Expectável

E claro que tudo isto deve levar o MEC a pensar se deve permitir o uso da MPD ou não.

 

Protesto de professores de Bragança contra ‘epidemia’ de destacamentos

 

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Algumas dezenas de professores manifestaram-se hoje, em Bragança, contra o número elevado de destacamentos por doença de colegas, num caso que já apelidam de “epidemia” e que querem que seja averiguada pelas entidades competentes.

O distrito de Bragança é no país um dos que concentra maior número de pedidos de Mobilidade por Doença

 

Mais de 300 professores do distrito de Bragança pediram condições específicas por motivo de doença, o que lhes permitiu serem colocados mais próximo de casa e faz deste ano letivo recordista da chamada mobilidade especial.

Alguns dos professores que acabaram por ser colocados mais longe de casa ou ficaram sem colocação por os lugares serem ocupados pelos destacados manifestaram-se hoje, em frente à Escola Emídio Garcia de Bragança, falando de “injustiça”.

“Quando há um surto destes, em primeiro lugar é verificar qual é a calamidade, qual é a epidemia que se passa, que é uma epidemia, se calhar, forjada e imaginada por algumas pessoas por interesses pessoais”, afirmou Nuno Alves.

Este professor do primeiro ciclo com 51 anos de idade e 21 em sala de aula reside em Bragança e foi colocado em Mogadouro, a 80 quilómetros de casa, segundo disse, devido a esta situação.

O caso do número elevado de professores a recorrerem à mobilidade especial foi noticiado pelo jornal Mensageiro de Bragança, no final de julho, num artigo que dava conta da alegada epidemia que terá incapacitado os docentes desta região.

O distrito de Bragança é no país um dos que concentra maior número de pedidos de Mobilidade por Doença, os antigos Destacamentos por Condições Específicas, e este ano a colocação dos professores beneficiados ocorreu antes do concurso nacional.

Além de estranhar toda esta situação, Nuno Alves considerou que “é suspeito haver de um momento para o outro quase 70% do universo dos professores do distrito de Bragança a pedirem condições específicas”.

“E acho mais estranho quem defere esse tipo de situações que não pare primeiro para verificar o que é que se passa de facto”, acrescentou.

Este docente considerou ainda injusto estes colegas ficarem à frente de outros que têm maior graduação.

“Tem de haver um critério, um certo formato justo para toda a gente, não só para um número privilegiado de pessoas”, reclamou.

Lurdes Gonçalo é professora há 28 anos, trabalhou sempre no distrito de Bragança e agora tem de ir para fora. Foi colocada em Vila Real.

A docente remete para as juntas médicas e inspeção a verificação sobre se as doenças invocadas são verdadeiras ou não, mas defende que os professores colocados neste regime especial “podiam ocupar outras funções e não tirarem o lugar a outros colegas”.

Já Jacinta Eugénio não foi colocada depois de 27 anos de serviço.

“Sentimo-nos humilhadas”, afirmou, considerando este concurso da mobilidade especial “muito injusto” e reclamando que os professores doentes deviam “ocupar outras funções” e não “estar a tirar o lugar a colegas com muitos anos de serviço”.

Lusa/SOL

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164 comentários

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    • Rui Monteiro on 31 de Agosto de 2015 at 17:07
    • Responder

    Está toda a gente muito indignada por os colegas passarem à frente por doença, até vêm para a TV, mas há anos que deixam os colegas de QZP passarem à frente dos QE/QA na mobilidade interna e não dizem nada. Gente inteligente!!!!

      • Corvo Mon on 31 de Agosto de 2015 at 17:14
      • Responder

      A tua inteligência é o que se vê. Na MI o que funciona é a graduação(não interessa se é QA/QZP)!Se és QA tiveste oportunidade de passar a QZP mas tal como tu ninguém quis.Podias oferecer-te como voluntário para horário zero assim já podias fazer este belo concurso.Já na Mobilidade por Doença é o atestado da praxe(podes ter apenas um ano de serviço que passas à frente dos colegas com 30 anos de serviço)!

        • Zé Manel on 31 de Agosto de 2015 at 18:01
        • Responder

        Na MI funciona a graduação?! Isso é ignorância ou piada?

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:45

          Ignorância sua como pode ver aqui:
          http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/08/mi_col_110.pdf

          • Tico on 1 de Setembro de 2015 at 21:58

          Na mobilidade os QZPs concorrem na 1ª prioridade e os QA/QE para aproximação à residência concorrem depois do QZPs.

          • Ricu on 1 de Setembro de 2015 at 22:06

          Ao Corvo Mon não lhe convém perceber que os QA mais graduados que ele(a) não conseguem aproximação à residência porque os QZps menos graduado “ficam” com a vagas.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:18

          Disponha-se a concorrer como horário zero(caso dos QZP) e vai na 1ª prioridade mas fica é sem a sua “rede de segurança”, o que não lhe agrada.Esse é o problema dos QA querem a “rede” e querem concorrer na 1ª prioridade.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:48

          Então não se percebe porque anda nas manifestações e a evitar que o filmem. Este ano também ficou sem “a sua rede de segurança”. Toca a todos. Corra o país e ilhas como toda a gente. Se não está contente só tem de pedir exoneração ou vá para o particular mas olhe que aí não permitem manifestações.

