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Menos 27 Mil Professores em 7 Anos

Se o número de alunos, desde 2007, reduziu-se em 2,3%, o número de professores reduziu-se em 17%.

E não é apenas pela reorganização da rede escolar que tal discrepância existe, o excesso de alunos por turma é um dos maiores problemas actuais que leva à diminuição da qualidade do ensino, seja do ensino público ou do ensino privado, embora seja mais visível no ensino público pelas razões que todos nós conhecemos.

É necessário e urgente rever o número máximo de alunos por turma, adaptando esse número à especificidade da turma e não a um tecto máximo estipulado por lei.

Se uma turma boa pode perfeitamente funcionar com 30 alunos numa sala, já uma turma com diferentes níveis de abordagem terá de ser diminuída. Tanto se fala na autonomia dos currículos, das escolas e ainda não percebo como não se dá essa autonomia às escolas para construírem as turmas em função das suas especificidades.

Se calhar até percebo…

 

 

 

 

cmanha

Correio da Manhã (13-06-2015)

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Pelo Menos 10 Docentes do Grupo 620 Foram Relegados da 1ª Prioridade pela DGAE

… sem qualquer razão aparente.

 

Pelo que se verifica neste artigo, existem pelo menos 10 docentes do grupo 620 que foram relegados da 1ª prioridade, pela DGAE, de forma unilateral, sem qualquer motivo aparente.

São docentes que encontravam-se nas listas provisórias de admissão na 1ª prioridade e que reúnem todos os requisitos exigidos para a norma travão.

A estes docentes não terá sido pedida qualquer reavaliação através dos registos biográficos e são docentes que foram colocados sucessivamente em listas publicadas pela DGAE e que são publicas.

à primeira vista vejo isto como mais um erro dos serviços jurídicos da DGAE, mas não posso ainda dar essa certeza.

 

Seria bom que o MEC se pronunciasse sobre estes casos, pois, pelos relatos que me chegam destes docentes, em nenhum dos casos existe qualquer justificação para essa alteração de prioridade por parte da DGAE e está a provocar um mau estar e desânimo em quem está a aguardar pela publicação das listas de colocações e aguarda com todo o direito ser integrado em lugar de quadro.

Também percebi que grande parte dos docentes ainda não foi verificar a notificação da reclamação e este número até pode aumentar.

Também existe um ou outro caso relatado de outros grupos de recrutamento, mas a incidência maior recai sobre o grupo 620.

 

A notificação que estes docentes receberam é a que consta na imagem seguinte:
 
reavaliação

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“Animação, hoje é sexta!” (Au bout du monde)

Estamos no final do ano letivo!

Para terminar, e iniciarem bem este fim de semana, para a rubrica “Animação, hoje é sexta!” deixo-vos o divertido filme de animação “Ao bout du monde” de Konstantin Bronzit.

Deliciem-se e passem 8 minutos numa fantástica animação, carrega de humor, premiada em Annecy (Festival que começa este fim de semana) no ano de 1999.

Riam-se, riam-se muito! (dizem que faz muito bem e acrescento eu, é uma excelente forma de terminar a semana).

Até sexta!

 

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Depois Também Há Deferimentos de Quem Ganhou o Recurso

E por esse motivo passou a reunir condições para se enquadrar na 1ª prioridade.

E ao que parece bastou identificar o número do recurso e corrigir os campos que deviam ser corrigidos.

Claro que…

…alguma ajuda dei.

 

 

É de se propor o deferimento do pretendido, por o candidato mencionar corretamente, conforme deferimento dado ao Recurso Hierarquico, Of. BXXXXXXXX , que se encontra no último ano do limite ou na 4ª renovação, no mesmo grupo de recrutamento, em horário anual e completo, nos termos do n.º 2 do art.º 42.º do DL n.º 132/2012, de 27/06, na redação conferida pelo DL n.º 83-A/2015, de 23/05, conforme conjugado com a alínea ii) ponto 4 do capítulo V da Parte III, do do aviso de abertura do concurso, admitindo a candidatura a concurso na 1ª prioridade.

É ainda de se propor o deferimento do pretendido no campo 2.2.3.1, nos termos legais, mantendo o candidato a concurso, por ter procedido à retificação do código de agrupamento de escolas ou escola não agrupada de colocação.

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Eu Também Sou Pai

E não quero nada do que estes pais querem.

E nesse aspecto até sou bastante liberal.

 

É uma revolução. Pais querem alunos apenas com um mês de férias

 

pais

 

As associações de pais criticam a proposta do Conselho das Escolas, que recomenda mais uma pausa para “férias de outono”, e defendem uma mudança radical – um mês de férias de verão.

O Conselho das Escolas (CE) aprovou, na quinta-feira, uma recomendação que, entre outras propostas, defende que os alunos devem ter uma pausa a meio do primeiro período, à semelhança do que acontece noutros países europeus, para que as escolas possam avaliar o trabalho realizado e planear atividades de apoio aos alunos com mais dificuldades.

Confrontado com esta recomendação, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascensão, criticou as pausas avulso e defendeu que as aulas deveriam “começar no início de setembro e terminar apenas no final de julho“, ou seja, os alunos teriam apenas um mês de férias no verão.

“Começo a recear que as escolas tenham mais pausas do que aulas. Toda a gente se queixa de que os programas são extensos e os alunos não têm tempo para aprender e tirar dúvidas. É preciso tempo”, disse à Lusa Jorge Ascensão.

Além disso, considerou que a recomendação do CE “é redutora, tendo em conta tudo o que é preciso mudar” no ensino e que é necessária uma “revolução na educação”.

A Confap entende que é preciso repensar o tempo em sala de aula e a forma de ensinar: “As aulas podem começar logo em setembro mas é preciso haver mudanças. Podem estar na escola sem atividade letiva, sem estar a estudar o programa curricular. Os miúdos precisam de respirar a escola sem ser dentro das paredes da sala de aula. Tem de haver um envolvimento com a biblioteca e com os espaços exteriores”.

