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Comunicado: DL n.º 9/2016 de 7 de março – Novo Diploma do concurso de professores

O DL n.º 9/2016 de 7 de março estabelece o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário e de formadores e técnicos especializados. As alterações introduzidas por este diploma não resolvem a precariedade a que os professores contratados têm sido sujeitos e não dão resposta ao que se encontra estipulado na Diretiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de junho de 1999, respeitante ao acordo quadro CES, UNICE e CEEP relativo a contratos de trabalho a termo

Após o primeiro ano de aplicação da norma-travão concluímos através de estudo elaborado pela ANVPC e baseado na lista definitiva de ordenação de Contratação inicial 2015/2016 de 28 de agosto (consultada em http://www.dgae.mec.pt/web/14654/186), que a média global de idades dos primeiros vinte professores contratados da lista de graduação do ensino secundário é de 47 anos e de 17 anos de tempo de serviço. Todavia, existem três grupos de recrutamento em que o número de anos de tempo de serviço corresponde a mais de 50% do percurso contributivo para a segurança social, designadamente nos grupos de recrutamento de Português (com 23 anos) e Economia e Contabilidade e Artes Visuais (com 20 anos de tempo de serviço). O elevado número de anos de tempo de serviço dos professores contratados subsiste porque existem professores que nos últimos 5 anos interromperam contratos sucessivos por períodos inferiores a 30 dias e a quem, por conseguinte, não lhes foi aplicada a norma -travão, evidenciando objetivamente o caráter não efetivo e dissuasivo daquela norma. As alterações introduzidas pelo DL n.º 9/2016 de 7 de março, e pela nota informativa para apuramento das necessidades permanentes para 2016/2017, não permitem a eliminação da precariedade de longa duração, tornando-se indispensável e urgente tomar medidas que coloquem definitivamente um ponto final à discriminação, arbitrariedade e discricionariedade a que os professores contratados portugueses continuam a ser alvo.

Face ao exposto a ANVPC defende a: 

A ANVPC informa ainda que na passada semana, em resposta a informação remetida pela Comissão Europeia (CE), enviou novo dossier para Bruxelas com novos dados adicionais, essenciais para que a CE possa analisar a precariedade sucessiva a que os professores contratados portugueses estão sujeitos, por parte do Estado Português.

Será com a convicção, a firmeza e a postura construtiva que nos carateriza, que continuaremos a desenvolver ações que defendam o fim da instabilidade profissional dos professores contratados portugueses e a dignificação, valorização e reconhecimento da profissão docente em prol qualidade, do rigor e da excelência do serviço público educativo.

 

A direção da ANVPC

08.03.2016

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E Quando Será o Concurso Externo Anual?

Nesta altura o ME já tem os dados dos docentes que abriram as vagas de QZP, por grupo de recrutamento e QZP para o concurso externo anual, assim como também já foi publicado o Decreto-Lei 9/2016 que procede às alterações ao diploma de concursos.

O Ministro da Educação anunciou no início do ano que queria abrir o concurso durante o mês de Abril.

As interrupções lectivas decorrem entre o dia 21 de Março e 1 de Abril.

Não acredito que antes do dia 4 de Abril se inicie o concurso externo anual que também já vai servir para ordenar os docentes à contratação inicial.

Quando abrir este concurso todos os candidatos do concurso externo apenas vão concorrer às vagas de QZP existentes e que serão publicadas no aviso de abertura do concurso.

Os candidatos serão ordenados em 3 prioridades:

1.ª prioridade — docentes que, nos termos do artigo 42.º, se encontram no último ano do limite do contrato ou na 4.ª renovação;

2.ª prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes em pelo menos 365 dias nos últimos seis anos escolares;

3.ª prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam.

E agora está apenas do lado do MEC a data para a abertura do concurso externo anual.

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Mulheres em flor

Minha mãe nasceu numa aldeia tão pequena que, durante anos, não teve direito a ser inscrita num mapa. Era um lugar perdido, onde a pobreza tinha o rosto da fome e as mulheres entretinham os nascituros deixando-os chupar as mamas secas de leite, enquanto carregavam à cabeça a bilha desde a fonte.

Cada nascimento era um milagre, pois a sobrevivência começava logo com a queda no chão de terra, normalmente junto à lareira tosca, onde se ferviam panos e água, enquanto o marido raspava, contrafeito, os restos do jantar.

As mulheres ajudavam-se como podiam, criando uma cumplicidade firmada pela dor e pelo desespero. Havia ladainhas e espíritos santos soprados nas entrelinhas dos dias intermináveis e uma idosa que eternamente contava histórias surpreendentes e anedóticas aos mais jovens, perpetuando uma tradição que se viria, mais tarde, a esfumar num sopro.

Os filhos, à dúzia bem contados, iam crescendo na luz de candeias ténues, correndo de pé descalço para uma escola que apenas os ensinava a ler, escrever e contar. Era quanto bastava para se fazerem à vida.

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Muitos, como minha mãe, partiram, cansados da desesperança e da terra tantos meses infértil.

Inúmeras dessas mulheres de outrora despediram-se de seus maridos, crescendo o luto e diminuindo o espaçamento no cemitério, e a aldeia mergulhou, também, no esquecimento.

Hoje observo, nas ruas da minha cidade, as mulheres com quem me cruzo – umas de rostos alvos, agarrando a esperança de frente, destemidas e audaciosas na forma como caminham; outras de cabeça baixa, a desgraça ainda a servir-lhes de manto, costas arquejadas de medos e limites.

