Rui Cardoso

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O próximo ano será longo, muito mais longo…

«A morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do género humano…» Ernest Hemingway

Amigos, acredito que para alguns de vós a tarde tenha sido longa, muito longa. Há dias em que o tempo para ali à nossa frente como se quisesse atropelar-nos.
Hoje, durante três horas e dezassete minutos, ouvi a história, que há tantos anos conheço, de uma colega, mãe de três filhos, hóspede num qualquer T1 ,com os trocos contados. Ouviram bem? Três horas e dezassete minutos.
Dizia-me ela, como se eu não soubesse, que há 25 anos que conhece as estradas do norte do país como as linhas da mão. De a z, ao jeito de Saramago, ia soletrando uma a uma. Depois, baixava a cabeça, como quem quer deixar cair a dor em qualquer canto, e repetia « Agora, que faço à vida? Em Lisboa, com o Rodrigo, a Maria , o Tomás e 1000€ , que faço à vida?». Eu dizia-lhe que estava frio, muito frio. O tempo ia mudar. Ela prosseguia «as casas andam pela hora da morte». Asseguro-vos que a tarde estava fria, o vento soprava de este e eu começava a temer o provérbio. Bom vento, estava à vista que não era. «Deixar os filhos com a minha mãe, tu sabes que ela já tem 80 anos e eu não posso, não posso ficar sem eles». Atalhei novamente com o tempo, mas a voz embargada e os olhos encharcados não me deixaram acabar a frase. Avistava-se claramente um temporal.
Entrei em casa gelada e derreada de medo. Como é possível tanta crueldade e tanto ódio? Que mal lhe fez esta gente? Divida com eles as suas ajudas de custo e, certamente, eles partirão com outro ânimo. Afunde a embarcação e morreremos todos, mas poupe-me ao pesadelo de o ver a atirar um a um pela janela.
A noite será longa, muito longa.

Fonte: Facebook de MF

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Decreto n.º 4/2021 – Regulamenta o estado de emergência

 

Regulamentação do estado de emergência decretado

Decreto n.º 4/2021

Artigo 36.º

Atividades letivas

1 – Ficam suspensas:

a) As atividades educativas e letivas, em regime presencial, nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário, dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, às quais é aplicável o regime não presencial estabelecido na Resolução do Conselho de Ministros n.º 53-D/2020, de 20 de julho;

b) As atividades de apoio social desenvolvidas em centro de atividades ocupacionais, centro de dia, centro de convívio, centro de atividades de tempos livres, excluindo quanto às crianças e aos alunos que retomem as atividades educativas e letivas, e universidades seniores;

c) As atividades letivas e não letivas presenciais das instituições de ensino superior, sem prejuízo das épocas de avaliação em curso.

2 – Excetuam-se do disposto na alínea a) do número anterior:

a) Sempre que necessário, sendo os mesmos assegurados, os apoios terapêuticos prestados nos estabelecimentos de educação especial, nas escolas e, ainda, pelos centros de recursos para a inclusão, bem como o acolhimento nas unidades integradas nos centros de apoio à aprendizagem, para os alunos para quem foram mobilizadas medidas adicionais, salvaguardando-se, no entanto, as orientações das autoridades de saúde;

b) A realização de provas ou exames de curricula internacionais.

3 – Sem prejuízo dos n.os 1 e 2:

a) Os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede pública de ensino e os estabelecimentos particulares, cooperativos e do setor social e solidário com financiamento público adotam as medidas necessárias para a prestação de apoios alimentares a alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar;

b) Os centros de atividades ocupacionais, não obstante encerrarem, devem assegurar apoio alimentar aos seus utentes em situação de carência económica, e, sempre que as instituições reúnam condições logísticas e de recursos humanos, devem prestar acompanhamento ocupacional aos utentes que tenham de permanecer na sua habitação;

c) As equipas locais de intervenção precoce retomam as respetivas atividades presenciais regulares, salvaguardadas todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pela Direção-Geral da Saúde;

d) Os centros de apoio à vida independente devem manter-se a funcionar, garantindo a prestação presencial dos apoios aos beneficiários por parte dos assistentes pessoais, podendo as equipas técnicas, excecionalmente, realizar, com recurso a meios telemáticos, as atividades compatíveis com os mesmos.

4 – Ficam excecionadas do disposto no n.º 2 as respostas de lar residencial e residência autónoma.

 

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A sapiência de fazer “chover no molhado” ou a arte de empatar reuniões…

 

É preciso sapiência e mestria para conseguir empatar reuniões, independentemente da natureza das mesmas…

 Nas escolas é comum convocarem-se reuniões de carácter obrigatório com demasiada frequência, por vezes, injustificáveis e de pertinência duvidosa…

E já nem falo daquelas reuniões que se realizam apenas, e só, para cumprir determinadas formalidades porque as decisões, essas, já foram efectivamente tomadas por outros…

 Enfim, reuniões muito frequentes, “a metro”, previsivelmente redundantes, e/ou demasiado longas, costumam significar desperdício de horas em actividades inúteis e improfícuas…

 Devido a algumas discussões inconsequentes e/ou a monólogos supérfluos e desnecessários, por vezes, esgota-se o tempo máximo previsto para a duração da reunião e podem ficar por tratar alguns assuntos efectivamente relevantes e pertinentes. Nessas circunstâncias, ou se convoca nova reunião ou se dão por tratados esses temas, ainda que cabalmente não o tenham sido…

Frequentemente, fica-se com a sensação de que uma reunião que se prolongou por mais de duas horas poderia ter sido realizada em metade desse tempo, se a comunicação entre os respectivos intervenientes tivesse sido realizada de forma mais pragmática e eficiente…

 Reuniões que se arrastam por tempo infinito; pessoas que nunca têm pressa em concluir qualquer reunião; pessoas que repetem o que já foi dito e redito, sem acrescentar nada de novo; pessoas que apresentam recorrentemente dados irrelevantes ou fúteis; pessoas que gostam muito de se ouvir a si próprias… Discursos quase sempre fastidiosos, “redondos” e redundantes ou marcados por grande dispersão…

