma Síntese Da Última Reunião De Ontem Dos Director@s Com O SE Costa

Foi feita uma pequena edição do documento. Surpreende-me que ainda não tenha surgidos nos orgãos oficiosos do ME na blogosfera.  Destaques meus.
    1. O canal Estuda em Casa – RTP Memória  – foi concebido a pensar nos alunos que não têm acesso à internet e contacto com as Escolas através das aulas síncronas.
    2. Os conteúdos e os materiais serão publicitados, com uma semana de antecedência, no site de Apoio às Escolas; 
    3. Os conteúdos passados pela televisão não são nem substituem a Escola e o Professores. São representações mistificadas do que era a tele-escola. São um conjunto de recursos para alunos sem conectividade, em articulação com outras parcerias que se possam estabelecer. Destina-se a alunos com uma situação económica mais vulnerável e sem contacto com a Escola; 
    4. O que é transmitido pela televisão não substitui o professor, nem pode substituir as aulas síncronas. Não há obrigatoriedade de cumprir aqueles horários nem de recorrer àquele recurso; 
    5. Os horários das Escolas não têm que se adequar ou ficar dependentes dos horários das aulas televisivas; 
    6. As aulas síncronas são obrigatórias; 
    7. A Fundação EDP tem cerca de 1000 voluntários com formação para apoiar os Agrupamentos – monitorização social. O Agrupamento sinaliza esses alunos e, através da DGEstE, faz~se a articulação com a Fundação EDP; 
    8. Entender esta crise sanitária como acelerador de desigualdades em todas as áreas, mas sobretudo na Educação. Os Agrupamentos devem minimizar este efeito. 
    9. Articulação entre as Escolas e os CRI – tem que continuar e os técnicos tem de continuar a prestar apoio aos alunos; 
    10. Controlo da assiduidade dos alunos – não com o intuito de marcar faltas ou não, mas numa perspetiva  de evitar o abandono escolar e as desigualdades sociais no acesso à educação. Em caso de abandono escolar, contactar a CPCJ ou as Forças de Segurança; 
    11. Mais informações sobre o controlo da assiduidade docente chegará às Escolas em breve; 
    12. Este 3.º Período também é um período de avaliação; 
    13. Os alunos, em maio, podem regressar às Escolas, nem que seja apenas para a frequência de algumas disciplinas; 
    14. Inscrição nas Provas de Equivalência a Frequência; 
    15. Há Provas de Equivalência a Frequência em todas as disciplinas do Ensino Básico, incluindo Português e Matemática;
    16. A [equipa] deve manter contacto com os alunos por via telefónica ou correio eletrónico;
    17. Se as aulas presenciais acontecerem em maio, haverá reajustes nos horários dos alunos e dos professores
    18. Quanto ao Seguro Escolar, em caso de acidente em casa, é um assunto que está a ser analisado;
    19. O calendário escolar tem o seu término em 26 de junho, para todos os anos e ciclos de escolaridade;
    20. Em caso de regresso às Escolas, todas elas serão devidamente higienizadas e as mesmas serão apetrechadas com todo o material necessário (máscaras, luvas, álcool, gel…);
    21. Aulas nos Estabelecimentos Prisionais – serão enviadas orientações às Escolas;
    22. Adequações de instrumentos e adequações de critérios de avaliação. Ter em atenção que há alunos que estão em diferentes situações. A avaliação não se esgota este ano, mas continua no próximo com um Plano de Recuperação de aprendizagens não realizadas.
    23. Não confundir avaliar com classificar.

In O Meu Quintal

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Será que “A crise vai mudar a educação”?

Os professores tiveram que se adaptar, os alunos estão-se a adaptar, os pais estão a tentar adaptar-se, mas será que o sistema se adaptará?

A grande questão que se põe, é se algum dia a escola voltará a ser o que era antes da pandemia.

Este cenário “sem precedentes” pode ser também uma oportunidade mudar o futuro do ensino?