Apesar disso, estamos tão distantes desse tempo ancestral e somos tão maravilhosamente diferentes dessas mulheres que povoaram a memória de minha mãe… Algumas tão poderosas, outras tão fragilizadas por esta vida.

E, apesar disso, é importante recordar que se aqui chegámos, mesmo a infelicidade que exibimos como direito, foi porque um dia, houve uma mulher, algures perdida nesse mundo fora, que disse não, que bradou aos céus que fazia e fez.

Mesmo que isso lhe tenha custado a vida.

As vozes distantes de todas essas mulheres longínquas e maravilhosas ecoam dentro de cada uma de nós.

Saibamos nós ouvi-las e fazer do seu esforço secular a nossa esperança.

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A Máquina Oleada do ME contra a Máquina a Carvão do Parlamento

Acho que com o tempo todos vão perceber que o Ministério da Educação tem uma máquina oleada muito bem montada que algumas reversões/anulações tomadas no parlamento vão retomar o seu rumo normal em breve.
E julgo que só agora é que Tiago Rodrigues começa a perceber que essa máquina é de difícil mudança e talvez por isso Nuno Crato tenha tido vontade de implodir o MEC.

Já se viu que a BCE irá sofrer uma mudança de cosmética, para voltar a algo do género.

O PET não desapareceu, mas foi apenas suspenso.

a PACC não desapareceu do ECD, mas apenas da revisão do diploma de concursos.

E o parlamento pelos vistos nem foi capaz de fazer valer uma resolução aprovada na Assembleia da República que recomenda ao Governo alterações às condições de acesso ao ensino superior dos alunos do ensino artístico especializado definidas por Nuno Crato.

E o caminho continua todo escancarado para retomar o seu curso quando os partidos à esquerda do PS já não servirem para nada.

 

 

Ensino artístico: Ministério da Educação ignora Parlamento

 

 

Regulamento dos exames do secundário mantém as normas transitórias que foram aprovadas por Nuno Crato.

 

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O Ministério da Educação (ME) ignorou a resolução aprovada em Fevereiro pelo Parlamento, em que se recomenda ao Governo que altere as condições de acesso ao ensino superior dos alunos do ensino artístico especializado definidas pelo anterior ministro, Nuno Crato. O regulamento dos exames do ensino secundário, publicado em Diário da República nesta sexta-feira, não contempla, com efeito, nenhuma das recomendações constantes da resolução que foi aprovada com os votos a favor do PS, BE e PCP no sentido de “garantir a igualdade de oportunidades aos alunos do ensino artístico especializado no acesso ao ensino superior e a sua não descriminação face aos alunos dos cursos científico-humanísticos”.

Os deputados do PS, BE e PCP ouvidos pelo PÚBLICO foram surpreendidos com a notícia de que o regulamento de exames, cujo teor desconheciam, já tinha sido publicado. “Vamos pedir explicações ao Ministério da Educação. Queremos perceber porque não foi alterado o decreto-lei [que determina as condições de acesso ao superior] e quando contam fazê-lo”, avança a deputada do BE, Joana Mortágua.

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Aposta Para Hoje

Para 31 milhões.euromilhoes 8 de março

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Aplausos. …mas até quando?

Aplausos para o fim da Bolsa de Contratação de Escola

 

 
A Federação Nacional da Educação congratulou-se com as alterações aos concursos de professores publicadas, esta segunda-feira, em Diário da República, que eliminam a Bolsa de Contratação de Escola.

 

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“Assumimos como prioritário que se proceda à alteração da chamada norma-travão, permitindo o cumprimento da Diretiva 1999/70/CE, de 28 de junho, e garantindo o direito à vinculação ao fim de três contratos sucessivos, de anos letivos inteiros”, afirmou a federação sindical, em comunicado hoje divulgado.

A norma-travão, instituída pelo ex-ministro Nuno Crato, veio dar resposta a esta diretiva comunitária, instituindo que todos os professores com cinco contratos de trabalho, anuais, completos, e sucessivos entrariam para os quadros do Ministério da Educação.

Os sindicatos sempre defenderam, no entanto, que a norma contrariava a diretiva e o espírito da lei geral do trabalho, que prevê a contratação efetiva ao fim de três contratos de trabalho sucessivos.

Em comunicado, a FNE defende que, “o mais rapidamente possível sejam criadas condições” para negociar com os sindicatos “uma alteração mais profunda do diploma de concursos”.

“A FNE entende que este processo negocial deverá ainda constituir uma oportunidade para se introduzirem outras alterações que se revelam indispensáveis ao regime de recrutamento de docentes. Defendemos por isso a introdução de um concurso interno anual, que permita a aproximação entre as dotações dos quadros dos agrupamentos e das escolas não agrupadas e as suas necessidades permanentes”, acrescenta o documento da federação.

No preâmbulo do decreto-lei hoje publicado, o Ministério da Educação insiste que o fim da Bolsa de Contratação de Escola (BCE) se justificava pela sua “morosidade e complexidade”, mas sublinha a intenção de encontrar um modelo que combine as características de um concurso nacional, assente na colocação com base na graduação profissional, com um concurso descentralizado, em que cada escola possa definir critérios.

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Diferenças Entre os Pedidos da Fenprof e da FNE Relativamente ao 1º Ciclo

Já são conhecidas as propostas da FNE e da FENPROF relativamente à organização do ano Lectivo para 2016/2017.

Não conheço ainda mais nenhuma proposta de outra organização sindical e por isso centro-me nestas duas para verificar o que pedem relativamente ao horário de trabalho dos docentes do 1º ciclo.