 Às vezes, há pessoas que parecem considerar que a respectiva competência se mede pela sua capacidade de debitar palavras ou que parecem recear que a sua competência possa ser posta em causa se afirmarem simplesmente que não têm nada a acrescentar ao que já foi dito…

 E não estou sequer a refutar a importância daqueles momentos triviais, de descontração ou de bom humor, que também são necessários durante uma reunião, benéficos para renovar o estado de concentração e retomar o enfoque nas temáticas em apreço…

 Em praticamente todas as escolas também existem pessoas peritas naquilo que comummente se designa por “conversa de treta”, conseguindo, quase sempre, colocar um tom muito enfático em todas as suas palavras, esperando, talvez, convencer ou persuadir os outros da imensa importância de tudo o que afirmam…

 O que afirmam é sempre tido por si como muito pertinente e deve, por isso, suscitar a maior atenção e o maior interesse por parte de quem os ouve, quer estejam a dissertar sobre o estado do tempo, sobre medicamentos homeopáticos caríssimos (ênfase em “caríssimos”), supostamente muito terapêuticos, ou sobre os benefícios do chá de malva na prevenção e no tratamento das hemorróidas…

 Depois também existem os que acham que devem ter sempre a “última palavra” e que nunca erram, mesmo que algumas das suas falhas ou enganos sejam óbvios e notórios para os restantes… Pessoas assim costumam considerar que a sua suprema competência e a sua superior sabedoria as coloca sempre num pedestal acima de qualquer crítica ou reparo…

 Uns e outros, parecem acometidos por manifestações crónicas de egocentrismo e/ou de falta de noção do ridículo e do absurdo. Ou de ambas…

 E como na escola prevalece, demasiadas vezes, o inevitável e artificial, “politicamente correcto”, torna-se difícil, mas muito tentador e apelativo, proferir em certos momentos afirmações deste género: “a sua mensagem foi recebida, visualizada e ignorada com sucesso” (frase de autor desconhecido, roubada da net)… Mas lá que apetecia, apetecia…

 Quando a paciência infinita não é uma virtude, é fácil cair na tentação de começar a “bufar” ou a revirar os olhos, apesar disso também não ser aceitável do ponto de vista do “politicamente correcto”… Mas também não será caso para se fazerem grandes dramas: aspirar à paciência infinita ou à castidade são desígnios apenas alcançáveis por Sant@s…

Assim sendo, resta-nos a resiliência…

Resiliência é aguentar uma reunião de duas horas a discutir o “sexo dos anjos”, sem perder o controlo ou a compostura e sem mostrar sinais de irritabilidade, conseguindo recalcar a frustração e dissimular muito exaspero e alguma raiva… Isso, sim, é resiliência…

 Ir fazendo pequenos rabiscos, imperceptíveis para os outros participantes, numa folha de papel, no sentido de alcançar alguma abstracção, pode ajudar… Tentar pensar em algo positivo, como alguma actividade a realizar assim que se sair dali, e que possa mitigar possíveis efeitos entediantes, por exemplo comer pão com manteiga, inalar algum fumo de tabaco, ou ingerir uma boa dose de cafeína, também…

E, sim, procurar o conforto emocional proporcionado pela comida numa situação como esta, é perfeitamente aceitável e desculpável…

Quanto ao tabaco, não se recomenda em nenhuma situação, mas compreende-se a necessidade do seu consumo em determinadas ocasiões… Já a cafeína não pode deixar de se considerar como imprescindível, depois de uma longa “conversa para boi dormir”, segundo expressão utilizada pela cultura popular brasileira, no sentido de ilustrar algo semelhante ao descrito…

 E, não, com o anterior, não se pretende fazer a apologia de consumos aditivos ou de dependências (comida, tabaco, cafeína), tão “politicamente incorrectos” nos tempos que correm, como poderiam pensar os defensores mais ortodoxos e acérrimos dos “bons exemplos”, dos “bons costumes” e dos estilos saudáveis de vida… Mas também não pode deixar de se enfrentar a realidade, ignorando-a ou mascarando-a…

 A esse propósito, e na tentativa de aliviar algumas tensões do momento, fica esta anedota, profundamente “politicamente incorrecta”, que circula por aí: “Fiz uma dieta rigorosa, cortei no açúcar, nas gorduras e nas proteínas. Abstive-me de consumir álcool e tabaco, pratiquei exercício físico todos os dias, bebi muita água e dormi cerca de nove horas por noite. Em duas semanas, perdi 14 dias”.

 E, ainda, assim, nessas alegadas reuniões, ir esboçando pequenos sorrisos, mantendo, de vez em quando, o contacto ocular com cada interlocutor e fazer um ligeiro acenar de cabeça, numa manifestação de (falsa) concordância com ele, pode ser considerado como uma atitude cínica e hipócrita? Sim, claro que pode. Pode e é…

Mas também é a estratégia mais indicada para respeitar o “politicamente correcto”, zelando pela sua escrupulosa observação (“comme il fault“), e para conseguir, ainda assim, sobreviver ao “massacre” verbal infligido por algumas pessoas…

 Se olharem para vós, esboçando um pequeno sorriso, e se vos acenarem ligeiramente com a cabeça durante o tempo em que estiverem a falar numa reunião, desconfiem… Desconfiem que isso signifique o que parece e que possa ser afinal uma manifestação de hipocrisia, típica de quem se esforça por respeitar o “politicamente correcto” e evitar a denominação de “persona non grata“…

 E por falar (novamente) em “politicamente (in)correcto”, lembrei-me de uma expressão utilizada por uma amiga, quando desiste de tentar compreender algumas pessoas: “Eles que são brancos, eles que se entendam!”.