        • Tania on 31 de Agosto de 2015 at 18:17
        • Responder

        Pois, mas você com o tempo de serviço que tem, já podia ter ficado em QA, nunca ficou pois não lhe agradou, porque tinha a escola a um passo de casa. Trepe como outros já treparam, pois vocês dai de Bragança sempre foram uns privilegiados em tudo, e você é um deles ou pensa você que se esconde com o nome de Corvo Mon!
        Sou contra as MPD que não se justifiquem, mas em parte, daquilo que se esta a passar a culpa é dos Agrupamentos, leia o ponto 8 das instruções do manual de candidatura da MPD ” A mobilidade dos docentes ao abrigo do presente despacho não pode originar insuficiência ou inexistência da componente letiva…”

          • Paula Moreira on 31 de Agosto de 2015 at 23:53

          A Tânia é mal informada. Fala de privilégios sem saber do que fala, todos estes docentes de Bragança já treparam por esse país fora e ilhas à muito tempo quando eram mais novos, foram-se aproximando ano após ano, e agora com 50 anos de idade e quase 30 de serviço não merecem a estabilidade que tentaram construir ao longo de muitos anos.?Fala de privilégios? O ponto 8 das instruções do manual de candidatura da MPD deve ter sido criado para privilegiadas como você…. coloque-se no lugar destes docentes a ver-se ultrapassada por pessoas com menos tempo de serviço….de certeza que não falava assim. Precisam de se aproximar porque estão doentes? que se aproximem, mas não para terem componente letiva… os doentes não devem lecionar, até pode ser perigoso para os alunos….o ministério que crie apoios e outras soluções para os quase 300 que vieram para Bragança de todos os distritos do país e talvez ilhas….
          Mal informada para não dizer mais… estes docentes com MPD são todos QZP(2), mas com menos tempo de serviço…

          • Tania on 1 de Setembro de 2015 at 23:23

          Nunca tive privilégios e continuo a não ter e no entanto não sou frustrada como você é. Belo exemplo de professora para os seus alunos com problemas! As pessoas doentes, deficientes tem direitos como você, ” o sol quando nasce é para todos”, vergonhoso dizer que um professor “doente não deve lecionar é perigoso para os seus alunos”. O que impede uma pessoa que tenha problemas físicos numa carreira de rodas de lecionar? Conheço bons profissionais com problemas mais competentes do que aqueles que não são. Você é uma insensível, sem sentimentos que so pensa em si e quem precisa que se arranje. Deve ser daquelas que critica os deficientes dentro da sua sala de aula! E se você tivesse um filho nestas circunstancias? Vou ignorar tudo aquilo que escreveu mas que nunca tenha a infelicidade de ter azares na vida! A casa cai quando menos contamos…Deus não dorme…

          • deficiente motora on 1 de Setembro de 2015 at 23:31

          Grande lição de vida, colega, Tânia! Bem-haja! Revi-me no que escreveu. Apenas preciso de uma escola com um elevador, nada mais…

          • Paula Moreira on 2 de Setembro de 2015 at 0:02

          Querida colega, quero que saiba que tenho todo o respeito e admiração por todos os deficientes motores que trabalham e enfrentam o dia a dia com a coragem e dedicação.

          • Tania on 2 de Setembro de 2015 at 12:58

          Graças a Deus inteligência não me falta para interpretar determinados comentários! Graxista é o que você é… leia o que escreveu sua insensível, para a próxima pense naquilo que escreve, se o pensa não o diga…

          • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 23:54

          A Tânia é muito inteligente….. foi procurar assuntos que não são para aqui chamados. Já trabalhei com crianças do ensino especial, pelas quais tive e terei sempre muito respeito, assim como pelas respetivas famílias. E frustrada deve ser você … que fala de realidades que não conhece. Não me referi a docentes deficientes, pelos quais tenho muito respeito. Falei de pessoas que alegam certas doenças…
          Insensível deve ser você, orgulho-me da pessoa que sou pessoal e profissionalmente: responsável, sensível e com muitos sentimentos. E já agora só falo, porque vejo as injustiças que se passaram com colegas que conheço. Para sua informação sou do QA e estou muito bem colocada e realizada.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:22

          Disse bem “direitos como você”, mas não mais. Quando retiram as vagas dum concurso e a MPD produz efeito a 1 de setembro, isso significa falta de equidade!O problema não são os poucos que usuruiram sempre e desde há muitos anos da MPD, o problema são os abusos.Ninguém acredita que quase 400 docentes num distrito e cerca de três quartos num grupo, só se for uma pandemia.

          • UY on 2 de Setembro de 2015 at 12:52

          Toca a correr o país e mais nada.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:44

          Engraçado que quem se movimenta numa cadeira de rodas nem se enquadra na MPD, mas sim na deficiência, portanto nem para aqui são chamados. O seu problema é estar a trabalhar no particular… Também tirou o curso no Piaget?

          • manuel on 2 de Setembro de 2015 at 14:54

          Enquadra-se na MPD, sim senhor, desde que seja provocada por uma doença incapacitante. E caso tenha dúvidas leia o despacho.

          • Tania on 2 de Setembro de 2015 at 16:16

          Por acaso não, mas simplesmente por acaso, pois tenho colegas que tiraram o curso no Piaget muito mais profissionais que esses manifestantes que envergonham a nossa classe! Você repare que é das pessoas mais revoltadas e frustrantes que existem, reclama por tudo e por nada, so esta contente quando a “sopinha “esta a sua maneira! Porque é que não pede a reforma antecipada? Profissionais frustrados numa escola devem ser um perigo…

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:48

          Venha para cá! Mas só se for em MPD porque de outra forma não entra por ser menos graduada.Também não devia ser tão leviana pois não acabou dizendo que só não afeta os QA (a MPD).