 

Há uma diferença substancial entre as duas propostas no que respeita a esse horário de trabalho.

A FNE considera que a hora no 1º ciclo deve ser considerada em tempos de 50 minutos, enquanto a FENPROF omite esse tempo de trabalho, considerando apenas que o horário do intervalo deve ser considerada como tempo lectivo.

No caso da proposta da FNE o tempo de trabalho de um docente do 1º ciclo deveria ser de 1250 minutos e na proposta da FENPROF de 1500 minutos.

São estas pequenas coisas que fazem grande diferença.

E sobre isso já me pronunciei e considero que para haver um tratamento idêntico entre todos os docentes a componente lectiva de todos no que respeita à hora lectiva devia ser igual para todos, 50 minutos.

 

Proposta da FNE
fne 50 minutos
Proposta da FENPROF

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APEFA Reúne com ME para Discutir a Educação de Adultos

Nem todos os adultos aprendem a ler e escrever quando voltam à escola

 

Cursos duram menos de um ano, o que é insuficiente. Associação vai ser recebida no Ministério da Educação para expor problema e propor soluções

 

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Muitos adultos regressam à escola para obter o certificado do 4.º ano, mas as ofertas formativas existentes fazem com que muitos terminem os cursos sem saber ler nem escrever, alertaram responsáveis do sector.

Em Portugal existem cerca de 550 mil pessoas analfabetas. As antigas acções de alfabetização foram substituídas por “novas ofertas formativas que não permitem a essas pessoas aprender a ler e a escrever”, avisa Armando Loureiro, da Associação Portuguesa de Educação e Formação de Adultos.

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O IAVE tem e-news

E foi lançado esta semana o número 1.

 

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Um Contributo para o Despacho Normativo das Matrículas

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Regulamento do Júri Nacional de Exames e Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Secundário

Despacho Normativo n.º 1-D/2016 – Diário da República n.º 45/2016, 3º Suplemento, Série II de 2016-03-04

 

Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação

 
Aprova o Regulamento do Júri Nacional de Exames e o Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Secundário

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“Animação, hoje é sexta!” (Guernica)

Para hoje… Guernica.  Sim, a famosa obra de Picasso transposta de forma fabulosa para uma animação 3D realizada por Lena Gieseke e música Nana por Manuel de Falla. Uma forma extraordinária como se pode passar do mundo 2D ao 3D e percorrer uma pintura.

Bom fim de semana, com animação!

Sexta, voltaremos…

 

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O Regresso da Luta Por EVT

Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica quer recolocação de EVT e ET no currículo nacional obrigatório. Há um manifesto feito em que se pede a reorganização do atual modelo do sistema educativo e que se elimine a “incoerência” curricular da disciplina de ET do 3.º ciclo. A Associação está na luta e disponível para conversar com a tutela.

 

 

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Os professores das áreas artísticas e tecnológicas de todo o país estiveram reunidos, nos primeiros meses deste ano, e desse encontro surgiu um manifesto em defesa da escola pública universal e inclusa para todos e da recolocação das disciplinas de Educação Visual e Tecnológica (EVT) e Educação Tecnológica (ET) no currículo nacional obrigatório. Os domínios de intervenção prioritária estão definidos e a luta da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT) vem ao de cima para manter a área de Expressões no 1.º ciclo do Ensino Básico, a disciplina de EVT no 2.º ciclo e ET no 3.º.

A APEVT acredita que este é um momento de viragem política e ideológica e pretende que o seu manifesto seja um contributo para o debate sobre o papel da escola pública e de um currículo abrangente e coeso. Definiu três domínios de intervenção prioritária. Desenvolvimento curricular é o primeiro e aqui pretende a anulação e reorganização do atual modelo do sistema educativo, das metas e planos curriculares do Ensino Básico, para “garantir uma educação integral para todos, tal como prevê a Constituição da República Portuguesa”.

A Associação quer literacias artísticas e tecnológicas assentes em modelos disciplinares coerentes, integradores e sequenciais nos três ciclos de estudo; pede o aumento da carga horária para as disciplinas artísticas e a sequencialidade programática entre as Expressões no 1.º ciclo e EVT no 2.º ciclo; batalha pela anulação do que adjetiva de “incongruências curriculares” no 2.º ciclo, repondo-se a disciplina de EVT; quer que se alarguem os estudos em ET e que se elimine a “incoerência na transformação curricular” de ET do 3.º ciclo, decorrente das Metas Curriculares.

Desenvolvimento socioprofissional é o segundo domínio de intervenção com o objetivo de promover a “profissionalidade docente” para evitar “a desumanização e intranquilidade do ambiente escolar”. A APEVT diz concretamente o que quer: menos alunos por turma, equipas curriculares com regimes de docência partilhados de modo que a escola se centre nos processos e na articulação de saberes com o intuito de melhorar o trabalho na sala de aula. E ainda, sublinha no manifesto, que se “torne visível a estabilidade socioprofissional (a segurança no trabalho, a equidade e clareza na colocação de professores e na distribuição do serviço docente), devolvendo o protagonismo e o reconhecimento que os professores merecem por parte da sociedade”.

Um programa de acompanhamento e monitorização surge como terceiro domínio de intervenção. A APEVT está disponível para a construção de um projeto educativo sólido e de qualidade, sobretudo no que diz respeito à evolução da organização curricular das áreas educativas da Educação Visual/Artes Visuais e Educação Tecnológica. Nestas matérias, quer ser um parceiro prioritário do Ministério de Educação para participar numa solução de resolução das medidas tomadas anteriormente e que, na sua opinião, “se revelaram desastrosas para o sistema educativo português”. Propõe a elaboração de uma proposta base, a discussão pública com envolvimento das entidades que trabalham estas áreas, a formação e atualização contínua de professores, um programa de experimentação, acompanhamento, apoio e monitorização acompanhado por um plano de implementação.