 Eu, branca, sem grandes propensões para cometer excessos, mas com uma certa tendência para o “politicamente incorrecto”, concordo plenamente com a minha amiga…  

 Nota: Alerta-se para a presença de muita ironia, de muito sarcasmo e de algum “politicamente incorrecto”, susceptíveis de poder ferir algumas sensibilidades…

 

(Matilde)

 

 

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Escolas podem voltar a fechar em breve

Tudo está dependente da bússola apresentada por António Costa na quinta-feira. Basta o Rt ultrapasse o “1” ou o número de casos por 100.000 habitantes seja maior do que 120.

Escolas podem voltar a fechar em concelhos onde a pandemia se agrave

O plano de desconfinamento apresentado na quinta-feira pelo primeiro-ministro obedece a uma lógica: para o país avançar no sentido do desconfinamento é visto como um todo e são analisados os indicadores a nível continental (excluindo Madeira e Açores); para travar ou voltar atrás, o que conta são os indicadores regionais. A regra aplica-se inclusivamente às escolas.

 

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Costa assume que foi além dos peritos na reabertura até ao 1º ciclo

Logo, para o bem e para o mal, não poderá fugir à responsabilidade de assim ter decidido…

Costa assume que foi além dos peritos na reabertura até ao 1º ciclo

O primeiro-ministro assumiu hoje que o Governo foi além da posição dos especialistas ao estender a reabertura das aulas na segunda-feira até ao 1º ciclo, invocando os efeitos nefastos do encerramento das escolas no desenvolvimento da aprendizagem.

“O Governo teve em conta dados como o impacto que o encerramento das escolas tem no desenvolvimento das crianças e do respetivo processo de aprendizagem no encerramento das escolas”, declarou António Costa na conferência de imprensa em que apresentou o plano de desconfinamento do executivo.

Perante os jornalistas, o líder do executivo defendeu que, em termos globais, o seu executivo procurou “analisar de forma equilibrada os diferentes níveis de preocupação que qualquer Governo deve ter em conta para definir um plano de desconfinamento”.

A seguir, António Costa admitiu que, na questão da reabertura das aulas presenciais até ao 1º ciclo, “não seguiu a rigorosamente a recomendação” dos professores Raquel Duarte e Óscar Felgueiras, especialistas que propunham que nesta segunda-feira apenas abrissem creches e jardins de infância.

“Mas o Governo alargou essa abertura ao 1º ciclo e, por outro lado, juntou o terceiro ao segundo ciclo, assim como o Superior ao Ensino Secundário. Consideramos que é fundamental que o processo de aprendizagem seja afetado o mínimo possível”, justificou.

António Costa referiu depois que o seu Governo “lutou até ao último momento para não encerrar escola nenhuma”.

“E sempre dissemos que a reabertura seria uma das primeiras a tomar. Assim o estamos a fazer”, declarou.

Este plano de desconfinamento, acentuou o primeiro-ministro, “corresponde à necessidade de controlar a pandemia e de ir reabrindo com segurança a atividade da sociedade, sem correr riscos”.

“Este é um plano conservador com uma reabertura a conta gotas”, acrescentou.

 

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#professoraCátia

 

#professoraCátia

Para os pais que passaram estas últimas longas semanas a lidar em simultâneo com o teletrabalho, a escola à distância e o rápido esboroar do ânimo e saúde mental de toda a família, talvez a única ligação a solo firme tenha sido – para nos ir salvando da incerteza que nos minou os dias -, um bom professor.

Não parece particularmente entusiasmante, entregarmos a esperança da normalidade a essa voz metalizada que emergia do caos gerado por computador. Mas só para quem não sente por dentro o calafrio irreprimível provocado por uma criança desesperada sem saber que o está, ou por um filho que sabe estar desesperado sem perceber porquê.

A professora Cátia, serena e constante, conseguiu construir um chão que nos foi sossegando, mesmo que começasse do zero todos os dias para conter o tumulto crescente dos miúdos, com paciência e firmeza, e para tornar a ansiedade dos pais mais tolerável.

Ser professor nestas circunstâncias é ser funambulista com fio por esticar, mantendo os ombros indiferentes ao peso da sanidade obrigatória. Assim foi Cátia, a professora que nunca cedeu, mesmo quando tudo parecia estar a ruir.

 

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Milhares de professores vão ter que dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo

 

Milhares de professores vão ter que dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo

Governo separou datas do desconfinamento do 3.º ciclo e ensino secundário, mas muitos docentes dão aulas a ambos os níveis de ensino. Solução é fazer ensino remoto a partir das escolas, mas os directores temem que a rede de Internet não seja suficiente.

Teresa Soares “não contava que fossem dividir o 3.º ciclo e o ensino secundário” no plano de desconfinamento. Quando o primeiro-ministro anunciou, na quinta-feira, que os alunos do 7.º ao 9º ano retomam as aulas a 5 de Abril, enquanto os colegas do 10.º ao 12.º ano o fazem apenas duas semanas depois, ficou preocupada. “Como é que vou conseguir dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo?”, pensou. Há milhares de professores na mesma situação. Durante duas semanas, vão ter que conciliar as duas modalidades de ensino.

Professora há quase 30 anos, Teresa Soares lecciona Português ao 8.º e 10.º anos no agrupamento de escolas Dr. João de Araújo Correia, em Peso da Régua. O seu horário numa terça-feira, por exemplo, começa às 8h50, com os alunos do ensino secundário, uma aula que continuará a ser dada remotamente até meados do próximo mês. Para as 10h45, está marcada a lição com os estudantes do 3.º ciclo, que volta a ser presencial depois da Páscoa.

O intervalo de dez minutos entre as duas aulas “não dá tempo para chegar de casa à escola”, garante. A única solução será cumprir o horário lectivo como se fosse dar todas as aulas presencialmente, sabendo, porém, que os alunos do ensino secundário vão continuar à distância. “É mais uma novidade a que vamos ter que nos adaptar”, comenta Teresa Soares.

Atendendo à forma como está organizada a carreira docente, o 3.º ciclo do ensino básico e o ensino secundário correspondem ao mesmo grupo. O relatório Educação em Números 2020, publicado pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, revela que há 76.735 professores do 3.º ciclo e ensino secundário. Pelas estatísticas não é possível perceber quantos dão efectivamente aulas a ambos os níveis de ensino simultaneamente. O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), Filinto Lima, estima que sejam umas dezenas de milhar: “É seguramente um número apreciável”.

