O terceiro período vai começar amanhã, mas os cuidados devem ser mantidos.
O Colégio Cosme e Damião, em Rio de Mouro, Sintra tem um surto de covid-19 ativo. O foco de infeção foi confirmado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que acrescentou que o primeiro caso foi detetado numa funcionária entre os dias 24 de março e 31 de março.
Por determinação da autoridade de saúde, o colégio acabou por ser fechado.




6 comentários
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“O terceiro período vai começar amanhã, mas os cuidados devem ser mantidos.”
Subscrevo inteiramente.
E, já agora, relembra-se que todos os cuidados sanitários devem ser mantidos, independentemente de se ter tomado ou não a 1ª dose da vacina…
No Separador “Perguntas frequentes: AstraZeneca” do sítio electrónico do INFARMED, entre outras coisas, consta esta:
• Pode a COVID-19 Vaccine AstraZeneca reduzir a transmissão do vírus de uma pessoa para outra?
O impacto da vacinação com a COVID-19 Vaccine AstraZeneca sobre a transmissão do vírus SARS-CoV-2 na comunidade ainda não é conhecido.
Desconhece-se até que ponto as pessoas vacinadas podem ao contactar como o vírus não ficarem doentes (ou seja serem assintomáticas) mas ainda assim transportar e transmitir o vírus.
(https://www.infarmed.pt/web/infarmed/astrazeneca#4)
Para evitar novo confinamento no 3º Período Lectivo, será bom que nenhum de nós se esqueça que o vírus não foi eliminado, continua a circular por aí e que o efeito das vacinas pode ser falível…
Mudou de nome essa marca de vacina. Agora chama-se TomaAtu.
Reparem nos seguintes fatores: Vacinação (Astrazeneca) com adesão muito aquém, pelos motivos que conhecemos; Testagem tardia (visto que, primeiro iniciam as aulas e só passados um par de dias testam) e insuficiente, visto que não testam os alunos… medida ineficaz, um desperdício do erário público. A testagem massiva que disseram que iriam fazer (mais uma mentira descarada do governo) não se está a verificar… vão verificar nos gráficos da DGS; Condições de (in)segurança nas escolas continuam as mesmas, ou seja, 30 indivíduos em locais fechados com 30 m2, “distanciamento de 1 metro, se possível”.
Este (des)governo, toma a decisão de reabrir as escolas, os restantes cíclos de ensino, com a realidade que aqui descrevi, baseando-se em números de infeção desatualizados. mas eu atualizo as pessoas aqui no blog:
Passados 15 dias (o espaço de tempo necessário para se verificar os efeitos) da reabertura das cresces e 1º ciclo, houve um aumento de mais de 50% do número de novos casos diários, ou seja, de uma média com cerca de 350 novos casos diários, passámos a uma média de 600. Neste fim de semana de Páscoa, os valores irão ser baixos, tipicamente de fim de semana, por se fazerem muitos menos testes. Porém, quando verificarmos os números a partir da próxima 3ª feira, muito provavelmente, a média de casos diários irá retomar os 600, e começar a subir significativamente, a não ser que decresçam ainda mais os números da testagem para tentarem deturpar a realidade. Isto não augura boa coisa.
Eu tenho exposto aqui no blog algumas estatísticas e previsões. E o que é certo, é que tenho acertado sempre. Por esse motivo, e pelo feedback que tenho tido aqui no blog, há muito boa gente que acredita mais em mim do que neste (des)governo. Mas quero deixar bem claro que, quem me dera não ter acertado nas minhas previsões, pois isso significaria que muitos menos tivessem ficado doentes ou sucumbido. Desejo que, desta vez, eu não acerte. Porém, não está nas minhas mãos, pois nunca poderei evitar aquilo que me parece ser inevitável, visto que este (des)governo continua. “em grande”.
É normal que o contágio aumente, porque os contactos sociais e profissionais o potenciam mesmo com todos os cuidados conhecidos.
O essencial é que os hospitais e especialmente os cuidados intensivos não aumentem acima dos números considerados aceitáveis para que possa haver atividade económica e prestação de outros cuidados de saúde.
Com a vacinação dos mais velhos para o mais novos espero que embora o contágio aumente a taxa de internamento não acompanhe esse ritmo. Acresce ao meu otimismo o tempo quente que parece ter alguma influência, pois o ano passado os números também diminuíram no Verão.
Quanto às escolas não parecem ser um foco inicial de contágio mas sim o movimento exterior que acarreta o seu funcionamento. Deste modo, penso que desde o dia 1 de março que as escolas poderiam ter aberto para a realização dos principqais momentos de avaliação, como estava planificado inicialmente pela minha escola.
Voltamos ao mesmo… escolas a encerrar por surtos ativos. Vai ser o cenário do 3.º período, sobretudo quando se retomar o presencial no secundário e superior.
De acordo com a DGS, todas as vacinas são eficazes e seguras.
Porém, pelos motivos que todos conhecemos, há por aí muitos portugueses que dizem preferir a vacina A ou a B, ao mesmo tempo que dizem recusar a vacina C ou a Astrazeneca (a tal que só custa 1,70 €, e que foi feita de encomenda para um determinado grupo profissional).
Sendo assim, como resolver o problema destes portugueses que ficam por vacinar?
Ir para o fim da fila? Não é solução…
Parece-me que uma solução justa seria:
Quem quisesse escolher a marca da vacina, teria de a pagar. Sem esperar mais tempo ou ir para o fim da fila.
Talvez fosse uma boa ideia, Senhora Ministra da Saúde!