“Programa sem metas, metas sem programas” 
“A Educação Visual e Tecnológica, assim como a sua expectável recolocação curricular, apresenta na sua configuração e modelo de docência um contributo inquestionável não só para a inclusão e para o combate ao insucesso escolar pois é um lugar educativo de forte realização pessoal do aluno, mas também possibilita o desenvolvimento de estratégias educativas inter e multidisciplinares orientadas para a heterogeneidade dos públicos escolares. A EVT torna-se, assim, lugar de realização pessoal e social promotora de aprendizagens significativas e de forte inclusão escolar”, lê-se no manifesto.

Em 2012, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) revia a estrutura curricular do Ensino Básico e Secundário e EVT era dividida em duas disciplinas separadas. Criaram-se Metas Curriculares para essas duas novas disciplinas, mantendo intacto o programa de EVT, e acabava-se com o par pedagógico que dava aulas à mesma turma na mesma sala. A APEVT não compreendeu as mudanças, criticou o fim de competências que considerava essenciais, viu nas Metas Curriculares uma “atomização do currículo”, uma “manta de retalhos” com “programas sem metas, metas sem programas, metas desajustadas, entre muitas outras incongruências”.

Assistiu a uma mudança radical que, em seu entender, “visou única e obsessivamente a redução do número de professores ao serviço da escola pública em Portugal, agravou questões pedagógicas” e ainda “inverteu o paradigma da escola inclusiva para uma visão seletiva e dual da escolaridade”. E vai mais longe nas suas críticas. “Pela primeira vez na história da escola pública democrática, o Ensino Básico perdeu o seu carácter de preparação integral do aluno e abdicou da garantia que todas as crianças e jovens concluam a escolaridade básica com uma educação alicerçada numa ampla variedade de aprendizagens.”

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Aposta Para Hoje

… para 25 milhões de euros.

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Em Consulta Pública

INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO NORMATIVO RELATIVO AO REGIME DE MATRÍCULA NO ÂMBITO DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA – Até ao dia 7 de Março

INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO RELATIVO À HOMOLOGAÇÃO DE ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR – Até ao dia 17 de Março

 

 

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Com Certeza é Uma Brincadeira, Só Pode

Mas depois de publicado no site da DGAE no dia 2 de Março (com data de 1 de Março) o pedido de contributos para o Despacho de Organização do Ano Lectivo 2016/2017 o mesmo pedido já se encontra encerrado?

Hummm.

Já percebi. Não querem contributos.

O link da DGAE remete para o Portal do Governo onde diz que o pedido foi publicado a 8 de Fevereiro.

E nesse espaço do Portal do Governo existem outras consultas públicas que ainda decorrem.

 

 

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O Conceito de Hora

A DGAE solicitou contributos para o Despacho de organização do ano lectivo 2016/2017 que devem ser enviados por um prazo de 10 dias úteis a contar desde ontem para o endereço eletrónico [email protected], podendo igualmente ser remetida, por via postal, para a Av. 24 de Julho, nº 142, 1399-024 Lisboa Portugal ou para o fax n.º +351213943493. Os contributos devem ser dirigidos à Diretora-Geral da Direção-Geral da Administração.

Para dar início a uma série de artigos com esses contributos vou centrar-me no conceito de hora que é definido no despacho de organização do ano lectivo.

Se o ECD considera que os educadores de infância e os professores do 1° ciclo têm um horário de 25 horas e os docentes dos outros níveis de ensino têm um horário de 22 horas é apenas do DOAL que existe a definição do conceito de hora que é diferente de uns e de outros.

Vejamos:

b) ―Hora‖— o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino;

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O tempo de trabalho de uns e de outros fruto da definição deste conceito de hora faz com que o horário de trabalho de componente lectiva seja de 1500 minutos para uns e 1100 minutos para outros.

A diferença que existe com este conceito são de 400 minutos semanais de trabalho.

 

Para que exista uma igualdade de tratamento no despacho de organização do ano lectivo para 2016/2017 entre todos os docentes o conceito de hora devia ser idêntico para todos, ou seja de 50 minutos. É perfeitamente justificável que por cada hora de trabalho na área do ensino, 10 minutos seja considerado como período de “carregamento de baterias”. E as baterias também se desgastam na educação pré-escolar e no 1° ciclo.

Assim, o horário de trabalho da Educação pré-escolar e do 1° ciclo seria de 1250 minutos semanais e o dos restantes níveis de ensino de 1100 minutos, isto como componente lectiva.

Nestes artigos não se irá questionar a injustiça do número de horas ser diferente porque isso decorre do ECD e não do DOAL.

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Reserva de Recrutamento 24

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 24ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

Serviços

 

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Para Além do Vencimento Também Retiram o Tempo de Serviço?

Porque a nota informativa 3 do IGeFE apenas se refere ao efeito do vencimento dos contratos.

Mas será que a DGAE entende que o tempo de serviço também tem de ser retirado nestas situações?

E como está a data de início de contrato dos vossos contratos na aplicação SIGRHE para horários pedidos ou colocações feitas até ao último dia do início das actividades lectivas?