O dia-a-dia de muitos destes professores “vai ser um puzzle difícil de fazer”, defende Anabela Paiva Figueiredo, professora de Educação Física no agrupamento de escolas de Soure. As cinco turmas a que dá aulas são de quatro anos de escolaridade diferentes: 8.º e 9.º anos, do 3.º ciclo, e 10.º e 12.º, do secundário.

Os seus alunos do ensino secundário têm uma aula por semana (metade da carga lectiva) assíncrona. A professora atribui uma tarefa aos alunos no início da sessão e mantém-se disponível para tirar dúvidas durante aquele período. A outra aula da semana é feita de forma síncrona, com a professora a realizar exercícios com os alunos em tudo semelhantes aos que faria presencialmente. Fazer a gestão entre esses vários momentos “vai ser confuso”, antecipa Anabela Paiva Figueiredo. Desde logo, “vai ser preciso procurar um sítio calmo para conseguir dar a aula com alguma qualidade.”

As duas semanas entre 5 de Abril, quando forem retomadas as aulas presenciais do 3.º ciclo, e 19 de Abril, momento em que voltam às escolas os estudantes do ensino secundário, vão “ser muito complicadas para estes professores”, acredita o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, antecipando “dificuldades ao nível de organização” para os professores e os agrupamentos. É às escolas que compete encontrar o espaço para que estes professores possam dar aulas, por exemplo.

“Estando os docentes a assegurar estes dois regimes em simultâneo durante esse período, têm evidentemente a possibilidade de acompanhar os alunos ainda em regime não presencial a partir da escola. Será uma opção em função do horário de cada um”, diz ao PÚBLICO o Ministério da Educação. Na generalidade dos agrupamentos de escolas contactados essa é precisamente a hipótese mais viável em cima da mesa: manter os horários integralmente. Ou seja, os professores vão dar as aulas remotas ao ensino secundário a partir das salas onde teriam as aulas presenciais. Essa solução resolve a questão logística, mas não responde a todos os problemas, em especial aos tecnológicos.

No agrupamento de escolas Dr. João de Araújo Correia, em Peso da Régua, onde Teresa Soares dá aulas, as dificuldades de ligação à Internet vêm de longe. “Dependendo do edifício” em que dá aulas, esta professora de Português tem “condições de acesso muito diferentes”. Quando estava a dar as aulas presencialmente, já sabia que, em determinados espaços da escola, precisava de ter um “plano B” sempre que o planeamento da aula passasse por recorrer a recursos digitais. “Se fosse usar um vídeo que está online, por exemplo, leva-o numa pen drive, para garantir que podia passá-lo caso a Internet falhasse”, conta. E falhava regularmente.

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Sobre a vacinação de docentes e não docentes que já mexe…

 

Fomos informados que o processo administrativo para a vacinação dos docentes e não docentes já está em movimento.

Alguns agrupamentos já foram contatados por parte dos Centros de Saúde da área do agrupamento, durante o dia de ontem, para disponibilizarem listas de pessoal a vacinar.

Na próxima remessa que os Centros de Saúde receberem, uma parte já está reservada para a vacinação desse pessoal.

A novidade nas informações que nos foram disponibilizadas por um responsável na área e que a vacinação será realizada durante os fins de semana, ou seja, ao sábado e domingo.

 

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A Federação Portuguesa de Futebol presta homenagem aos professores portugueses

 

 A Federação Portuguesa de Futebol presta homenagem aos professores portugueses pelo trabalho realizado no último ano durante os períodos de confinamento com uma campanha, lançada esta sexta-feira, que tem como rosto Ricky, filho de Ricardo Quaresma. [Vídeo: FPF] Clique na imagem para ver o video.

 

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Sobre o cancelamento das provas de aferição, da avaliação e estudo diagnóstico

O decreto-lei, aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros, estabelece:
1. O cancelamento das provas de aferição e das provas finais de ciclo do 9.o ano.
2. O acesso ao ensino superior, da responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a conclusão do ensino secundário fazem-se exatamente nos mesmos termos do que no ano letivo passado. Ou seja:
-Os alunos terminam o ensino secundário com a classificação interna, isto é, não fazem exames para conclusão e certificação.
– Os alunos inscrevem-se e realizam apenas as provas de ingresso que pretendem.
3. Para continuar o diagnóstico de aprendizagens eventualmente perdidas, essencial para o planeamento de futuras medidas, realiza-se um estudo amostral, para o qual se prevê a utilização dos instrumentos de aferição nas datas previstas.
4. No caso do Ensino Profissional e Artístico, admite-se a realização de Provas de Aptidão Profissional e Artística à distância, em caso de necessidade, e a prática simulada.

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Procedimento concursal simplificado 2.º e 3.º CEB e Secundário na África do Sul, Namíbia, Suazilândia e Zimbabué

 

2.º Aviso de Abertura de Procedimento concursal simplificado para provimento de horários do 2.º e 3.º CEB e Secundário na África do Sul, Namíbia, Suazilândia e Zimbabué

Informam-se os interessados que se encontra disponível o 2.º Aviso de abertura de procedimento concursal simplificado para o recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para os 2.º e 3.º CEB e Secundário, língua inglesa.

Os horários disponíveis são:

África do Sul

Namíbia

  • 2.º e 3.º CEB e Secundário – NAM05

Zimbabué

  • 2.º e 3.º CEB e Secundário – ZIM02

 

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Procedimento concursal simplificado – África do Sul, Namíbia Suazilândia e Zimbabué – 1.º CEB

 

3.º Aviso de Abertura de Procedimento concursal simplificado – Coordenação de Ensino África do Sul, Namíbia Suazilândia e Zimbabué – 1.º CEB

Informam-se os interessados que se encontra disponível o 3.º Aviso de abertura de procedimento concursal simplificado para o recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o 1.º CEB, língua inglesa.