 

“A crise vai mudar a educação”. UNESCO acredita que o ensino nunca mais será como antes

 

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A “minoria” excluída pelas medidas governo

 

“Dizem-nos nas escolas que não devemos prejudicar qualquer aluno por causa desta pandemia no entanto, os miúdos do Secundário que estão a fazer melhoria às disciplinas que são obrigados a fazer por exame e não por frequência, não verão as notas dos exames contar para melhoria de classificação interna mas apenas como ingresso na faculdade ( disciplina especifica). Ora, esses serão muito prejudicados, um ano de trabalho deitado ao lixo. Dou o exemplo do filho, doente oncológico em recuperação que está por sua escolha a repetir o 11° ano com intuito de melhorar as médias , após anos a trabalhar e a fazer quimioterapia em simultâneo , com muito esforço, vai ser impedido de o fazer. Mudaram as regras do “jogo” a meio e a permissa de que “não vamos prejudicar os nossos alunos” só serve para alguns alunos.

É muito triste…é desolador acautelarmos alguns alunos e outros não. Uns são filhos…outros enteados.

Mãe e professora desiludida”

 

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Cartoon do dia – Aulas Síncronas – Paulo Serra

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“Há alunos a receber dinheiro em troca de passwords”

Quem o diz é Mário Nogueira…

 

“Há alunos a receber dinheiro em troca de passwords”, denuncia Fenprof

 

A ser verdade, o que nos diz isto dos nossos jovens?

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Candidatura para compensação remuneratória dos Educadores de Infância da Rede Solidária (IPSS, Mutualidades e Misericórdias) 

PROGRAMA DE EXPANSÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – ANO LETIVO 2018-2019 
Deverão as Instituições cumprir rigorosamente os prazos estipulados:
  • 17 de abril a 4 de maio – período de candidatura;
  • 5 a 8 de maio – Consulta e Análise das candidaturas;
  • 11 a 25 de maio – Análise e correção das candidaturas;
  • 26 de maio a 8 de junho – Período de reclamação.

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Governo quer que universidades retomem as aulas em maio

Gabinete no Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Recomendação e esclarecimento às instituições científicas e de ensino superior:

Elaboração de planos para levantamento progressivo das medidas de contenção motivadas pela pandemia COVID-19

17 de abril de 2020

 

Na sequência da renovação da declaração do estado de emergência motivado pela pandemia COVID-19 até ao dia 2 de maio e tendo em consideração:

  • a mobilização contínua de todas as instituições científicas e de ensino superior, dos seus estudantes, docentes, investigadores e funcionários para fazer face às medidas extraordinárias e de caráter urgente de resposta à situação epidemiológica provocada pelo novo coronavírus e a doença COVID-19, incluindo todos os esforços para desenvolver, com qualidade, processos de ensino e aprendizagem a distância e adotar de forma generalizada o teletrabalho (ver anexo 1), assim como para apoiar a reposta geral da população e do sistema nacional de saúde a esta pandemia;
  • as práticas agora em preparação a nível europeu para iniciar os esforços necessários para o levantamento progressivo das medidas de contenção ligadas ao surto de coronavírus e à pandemia COVID-19;
  • os termos do roteiro comum recentemente proposto pela Comissão Europeia no que respeita à autorização progressiva de agrupamentos de pessoas, tendo em conta as especificidades das diferentes categorias de atividades, tais como as realizadas nas instituições de ensino;
  • a necessidade de assegurar a conclusão do corrente ano letivo em prazos tão próximos quanto possíveis do que se encontrava previsto no calendário escolar, evitando impactos negativos sobre o próximo ano letivo.

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#EstudoEmCasa – Programação, Temas, Aprendizagens e Propostas de Trabalho/Desafios

MENSAGEM INICIAL

 

A iniciativa #EstudoEmCasa assume-se, no 3.º período, como um complemento e um recurso de apoio primeiramente para que os alunos sem conectividade e/ou equipamento possam beneficiar das aprendizagens aí disponibilizadas, independentemente de outras utilizações que possam ser feitas pelos docentes, através da sua inserção nos planos E@D de cada estabelecimento de ensino.

Estes recursos constituem-se em blocos temáticos de 30 minutos emitidos através dos canais existentes, nas modalidades já divulgadas, e são complementados por informação a disponibilizar na Direção-Geral da Educação.

Sobre cada uma das aulas são disponibilizados os temas tratados, as aprendizagens essenciais desenvolvidas e propostas de trabalho/desafios que poderão complementar o trabalho dos professores das escolas destes alunos.