 

 

O meu nome é XXXXX XXXXX, professora contratada colocada este ano em BCE,
Fiquei colocada e aceitei o horário a 04/09/15, tendo inicialmente a data de início de contrato a 01/09 na plataforma da DGAE.
 
Qual não é o meu espanto que há 2 semanas, entro na minha plataforma e reparo que me mudaram a data de início de contrato para 07/09/15.
 
Na escola, interroguei a Secretaria que não sabia de nada. Já tinham visto, mas colocam no Registo biográfico o que lá está: 07/09. O Sr. Diretor não sabe de nada e da DGAE não respondem.
 
Gostaria de saber se tem conhecimento de outros casos em que esta situação esteja a ocorrer ou se tem alguma explicação lógica (que eu não tenho) para esta súbita modificação.

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Aposta Para Hoje

Ainda vai valendo a persistência.

 

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E Pouco Mais do Que Isto Aconteceu Ontem

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Jornal de Notícias (01-03-2016)

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Manifesto APEVT

 

Divulgação de Manifesto dos professores de Educação Visual e Tecnológica e Educação Tecnológica em defesa da escola pública universal e inclusa para todos e da recolocação das disciplinas de EVT e ET no currículo nacional e obrigatório.

 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/02/APEVT-ManifestoFinal.pdf”]

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Mais Um Ministro Que Gosta de Números

… e de os fintar.

 

 

Ministro garante aumento de 300 milhões na educação

 

 

O ministro da educação garante que o Orçamento para a Educação vai crescer 303,3 milhões de euros em relação a 2015, ultrapassando um total de 6 mil milhões. Valor contrasta com o inscrito no relatório do Orçamento.

 

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Os valores referidos pelo ministro são diferentes dos inscritos no relatório que acompanha o Orçamento do Estado, onde se lê que “a despesa total consolidada do programa Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar atinge o montante de 5.843,3 milhões de euros. Verifica-se um decréscimo na despesa de 1,4% (cerca de menos 82 milhões de euros) face à execução provisória de despesa de 2015”.

Há um fator que explica parte da diferença: enquanto Tiago Brandão Rodrigues está a comparar a estimativa para este ano com a estimativa feita para 2015 no Orçamento anterior, o relatório faz a comparação não com a estimativa de despesa mas sim com a despesa efetivamente verificada. Não há, no entanto, explicação para a diferença entre o valor absoluto previsto no documento (5,843,3 milhões de euros) e o enunciado pelo governante (mais de 6 mil milhões de euros).

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Às 15:25 Começou o Debate da Especialidade da Educação

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Começa por dizer que a aumenta o investimento na educação ao contrário do seu antecessor.

Mente bem.

 

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Crimes nas Escolas Sobem Há 3 Anos

Com um corpo docente mais envelhecido e menos motivado é normal que estes números se venham a agravar no futuro.

A falta de paciência para lidar com turmas cada vez maiores e a falta de capacidade para conhecer todos os alunos pelo nome ajuda a criar uma maior distância com aqueles que deveríamos estar cada vez mais próximos.

As mega-agregações são também um enorme factor para este aumento no número de crimes nas escolas.

Se até há bem pouco tempo uma direcção de uma escola conhecia todos os alunos e as suas famílias e atempadamente evitava que a maioria destes crimes ocorressem, hoje em dia uma direcção de uma escola apenas existe para cumprir as orientações da tutela e nem tempo tem para conhecer a sua população escolar.

Acabem-se com os megas e verifique-se se se os crimes não diminuem…

E já agora. Deixem as escolas funcionar para aquilo que elas foram feitas. Para ensinar.

 

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Entrevista de Paulo Guinote ao Expresso

É já no próximo dia 1 de Março que será lançado o novo livro de Paulo Guinote que retrata a manifestação de professores do dia 8 de Março de 2008.
Para quem puder estar presente na sessão de lançamento do livro fica aqui o convite para o evento.

Pela distância não poderei estar presente, mas aguardo ansiosamente a publicação do livro para o ler.

 

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“A avaliação que temos não passa de uma ficção”

 

 

paulo guinote

 

Nunca se tinha assistido a nada assim. A 8 de março de 2008, cerca de 100 mil professores saíram à rua naquela que foi a maior manifestação de uma classe profissional alguma vez realizada em Portugal. Queriam contestar a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que elegeram como inimigo nº 1, e acabar com o modelo de avaliação de desempenho assente na divisão da carreira em duas categorias, que acabou por não avançar. Oito anos depois, Paulo Guinote, professor de Português do 2º ciclo e autor do popular blogue “Educação do Meu Umbigo”, entretanto extinto, recorda o protesto sem precedentes no livro “A Grande Marcha dos Professores”, que será lançado esta semana. Hoje, garante, os docentes estão ainda mais desanimados do que na altura.

O que mais recorda desse dia?
Lembro-me de uma altura em que estava a meio da Avenida da Liberdade, olhei à minha volta e vi-me completamente rodeado de gente. Para quem, como eu, nunca tinha estado numa manifestação, era uma sensação bastante estranha.

Que marcas deixou nas escolas?

Vendo com esta distância, acho que deixou marcas de desânimo e alguma tristeza. Houve demasiada esperança para tudo o que não foi conseguido. Nenhuma reivindicação essencial foi satisfeita.