O Português pode aprender-se através do teatro, a História com visitas a zonas históricas ou o Inglês através de “Semanas da Língua” promovidas pela escola, exemplificou.

“A Educação não acompanhou as mudanças do 25 de Abril. Houve uma revolução na sociedade mas não na escola, que continua centrada na sala de aula, no quadro preto do professor e nas secretárias alinhadas”, criticou o representante dos pais.

Jorge Ascensão lamentou que o Conselho das Escolas, um órgão consultivo do Ministério da Educação, “não consiga pensar fora da caixa” e continue a apresentar “pequenas medidas que não se traduzem em grandes mudanças”.

“Este órgão, que representa quem trabalha todos os dias nas escolas, tem de refletir de forma mais alargada a Educação. Mesmo sabendo que algumas das medidas não são exequíveis de imediato, temos de as pensar e apresentar”, defendeu.

A Confap também aponta críticas à outra recomendação do CE, que defende a realização dos exames nacionais do 4.º e 6.º ano apenas no final do ano letivo, por considerar que era preciso primeiro perceber qual o real objetivo das provas: avaliar conhecimentos ou identificar dificuldades dos alunos para que possam melhorar.

“Se o objetivo é avaliar os conhecimentos, então faz sentido que seja no final do ano, mas se queremos provas para conseguir perceber qual o nível de conhecimento dos alunos e o que é preciso melhorar, então faz sentido que seja a meio do ano. Para a Confap, a avaliação deve ser para que os alunos possam melhorar e, sendo assim, esta proposta não resolve o problema”, disse à Lusa.

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E Os Leitores que Nota Dão a Nuno Crato?


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Jornal de Notícias (12-06-2015)

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Já Verificaram se Mudaram da 1ª para a 2ª Prioridade?

Porque já são imensos casos de docentes que estavam com toda a legitimidade na 1ª prioridade e sem mais nem menos foram retirados unilateralmente dessa prioridade pela DGAE deixando-os apenas na 2ª prioridade.

 

Para verificarem essa situação devem ir à notificação da reclamação conforme mostra a imagem em baixo.

E relatem neste artigo se vos aconteceu isso e se de facto reúnem as condições para estarem na 1ª prioridade.

Podemos tentar perceber as razões que levou a DGAE a fazer isso se indicarem qual o motivo que acham para terem sido retirados da 1ª prioridade.

 

notificacao

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Mais Um Blogue que Fecha

E que se encontra no meu blogroll.

 

São sinais de um cansaço generalizado que existe no seio da classe docente.

 

professor imperfeito

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Apenas 5 Pedidos de Equiparação a Bolseiro

… sem vencimento.

E mesmo assim todos eles condicionados.

 

E assim vai a área de investigação em Educação em Portugal.

 

Lista de docentes que pediram a equiparação a bolseiro.

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Vai Ser Curioso

Ver vigilantes na reserva mais novos que os professores das escolas.

 

Militares na reserva vão entrar na vigilância das escolas

 

militares

 

O Conselho de Ministros aprovou nesta quinta-feira alterações a um diploma que permitem o recrutamento de elementos das Forças Armadas na reserva para vigilância nas zonas escolares.

 

“Esta alteração visa facilitar a contratação de elementos para o desempenho das funções de chefes de equipa de zona e de vigilantes para integrarem as equipas de vigilância, bem como permitir a renovação das comissões de serviço, de modo a assegurar a continuidade da actividade de vigilância das escolas”, lê-se no comunicado emitido no final da reunião do Governo.

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RETIRARAM TODO O TEMPO DE SERVIÇO a alguns Técnicos Especializados

Mais um email que me chegou sobre o tempo de serviço retirado a ALGUNS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS.

Continuo a dizer que este tratamento apenas deve funcionar para o futuro e que não deve haver diferenciamento de tratamento de tempo de serviço passado para ninguém que trabalhou como Técnico Especializado.

 

 

Tomei hoje conhecimento que alguns agrupamentos (reforço alguns) foram notificados para enviarem para a DGAE os registos biográficos dos técnicos especializados.
A esses técnicos (começaram ontem a receber notificações) foi retirado TODO o tempo de serviço prestado como técnicos.

 

Neste momento verifica-se então que, para o mesmo concurso, os docentes que prestam serviços nas escolas que receberam essa notificação é lhes retirado tempo de serviço, enquanto que outros, cujas escolas não foram notificadas a enviar os registos, têm esse serviço contabilizado para efeitos de concurso.

 

Conheço docentes no grupo 100 que lhes retiraram 4 anos de serviço.
Não havendo nenhum grupo de recrutamento para técnicos especializados, olhando para estas situações, pessoas que estiveram a trabalhar em escolas (cursos CEF, EFAS, PIEF) ficaram com ZERO dias de serviço.

 

Se assim fosse, para todos, seria equitativo mas de fato não o está a ser. E mais um ano de listas injustas, tratamentos diferenciados.
Não se pode dizer a um docente que esteve a trabalhar durante 4 anos que não tem tempo de serviço.
Estou indignada com esta situação e profundamente triste de ver colegas que trabalharam ao meu lado de rastos.

