Comunicado do Coelho de Ministros
1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República.
Prosseguindo a estratégia gradual de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença Covid-19, e tendo em conta a avaliação dos critérios epidemiológicos de definição de controle da pandemia, foi decidida a reabertura, no próximo dia 5 de abril, das seguintes atividades:
- 2.º e 3.º ciclo do ensino básico nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário;
- centros de atividades de tempos livres e centros de estudo e similares, para os alunos que retomam agora as atividades educativas e letivas;
- equipamentos sociais na área da deficiência;
- centros de dia de apoio às pessoas idosas;
- estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços em estabelecimentos abertos ao público, com menos de 200 m2 e porta para a rua;
- museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos ou similares, nacionais, regionais e municipais, públicos ou privados, bem como de galerias de arte e salas de exposições. Estes equipamentos encerram às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados;
- estabelecimentos de restauração para serviço em esplanadas, com um limite de quatro pessoas por grupo. Estes estabelecimentos devem encerrar às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados;
- permite-se o funcionamento de feiras e mercados, para além das feiras e mercados de produtos alimentares, mediante autorização do presidente da câmara municipal territorialmente competente, de acordo com as regras fixadas;
- atividade física e desportiva de baixo risco, bem como a prática de atividade física e desportiva em ginásios e academias, estando proibida a realização de aulas de grupo;
- prática de atividade física ao ar livre, em grupos de até quatro pessoas;
- no âmbito das instalações desportivas permite-se a abertura de determinados equipamentos: campos de tiro; courts de ténis, padel e similares; circuitos permanentes de motas, automóveis e similares; velódromos; hipódromos e pistas similares; ginásios e academias; pistas de atletismo e campos de golfe.




2 comentários
Alguém que fale a verdade, mesmo sendo o dia das mentiras. Na realidade, este governo adota o dia das mentiras em quase todos os dias do ano. E deixo aqui também uma palavrinha para o Presidente da República que, antes das eleições dizia que estava tudo bem, sempre em consonância e conivência com o governo… precisava dos votos do PS para um novo mandato… mas assim que foi reeleito, a sua postura passou a ser bastante diferente. Somos governados por incompetentes, criminosos, corruptos e até mesmo por burrinhos. Levaram o país ao top 3 mundial dos piores números da pandemia. Vergonha de País!
E a missa ainda não acabou… a testagem que diziam que iriam fazer massivamente (mais uma mentira descarada) tem estado com índices muito baixos… vão verificar no gráfico da DGS. É uma vergonha! E agora, vão retomar os restantes ciclos de ensino, com base em valores diários de infeção desatualizados, em que a média estava a rondar menos de 400 casos diários… mas agora, nestes últimos 2 dias, já estamos com 600 casos diários e, com certeza, irão continuar a aumentar… eu digo-vos porquê, porque os efeitos de terem aberto cresces e 1º ciclo começaram agora a ser notados (os efeitos de medidas de desconfinamento são sentidos 15 dias depois). Quando abrirem todos os ciclos, sem terem alterado as condições de (in)segurança nas escolas, e sem testagem massiva (porque testar apenas um grupo, de docentes e não docentes, não é uma testagem massiva da população, e nem sequer testam os alunos, que são o grupo que tem maior % de assintomáticos), com a vacinação super atrasada (e o impingir da Astrazeneca, que vai ter uma adesão que ficará muito aquém do desejado, pelos motivos que todos sabemos)… isto tudo não augura boa coisa. E depois, irão culpar as pessoas, o convívio da Páscoa.
Tudo isto com a conivência da comunicação social, com um péssimo grau de competência jornalística.
Coelho de Ministros.