Mas a distinção entre professores e professores titulares não foi para a frente e o próprio modelo de avaliação foi muito simplificado.
Aquela avaliação não era possível de pôr em prática porque acarretava um tal peso burocrático e tanto tempo para ser concretizada que quase paralisaria o funcionamento das escolas. Não tínhamos e continuamos a não ter gente suficiente nas escolas com o reconhecimento pelos pares e a formação específica para proceder a uma avaliação rigorosa. Ainda hoje, não passa de uma ficção, em que as pessoas que avaliam têm a mesma qualificação daquelas que estão a ser avaliadas e que não permite detetar as más práticas docentes.

Não é possível distinguir os bons dos maus professores?

Com o modelo em vigor, os professores, e mesmo assim não os de todos os escalões, só têm duas aulas assistidas. Ora, um professor dá perto de 700 aulas por ano. Sendo as aulas assistidas marcadas previamente, mesmo um mau professor consegue dar duas aulas razoáveis. Poderá fazer imensamente mal em todas as outras, que não passará pelo crivo desta avaliação. Já na altura o modelo tinha esse erro. Uma avaliação eficaz baseia-se num acompanhamento de proximidade e de continuidade, que não existe.

Mas se os professores não reconhecem aos seus pares a qualificação e formação necessárias para o fazer, quem assumiria esse papel?
Tem de ser construído a médio prazo. Não é possível pôr um modelo de avaliação de qualidade a funcionar em dois ou três anos. Tem de existir um período de formação e de experimentação nas escolas. Todos nós sabemos quem são os maus profissionais. O que tem de haver é autoridade de alguém, reconhecida pelo grupo, e coragem dessa pessoa em confrontar quem sabemos que tem práticas menos corretas para dizer “ou alteras a tua prática, ou há consequências”. E tem de haver mecanismos de controlo sobre a própria relação entre avaliador e avaliado. Nas escolas, as pessoas prestam-se muito às pequenas vinganças e às pequenas amizades que depois se podem refletir na nota.

Isso pode acontecer em qualquer empresa e em qualquer profissão.
Entre os docentes há uma cultura muito enraizada de igualdade. Consideramos que temos todos a mesma competência para desempenhar a profissão, daí que haja dificuldade em aceitar que a avaliação seja feita pelos pares. Tem de haver um grupo de professores avaliadores, que devem continuar a dar aulas, mas que devem ter um horário para se formarem e testar o modelo. É um investimento a médio, longo prazo que nenhum Governo, com um calendário de três ou quatro anos, aceita. O sistema está contaminado pelo facilitismo e pelo amiguismo. E há outra questão: com a carreira congelada em oito dos últimos dez anos, mesmo uma má avaliação não tem consequências. Por isso, o que sentimos é que é uma inutilidade. Estimula-se a apatia e fomenta-se o desânimo.

Como saiu a imagem dos professores depois desses protestos?

Há uma enorme diferença entre a imagem pública que se retrata nos inquéritos de opinião sobre as várias profissões e em que os professores têm sempre taxas de aceitação muito altas e a opinião publicada, que foi muito negativa. Muitos opinion makers estavam contra as posições dos professores e achavam que eles não queriam ser avaliados e eram todos preguiçosos. Mas acho que não aconteceu o mesmo na opinião pública no geral.

Não sente que nos últimos anos houve uma degradação da imagem pública dos professores que se reflete na sua autoridade?
Isso já vem pelo menos desde os anos 90. Há um discurso enraizado de desculpabilização dos maus comportamentos e um discurso político de que o chumbo é um mal para a sociedade. Dizer que os exames não servem para nada transmite aos alunos a perceção de que podem fazer qualquer coisa porque têm direito ao sucesso. É extremamente nocivo porque desmobiliza os alunos bons e pode fazer da escolaridade até ao 9º ano um imenso recreio. E desautoriza o professor na sala de aula porque põe o aluno a dizer: “Não me pode tocar, não me pode chumbar, o que é que me pode fazer?”

Isso tem vindo a agravar-se?

Sendo muito impopular entre os meus colegas o que vou dizer, acredito que a introdução de provas de final de ciclo, nomeadamente do 6º ano — as do 4º poderão ser mais polémicas — trouxe às escolas um sinal de alarme. Aceitar apenas provas de aferição a meio do percurso e só monitorizar no final do ciclo funciona em países com uma consolidação da escolaridade muito anterior à nossa, nomeadamente os escandinavos, que não têm as nossas desigualdades socioeconómicas. O que acontece é que as regras dos bons colégios privados são, em muitos casos, o oposto do que temos de fazer nas escolas públicas, em questões disciplinares e de respeito pelo professor.

Dar aulas deixou de ser aliciante?

Claramente, quer do ponto de vista material, porque houve uma proletarização evidente, quer do prestígio social, que foi diminuído pelo desaparecimento de horizontes de carreira.

Que retrato traça da classe?

É uma classe envelhecida, desiludida, sem perspetivas de progressão e que está cansada de lhe serem imputadas as responsabilidades por todos os erros cometidos a nível político. É dramático, mas nos anos 70 havia melhores condições em muitos aspetos do que agora.

Em que sentido?

Lamento muito que a minha filha, que está no 7º ano, tenha turmas com mais alunos do que eu tive, há 35 anos. Os políticos acham que tudo se resolve na base dos rácios e não percebem que ter uma turma de 30 alunos é um esforço para um professor com 50 ou 60 anos que poucas pessoas são capazes de calcular. E há professores que têm dez turmas. Ainda assim, conseguimos progressos nos exames internacionais.

Que nota daria a este ministro?
Ainda não tem elementos de avaliação suficientes para eu dar uma nota. Naquilo que tem impacto orçamental, ainda não anunciou nada de relevante.