 

E ainda este mail

 

Estou em pânico com o que está a acontecer é que poderá significar o desemprego no próximo ano.. Uma injustiça !
Pertenço ao grupo 100 e tenho estado nos últimos 4 anos a dar aulas aos cursos cef nas escolas públicas, dou as disciplinas tecnológicas da minha área e a psicologia. Fui sempre contratada através das ofertas de escola em que pediram docentes do grupo 100 (esse era um pre requisito). Sempre fiz todo o trabalho de escola como todos os professores, tive cargos como direção de turma, coordenação de cursos cef, vigiei exames, fui avaliada.. Em tudo o trabalho que fiz fui considerada docente!
Ontem recebi uma notificação na minha página da dgae e informar que todo o tempo (4 anos) que estive a exercer estas funções não conta para efeitos de concurso, pelo que me é retirado!
Liguei de imediato para várias colegas que estão na mesma situação que continuam com o mesmo tempo de serviço, algumas delas mais anos que eu como técnicas especializadas.
Onde está a igualdade?

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Nota Informativa – Compensação por Caducidade

Porque há quem ainda não se apercebeu que a Lei do Orçamento de Estado para 2015 trouxe alterações significativas para o seu pagamento.

 

NOTA INFORMATIVA Nº 9/ DGPGF / 2015

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/NOTAINF_9_DGPGF_2015.pdf”]

 

Em destaque aqui no artigo uma situação exemplificativa:

 

Um docente celebrou um contrato de trabalho a termo resolutivo incerto, com início 15.10.2014 e, com termo em 10.03.2015, (devido à apresentação do docente substituído), ou seja, no ano letivo 2014/2015, em plena vigência do art.º 55.º da LOE 2015.
O docente referenciado celebrou novo contrato de trabalho no ano letivo 2015/2016, com inicio em 1 de Setembro de 2015.
De acordo com a norma referida, não haverá direito à compensação por caducidade do contrato, se ocorrer a celebração de novo contrato até 31 de dezembro do ano letivo seguinte, (31.12.2015), ou seja, o mencionado docente em virtude de ter celebrado novo contrato sucessivo em 01.09.2015, não adquire o direito à compensação por caducidade do contrato cuja caducidade ocorreu a 10.03.2015.
Caso não tivesse obtido colocação até 31.12.2015, a compensação por caducidade do contrato que caducou a 10.03.2015, seria abonada ao docente a partir do dia 1 de janeiro de 2016.

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O Desnorte do Serviço Jurídico da DGAE

Chega ao ponto de retirar tempo de serviço que já se encontra averbado nos registos biográficos e também em listas de antiguidade.

Ora, segundo a interpretação jurídica da DGAE, os actos consolidam-se ao fim de um ano após a publicação da lista de antiguidade no caso de não haver reclamações desde essa publicação (interpretação que deu ao tempo de serviço ao abrigo do artigo 103º).

Se por um lado tem essa interpretação para o tempo de serviço por motivos de doença também o deveria ter para tudo o restante.

E o que fez neste caso é sintomático do desnorte que existe nos seus serviços jurídicos.
Já quanto ao facto das escolas usarem e abusarem da contratação de técnicos especializados para o desempenho de funções docentes já disse tudo o que tinha a dizer e espero que alguma coisa seja feita para futuro para que não haja este prejuízo para os docentes, nem que se mantenha este abuso na contratação de Técnicos Especializados.

Onde há necessidade de se contratar um docente que não se sigam vias travessas para colocar um Técnico Especializado.

 

Somos docentes para tudo… mas o tempo de serviço não conta para efeitos de concurso?

 

 

Somos docentes do grupo de recrutamento 100 e há 4 Anos letivos que desempenhamos funções de docência nos cursos CEF e Vocacionais da nossa área, desempenhando também cargos de direção de turma, direção de curso e avaliadas enquanto docentes.

Na passada semana a DGAE solicitou ao agrupamento o nosso registo biográfico, com o sentido de reanalisar o tempo de serviço prestado nos últimos 4 anos letivos.

Hoje, e por acaso, e sem qualquer notificação da DGAE via email ou contato com a escola, deparamo-nos com um campo novo, na nossa área no site da SIGRHE, intitulado de “notificação da reclamação” que nos informa que todo o tempo prestado como técnicos especializados nos fora retirado, citando o artigo 114.º do Código de Procedimento Administrativo. Tirando-nos cerca 900 e 800 dias.

Ora, se somos docentes para desempenhar cargos de direção de turma, direção de curso, para fazer vigilância de exames, ser incluídas em grupos de trabalho de constituição de turmas, de avaliação interna do agrupamento e ser objecto de avaliação nos mesmos parâmetros que os nossos iguais perguntamos, somos docentes para tudo, mas o tempo de serviço não conta para efeitos de concurso?

Mais alguém se encontra nesta situação?

 

 

reclamacao

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Nota Informativa do Conselho de Escolas

Com as aprovações das recomendações 2 e 3, relativas à avaliação Externa das Escolas e ao Calendário Escolar para 2015/2016, respectivamente.

Na recomendação nº 3 o CE propõe que os exames do 4º e do 6º ano passem para o final do ano lectivo e recomenda também uma interrupção lectiva de curta duração no Outono, mais precisamente entre o dia 29 de Outubro e 3 de Novembro.
 

Nota Informativa N.º 11

 

O Conselho das Escolas reuniu ordinariamente, ontem, dia 11/06/2015, no Centro de Caparide em S. Domingos de Rana.

Nessa reunião, entre outros assuntos e por iniciativa do Conselho, foi discutida e aprovada a RECOMENDAÇÃO N.º 02/2015, relativa à AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS.

Por sua iniciativa, foi também discutida e aprovada a RECOMENDAÇÃO N.º 03/2015, relativa ao CALENDÁRIO ESCOLAR para 2015/2016.

Ambos os documentos foram já remetidos ao Sr. Ministro da Educação e Ciência.

No seguimento de deliberação anterior, o Conselho continua a procurar obter esclarecimentos junto das entidades que tutelam estas matérias, sobre a publicação de documentos oficiais, não nominativos, nos sítios eletrónicos das Escolas e Agrupamentos de Escolas.

José Eduardo Lemos, PCE, 12/06/2015

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Sai Hoje?

… alguma coisa nestas duas chaves?