Pretende-se, tal como já comunicado anteriormente, que esta informação possa ser consultada com a antecedência devida para que se permita, se o professor entender, utilizar estes materiais. Disponibilizam-se, agora, os recursos para a primeira semana de #EstudoEmCasa.
Vamos continuar a trabalhar para que a informação seja disponibilizada regularmente e com maior antecedência.

Sobre cada uma das aulas são disponibilizados os temas tratados, as aprendizagens essenciais desenvolvidas e propostas de trabalho/desafios que poderão complementar o trabalho dos professores das escolas destes alunos.

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DGEstE – Segurança no uso das plataformas digitais

Assunto: Segurança no uso das plataformas digitais

Senhores(as) Diretores(as) / Presidentes de CAP

Havendo um conjunto de preocupações relacionadas com segurança no uso das plataformas digitais, queremos chamar a atenção para o cumprimento das normas de segurança disponibilizadas no site Apoio às Escolas, produzidas em articulação estreita com o Comando Nacional de Cibersegurança e a Comissão Nacional de Proteção de Dados.

Estas normas, como já foi divulgado, encontram-se disponíveis nos seguintes links:  https://apoioescolas.dge.mec.pt/node/763

https://www.seguranet.pt/pt/estudo-em-casa-recomendacoes-de-seguranca

Havendo algumas preocupações acrescidas com a plataforma Zoom, chamamos a atenção de todos para informações específicas sobre esta plataforma:

https://www.seguranet.pt/sites/default/files/estudoemcasa/Zoom.pdf

Solicitamos que esta informação seja divulgada junto dos alunos e encarregados de educação.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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Há coisa que não entendo!!!!

 

A Telescola serve para complementar o trabalho dos professores, ou os professores complementam as aulas da telescola…

Para quem não entender à primeira…  estou a ser Cínico

 

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Como impedir que gravem a minha aula no Teams

Clicar em:

Opções de reunião;

Pessoas da minha organização;

Selecionar: Somente EU

 

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FAQ sobre o #EstudoEm Casa

 

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Programação semanal #EstudoEmCasa para o 1.º Ciclo

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/Programação-EstudoEmCasa-20-22-abril-1.pdf”]

 

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Biblioteca de Santa Maria (Beja) abre canal de televisão

 

Com uma emissão experimental que funciona apenas para que tem a MEO como operador, a Biblioteca de Santa Maria em beja abriu um canal de televisão. Pode ser acedido na televisão clicando no botão verde do comando e introduzindo o código: 227882 ou em alternativa neste link de internet: http://kanal.pt/227882

 

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Contagem do tempo de serviço não é possível? Por falta de legislação?

Onde param os contratos assinados? Tenho sérias duvidas sobre a legalidade de uma situação destas. O que diz o Código de Trabalho? Será que os professores das AEC já estão em lay-of ou foram, pura e simplesmente despedidos?

 

Exmo Senhor Professor

Bom dia

Relativamente ao pedido formulado no e-mail infra, cumpre informar V. Exª que, não havendo prestação  efetiva de funções no âmbito das Atividades Extra Curriculares, não é possível proceder à respetiva contagem, para efeitos de concursos, por falta de legislação que o permita.

Neste sentido, será apenas contabilizado pelos Agrupamentos de Escolas o tempo de serviço efetivamente prestado no âmbitos das AEC.

 

Com os melhores cumprimentos

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Programação do #EstudoEmCasa já está disponível

A programação da RTP Memória já está disponível no Guia TV da MEO até quarta-feira… é assim que partilham os conteúdos com os professores.

Clicar na imagem para aceder

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Um quadro para guiar uma resposta educativa para o COVID-19 Pandemia de 2020 – OCDE

 

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PROGRAMAÇÃO ESTUDO EM CASA DIA 20 – RTP MEMÓRIA

 

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Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

Encontra-se disponível o formulário eletrónico para renovação dos pedidos de equiparação a bolseiro para o ano de 2020/2021. Disponível de 16 de abril até às 18h00 do dia 30 de abril de 2020.