E aos sindicatos?
Têm um papel essencial, mas dificilmente me sinto representado por alguém que não exerce a minha profissão há décadas. Gostava de ver à sua frente pessoas que dessem pelo menos um ano de aulas em cada década. Não sendo assim, são profissionais do sindicalismo. Não são professores.

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Assembleia Geral Extraordinária da ANAPET

Depois da APEVT ter dado sinais da sua refundação, também agora a ANAPET convoca uma Assembleia Geral Extraordinária para a eleição dos novos órgãos sociais. Depois do recente falecimento do presidente da ANAPET é importante que estas duas associações ganhem novo fôlego e nova vida para lutarem para que as disciplinas de EVT e ET sejam reconhecidas no currículo nacional e passem a integrar esse mesmo currículo.

 

Assembleia Geral Extraordinária

 

anapet

Ao abrigo do ponto 3 do Artigo 13º dos Estatutos da ANAPET, um grupo de sócios desta Associação requer a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária para eleição dos órgãos sociais da ANAPET para o biénio 2016-18.
A Assembleia Geral está assim convocada para o próximo dia 12 de março, pelas 15h00, no Auditório da Escola Secundária da Ramada, Bons Dias, Odivelas.
De acordo com o ponto 5 do mesmo Artigo 13º, a Assembleia Geral funcionará à hora marcada com a presença de metade e mais um dos sócios e trinta minutos mais tarde com qualquer número de sócios.

Qualquer questão pode ser endereçada para: [email protected]

Podem ser apresentadas listas para a eleição dos órgãos sociais no próprio dia 12 de março ou enviadas para o e-mail [email protected]

Localização da Escola Secundária da Ramada
http://www.esramada.pt/index.php/localizacao

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A Música em Estreia do Blog

The Lumineers – Ophelia

 

 

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“Animação, hoje é sexta!”

Sofia é uma menina com sete anos e que se recordo do dia em que fracturou o seu braço enquanto era perseguida através da floresta. Mais uma animação tocante na rubrica “Animação, hoje é sexta!”. Faltou dizer que esta história animada está carregada de fantasia e esconde um momento tocante na vida de Sofia.

Realizado em 2013 pela mexicana Rita Basulto, o filme Rain in the Eyes (Lluvia en los ojos, no original) é absolutamente imperdível!

Votos de bom fim de semana!

 

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53 Docentes dos Quadros por Colocar Após a RR23

Após a publicação da Reserva de Recrutamento 23 (última do mês de Fevereiro) existem 53 docentes dos quadros por colocar de acordo com a distribuição seguinte por grupo de recrutamento.

No final de Março voltarei a contabilizar estes números.

MINC

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Aposta Para Hoje

Para 15 milhões de euros, pouca coisa.

euromilhoes 26 fevereiro

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Divulgação – Conferências Clima em Direto

O Clima@EduMedia é um projeto desenvolvido pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto ao abrigo do Programa “AdaPT – Adaptando Portugal às Alterações Climáticas”, com a missão de apoiar a educação nacional em matéria de mudanças climáticas, através do uso dos média.
De momento, estamos a organizar as Conferências “Clima em Direto“. Tratam-se de duas conferências sobre alterações climáticas que têm como público-alvo os professores e alunos das escolas básicas e secundárias portuguesas.
A primeira conferência acontecerá no dia 6 de abril de 2016, das 11h00 às 12h00, e tem como tema a Biodiversidade e a sua relação com as alterações climáticas.
A segunda realizar-se-á no dia 15 de abril de 2016, das 11h00 às 12h00, sendo o tema a Água e a sua relação com as alterações climáticas.
É de sublinhar que estas conferências vão ser transmitidas via live streaming para várias escolas do país.
É necessário que as escolas manifestem a intenção de assistirem aos eventos, através do preenchimento de um formulário de inscrição, até ao dia 3 de março de 2016.

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Notícias Regionais – Por Setúbal

lima de freitas

 

O Setubalense

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Percentagem de Sucesso por Distrito

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Jornal de Notícias (25/02/2016)

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Reserva de Recrutamento 23

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 23ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

Serviços

 

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Divulgação – Marchas pelos refugiados

No próximo sábado por toda a Europa irão realizar-se marchas em várias cidades pela defesa dos direitos humanos dos refugiados, sob o lema #SafePassage. Para essa marcha exigi-se que os governos europeus tomem de imediato acções nos seguintes aspectos!
– Criação de rotas seguras, ou seja, garantia da passagem das zonas de conflito para zonas seguras, assim como da passagem dos pontos de entrada na Europa para os países de destino;
– Não ao confisco de bens;
– Criação de pontes aéreas;
– Concessão de vistos humanitários;
– Reunificação de famílias;
– Não ao encerramento de fronteiras.

Não podemos permitir que estas pessoas sejam mantidas em campos com condições desumanas, quando apenas procuram liberdade, segurança e paz.

Divulga, junta-te, participa!

 

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Em portugal as marchas pelos refugiados serão realizadas nas seguintes cidades:

Braga
Coimbra
Funchal
Lagos
Lisboa
Ponte Delgada
Porto
Viana do Castelo

Clicando na cidade encontram o link para o evento criado no facebook para cada uma das cidades.