129 milhões vinham mesmo a calhar, mas desta vez será apenas dividido por quem uma quadra popular inventar.

Fica uma deixada o ano passado aqui.

Há 22 anos a ensinar,
já é tempos de prosperar.
A educação pode melhorar
Se o Ministério deixar!

Para o Crato enganar,
Vamos aqui apostar
que a sorte seja nossa
e assim saímos da fossa!

Santo António não te peço
marido nesta dia,
apenas que nos saia
sorte grande e alegria.

 

euromilhões 12 junho

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117 614 Docentes em Portugal Continental em 2013/2014

… no ensino público.

Se considerarmos o número de docentes das regiões autónomas então o número de docentes em funções no ano lectivo 2013/2014 foi de 128 082.

Em 2012/2013 foi de 128 931.

Apenas saíram do sistema de ensino público entre 2012/2013 e 2013/2014, 849 docentes.

Uma perda pouco significativa.

 

EEF2014_DadosPreliminares1

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Menos 40 Mil Alunos em 7 Anos

Escolas portuguesas perderam cerca de 40 mil alunos em sete anos

 

alunos

 

Em sete anos, o sistema de ensino não superior perdeu 37.667 alunos jovens, segundo revelam os dados preliminares relativos ao ano lectivo de 2013/2014 divulgados pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

 

Num quadro sobre a evolução dos alunos entre 2007/2008 e o ano lectivo passado constata-se que o total de inscritos desce de 1,61 milhões para 1,57 milhões. A quebra de inscritos é particularmente acentuada no ensino básico que, no mesmo período, perdeu 97.752 alunos, uma diminuição que só não se reflecte mais na descida total porque foi compensada por um acréscimo de alunos no ensino secundário, que em sete anos ganhou 59.665 inscritos.

 

Ver aqui os dados preliminares das Estatísticas da Educação 2013/2014

 

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EDUCAÇÃO ESPECIAL

Revista do Centro de formação AlmadaForma, integralmente dedicada às necessidades educativas especiais, sob a direção da Drª Maria Adelaide Paredes Silva. Uma compilação de artigos sobre a importância do trabalho cooperativo nas escolas que têm de lidar com esta problemática.

 http://issuu.com/almadaformarevista/docs/10almadaforma

AlmadaForma

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Algumas Reavaliações da 1ª Prioridade

Estão a vir com esta resposta.

Esta reavaliação vem no seguimento do pedido da DGAE às escolas dos registos biográficos dos candidatos aqui identificados.

…mas também de candidatos não identificados nessa lista, o que não deixa de ser estranho.

 

reavaliação

 

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Petição Para a Libertação de Raif Badawi

Arábia Saudita: Libertem o blogger Raif Badawi!

 

 

Raif Badawi foi condenado a dez anos de prisão e a mil chicotadas, tendo sido já submetido às primeiras 50, por ter criado um fórum online de debate social e político – exija a sua libertação já!

Raif Badawi está a cumprir uma pena de 10 anos de prisão, desde maio, depois de ter criado um website para o debate social e político na Arábia Saudita. Foi acusado pela criação do fórum, intitulado “Liberais Sauditas” e por ter insultado o Islão. A sentença inclui mil chicotadas e a proibição de viajar para fora do país durante 10 anos. Ficou também proibido de aparecer ou ser citado nos órgãos de comunicação social.

As acusações reportam a artigos que Raif Badawi escreveu, criticando as autoridades religiosas da Arábia Saudita, assim como a textos escritos por outras pessoas que foram publicados no “Liberais Sauditas”. Os procuradores pretendiam que fosse julgado por “apostasia” (renegação da fé), o que, na Arábia Saudita, pode levar à pena de morte.

Raif é um dos muitos ativistas na Arábia Saudita perseguidos por expressarem as suas opiniões na net. Tanto o Facebook como o Twitter são muito populares num país onde curiosamente as pessoas não podem exercer a sua liberdade de expressarem aberta e publicamente o que pensam. As autoridades sauditas responderam a este crescimento do debate online com medidas de monitorização das redes sociais e websites e até tentado proibir aplicações de comunicação como o Skype e o WhatsApp.

Veja a carta em português que será enviada para as autoridades.

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Dará Entrada Direta Num Curso Superior?

… na área de informática?

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Pelo menos três alunos dos 11º e 12º anos da Escola D. Inês de Castro, em Alcobaça, terão conseguido aceder aos enunciados das provas de matemática antes de elas terem sido dadas às turmas. Suspeita-se de que os jovens tenham conseguido descobrir a palavra-passe e entrado no correio eletrónico da reprografia da escola, onde chegavam os enunciados enviados pelos professores. O caso obrigou a escola a rever as medidas de segurança no acesso à conta de email da reprografia, que tem agora nova palavra-passe, mudada com frequência e comunicada aos professores de forma mais segura. 

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E o DOAL para 2015/2016?

Faltará muito para ser publicado?

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Jornal de Notícias (10-06-2015)

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Mais Uma Lista

  • Prof. Doutor Fernando Teixeira dos Santos – Ordem Militar de Cristo (Grã-Cruz)
  • Prof. Doutor José Mariano Gago – Ordem Militar de Cristo (Grã-Cruz) – A título póstumo
  • Vice-Almirante José Alfredo Monteiro Montenegro – Ordem Militar de Avis (Grã-Cruz)
  • Tenente-General Frederico José Rovisco Duarte – Ordem Militar de Avis (Grã-Cruz)
  • Tenente-General PILAV António Afonso dos Santos Allen Revez – Ordem Militar de Avis (Grã-Cruz)
  • Mestre Querubim Lapa – Ordem de Sant’Iago da Espada (Grande-Oficial)
  • Dra. Fátima Cardoso – Ordem de Sant’Iago da Espada (Comendador)
  • Doutor Henrique Veiga-Fernandes – Ordem de Sant’Iago da Espada (Comendador)
  • Dra. Isabel Silveira Godinho – Ordem de Sant’Iago da Espada (Comendador)
  • Dr. Pedro Mexia – Ordem de Sant’Iago da Espada (Oficial)
  • Prof. Doutor Vítor Cardoso – Ordem de Sant’Iago da Espada (Oficial)
  • Doutora Zita Martins – Ordem de Sant’Iago da Espada (Oficial)
  • Alexandre Farto (Vhils) – Ordem de Sant’Iago da Espada (Cavaleiro)