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:41

          O seu problema é outro. Mas eu não tenho culpa.Eu não sou contra a MPD mas sim contra os abusos. 362 (número provisório)

        • M Cruz on 31 de Agosto de 2015 at 18:40
        • Responder

        Este anda desatualizado, e continua a grasnar à toa contra a MPD dos QA/QE. Ainda não leu que as estatísticas demonstram que quem mais utilizou, mas numa proporção absolutamente delirante!, a MPD, foram os QZP. Aliás, não só a MPD, como as mobilidades estatutárias, as dispensas sindicais, os lugares de bibliotecas escolares, os orgãos de gestão, e tudo o mais que dê para ficar na escola que se quer e de preferência dar menos, ou não dar de todo, aulas, é tudo maioritariamente ocupado por QZP.
        Não sei se há algum surto ou não de doença entre os profs lá para os lados de Bragança. Mas que entre os QZPs grassa um surto de chico-espertice saloia (passe a redundância), isso é que parece saltar à vista quando se olha para as estatísticas.

          • Paula Moreira on 31 de Agosto de 2015 at 23:55

          Vale tudo…….

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:50

          QZP e QA que não pertencem ao QZP2. Por algum motivo há listas de tudo menos destes casos.

          • Tania on 1 de Setembro de 2015 at 17:52

          O Corvo Mon era um dos que estava na manifestação, aqui fala, fala… lá até se escondeu para que ninguém o abordasse, sempre foi assim! Seja homem e diga nomes, não tenha medo. Sabe que nome se da a essas pessoas?Cobarde…

          • Teco on 1 de Setembro de 2015 at 22:10

          Eh, Eh. Descobriram-lhe a “careca”. Ele pensa que passava incógnito. Coitado! Já é conhecido.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:23

          Grasnar será típico na sua família! Certamente um dos especialistas em MPD!

          • OI on 2 de Setembro de 2015 at 12:54

          O Corvo Mon já se foi apresentar? Já arranjou residência?

        • Mon Corvo on 31 de Agosto de 2015 at 21:52
        • Responder

        O Corvo Mon só tem de correr o país e ilhas como toda a gente e mais nada. Se não está bem só tem de sair do sistema. Isso de ficar “em casa” e os colegas do QE/QA mais graduados não se poderem aproximar tem de acabar. QZP quer dizer que estão sujeitos a ficar em qualquer escola do respetivo QZP.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:47

          Já correu e continua a correr. Desejo que lhe aconteça o mesmo. Nunca ficou em casa.

      • Zé Manel on 31 de Agosto de 2015 at 17:14
      • Responder

      Na mouche.

      • Oriana on 31 de Agosto de 2015 at 17:21
      • Responder

      A diferença é que no caso da MPD a mesma é pedida pelo próprio docente, enquanto que no caso “QE’s contra ultrapassagem de QZP’s” a responsabilidade é do sistema e não dos colegas!!
      Haja paciencia!!

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:51
        • Responder

        Ignorante pois a MPD não é pedida apenas pelo próprio! Quanto a ultrapassagens não deve saber o que é a graduação!

          • Oriana on 1 de Setembro de 2015 at 17:56

          Vá chamar ignorante a quem lhe fez as orelhas!!
          Escusa de ser mal educado/a, não o fui, nem o sou com ninguém!!
          É professor??? Que belo exemplo deve dar às crianças!!

          • YU on 1 de Setembro de 2015 at 21:08

          Não vale a pena dar importância ao Corvo Mon. Este já é conhecido por estar contra a MPD. O ano anterior já circulou uma carta contra os colegas em MPD num agrupamento de Bragança. O Corvo Mon que corra o país e ilhas como os restantes colega de QA/QE.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:49

          Não diga que sou contra a MPD pois é mentira. Sou contra os abusos cometidos. Quanto à carta do ano letivo anterior não sei do que fala. Mas sei de um abaixo assinado em 2013 com muitos colegas a assinar.

      • MTF on 31 de Agosto de 2015 at 17:36
      • Responder

      Estamos a falar de alhos! Não estamos a falar de bugalhos!!! Está a misturar água de colónia com os sinos de Mafra!

      • a.c. on 31 de Agosto de 2015 at 17:43
      • Responder

      E nos últimos anos são os professores do privado. Pois, pode ter a certeza que a integração destes professores no ensino público com graduações elevadíssimas veio também agravar muito a falta de lugares. Mas todos preferem assobiar para o lado enquanto os outros vão ficando com as vagas que devia ser dos contratados e dos efetivos que sempre serviram o ensino público.

      • Sonia on 31 de Agosto de 2015 at 19:15
      • Responder

      É preciso chamar a atenção aos sindicatos e ao Ministério da Educação para essa realidade.

      • mrs on 31 de Agosto de 2015 at 20:45
      • Responder

      Em cheio! Há QZP colocados ao lado de casa com 10 horas lectivas! Que maravilha de vida!!

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:52
        • Responder

        Essa maravilha não acontece no QZP2!

          • Carlos on 1 de Setembro de 2015 at 23:02

          Este ano, não, mas já aconteceu! Alguns saiam de casa e entravam na escola…

  1. Este ano, a distribuição de serviço lectivo a alguns colocados na mobilidade por doença despertou para o problema da “epidemia” muita gente que nunca tinha reparado nele.