 

SIGRHE

 Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

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Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Licença sabática – Ano escolar 2020/2021

 

Nota Informativa

 

 Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Ano escolar 2020/2021

 

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” A Ilha” – Estação das Letras

” A Ilha”

Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por todos os lados.
Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de um qualquer continente.
Uma criança, tímida na escola quando ninguém quer brincar com ela, é uma ilha.
Ou então um velho que no natal espera a família , e ninguém aparece é uma ilha.
Tudo o que em nós ainda não morreu cercado pelo que já mataram, é uma ilha.
A lágrima é uma ilha que desliza no oceano da cara.
Esta é a minha ilha, aqui todos são bem vindos, aqui todos podem entrar.
Quando tudo isto passar, venham , tragam a mãe, o pai, o irmão e até o gato ou o cão.
Porque todos os dias temos construído pontes entre nós.

Até já.

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Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

A pandemia que estamos a viver em todo o mundo veio com um novo olhar sobre os profissionais que, de uma forma ou de outra, tentam salvar a sociedade de todos os males que ela trouxe consigo.

Os profissionais ligados à saúde são hoje presenteados com o título de “heróis de primeira linha”. Aqueles que, contra a natureza humana, não fogem do campo de batalha, mesmo que estejam a perder a batalha. Permanecem, voltam um dia atrás do outro, arriscando as próprias vidas e com isso arriscando, muitas vezes, as vidas dos seus em casa. Trabalham sem meios adequados, inventam e reinventam soluções, testam formas de combate à doença, dão o seu melhor para que a sociedade não perca a guerra.

A sociedade vê neles um exemplo de perseverança e esperança no futuro. Os hospitais são presenteados com material de apoio, por anónimos e conhecidos. Os profissionais de saúde vêem-se apoiados por toda a comunidade que os rodeia com os maiores e mais pequenos gestos de agradecimento, às vezes um simples e sincero “obrigado” tem todo o valor do mundo, dando-lhes o alento que necessitam para continuar em frente.

Mas não foi há muito tempo: os que hoje os chamam de “heróis”, apelidavam-nos de “bestas” por reivindicarem melhores condições de vida como o reconhecimento das suas especializações ao nível de ordenados, a exigência de um estatuto de carreira de desgaste rápido, um estatuto de carreira no caso dos enfermeiros e o descongelamento de carreiras. Os auxiliares de acção médica, esses, arriscam as suas vidas todos os dias por um ordenado mínimo, mas não desmobilizam, continuam a ajudar a salvar vidas contra todas as probabilidades, mesmo contra tudo o que a razoabilidade humana lhes exija. Trabalham sem subsídios de risco, trabalham com o medo nos corações, mas pelos olhos emanam esperança.

Os professores, num mês, inventaram e reinventaram a escola. Com espírito de missão, arregaçaram as mangas e traçaram novos caminhos na educação. O ensino à distância é hoje uma realidade em progressão. Sem orientações dignas dessa palavra, deram resposta aos seus alunos num primeiro momento. Com orientações vagas delinearam estratégias, organizaram-se, foram à procura de soluções e encontraram-nas, construíram-nas e chegam aos seus alunos.

O ministro da Educação chama-os de “heróis”. “Cada professor é um verdadeiro herói”, disse. O primeiro-ministro promete um novo choque tecnológico na educação no próximo ano lectivo.

Os professores não querem ser “heróis”, querem ser reconhecidos como profissionais que são. Os professores fizeram a revolução tecnológica na sociedade escolar a partir de suas casas e sem apoio governamental. Se os professores são “heróis” hoje, é porque sempre o foram, mas nem sempre foram tratados como tal. A sociedade nem sempre os tratou como hoje os trata.

Pouco antes de a pandemia começar, os professores eram agredidos, física e psicologicamente, quase diariamente, por alunos e familiares. Viram-lhes negado a contabilização, sem retroactividade, da contagem de todo o tempo perdido durante o congelamento, para efeitos de carreira, como aconteceu com as carreiras gerais da função pública. Viram situações de injusta ultrapassagem na carreira acontecer entre colegas, sem qualquer salvaguarda por parte da tutela. Viram construir, na sociedade, uma imagem de “bestas” que apenas queriam aumentos e mais dinheiro.