Ordens Nacionais

  • Mestre António Lagarto – Ordem do Infante D. Henrique (Grande-Oficial)
  • Júlio Pereira – Ordem do Infante D. Henrique (Grande-Oficial)
  • António Zambujo – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Carlos Gil – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Dr. João Diogo Pinto – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Dr. Felipe Oliveira Baptista – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Eng. Francisco Lopes – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Eng. Francisco Maria Pinto Balsemão – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • José Pracana – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Nuno Baltazar – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Nuno Gama – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Dra. Sara Pereira – Ordem do Infante D. Henrique (Comendador)
  • Maestro Dinis Sousa – Ordem do Infante D. Henrique (Cavaleiro)
  • Bruno Neto – Ordem da Liberdade (Cavaleiro)
  • APAV – Associação Portuguesa de Apoio À Vítima – Ordem da Liberdade (Membro Honorário)

Ordens de Mérito Civil

  • Doutor Arlindo Marques da Cunha – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Agrícola (Grã-Cruz)
  • Dr. António Travassos – Ordem do Mérito (Grande-Oficial)
  • Dr. João Pedro Mendes de Almeida Lopes – Ordem do Mérito (Grande-Oficial)
  • Professor Orlando da Costa Lourenço – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Agrícola (Grande-Oficial)
  • Eng. António Manuel Leitão Borges – Ordem do Mérito (Comendador)
  • Dr. Francisco José da Conceição Espadinha – Ordem do Mérito (Comendador)
  • Hernâni Almeida – Ordem do Mérito (Comendador)
  • Dr. José Mário de Almeida Cardoso – Ordem do Mérito (Comendador)
  • Dra. Maria Teresa Osório Mesquita Montes – Ordem do Mérito (Comendador)
  • Prof. Doutor Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo – Ordem da Instrução Pública (Comendador)
  • Dra. Ana Paula Rafael – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Industrial (Comendador)
  • Eurico Manuel da Silva Ferreira – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Industrial (Comendador)
  • Dr. Miguel Pavão – Ordem do Mérito (Oficial)
  • Dr. Filipe Cameirinha Ramos – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Agrícola (Oficial)
  • Eng. Luís Sabbo – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Agrícola (Oficial)
  • Dr. Miguel Neiva – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Comercial (Oficial)
  • Mestre Miguel Pina Martins – Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Comercial (Oficial)
  • ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias – Ordem do Mérito (Membro Honorário)

[daqui]

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Mais Uma Demonstração da Inutilidade da DGAE

Neste caso de uma docente que viu o seu recurso hierárquico deferido das listas de Setembro e por esse motivo entrou nas condições da vinculação pelas regras da norma travão.

A docente reclamou das listas provisórias por se enquadrar nos requisitos da vinculação apenas por ter ganho esse recurso hierárquico.

E o que a DGAE responde à reclamação??

 

Não há nada a rectificar porque o candidato não comprovou com documentação.

 

Mas quem deferiu o recurso hierárquico não foi a DGAE????

 

prioridade

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Não me Admira que Também Aconteça no Grupo 120

E o despacho de organização do ano lectivo deve manter a dita habilitação adequada como condição para o docente poder leccionar determinado grupo de recrutamento ou disciplina.

E tenho quase a certeza que o Inglês no 1º ciclo vai servir em muitos casos para completar horários dos professores com insuficiência de tempos lectivos.

 

 

 

Sou professora no 330 e fiz o curso de complemento de formação de inglês, 120, numa instituição superior, assim como centenas de professores pelo país fora, tendo custado o mesmo quase dois mil euros. O valor do curso foi avultado e decidi fazer, dando cumprimento à nº 260-A/2014, de 15 de dezembro.

 

Sempre soube que o curso não era garantia de colocação, mas assumi o risco. A gravidade da situação está na comunicação que alguns professores têm feito em grupos de professores, de redes sociais como o Facebook. Alguns agrupamentos têm dito aos professores de AEC que no próximo ano letivo quem irão colocar a lecionar o 120 serão os professores do 220, efetivos, que assim completam horário. A situação é grave porque os professores do 220 não têm acesso direito ao grupo 120, aliás a maior parte dos professores do 220 que atualmente lecionam nas AEC tiveram que pagar também quase  dois mil euros pelo complemento de formação que habilitasse profissionalmente para o 120.

A portaria diz o seguinte:

 

2 — Têm habilitação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 os titulares do grau de licenciado do curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês, organizados ao abrigo da Portaria n.º 352/86, de 8 de julho, alterada pelas Portarias n.os 442 -C/86, de 14 de agosto, 451/88, de 8 de julho, e 800/94, de 9 de setembro, desde que estejam ou tenham estado vinculados ao 1.º ciclo (grupo 110).
Só os cursos aprovados de acordo com os diplomas citados nestes 2 números podem ser considerados adequados à nova profissionalização, ficando assim isentos de formação complementar e podendo concorrer directamente ao concurso nacional.
De notar que alguns destes cursos não incluíram a parte do estágio ou da PES (conforme o caso) realizada inteira ou parcialmente no 1º Ciclo na disciplina de Inglês; nestes casos, não pode haver acesso directo ao novo curso e terão de se submeter à formação complementar. Compete à DGAE, no momento do concurso futuro, averiguar se o estágio/PES da componente de Inglês foi feito no 1º ciclo ou não, por isso deverão ter algum documento que comprove essa circunstância decisiva (em princípio, o certificado de habilitações deve ter essa informação discriminada; se não tiver, têm de requerer esse comprovativo à instituição que vos formou).
Todos os cursos que não estejam dentro deste quadro legal não são considerados adequados para este efeito e os profissionais devem fazer a respectiva formação complementar de acordo com o descrito na Portaria.