 

Os horários disponíveis são:

 

África do Sul

Zimbabué

 

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O futuro da educação e os professores – Sara Bordalo Gonçalves

 

O futuro da educação e os professores

Numa altura em que houve um esforço brutal da maioria, com os riscos associados para se conseguir levar o ano letivo a bom porto, este é uma facada nas costas dos professores.

Acabou de abrir o concurso interno e externo de professores com novidades bombásticas. O Ministério de Educação ameaçou os professores deste país, que são contratados há inúmeros anos, que procuram um lugar de quadro, alguns há décadas, que se não estiverem dispostos a concorrer e aceitar um lugar de quadro de Valença a Faro, não poderão celebrar contrato no ano letivo seguinte, ficam liminarmente impedidos. O que está escrito é isto mesmo. Tal não é só ameaça, é coação!

 

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Reserva de recrutamento n.º 21

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 21.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 15 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 16 de março de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

 

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Preparem o bracinho e o paracetamol…

 

A vacinação contra a Covid-19 nas escolas vai começar pelos professores e funcionários das creches, do pré-escolar e do 1º ciclo. No total serão cerca de 100 mil pessoas que começam a receber a vacina no final deste mês.

“Prevê-se que a vacinação deste grupo (pessoal docente e não docente do ensino pré-escolar e 1º ciclo público e privado) deverá decorrer entre finais de março.

 

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No continente a desconfinar, em S. Miguel a confinar…

 

O Conselho do Governo da RAA decidiu encerrar todas as escolas no concelho da Ribeira Grande, até às férias da Páscoa.
De acordo com a Autoridade de Saúde Regional, esta é uma medida que poderá ser alargada a outros municípios de São Miguel, caso os rastreios que estão a ser realizados nos estabelecimentos de ensino revelem um aumento da propagação do vírus.

 

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Comunicado – Cancelamento das aferições, provas e regras de exames e acesso do ano letivo passado

 

Aferições, provas, exames e acesso com as mesmas regras do ano letivo passado

Em face da retoma de atividades em regime não presencial e visando contribuir para um quadro de justiça e equidade, foi necessário, à semelhança do que já se verificou no ano letivo 2019/2020, proceder à aprovação de um conjunto de medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da Covid-19 no âmbito dos ensinos básico e secundário, para o ano letivo de 2020/2021, quanto à avaliação e certificação das aprendizagens.
Deste modo é conferida, com a antecedência possível, estabilidade, segurança e certeza à comunidade educativa face à imprevisibilidade decorrente da evolução e impacto da pandemia.
O decreto-lei, aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros, estabelece:
  • O cancelamento das provas de aferição e das provas finais de ciclo do 9.º ano.
  • O acesso ao ensino superior, da responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a conclusão do ensino secundário fazem-se exatamente nos mesmos termos do que no ano letivo passado. Ou seja:
    • Os alunos terminam o ensino secundário com a classificação interna, isto é, não fazem exames para conclusão e certificação.
    • Os alunos inscrevem-se e realizam apenas as provas de ingresso que pretendem.
  • Para continuar o diagnóstico de aprendizagens eventualmente perdidas, essencial para o planeamento de futuras medidas, realiza-se um estudo amostral, para o qual se prevê a utilização dos instrumentos de aferição nas datas previstas.
  • No caso do Ensino Profissional e Artístico, admite-se a realização de Provas de Aptidão Profissional e Artística à distância, em caso de necessidade, e a prática simulada.

 

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Preparem as narinas para o cotonete

 

Quem ouviu o primeiro ministro ficou com a impressão que segunda feira os doentes e não docentes estarão todos testados e com o resultado na mão para entregar ao porteiro…

“Vamos aproveitar este regresso à escola para lançar um programa de testagem massiva, que está programado e que já foi anunciado, para poder detetar no momento em que as pessoas regressam aos estabelecimentos de ensino possíveis focos que existam de infeção”

 

 

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Cartoon do momento concursal – Arranja-me um horariozinho…

 

 

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CANCELADAS provas de aferição, no 2.º, 5.º e 8.º anos, e as provas nacionais do 9.º ano

 

O Ministério da Educação decidiu cancelar as provas de aferição, no 2.º, 5.º e 8.º anos, e as provas nacionais do 9.º ano, que estavam marcadas para Junho. Esta decisão é semelhante à que foi tomada no ano passado, depois do primeiro confinamento. Só vão ser realizados os exames nacionais do ensino secundário pelos alunos que pretendem ingressar no ensino superior e apenas às disciplinas específicas.

 

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Controlar a Pandemia – Conselho de Ministros

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Conferência de imprensa do Conselho de Ministros (Direto)

 

 

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Creches, pré-escolar e primeiro ciclo reabrem na próxima semana.

 

A começar na próxima semana, ainda que, para já, sem dia definido, reabrirão as creches, o ensino pré-escolar e o primeiro ciclo.

Em abril  reabrirão o resto dos níveis de ensino.

 

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DA REUNIÃO COM A DGAE SOBRE O AVISO DE ABERTURA PARA O CONCURSO Ano Escolar 2021/2022 – SNPL