    A minha posição talvez não seja muito consensual…

    https://escolapt.wordpress.com/2015/08/31/epidemia-entre-os-professores-de-braganca/

    • Dora Sá on 31 de Agosto de 2015 at 18:52
    • Responder

    Estes professores têm muita razão em estar indignados. É lamentável termos colegas que se fazem passar por doentes!

      • Prof on 31 de Agosto de 2015 at 21:41
      • Responder

      Tem provas?

        • Dora Sá on 31 de Agosto de 2015 at 23:09
        • Responder

        Basta ir às redes sociais de alguns…

          • JH on 31 de Agosto de 2015 at 23:21

          Já denunciou? Já os identificou a quem de direito?

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:55

          Denuncias nãos faltam. Falta é a inspeção começar a atuar. O ministro diz que começou mas no terreno ainda nada.

          • KJ on 1 de Setembro de 2015 at 21:10

          Não ficou contente com os resultados do ano anterior? Paciência.

      • manuel on 31 de Agosto de 2015 at 22:01
      • Responder

      Falar de uma parte pelo todo é muito feio… não lhe ensinaram isso?! Acusar sem provas é crime sabe? Denunciem os casos que conhecem é o que TODOS queremos. Não queremos este clima de suspeição.

        • Dora Sá on 31 de Agosto de 2015 at 23:03
        • Responder

        Eu não costumo generalizar e se voltar a ler o meu texto verificará que não está escrito “todos”!

          • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 15:26

          Tem razão Dora não referiu “todos”. No entanto, para se ter razão em estar-se indignado convém denunciar todos os casos que se conhece, para se acabar de vez com esta suspeição, pois quem precisa da mobilidade por doença não gosta de ser acusado de algo que não cometeu e, a existirem casos de fraude, os restantes colegas que se sentem lesados têm direito a não serem lesados.

          • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 16:48

          Se fossem denunciados todos os casos suspeitos, mais de 90/% seriam penalizados, e esse trabalho pertence às entidades competentes. Os docentes é que vão mencionar nomes? Os que precisam de MPD não são acusados, mas se estão doentes não deviam ter componente letiva, não é seguro nem para eles, nem para os alunos, que sejam criados apoios,e assim ninguém seria lesado.

    • this mortal coil on 31 de Agosto de 2015 at 19:00
    • Responder

    É pura corrupção que assola Bragança em várias vertentes. Esta veio à tona do grande lamaçal. Médicos e docentes devem ser julgados. É miserável tal situação.

    1. E se fosse trabalhar?

        • this mortal coil on 1 de Setembro de 2015 at 12:10
        • Responder

        Tocou-lhe……pois.Deve ser julgado.

      • RT on 1 de Setembro de 2015 at 14:06
      • Responder

      Tem provas? Porque não identifica os “corruptos”?

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 17:57
        • Responder

        Penso que como é apenas professor não está habilitado a tal.Não lhe pagam como polícia, nem médico nem inspector!
        Agora mais de 362 MPD(números iniciais, provisórios) num distrito???

          • HG on 1 de Setembro de 2015 at 21:12

          É só falatório.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:51

          Confirmado pelos diretores!!!

    • Nanda on 31 de Agosto de 2015 at 20:39
    • Responder

    Não foi só em Bragança, em Viseu aconteceu o mesmo !

      • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:27
      • Responder

      Não se ouviu nada.

    • Files on 31 de Agosto de 2015 at 20:57
    • Responder

    Chamem todos a junta médica e ajam em conformidade com a lei.
    Não me importo de ser chamado a junta médica. Estou de consciência muito, mas muito tranquila.

      • Lara on 31 de Agosto de 2015 at 21:37
      • Responder

      Também quero que chamem à junta médica e que mantenham a MPD para todos aqueles a que a ela têm direito.

    1. E o que faz a junta médica?

        • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 16:49
        • Responder

        Nada.

          • Files on 1 de Setembro de 2015 at 19:35

          Paula,
          Não fale do que desconhece.
          Então acha que uma junta médica constituída por 3 ou 5 médicos não faz nada?
          Só lhe posso chamar ignorância.

          • Paula Moreira on 2 de Setembro de 2015 at 0:09

          É fácil falar de ignorância….. em 2004, se não me engano houve quem fosse às juntas médicas, e o que lhe aconteceu? nada.

          • w on 1 de Setembro de 2015 at 22:28

          Analisa exames médicos; realiza exames médicos; consulta o doente… o que haveria de fazer?!

          • Paula Moreira on 2 de Setembro de 2015 at 0:10

          Fazem isso tudo, mas ninguém sai penalizado.

        • Files on 1 de Setembro de 2015 at 19:15
        • Responder

        A Junta Médica tem a obrigação de fazer o que lhe compete.
        Confirmar ou não se a pessoa em questão tem uma doença que conste do despacho que permite a MpD.
        Esta pergunta era escusada……

          • Tania on 1 de Setembro de 2015 at 22:58

          O problema não são os que meteram MPD por si mas os que meteram MPD pelos pais que são a maioria e não vivem com eles, como comprovam? Vão de casa em casa? De uma sugestão…

          • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 23:01

          Sim. Fazem uma visita a casa, sem aviso prévio e verificam se a pessoa reside ali ou não. Não estando presente, no momento, da inspeção é porque não reside. Está prevista na lei essa verificação.