 

Assim, era importante saber se os diretores dos agrupamentos que disseram pretender colocar todos os professores de QZP do 220 a lecionar no 120, mesmo sem habilitação profissional, estão na realidade equivocados ou se isto é mais uma machadada do ministro. 

 

Se for verdade, milhares de professores gastaram milhares de euros pelo país fora, pretendendo obter qualificação para o 120 e depois os QZP,sem qualquer tipo de formação assumem as vagas no 120, então este é UMA DAS MAIORES OFENSAS AOS PROFESSORES CONTRATADOS, a seguir à PACC.

 

Gostaríamos muito que a DGAE respondesse a esta questão, nós que dispendemos imenso nestes cursos de formação. Queremos saber se é verdade ou apenas boatos que circulam, pois o assunto é grave.

 

Agradeço a atenção dispensada na leitura deste texto.

 

Cumprimentos

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Decreto Legislativo dos Concursos da Madeira

Aprovado ontem na Assembleia Legislativa da Madeira.

Clicar na imagem para ler a proposta aprovada.

 

madeira concurso

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Artigo e Sondagem da Semana – ComRegras

Conselhos de Turma de Avaliação e Seus Umbigos

 
 
“Nota prévia: se quiserem ler um artigo que só diz bem dos professores então mais vale ignorarem este e aguardar por um mais “fofinho”…
 
Existem quatro tipos de condutas evidenciadas pelos professores nos Conselhos de Turma de Avaliação. Importa referir que estas condutas não são sinónimos da sua forma de estar em contexto de sala de aula, por isso permitam-me a caricatura:”

 
Umbigos

 
Resultados e Análise da Sondagem da semana passada.
 
uso-do-telemóvel
 
Sondagem da Semana
 

Considera Pertinente a Existência de Uma Equipa/Gabinete que Trate dos Assuntos Disciplinares do Seu Agrupamento/Escola

 
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Saiu a Lista

… dos médicos.

 

Para 115 vagas, 51 médicos admitidos. O candidato com classificação mais baixa tem 10,01.

 

Outro campeonato, sem dúvida.

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Du Caraces! ®

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A Música do Blog

… que dizem ser a mais ouvida em Portugal.

Wiz Khalifa – See You Again (feat. Charlie Puth)

 

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Validação da MPD Até ao Dia 12 de Junho

E se houver sequencialidade nas datas, as listas não sairão antes do dia 15 de Junho.

 

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A Discriminação do Género do Desporto Escolar pela Comunicação Social

Já divulgado aqui.

 

 

No Jornal de Notícias de dia 6 de Junho

 

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No Jornal Regional, O Ponto, de 3 de Junho

O Ponto

 

Na Vagos FM

Um café com Tó Veleirinho e com as jogadoras Rosalba e Rosalinda do Colégio Calvão

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Da Última Citação De Contra-Interessados

 

ficámos a saber qualquer coisa… das férias judiciais, tão móveis quanto o Domingo de Ramos e a referência fixada na Páscoa.

 

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Entrevista – Ana Pereira, Coordenadora do Gabinete de Prevenção da Indisciplina do Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro

Os gabinetes/equipas disciplinares são um “instrumento” que algumas (muitas?) escolas começam a implementar. Para aquelas que ainda não usufruem desta mais-valia, importa conhecer o funcionamento de outras equipas/gabinetes. Para aquelas que já optaram por esse caminho, podem sempre comparar modelos de funcionamento. Fica a entrevista.

 

ENTREVISTA

 

Ag Rafael Bordalo Pinheiro

Antes de mais professora Ana Pereira, muito obrigado por conceder esta entrevista aoComRegras.

O que vos levou a criar o Gabinete de Prevenção da Indisciplina (GPI)?

O GPI foi criado no âmbito da revisão do RI no final de 2013/2014 e a sua implementação surgiu da necessidade de combater a indisciplina (com maior incidência no ensino básico e profissional e em crescendo nos últimos anos), de um modo mais sistemático, organizado, concertado e equitativo, dando, tanto quanto possível, um maior ênfase à prevenção. Antes do GPI já existiam boas práticas, mas a gestão da indisciplina estava descentralizada, era pouco equitativa e a atuação a montante era quase inexistente. De facto, essa gestão era feita ao nível dos coordenadores de ciclo, com grande autonomia na aplicação de medidas disciplinares até 3 dias de suspensão, mas apesar da supervisão do então diretor, os procedimentos não estavam uniformizados entre os vários ciclos de ensino.

Em síntese, em que consiste o trabalho do GPI e qual é a sua constituição?

Neste seu primeiro ano de vida, o GPI funcionou apenas na escola sede do Agrupamento, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, dada a sua maior dimensão, a natureza mais problemática dos alunos e a existência de mais recursos humanos.

O GPI é coordenado pela direção e constituído por duas equipas de professores: a Equipa da Disciplina (ED; 8 professores), e a equipa que assegura o funcionamento diário da Sala do GPI (21 professores), cobrindo cerca de 70 % dos tempos letivos, por vezes com dois docentes em simultâneo.