DA REUNIÃO COM A DGAE SOBRE
O AVISO DE ABERTURA PARA O CONCURSO
Ano Escolar 2021/2022

O SNPL esteve hoje presente na reunião com a Diretora Geral da DGAE, a fim de serem prestados esclarecimentos sobre o conteúdo do Aviso de abertura para o concurso interno e externo para o ano escolar de 2021/2022.
Tal como já tinha sido publicitado anteriormente, o Ministério da Educação vai cumprir a lei nacional e as normas comunitárias, na sequência do Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 2 de julho de 2020.
Em janeiro deste ano, o SNPL questionou o Ministério da Educação sobre a necessidade de retomar negociações que envolvessem os concursos. Fomos informados que ainda não seria o momento indicado para tal. Decorridos dois meses após essa reunião e sem aviso prévio, o ME abre o procedimento concursal de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário para o ano escolar de 2021/2022, através de um Aviso de Abertura para o Concurso Interno e Externo, deixando assim
milhares de professores em choque.
O SNPL não pode deixar de estranhar o porquê de se ter omitido esta alteração, atempada, que irá ter consequências na vida pessoal e profissional de tantos professores e das suas famílias. É este tipo de comportamento que a tutela considera como gerador de confiança?
A pandemia não pode justificar tudo e é pena que se tenha que lembrar o Ministério da Educação dos princípios da confiança e da boa fé.
Assim, alertamos os candidatos à primeira prioridade do concurso externo que devem concorrer a TODOS os QZP para garantirem colocação. Quem não o fizer se não ficar colocado, não poderá celebrar qualquer tipo de contrato com as escolas da rede do ME incluindo os contratos de escola. Esta é a posição do ME veiculada na reunião de hoje dia 11/03 2021, pela DGAE baseada no número 1 do artigo 59º da Lei nº35/2014, de 20 de junho. A aplicação imediata desta lei nos concursos para o ano escolar de 2021/2022 poderá determinar situações de injustiça relativa atendendo à diversidade dos QZP nomeadamente, localização geográfica e dimensão

O SNPL no sentido de tentar minimizar o efeito nefasto que a aplicação desta legislação concursal possa causar aos seus associados alerta–os para a necessidade de reportarem as suas situações ao Sindicato para serem analisadas e estudadas visando a proposta de uma eventual alteração legislativa para o concurso do ano escolar de 2022/2023, a fim de minimizar as injustiças decorrentes deste processo.

Lisboa, 11 de março de 2021
A Direção Nacional

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Sugestão de Leitura: Concurso de Professores, anotações e guia prático de Arlindo Ferreira, Isabel Pires Rodrigues e Júlia Araújo

 

Este guia de apoio ao Concurso de Professores pretende esclarecer docentes que já estão habituados a concorrer na plataforma SIGRHE (Sistema Interativo de Gestão de Recursos Humanos da Educação) assim como aqueles que não estão familiarizados com esta plataforma do concurso.

 

 

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A dúvida do desconfinamento

A começar na próxima semana, ainda que, para já, sem dia definido, reabrirão as creches e o ensino pré-escolar. Em discussão está também a reabertura das escolas do primeiro ciclo, mas o segundo ciclo – quinto e sexto anos – estão em dúvida.

 

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Professor de Língua Portuguesa (M/F) – Timor-Leste

 

Professor de Língua Portuguesa (M/F) – Timor-Leste

A Coutinho, Neto & Orey no âmbito da sua atividade de recrutamento encontra-se a desenvolver um processo de seleção para o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. (Camões, I.P.)

Prazo limite de candidatura: 26/03/2021

 

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A segurança infantil no mundo on-line 

 

De diversas maneiras e de diversas pessoas, sempre foi possível ouvir a frase: “As crianças são o futuro do país”. É a ordem natural das coisas. Em algum ponto da nossa vida, temos que nos preocupar em ensinar a próxima geração para que elas nos superem, pois nada é eterno. É a inevitabilidade do indivíduo que supla o velho e dá o lugar ao novo. No entanto, em meio ao crescimento das mídias digitais, essa preocupação tende a ser maior. Ainda mais visto que, devido à nova situação do coronavírus, o meio on-line está intimamente ligado ao processo educacional, sendo as famosas “videoaulas” uma realidade cada vez mais presente na vida das nossas crianças. Mas é claro que essas preocupações são independentes da idade. Como por exemplo, adultos que costumam usar sites de namoro para se relacionarem, sabem como é importante usar sites confiáveis ​​com políticas de privacidade claras e equipas de suporte responsivas. 

O que é o controle dos pais? 

São programas de computador específicos, que podem administrar o conteúdo que se pode ver na internet. Com isso, é possível bloquear, para os usuários menores de idade certos conteúdos na rede, ou a quantidade de horas que se pode acessar o sistema. Soluções de segurança antivírus e configurações nos navegadores, entre outros, também dão aos pais uma maneira de poder controlar o que os filhos podem ver na Internet. 

Aqui segue uma lista dos 3 melhores programas e suas principais funções: 

FamiSafe 

O FamiSafe permite aos pais monitorar o histórico de navegação do computador ou celular da criança. Você também pode conferir quais lugares a criança visitou e quanto tempo passou em cada lugar. 

Além dessas funcionalidades: você pode monitorar o uso que a criança faz do celular (ex: quantas horas ela passou conectada, etc). Você também pode definir certas palavras-chave de forma a receber notificações toda a vez que a criança pesquise uma dessas palavras e também pode gerar um relatório das atividades do seu filho.  

O FamiSafe pode ser baixado através da App Store e permite um teste grátis de 3 dias. Além disso, ele permite bloquear aplicativos indesejáveis ou sites que não são seguros para crianças. Plataformas sociais – Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, etc. – também podem ser monitoradas. Você pode acompanhar mensagens e posts nestas plataformas. 

Windows Live Family Safety 

Se você está habituado a usar o Windows, o Windows Live Family Safety é uma ótima opção. Você pode acessá-lo a partir do site oficial em seu computador. Após criar uma conta no site, você pode personalizar as configurações conforme desejar. 

É possível definir limites de tempo de tela, obter a localização de seus filhos em tempo real, estabelecer limites para compras, etc. Todas estas funções podem ser usadas através deste serviço grátis. 

McAfee Safe Family 

Lançado pelo popular antivírus McAfee, o aplicativo Safe Family ajuda os pais a controlarem o uso que os seus filhos fazem da Internet e de seus dispositivos móveis. O app permite definir horários de tela, bem como restringir conteúdos da Internet de acordo com a idade de cada filho. Além disso, o aplicativo mostra a localização geográfica da criança, garantindo a paz e sossego dos pais. 

O aplicativo também tem uma opção muito útil: a “solicitação de família”. Isso é quando a criança quer acessar um site que está bloqueado, mas do qual ela precisa mesmo assim. Com a solicitação, você pode verificar o site você mesmo e decidir se libera o acesso ou não. 

O app é compatível com Android, iOS, Windows e Mac. 