          • Paula Moreira on 2 de Setembro de 2015 at 0:17

          Actualmente não sei…. mas antigamente os médicos apareciam de surpresa em casa de quem estava de baixa médica e muitas vezes as pessoas eram encontradas a trabalhar no campo de boa saúde. Algumas pessoas meteram MPD por pais, avós que nunca chegam a viver com eles….

          • manuel on 2 de Setembro de 2015 at 10:18

          Mas para isso é preciso que os colegas que dizem saber os casos de fraude digam os nomes dessas pessoas, para que de surpresa lhes batam à porta e se averigúe quem tem razão, pois numa lista de 2000 mil e tal pessoas vai ser difícil o ministério descobrir quais são os que mentiram e se é que mentiram…

          • manuel on 2 de Setembro de 2015 at 14:50

          Não é permitido pedir MPD por avós…

          • Paula Moreira on 2 de Setembro de 2015 at 17:11

          Ai não? Eu até lhe dizia aqui o nome de pelo menos de 2 colegas que meteram por avós, mas não vou falar….. pois este assunto até amizades vai estragar, mas já dizem os antigos; “amigos, contratos à parte” .

  2. Por acaso já foram ver a graduação dos professores que ficaram no QA de Mirandela, no último concurso e a graduação de alguns professores que reclamam?

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:01
      • Responder

      No concurso para QA só lá ficaram uns que já eram QA e se deslocaram do anterior Douro Sul com imensas vagas negativas para o distrito de Bragança.Logo QZP=0

        • NH on 1 de Setembro de 2015 at 21:18
        • Responder

        Informe-se melhor. Não lhe convém. Talvez seja daqueles que só concorrem a um concelho pertinho de casa. Compare a graduação dos que ficaram no QA em Mirandela com a graduação dos primeiros QZPs colocados dia 28 de Agosto em Bragança por exemplo. Já nem falo dos que foram para Vinhais, Vimioso…

  3. Seria possível saber se o Arlindo é QZP ou QE/QA e qual o grupo?

      • ana on 31 de Agosto de 2015 at 21:59
      • Responder

      QA 240, mas isso é relevante para?!

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:02
        • Responder

        Deve ser do tipo qual é o sexo dos anjos.

    • Limão on 31 de Agosto de 2015 at 22:37
    • Responder

    É vergonhoso, ninguém acredita que haja cerca de 360 professores doentes ou que acompanhem doentes só num distrito???!!!!

      • Per on 31 de Agosto de 2015 at 23:11
      • Responder

      Não acredita vª Exª porque estava mal habituado(a). Sempre perto de casa não? Se conhece algum caso identifique-o. QZP é para ocupar possíveis vagas de seu QZP. Sabe o que isso significa?

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:05
        • Responder

        Os de MPD na sua maioria não pertencem ao QZP2…Deves ser um dos que confundiu a MPD com Aproximação à Residência, não?

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:03
      • Responder

      Esse número era provisório.

    • Henrique on 31 de Agosto de 2015 at 22:43
    • Responder

    Rui Monteiro! Deves ser QA não é? No último concurso interno tiveste oportunidade de mudar para QZP, porque não o fizeste se é assim tão bom? Muda para melhorares a tua vida. Com o tamanho dos QZPs e com a instabilidade atual também não te aconselho, mas …

    1. Mas no último concurso alguns colegas de Bragança que agora reclamam também poderiam ter ficado em Mirandela mas não quiseram concorrer para lá e agora foram colocados por mobilidade mais longe.

        • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 12:01
        • Responder

        É fácil dar opiniões…. por algum motivo existe a opção de passar de QA a QZP, e foram alguns que fizeram essa opção, desta forma, sendo mais graduados poderiam escolher uma escola mais perto da sua residência.

          • Tania on 1 de Setembro de 2015 at 13:17

          Mas quem se queixa na maioria não são os QA, são os QZP!

          • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 17:10

          A Tânia também se queixava se fosse QZP com muita graduação e se visse ultrapassada por QZPs menos graduados.

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:07
        • Responder

        Tenho uma palavra MENTIROSO! Em Mirandela ficaram QA vindos de outro distrito, cujos agrupamentos se inserem atualmente no QZP2.

          • HG on 1 de Setembro de 2015 at 21:25

          Por acaso sabe consultar as listas?

          • OI on 1 de Setembro de 2015 at 21:26

          Mas alguns menos graduados que alguns QZPs que reclamam.

      • M Cruz on 1 de Setembro de 2015 at 0:01
      • Responder

      Independentemente de um QA/QE ter oportunidade de mudar para QZP, tal não invalida que seja uma enorme injustiça um QZP de menor graduação estar a concorrer na MI numa prioridade mais favorável que o QA/QE. Assim como o inverso também seria injusto, e os QZP seriam os primeiros a reclamar justiça.
      Haja paciência para tanta incongruência.

      1. Muito bem. Acertou em cheio.

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:09
        • Responder

        Deviam acabar com QA e tudo era QZP, graduação.

          • RE on 1 de Setembro de 2015 at 21:28

          Se há QA suficientes os QZP deveriam ir já para a mobilidade..

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:30

          O concurso que foi realizado não foi de mobilidade?? Que anedota. Eu pensava que se chamava Mobilidade Interna.

          • IU on 2 de Setembro de 2015 at 12:59

          Mobilidade especial. Sabe o que quer dizer Código do Trabalho. Não sabe o que aconteceu aos seus colegas da Segurança Social. Está visto que anda nisto só para destabilizar.