Originalmente criada há quatro anos pela coordenação do Ensino Básico Regular, a ED tem agora uma ação mais vasta. Os oito professores que a constituem operacionalizam a aplicação de todas as medidas disciplinares corretivas e sancionatórias (até 3 dias de suspensão), em todos os ciclos de ensino (do 7º ao 12º ano; ensino regular, vocacional e profissional; 954 alunos). Tendo por base a/s participação/ões disciplinar/es que chegam à direção e sempre na presença do diretor de turma, os elementos da ED seguem os mesmos procedimentos: entrevista ao aluno; notificação presencial ao aluno e respetivo encarregado de educação da medida a aplicar, após decisão da coordenação do GPI, ouvido o DT e o professor da ED. Tanto a entrevista como a notificação ficam registadas em documento próprio, e esta última é averbada ao processo individual do aluno.

A sala do GPI recebe os alunos que são expulsos da sala de aula ou que dentro do recinto escolar manifestam comportamentos inadequados, sendo acompanhados por um assistente operacional. A principal tarefa do professor do GPI é promover um diálogo reflexivo com o aluno, após este ter preenchido a Ficha de Reflexão. A par disso, poderá orientar o aluno na realização de alguma tarefa indicada pelo professor titular da turma na Ficha de Referência que o aluno leva, ou na ausência desta, propor-lhe outra tarefa de acordo com os recursos existentes na sala do GPI. Simultaneamente, deverá realizar vários registos em papel (presença do aluno, cumprimento/incumprimento das tarefas, recusas) e comunicar, via e-mail, ao DT as ocorrências.

O trabalho desenvolvido pelas duas equipas do GPI é monitorizado, o que permite o tratamento estatístico dos dados recolhidos

Numa ótica de prevenção, o GPI articula com outras valências do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno e à Família, como o Gabinete de Acompanhamento de Situações de Perigo, o Gabinete de Apoio ao Aluno para a Saúde e as Tutorias. Esta articulação é fundamental e tem-se desenvolvido essencialmente a três níveis: implementação pioneira de um Programa de Intervenção Preventiva no Âmbito dos Comportamentos Aditivos e Dependências, que envolve toda a comunidade escolar, numa parceria com a Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, afeta ao Ministério da Saúde; implementação de várias tutorias por parte da representante do MEC na CPCJ; articulação frequente com a Escola Segura.

Alguns professores do GPI têm feito coadjuvâncias, como forma de auxiliar o professor titular na gestão da sala de aula, prevenindo a indisciplina.

Quantos tempos estão afetos a cada membro do GPI? Esses tempos constam da componente letiva, de estabelecimento ou individual do professor?

Para estas funções, os professores utilizam tempos do Trabalho de Escola e/ou dos ECD. O número de tempos varia de professor para professor e conforme se trate da ED ou da Sala do GPI, sendo que alguns tempos são utilizados nas coadjuvâncias, quando é necessário. No caso da ED, a gestão semanal dos tempos é flexível, pois depende do número de casos a tratar, e muitas das vezes, os professores ultrapassam os tempos previstos, numa demonstração de grande profissionalismo e dedicação.

Qual foi a reação da comunidade educativa ao GPI? Existe uma aceitação/colaboração por parte dos outros professores/assistentes operacionais?

Inicialmente, alguns dos professores da Sala do GPI mostraram alguma resistência aos procedimentos e não aceitaram bem a necessidade de assumirem um papel bastante ativo durante a permanência dos alunos na Sala. Quanto à ED foi diferente, pois devido à natureza mais complexa e absorvente das tarefas, o perfil e a motivação dos professores foram tidos mais em conta, só integrando a ED quem estava interessado.

Regra geral, os restantes professores, em especial os DT que acompanham muito de perto todo o trabalho desenvolvido, os assistentes operacionais, os encarregados de educação e os alunos (incluindo muitos dos indisciplinados), compreendem e aceitam a existência do GPI, colaborando quando necessário.

Um diretor de um agrupamento é sempre o seu responsável máximo, porém algumas valências são delegadas por diferentes membros da escola. Qual o grau de autonomia que o GPI possui?

A diretora do Agrupamento delegou a coordenação do GPI numa adjunta da direção, que tem autonomia para avaliar a gravidade das ocorrências participadas e aplicar as correspondentes

medidas disciplinares corretivas e/ou sancionatórias até três dias de suspensão. No caso de penas superiores, o procedimento disciplinar é instaurado pela diretora, que decide a pena. Apesar da delegação de tarefas, a partilha de opiniões no seio da direção é muito frequente.

Quais têm sido as maiores dificuldades do GPI?

Conseguir uma uniformidade de critérios de atuação por parte dos professores: uns são demasiado rígidos e outros demasiado permissivos.

Conseguir que todos os episódios de indisciplina sejam participados por escrito.

Agir a montante dos problemas, ou seja, fazer uma verdadeira prevenção da indisciplina. Neste sentido, e com o apoio de muitos elementos da comunidade educativa, têm sido dados alguns passos:

  • em janeiro, o GPI promoveu uma palestra sobre a componente relacional no processo de ensino aprendizagem, proferida por um docente do Agrupamento doutorado nessa área e dirigida a todos os outros docentes;
  • ao longo do ano o GPI tem articulado com outras valências do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno e à Família, nomeadamente, o Gabinete de Acompanhamento de Situações de Perigo, o Gabinete de Apoio ao Aluno para a Saúde e as Tutorias. Esta articulação é fundamental e tem-se desenvolvido essencialmente a três níveis: implementação pioneira de um Programa de Intervenção Preventiva no Âmbito dos Comportamentos Aditivos e Dependências, que envolve toda a comunidade escolar, numa parceria com a Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, afeta ao Ministério da Saúde;
  • implementação de várias tutorias por parte da representante do MEC na CPCJ;
  • articulação frequente com a Escola Segura;
  • alguns professores do GPI têm feito coadjuvâncias, como forma de auxiliar o professor titular na gestão da sala de aula.
  • sempre que possível, após a 1ª/2ª participação disciplinar é feito um trabalho de mediação com o aluno, por um professor da ED ou pela coordenadora do GPI.