As principais dicas para a proteção on-line das crianças: 

Os pais costumam sentir que os filhos “sabem mais de computador” do que eles próprios. Enquanto as crianças atuais costumam ser nativos digitais que nasceram junto a um computador, os pais incorporaram este hábito já na vida adulta. No entanto, isso não significa que os filhos devem ter o controle do computador na família. Segue abaixo dicas que, se aplicadas com a certa compreensão e paciência, podem ser de extrema valia para a boa utilização de seus filhos na internet.  

  • Acompanhe-os em suas primeiras experiências na web 
  • Ensine a não compartilhar informações que possa identificá-los 
  • Informe sobre abusos imediatamente 
  • Ensine que ninguém deve conhecer suas senhas 

 

 

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Professores e auxiliares do pré-escolar e 1.º ciclo vacinados a partir do final de Março

 

A vacinação “de professores e auxiliares dos ensinos pré-escolar e primeiro ciclo público e privado” deverá decorrer entre finais de Março e início de Abril “, adiantou mais tarde  o Ministério da Saúde. Este novo grupo, explicou, enquadra-se “no aumento da resiliência do Estado” para o qual está reservada na fase 1 do plano “10%” do total das doses a administrar – os outros 90% são para “salvar vidas” (além dos profissionais de saúde, as pessoas a partir dos 80 anos e os doentes de maior risco entre os 50 e os 79 anos).

O PÚBLICO sabe que, antes disso, irá ser feito um teste com professores e auxiliares e que este novo grupo será vacinado com doses da vacina da AstraZeneca, uma vez que as doses das vacinas da Pfizer e da Moderna estão reservadas sobretudo para as pessoas a partir dos 80 que estão a ser inoculadas com grande rapidez para se poder cumprir a meta recomendada pela Comissão Europeia – ter pelo menos 80% dos mais idosos inoculados com a primeira dose até ao final deste mês.

 

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Concurso Interno

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 11 de março e as 18:00 horas de 19 de março de 2021 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno e ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura

 Nota informativa

 Manual de utilizador QA/QE

 Manual de utilizador QZP

 Manual de utilizador LSVLD

 Decreto-Lei 28/2017

 Portaria 52-A/2021

 Portaria 52-B/2021

 Códigos dos AE/ENA

SIGRHE

 

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Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 11 de março e as 18:00 horas de 19 de março de 2021 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

 

 Aviso de abertura
Decreto-Lei n.º 28/2017
Lei n.º 114/2017Portaria n.º 52-A/2021Códigos dos AE/ENA
SIGRHE

 

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Depois de ter lido a proposta de decreto…

 

Vejo isto mais para fechar do que para abrir…

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Projeto de Decreto do novo estado de emergência

Estando a situação a evoluir favoravelmente, fruto das medidas tomadas ao abrigo do estado de emergência, mas permanecendo sinais externos ainda complexos e impondo acautelar os passos a dar no futuro próximo, o Presidente da República entende haver razões para o manter por mais 15 dias, nos mesmos termos da última renovação, pelo que acaba de transmitir à Assembleia da República o respetivo projeto de decreto.

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Diretora da DGAE convoca sindicatos para esclarecimentos sobre os concursos

 

 

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DESCONFINAMENTO COMEÇA NA 3.ª FEIRA

 

DESCONFINAMENTO COMEÇA NA 3.ª FEIRA

Ao que a SIC apurou, as creches e os estabelecimentos do pré-escolar vão reabrir na próxima terça-feira. Será também possível a venda ao postigo.

Há assim um ligeiríssimo alívio de restrições, sendo que está ainda a ser ponderada a abertura de livrarias e cabeleireiros, também a partir de terça-feira, com eventual limitação de horários e diferenciação aos fins de semana.

Quanto aos restaurantes, não deverão abrir antes de maio.

O Governo pondera assim avançar com um desconfinamento “leve”, uma espécie de teste para o que irá acontecer depois da Páscoa. O Executivo deverá recorrer a outro enquadramento jurídico para continuar a aplicar medidas restritivas, sem decretar o estado de emergência.

O Conselho de Ministros realiza-se esta quinta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. A SIC sabe que os membros do Governo já receberam as fundamentações científicas, apresentadas no Infarmed, para terem como base para as medidas que vão ter de aprovar.

GOVERNO ADMITE ALÍVIO DO CONFINAMENTO ANTES DA PÁSCOA

O ministro de Estado e da Economia admitiu esta quarta-feira que há condições para desconfinar de forma suave, antes mesmo da páscoa. No entanto, Pedro Siza Vieira não adiantou datas específicas ou atividades que vão reabrir numa primeira fase.

“Os especialistas disseram que há condições para se fazer alguma coisa antes da Páscoa. O quê e a que ritmo, é que é uma decisão que ainda não foi tomada.”

 

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DGS prioriza pessoal docente e não docente com vacina AstraZeneca

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualiza hoje a Norma relativa à vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca, de forma a permitir a sua utilização sem reservas a partir dos 18 anos, dada a sua segurança, qualidade e eficácia comprovadas, tal como foi aprovado pela Agência Europeia de Medicamentos.

Esta decisão tem suporte na divulgação de dados conhecidos nos últimos dias, que indicam que a vacina da AstraZeneca é eficaz em pessoas com mais de 65 anos.

Os novos estudos conhecidos mostraram agora, com base em metodologias científicas robustas, que a vacina da AstraZeneca é eficaz em indivíduos com 70 ou mais anos, quer na prevenção da COVID-19, quer na redução das hospitalizações por esta doença, reforçando os dados iniciais de que esta vacina é capaz de produzir anticorpos eficazes no combate à infeção por SARS-CoV-2, mesmo em pessoas mais velhas.

Após análise destes novos dados pela Comissão Técnica de Vacinação contra a COVID-19 da DGS e do parecer do INFARMED, IP, foi decidida a atualização da Norma n.º 003/2021 da DGS. Desta forma, passa a ser promovida a utilização desta vacina a partir dos 18 anos, sem reservas.