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Petição – Pela revogação da Norma Travão

Pela revogação da Norma Travão

 

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Para: Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República

 

Nós, abaixo-assinados, vimos por este meio requerer a Vossas Excelências a eliminação de injustiças na integração de professores na carreira docente decorrentes da chamada Norma Travão (n.º 2 do art.º 42º do DL n.º 83-A/2014 de 23 de maio).
De acordo com a norma supra referida, os professores com 5 contratos sucessivos no mesmo grupo de recrutamento concorrem na primeira prioridade do concurso externo de professores que visa a vinculação dos mesmos. Porém, tendo em conta que a carreira docente, bem como a contratação, tem a sua especificidade, esta norma traz graves injustiças para muitos professores e educadores. Explicitando, a garantia da primeira prioridade do concurso permite que quem teve a “sorte” de ter sido colocado em concursos anteriores – Reserva de Recrutamento (RR), Contratação de Escola (CE) e Bolsa de Contratação de Escola (BCE) – com sucessivas renovações, independentemente da sua experiência profissional, ultrapasse colegas de profissão com experiência muito superior, aos quais foi negado o acesso ao lugar do primeiro. Acresce, neste caso, que as colocações em CE e BCE se revelaram profícuas na disseminação de erros de colocação, em alguns casos com colocações que se aproximam de escolhas pessoais dos diretores.
Por outro lado, a exigência da colocação ser no mesmo grupo de recrutamento, limita a escolha dos docentes que lutam para ter, ano após ano (por vezes mês após mês), um lugar como contratados numa escola. De notar que os docentes com a profissionalização em mais do que um grupo de recrutamento fizeram, muitas vezes, esforços pessoais e familiares para melhorar a sua qualificação, com a obtenção de outros cursos de nível superior.
Além disso, com os concursos existentes, bastaria, no limite, que um colega fosse contratado com 21 horas semanais (menos uma, portanto, do que com o horário completo) durante um ano que ficaria impedido ou, pelo menos, seria ultrapassado no concurso para integração na carreira, mesmo que tivesse mais do dobro da experiência de colegas mais afortunados.
Acresce, ainda, que as renovações dependem, muitas vezes, da “sorte” de ter ficado numa escola que pode ter horários no ano seguinte a um concurso em detrimento de outras que, pelas mais variadas razões, não terão.
Salienta-se, ainda, que a candidatura às vagas criadas pelo concurso da norma travão está vedada aos docentes dos quadros, incluindo as que não forem ocupadas por candidatos externos que reúnam as condições para tal concurso. Assim, os docentes dos quadros serão ultrapassados por aqueles que ainda não ingressaram na carreira.
Como podemos ver, as injustiças criadas pela norma travão só poderão ser ultrapassadas com a sua revogação. A persistência da existência de horários nas escolas é um indicador de que são necessários professores nas mesmas. Assim sendo, esse deve ser um dos critérios para a abertura de vagas para lugares de quadro.
Pelo exposto, requeremos a revogação do n.º 2 do art.º 42º do DL n.º 83-A/2014 de 23 de maio, mantendo a abertura de concurso externo para professores e educadores anualmente e considerando na primeira prioridade os candidatos que tenham, pelo menos, 365 dias de experiência profissional no ensino público nos últimos 5 anos.

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Apuramento de Necessidades Permanentes – 2ª Fase

Apuramento de Necessidades Permanentes 2ª fase – Vagas de quadro de zona pedagógica – artigo 42.º do DL n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, para o concurso de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário

 

 

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– 2ª fase – a plataforma será disponibilizada para as Direções dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas poderem proceder a alterações/correções de dados inicialmente indicados. Esta 2ª fase estará disponível do dia 23 até ao dia 25 de fevereiro.

 

 

A primeira listagem que fiz com os docentes que reúnem as condições para a vinculação pelas regras da norma travão encontra-se neste artigo e nesse apuramento que fiz abrem-se vagas por grupo de recrutamento e QZP de acordo com o quadro em baixo.

Contudo mais docentes faltam para completar esta lista.

Se porventura foram indicados para a abertura de vaga pelas regras que existem indiquem na caixa de comentários o grupo de recrutamento e o QZP onde abriram essa vaga.

 

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Aposta Para Hoje

E pode ser que o dia de pagamento de hoje seja a dobrar.

 

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ADSE para filhos de funcionários públicos até aos 30 anos

E começar a pensar a reduzir a base contributiva para a ADSE?
É que 3,5% é um enorme exagero que causa excedentes dentro da própria ADSE.

 

Ao alargar a ADSE a trabalhadores do sector empresarial e de entidades públicas, António Costa converte aquele sistema num “seguro de saúde” do Estado. Mas também alarga a base de contribuintes

 

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O governo vai alargar a Assistência na Doença aos Servidores do Estado (ADSE) aos filhos dos funcionários públicos, passando dos 26 para os 30 anos, noticia esta segunda-feira o “Correio da Manhã” . Segundo o jornal, esta é uma das medidas que vai ser apresentada na discussão do Orçamento de Estado para 2016, com início agendado para esrta tarde (15h).

Esta ideia não é propriamente uma novidade: o Governo de Pedro Passos Coelho já tinha estudado esta possibilidade, mas não chegou a avançar. Ao dar a possibilidade de entrar no sistema aos trabalhadores do sector empresarial do Estado e de outras entidades públicas, o Governo consegue alargar a base de contribuintes – uma medida vista como necessária para a sustentabilidade do sistema.

Os cônjuges dos funcionários públicos também vão poder aderir à ADSE, o que até agora não era possível, a não ser que estes fossem dependentes dos titulares.

De acordo com o “Correio da Manhã”, nas contas do Orçamento do Estado para 2016, o Governo apresenta um acréscimo de 40,6 milhões de euros (8%), que justifica com as medidas de alargamento do número de inscritos.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, em janeiro de 2016 o número de inscritos na ADSE era superior a 1,2 milhões.

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