Tentou-se estabelecer parcerias para que os alunos cumprissem os dias de suspensão (de 1 a 3 dias) numa entidade exterior, à semelhança da existente no ano letivo anterior com a Escola de Sargentos do Exército de Caldas da Rainha para os alunos do EBR, mas sem respostas positivas.

Também a Associação de Pais, em articulação com a direção, deu o seu contributo para a prevenção da indisciplina, promovendo uma oficina de formação, “Gestão de Conflitos”, destinada aos encarregados de educação.

Urge que o estado proporcione às escolas os técnicos necessários para integrar uma equipa multidisciplinar, prevista no Estatuto de Aluno e Ética Escolar, nomeadamente, assistente social, psicólogo clínico e mediador/educador social.

Que diferenças encontra a nível qualitativo e quantitativo da indisciplina na vossa escola, comparando com o período pré-GPI e pós criação do GPI?

Quantitativamente, ainda não foi feito um estudo comparativo com anos anteriores. A centralização da gestão da indisciplina de todos os ciclos de ensino da escola, no GPI foi muito positiva e tanto alunos como professores sentem que há um plano de atuação, uma maior

organização, identificando os responsáveis pela gestão da indisciplina. A ida de alunos para a sala do GPI tem diminuído ao longo do ano.

 Sei que elaboraram um documento para a Assembleia da República, no âmbito da Conferência sobre Indisciplina em Meio Escolar. Com que opinião ficou sobre a conferência?

Enviámos dois documentos elaborados no início do ano letivo e que estão na base do trabalho do GPI: o Regimento do GPI e o guia de procedimentos da ED face às ocorrências disciplinares.

Em suma, a conferência do dia 20 de maio veio reforçar o que já se sabia: quais as causas da indisciplina nas escolas (a quantificação dessas causas, em contexto de sala de aula, foi uma mais valia); quais as “soluções” para prevenir a indisciplina. Ficou ainda mais claro, que muitas dessas “soluções” dependem da vontade política e da realidade familiar e social em que vivem os nossos alunos, não estando, portanto, ao alcance da escola. Apesar de tudo, a partilha de ideias foi muito interessante e nestas ocasiões aprende-se sempre. De ouvir o diretor de uma escola, trouxe uma ideia concreta com pernas para andar: implementar um projeto semelhante ao “A minha turma é a melhor da escola”.

Na generalidade, consegue indicar as principais causas para a indisciplina em contexto escolar?

Causas “macro”: contextos familiares e sociais desestruturantes (não confundir com desfavorecidos); desvalorização da escola e do conhecimento; ausência de projetos de vida; insucesso reiterado; crise de valores; banalização da violência nos media; má gestão da sala de aula por parte do professor (incapacidade de gerir conflitos, inadaptação dos métodos/estratégias de ensino-aprendizagem à realidade dos alunos, aspetos relacionados com o estilo de docência);

Causas “micro”: grande dimensão das turmas, aulas de 90 min, escolaridade obrigatória até aos 18 anos, utilização indevida de equipamentos eletrónicos.

Se tivesse essa possibilidade, que alterações implementaria com o objetivo de diminuir os índices de indisciplina em Portugal?

A resposta seria demasiado vasta….. e penso que se infere das anteriores.

Professora Ana Pereira, muito obrigado pela sua disponibilidade e por ter partilhado com os leitores do ComRegras o vosso modelo de funcionamento.

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Disponível o Módulo da Notificação da Reclamação

O que quer dizer que para breve as listas de colocações poderão ser publicadas.

 

 

Bem vindo(a) ao módulo da Notificação da Decisão da Reclamação da Candidatura Eletrónica – Concurso Interno e Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, para o ano letivo de 2015/2016.

Nos termos dos n.º 5 e 6 do artigo 14.º do DL n.º 132/2012, de 27/06, na redação conferida pelo DL n.º 83-A/2014, de 23/05, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22/07, conjugado com o disposto nos n.º 5 e 6 do capítulo IX, da Parte III, do aviso de abertura do concurso, os candidatos cujas reclamações forem indeferidas são notificados desse indeferimento devendo, para esse efeito, aceder ao seu verbete disponível na página eletrónica da Direção-Geral da Administração Escolar e as reclamações dos candidatos que não forem notificados consideram-se deferidas.

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O Que Acham?

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A Ver Vamos

Se não passa de uma encenação política, ou se os exames do 4º ano desaparecerão mesmo.

 

ps erros
Jornal de Notícias (09-06-2015)

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Hoje Sai

5 números e 2 estrelas.

 

Resta saber se será numa destas duas chaves.

Se sai mais alguma coisa hoje? Já não me acredito muito.

euromilhoes 9 junho

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Continuo a Dizer que a DGAE é de uma Inutilidade Superveniente

… na resposta dada a um recurso idêntico ao meu.

 

A começar pela Jurista Designada, passando pela Diretora de Serviços Jurídicos e Contencioso, depois pela Diretora Geral (que ainda tem título de Diretor-Geral) e por fim pelo Secretario de Estado do Ensino e Administração Escolar.

 

Que venha resposta idêntica para mim que eu digo-lhe onde vai parar o processo.

 

Porque dar uma resposta inútil em 9 meses não lembra a ninguém, a não ser aos 4 que assinaram a resposta do referido recurso hierárquico.

 

Parte da resposta da DGAE.

dgae

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Coisas Míticas Provincianas

A ideia que se generalizou na opinião pública portuguesa de que o primeiro-ministro incentivou os jovens portugueses a emigrarem para procurarem emprego no estrangeiro, não passa de um “mito urbano”, afirmou esta segunda-feira o próprio governante.

“Desafio qualquer um a recordar…

 

Vulgo, aqui o je nunca disse isso!

 

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