    • Henrique on 31 de Agosto de 2015 at 22:51
    • Responder

    Se a MPD prejudica 1 docente que seja melhor graduado ou os impostos pagos pelos contribuintes, o destacamento nunca devia ser deferido.

    1. Tem toda a razão mas muitos QZPs nunca quizeram concorrer ao QE/QA. Porque razão os colegas do QE/QA mais graduados não se podem aproximar por mobilidade?

      1. Não, não tem razão. Porque é que há-de pagar o justo pelo pecador? Se há alguém que indevidamente pediu mobilidade por doença que seja punido, pois quem tem aquelas doenças já é as basta ter.

          • UY on 31 de Agosto de 2015 at 23:28

          Pois.

          • w on 31 de Agosto de 2015 at 23:36

          gralha – “é” a mais…

          • Henrique on 31 de Agosto de 2015 at 23:39

          Nunca, mas nunca vai ser possível aferir a veracidade destes destacamentos por muitas razões. Sendo assim só há um caminho não podem existir.

          • w on 1 de Setembro de 2015 at 15:14

          Como nunca foi possível aferir a veracidade desses destacamentos?! Sabe o que são juntas médicas?! Sabe o que são exames médicos?! Sabe o que são atestados de incapacidade multiuso?! Sabe o que é a Delegação de Saúde Pública, quem a constitui?! Sabe por quantos elementos é constituída uma junta médica da Saúde Pública?! Sabe quais os meios de diagnóstico necessários para ir a essa mesma junta médica?! Conhece a tabela de incapacidades?! Poderá haver alguns casos que não sejam verídicos, mas a maioria que existem no país não deixam qualquer dúvida: uma ressonância magnética não é um exame que deixe dúvidas; uma ecografia também não; um TAC também não; um MAPA também não; uma cintigrafia também não; uma punção medular também não; e tantos outros…

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:13

          Sabes quantos possuem o atestado de incapacidade multiuso? Quantos destes colegas em MPD alguma vez foi a uma Junta médica, sabes?Mas a maioria das MPD é de outro foro…

          • w on 1 de Setembro de 2015 at 18:17

          Na escola para o qual me apresentei, hoje, somos 2 em MPD com certificado multiuso. Mais ninguém em MPD. Capital de distrito, em frente ao hospital público.

          • RE on 1 de Setembro de 2015 at 21:30

          E têm de ir só porque Vª Exª deseja? Não se pode ter tudo.

          • Henrique on 31 de Agosto de 2015 at 23:41

          Os docentes prejudicados não são pecadores são justos.

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:10

          Achas que algumas centenas num distrito como o de Bragança é uma normalidade? Teremos assim tão bons serviços de saúde?

          • w on 1 de Setembro de 2015 at 18:14

          Denuncie quem conhece! Farto do que se passa em Bragança. Não conheço Bragança e com isto digo-lhe não quero vir a conhecer. Já me basta o problema de saúde que tenho. Não roubo horário a ninguém, tenho uma incapacidade grave, não tenho componente letiva e apenas quero viver os últimos dias em paz. Basta! Denunciem as pessoas indignas que conhecem que conhecem e deixem os outros em paz.

          • Henrique on 1 de Setembro de 2015 at 19:25

          Não se irrite com as minhas palavras elas não são dirigidas a si. São dirigidas a quem põe em causa que esta ajuda lhe venha a ser prestada no futuro, um número tão elevado e localizado põe o sistema em causa.

          • RT on 1 de Setembro de 2015 at 22:15

          Tudo de bom para W. Não ligue a este …… Já é conhecido por estas “habilidades”.

          • w on 1 de Setembro de 2015 at 23:25

          Obrigado.

          • LK on 1 de Setembro de 2015 at 21:31

          Sim.

        • Henrique on 31 de Agosto de 2015 at 23:43
        • Responder

        Podem, não podem é deixar os docentes de qzp a ganhar o ordenado sem trabalhar.

          • GF on 1 de Setembro de 2015 at 0:00

          Ganhar sem trabalhar é cada vez mais difícil pois estão sujeitos a ir para a mobilidade.

    • Custa on 31 de Agosto de 2015 at 23:06
    • Responder

    Sempre que há queixas ou irregularidades há investigação. Todos os anos há alguém descontente e o ministério investiga. Este ano não é diferente. Os que vão para a televisão e jornais deverão identificar os “falsos doentes” se é que existem. Falam, falam mas nomes não aparecem ou querem que vão todos, a nível nível nacional, à junta médica? Como se distinguem, na óptica dos queixosos, os falsos dos verdadeiros? Ainda não percebi se estão contra os colegas ou contra os médicos, Juntas de Freguesia, finanças …
    Como o Sr. Ministro da educação disse, as queixas já estão a ser investigadas à já algum tempo. Ver em:
    http://www.noticiasaominuto.com/pais/443483/educacao-e-saude-criam-juntas-medicas-para-avaliar-casos-de-docentes

      • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 16:55
      • Responder

      Que venham as eleições…..

        • DF on 1 de Setembro de 2015 at 21:33
        • Responder

        Para quê?

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:14
      • Responder

      Acho piada essa da investigação. No terreno ainda nada.

        • Mon Corvo on 1 de Setembro de 2015 at 21:34
        • Responder

        E a do ano anterior como ficou? Não ficou satisfeito com os resultados?

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 14:54

          Não houve investigação…

    • LME on 1 de Setembro de 2015 at 0:09
    • Responder

    O CABARET DA COXA ABRIU PORTAS EM BRAGANÇA!!!