Para além da atualização das recomendações relativas à vacina da AstraZeneca é também atualizada a norma 2/2021, com a atualização dos grupos prioritários. São incluídas na fase 1 as pessoas com trissomia 21, pelo risco acrescido de evolução para COVID-19 grave.

No âmbito da resiliência do Estado, serão também vacinados o pessoal docente e não docente dos estabelecimentos de ensino e educação e das respostas sociais de apoio à infância dos setores público, privado e social e cooperativo, de acordo com o plano logístico que será implementado.

Consulte aqui a Norma nº 003/2021 de 08/02/2021 atualizada a 10/03/2021.

 

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Os cenários possíveis de reabertura da escola na próxima semana

A escola está encerrada, mas já todos percebemos que na próxima semana vai acontecer a primeira fase do desconfinamento e com ele, como sempre foi anunciado, a reabertura das escolas.

As escolas não vão simplesmente abrir e “pronto”. As escolas vão abrir por fases com períodos de 15 dias de intervalo entre cada uma.

A duvida que se põe, neste momento, é que níveis de ensino vão abrir na primeira fase. Há três cenários possíveis para a reabertura.

1.º – Abrem as Creches e a Educação Pré-Escolar.

2.º – Abrem as Creches, a Educação Pré-Escolar e o 1.º e 2.º anos de escolaridade.

3.º – Abrem Creches, a Educação Pré-Escolar e todos os anos de escolaridade do 1.º Ciclo.

Qualquer um dos cenários é possível de ser exequível, mas tudo depende da mensagem que o governo esteja disposto a enviar ao público e principalmente à economia (tudo isto passa por aí, não tenhamos ilusões).

Numa segunda fase, abrirão as escolas até ao 6.º ano de escolaridade (inclusive) e na terceira fase os restantes anos escolares.

Amanhã, conheceremos o Plano de Desonfinamento pela boca do primeiro ministro. Neste momento tudo é um “talvez”.

Seja qual for a opção que o governo venha a anunciar, uma coisa é certa, só no início de maio é que teremos as escolas a funcionar em pleno.

 

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As mesmas regras de acesso ao Ensino Superior…

Estudantes vão fazer apenas os exames nacionais de que precisem para entrar num curso. Comissão de Acesso e Governo concordam em manter “estabilidade” no sistema de ingresso.

 

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6237 vagas para o concurso interno e 2455 para o externo

Aumentam as vagas nos concursos de professores

O número de vagas disponíveis cresceu relativamente aos anteriores. Para o concurso interno, foram apuradas 6 237 vagas, enquanto que para o concurso externo foram apuradas 2 455 vagas.
Além de se manter a tramitação integral do procedimento pela plataforma eletrónica, como tem sido prática, o Ministério da Educação assegura ainda a receção de todos os documentos por via digital.
O início dos concursos ocorre um dia depois da publicação do aviso no DR, que será efetuada esta quarta-feira, decorrendo durante 7 dias úteis.
Concurso Interno
Para o concurso interno, foram apuradas 6237 vagas, o que representa um crescimento de lugares disponíveis para professores do quadro (necessidades permanentes).
Os lugares disponíveis em cada escola foram apurados na sequência de um trabalho de recenseamento detalhado, levado a cabo pelos diretores dos Agrupamentos de Escola/Escolas Não Agrupadas (AE/ENA). Tendo sido objeto de verificação, o Ministério da Educação (ME) procedeu a correções quando tal se mostrou justificável, garantindo-se desta forma uma gestão otimizada dos recursos humanos e das necessidades do sistema.
Concurso Externo
A portaria com as vagas para o concurso externo destinado a educadores de infância e a professores dos ensinos básico e secundário, para o ano letivo de 2021/2022, inclui as vagas para os docentes das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado.
Este concurso externo tem em vista o preenchimento de vagas existentes nos quadros de zona pedagógica, bem como o preenchimento de necessidades temporárias através de mobilidade interna, de contratação inicial e das consequentes reservas de recrutamento.
Este ano o concurso é aberto para 2424 vagas de quadro de zona pedagógica, um aumento de 278% no número de vagas em relação ao ano passado. De igual modo, foi fixada uma dotação de 31 vagas para o ensino artístico especializado da música e da dança, mais 4 do que no ano anterior.
O ano letivo de 2021/2022 iniciará com o corpo docente mais estabilizado e com um sistema mais ajustado às necessidades permanentes determinadas pelas escolas.
O acesso aos quadros de professores – que atualmente ocupam como contratados lugares que correspondem a necessidades permanentes – bem como a gestão rigorosa das movimentações, representa mais justiça no sistema e o reforço do combate à precariedade.

 

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Velocidade do regresso às aulas divide Governo

Uma coisa é certa, a velocidade vai ser de cruzeiro. Só falta saber a quantos nós vai circular a Nau Catrineta.

Velocidade do regresso às aulas divide Governo

Matrizes de reabertura pedidas por António Costa aos peritos dão respaldo para avançar já com creches e pré-escola.

Os planos apresentados pelos peritos no Infarmed deram ao Governo margem de manobra para iniciar a reabertura do país, retomando o ensino presencial das creches e do pré-escolar e vendas ao postigo. Agora, a decisão será política e, dentro do Executivo, ainda nenhuma está tomada. Até porque se mantêm duas visões em confronto: há quem retenha a mira na Páscoa e quem queira iniciar mais cedo uma reabertura controlada das escolas que, aliás, o Governo já começou a preparar.

António Costa tem pouco tempo para sedimentar ideias, já que amanhã se reúne com o presidente da República e com os parceiros sociais. Ainda vai auscultar os partidos e simplificar as matrizes propostas pelos peritos, antes de anunciar o plano de reabertura, na quinta-feira. Para isso, dispõe agora de “uma base científica mais sólida”, disse o primeiro-ministro, após a reunião no Infarmed. Em cima da mesa, sabe o JN, estão várias opções, sendo que a reabertura da escola para crianças mais pequenas teve o respaldo dos planos apresentados esta segunda-feira.

 

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