São estes profissionais que hoje dão o seu melhor, na primeira ou na segunda linha, para que nada falte aos nossos doentes e às nossas crianças, os mais frágeis da nossa sociedade. Ontem passaram, ou fizeram-nos passar por “bestas”, hoje chamam-nos de “heróis”. Todos são apenas dos melhores profissionais do mundo, tal como todos os outros que todos os dias se levantam de manhã para ir cumprir a missão que escolheram nas suas vidas.

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Marcelo já enviou o novo decreto de estado de emergência para o Parlamento

 

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PLIP, O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada

O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada (PLIP)

O PLIP visa dar vida a livros que se encontram nas estantes das bibliotecas, oferecendo-os a novos leitores. Tal dá-se através da adaptação de obras originais ou já publicadas para que públicos com necessidades específicas possam chegar a elas através de versões em novos formatos: Livros em Braille e em alto-relevo (para pessoas cegas ou com baixa visão); audiolivros (para quem prefere ouvir); vídeo-livros em Língua Gestual Portuguesa (para os Surdos) e em formatos adaptados – pictogramas e versões simplificadas (para pessoas com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza).

Os kits criados trazem o cunho das equipas que neles trabalharam e refletem as competências – profissionais ou amadoras – de quem voluntariamente dá de si para que outros possam chegar à leitura. Mais importante do que a qualidade técnica dos materiais produzidos é a fidelidade aos autores e aos livros que lhes deram origem e o respeito pelos novos leitores que só assim os poderão passar a ler.

Os KITS PLIP apresentam-se em ficheiros em formato eletrónico que são disponibilizados gratuitamente para serem materializados através da impressão (normal ou em equipamentos específicos – ex. impressora braille ou de relevo) ou utilizados diretamente nos computadores (através de leitores de ecrã).

Para além de DESENVOLVER KITS MULTIFORMATO para leitores com necessidades específicas, o PLIP pretende promover e DINAMIZAR AÇÕES DE LEITURA que levem os livros a TODOS, incluindo pessoas com incapacidade ou necessidades especiais; estimular a partilha de experiências; desenvolver uma cidadania participada e dinamizar os espaços públicos dos distritos, cidades, vilas e municípios, enquanto enriquece o acervo das bibliotecas/instituições promotoras. É ainda objetivo deste Projeto PARTILHAR BOAS PRÁTICAS e DICAS na área da leitura acessível.

É um projeto desenvolvido em comunidade, criando laços entre gerações, lugares, e diferentes áreas do saber e do viver. Assume-se como um agregador de boas práticas, levando mais longe e dando visibilidade ao bom trabalho que se vem desenvolvendo, um pouco por todo o lado, de forma isolada. É uma oportunidade para os mais novos deleitarem os mais velhos; para os mais experientes transmitirem saberes únicos e deixarem marcas no meio onde vivem; para os artistas se exprimirem; para todos nos alimentarmos da nossa cultura.

Acreditamos que a LER + vamos + LONGE.

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Entrevista com Secretário de Estado da Educação ao Forum Estudante

Aconselho a visualização dos últimos minutos da intervenção do SE a todos os professores.

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PROCESSAMENTO DE REMUNERAÇÕES 2020 -Atualização

 

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Tenham calma com os Novos Pedidos e Renovações da MPD

 

Temos recebido pedidos de informação e até já publicamos um modelo de requerimento e declaração disponibilizado por um sindicato, mas tenham calma.

A DGAE ainda não emitiu instruções sobre procedimentos a ter em relação a qualquer uma das situações em causa. Sabemos que a DGAE está a contactar telefonicamente os docentes que viram o seu pedido indeferido o ano passado para inquirir sobre a manutenção da necessidade deste modelo de mobilidade, mas ainda nada está decidido. Quanto a novos pedidos, também ainda não há decisões.

Aconselhamos a aguardar pela Circular que vai ser publicada, na página eletrónica desta Direção-Geral, onde serão divulgados esclarecimentos sobre os procedimentos a adotar no âmbito da MPD.

 

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Vamos ficar todos bem? – Santana Castilho

Vamos ficar todos bem?