    • Helder Tynoco on 1 de Setembro de 2015 at 0:18
    • Responder

    A verdade faz-se dos factos e a lealdade do altruísmo. A minha médica por insistência e aconselhamento após exames,passou-me um atestado de incapacidade física (a nível cardio respiratório), porém, sendo eu Professor de Educação Física, não quis dar parte fraca e sim o exemplo. Concorri sem esse “privilégio” e procurarei fazer os tratamentos adequados para me “manter ativo” .Sei que existem pessoas a necessitarem prioritariamente de estas ajudas (colega com cancro por exemplo), portanto…é uma questão de verdade, coração, vontade e determinação! Boa sorte a todos! Bom ano letivo!

    • Anrice on 1 de Setembro de 2015 at 0:49
    • Responder

    Concordo com o que alguns colegas referiram. A colocação na mobilidade interna deveria ser efetuada pela graduação profissional, como se verificou no concurso interno. Assistimos a colegas do QZP, com menos graduação, ficarem perto de casa e os QA ficam longe e muitos não conseguem mobilidade. Por que razão todos os QZP concorrem numa prioridade diferente dos QA?Todos os anos se assiste a esta injustiça, já reclamei para várias entidades mas ninguém se interessa. Os professores do QZP sabem que ficam colocados numa escola de determinada zona e devem sujeitar-se a isso, agora serem beneficiados e ficarem com os melhores lugares é que está mal.

      • Professor desterrada on 1 de Setembro de 2015 at 12:57
      • Responder

      Muito bem Anrice. No meu grupo tenho colegas que nunca concorreram a nível nacional e têm ficado em Bragança ou arredores enquanto eu que já percorri o país, mais graduado que eles, mas como sou QA não consigo mobilidade porque concorro na 2ª prioridade e eles concorrem na 1ª. É uma injustiça.

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:18
        • Responder

        Não é do grupo 100 nem 110 de certeza!

          • Professora desterrada on 1 de Setembro de 2015 at 21:36

          Se fosse já tinha mudado de profissão.

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:18
      • Responder

      Grande parte dos QZP defende a graduação. Acabem com os QA! Concurso com lista de graduação para todos, igual prioridade, mas os QA deixam de ter a “sua escola de segurança”.

        • Mon Corvo on 1 de Setembro de 2015 at 21:38
        • Responder

        Acabem com os QZPs. Os QA são suficientes e quando não forem, contratar.

    • JC Narciso on 1 de Setembro de 2015 at 11:54
    • Responder

    Como em tudo na vida, tudo é passível de discussão. Mas estão a pôr-se na lama várias instituições que nos merecem todo o respeito: finanças, médicos, juntas de freguesia, diretores de escolas… Temos de ter orgulho nas nossas instituições e acreditar nelas. Se alguém sabe de algo, que o diga e que se investigue, ponto por ponto. Muitos dos profs que vieram à tv não sabiam do que estavam a falar. Mandam para o ar todo o tipo de suspeições sem qualquer tipo de fundamento. O problema, neste ano, é que a maioria das colocações em MPD surgiram talvez mais cedo do que o costume. Se tivessem surgido mais tarde, ninguém falaria. Já não havia profissionais e instituições pretensamente corruptas. Se querem uma proposta radical, pode ser: terminar com todas as Mobilidades. Os candidatos serem colocados na escola onde forem colocados, doa a quem doer. Concorrerem aquando dos concursos e aceitarem sempre as suas colocações, sem qualquer tipo de reserva.

      • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 12:40
      • Responder

      Já foi assim. e assim se fazia justiça cada um na sua escola de colocação, doa a quem doer……..

      • Concordo on 1 de Setembro de 2015 at 12:52
      • Responder

      Muito bem. Concordo a 100%. Alguns professores que foram para a televisão e jornais, a morar em Bragança, no último concurso não quiseram concorrer aos QA de Macedo de Cavaleiros e Mirandela e deixaram-se ultrapassar por colegas mais novos. Agora como foram colocados mais longe já reclamam. Muitos dos QZP nunca concorreram a nível nacional e ilhas porque concorrem na 1ª prioridade à mobilidade e colegas seus muito mais graduados, que já percorreram o país inteiro, dos QE/QA não conseguem mobilidade porque só podem concorrer na 2ª prioridade. O professores dos QZPs não lhes dá jeito relembrar o significado de QZP.

        • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:21
        • Responder

        Mentiroso. Eu estava lá e concorri a tudo(QZP2) tal como muitos(grupo 100 e 110) que é onde se verifica a maioria dos casos de MPD.

          • OI on 1 de Setembro de 2015 at 21:41

          E os Primeiros do QZP concorreram a tudo? Verifique a graduação dos que ficaram em Mirandela e compare-a com a graduação dos primeiros da lista de QZPs colocados na última mobilidade.

          • Corvo Mon on 2 de Setembro de 2015 at 12:34

          Mas esses nem se manifestaram(os primeiros).

          • JU on 2 de Setembro de 2015 at 13:04

          Manifestaram sim e estavam à sua frente, Não se esconderam da câmara.