1. Vão ficar bem os de sempre. Os que já reclamam compensações de milhares de milhões. Não vão ficar bem os 552 mil em layoff, nem os 320 mil no desemprego.
Na longa vida que já levo, não guardo memória de uma hecatombe assim. Nunca vi uma travagem da economia tão generalizada e um pânico social tão ampliado. Por isso, aflige-me não sabermos quando acabará a prisão preventiva da sociedade inteira. Embora a atmosfera actual esteja dominada por uma certa ideologia comportamental, seja opressiva e reaja mal a opiniões sem máscara, afirmo que não teria parado a economia deste modo, muito menos teria alimentado o medo desta maneira.

2. A opinião pública está hoje fortemente condicionada para aceitar um só ângulo de observação da pandemia. O receio deu lugar ao medo e o medo abriu a porta ao pânico, desproporcionado face a outras patologias e a outros males que assolam o mundo. As bolas de cristal foram substituídas por modelos matemáticos, que protagonizaram cenários em que, a breve trecho, teríamos mais infectados que população existente.
O dilúvio noticioso sobre a covid-19 superou largamente a alienação de outras ondas mediáticas (futebol, incêndios, calamidades climáticas). Os noticiários são massacrantes e repetem ad nauseam quadros de desgraça. Perplexo, pergunto-me como é possível que equipas de reportagem, atropelando a privacidade e a dignidade mínima dos prostrados nos cuidados intensivos, filmem o que o decoro e a protecção de dados interdita.
Dia após dia, os mais populares pivots das nossas televisões descodificam gráficos mágicos, com as antevisões dos penúltimos dias da humanidade. No fim dos noticiários asfixiantes, paramentam-se de sacerdotes da esperança e catequizam-nos com uma longa e poética homilia de boas condutas.

3. Aos velhos foram aplicadas duas penas: aos que vivem em lares, a crueldade da solidão imposta; aos que lá não estão, a discriminação, como cidadãos de segunda. Não é aceitável que o Estado, que legalizou a eutanásia, decida retirar aos velhos o direito de continuarem a ver os filhos e os netos, se entenderem correr o risco. Não se entende que a idade seja indicador discriminatório. Se as discriminações por religião, por orientação sexual, por etnia ou por género estão hoje banidas pela ética mínima que nos norteia socialmente, como aceitar que se retomem estigmas por outras características da pessoa humana, no caso, a idade? O confinamento coercivo de pessoas só é aceitável quando elas possam pôr em risco a saúde dos outros. O resto é interrupção da democracia, paternalismo que se dispensa, infantilização dos velhos, desrespeito pelo direito ao “convívio familiar” e à “autonomia pessoal”, que a Constituição expressamente lhes atribui (Artº 72º). É imperioso que Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Ursula von der Leyen (que quer confinar os velhos até ao fim do ano) esclareçam se os direitos cívicos e a dignidade humana caducam com a idade.

4. Os números que documentam esta pandemia não são mais graves que outros. Já morreram 100 mil pessoas com covid-19. Mas por ano morrem 10 milhões com cancro. Em 2018 morreram 200 mil crianças com tuberculose e 300 mil com malária. O que esta pandemia tem de novo é ser servida por um contador universal de mortes em directo, ter uma maior velocidade de contágio e ser provocada por algo que ainda é pouco conhecido.
O confinamento foi importante para evitar o colapso dos serviços de saúde. Mas a sua continuidade radical é insustentável, se pensarmos na economia e na saúde mental da população. Na ausência de vacina, o contágio controlado (imunidade de grupo) é a estratégia inteligente. Já assim começaram a actuar a Espanha, Itália, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Áustria e Suíça. A abertura tem que ser lenta e progressiva. Mas o excesso de prudência e o sequestro brutal da vida produtiva matará mais que o vírus. A decisão de abrir é um risco. A decisão de continuar em confinamento radical será uma tragédia.

5. Por fim, vejo com enorme preocupação que se comece a falar em certificados de imunidade, escabrosa ideia que nos ofereceria mais uma repugnante divisão social: cidadãos puros, devidamente munidos de passaporte de sanidade, e párias impuros, sem direito ao novo papel selado. O que é que isto nos recorda, caros cidadãos, obedientemente recolhidos em casa?

In “Público” de 15.4.20

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