    • on 1 de Setembro de 2015 at 13:48
    • Responder

    Quando vi as noticias sobre o que se esta a passar e vi colegas, “Coitadinhas” a lamentarem-se que ficaram em Cinfães, Lamego, São João da Pesqueira… até me vieram as lagrimas aos olhos.Desde que comecei a trabalhar, corri o distrito de Viseu e da Guarda, estive em todos esses lugares mencionados e mais alguns bem piores, enquanto que esses colegas se riam, pois quanto mais tempo de serviço tinham mais se aproximavam e eu, na altura das colocações pegava na mala e la ia eu com as lagrimas nos olhos (Parecia a Linda de … com a sua mala de cartão). Essas colegas que agora choram que pensem que não são as únicas, que durante anos nunca saíram de casa, acontece a todos! A muitas ouvi dizer nos concursos anteriores, “era o que faltava concorrer a QA, se eu tenho mais benefícios como QZP”, tenho a certeza que se houvesse concursos agora, algumas não colocariam apenas um concelho como muitas fizeram…
    Ainda mais, esses colegas querem uma junta medica para verificar todos os casos fraudulentos que existem, como é do vosso conhecimento, o pior de tudo esta em quem meteu MPD por familiares que não vivem com eles, como é que a junta medica vai avaliar esses casos, muito bem, vão a junta medica, estão doentes, ninguém duvida mas como o medico prova que o filho ou filha vive com os pais? Façam acusações, tem direito, mas denunciem os casos com identidade, não tenham medo de dizer nomes, porque enquanto isso não acontecer não vão chegar a lado nenhum! Façam isso pois se não o fizerem, irão prejudicar muita gente que precisa dessa mobilidade, pensem no dia de amanha, tudo pode acontecer…

      • Juti on 1 de Setembro de 2015 at 14:14
      • Responder

      Muito bem Zé. Concordo plenamente com o que escreveu. 100% correto.É sabido que muitos ainda se riam dos colegas do QE/QA mais graduados e que não conseguiam mobilidade porque esses “coitadinhos” concorriam na 1ª prioridade e ocupavam as vagas todas.

      • Lara on 1 de Setembro de 2015 at 14:59
      • Responder

      Aleluia! Até que enfim que alguém diz algo com bom senso! Denunciem todos os casos que conhecem, pois só assim poderá deixar de haver suspeição e abusos e, permitirá que quem necessita mantenha uma forma de mobilidade que lhe permite dignidade em termos profissionais.

      • Mali on 1 de Setembro de 2015 at 16:16
      • Responder

      Por concordar, deixo o comentário que já deixei algures noutro blog:

      Quem tiver a certeza de casos fraudulentos deve contactar a inspeção e ajudar no apuramento da verdade/não verdade que reside em torno desta mobilidade. É necessário, para o efeito, que não se denunciem situações baseadas no “diz que disse”, mas com base num conjunto de elementos que possa levar a uma atuação célere e eficaz. Quem realmente precisa deverá usufruir deste direito, porém quem faz uso deste mecanismo para se aproximar, tendo como argumento ter sinusite, como é o caso de um professor do grupo 300 (Português) que ficou em Braga no Agrupamento de Escolas D. Maria II ou de uma outra docente do mesmo grupo que tem ficado destacada ano após ano por suposta (não tem ar disso, já que anda sempre feliz e contente) depressão no mesmo agrupamento. Se não se fizer nada agora, dentro em breve, os professores mais graduados irão para a requalificação e os infratores ficarão sempre com escola.
      O que seria do ensino se todos os professores que estão colocados longe de casa usassem esse mecanismo?

        • Paula Moreira on 1 de Setembro de 2015 at 17:05
        • Responder

        O que seria do ensino? para lá caminhamos, visto que existem docentes com motivos para meter MPD e não o fizeram, pois sabiam que pela sua graduação eram colocados perto de casa e continuavam a apoiar familiares com doença oncológica. Para o próximo ano letivo o nº de pessoas com MPD vai subir.

          • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:25

          Porque apesar de se falar em investigação estou para ver…para já, nada.

          • DT on 1 de Setembro de 2015 at 21:43

          Não está a correr a seu favor? Paciência.

          • carla on 1 de Setembro de 2015 at 22:45

          Não existe investigação porque você e outros como você não denunciam os casos, vocês sabem os nomes, não querem é ficar mal na fotografia, quando se fazem denuncias tem que se colocar as cartas na mesa, jogo limpo! Estão prejudicados, muito bem, nomes…Onde estão? Claro que se vocês não começarem a agir de outra forma nada se faz…

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:22
      • Responder

      362 em MPD num distrito- números provisórios
      Mais, há colegas que efetivamente deviam ter a MPD e não lhes foi concedida, porque estes números são claros como água e lançam a suspeita sobre quem efetivamente devia usufruir.

        • Peu on 1 de Setembro de 2015 at 21:44
        • Responder

        Já está a ficar mais “suave”!

    • Oriana on 1 de Setembro de 2015 at 18:07
    • Responder

    Arlindo, gosto muito do seu blog e quando preciso de alguma informação é basicamente a ele que recorro. É incansável e muitos de nós temos muito o que lhe agradecer.
    Agora se me permite uma sugestão… sou da opinião que os comentários deveriam ser moderados e alguns até apagados.
    Existem pessoas, que por se esconderem atrás do anonimato andam por aqui a ofender gratuitamente tudo e todos. Eu acabei de ser chamada “ignorante”.
    A sério que estas pessoas são professores?? Como é possível meu deus??

    1. Concordo. Mesmo quando se discorda, há que fazê-lo com educação.

      • Corvo Mon on 1 de Setembro de 2015 at 18:29
      • Responder

      2. Podem requerer mobilidade por doença os docentes de carreira que sejam portadores de doença
      incapacitante nos termos do despacho conjunto A-179/89-XI, de 12 de setembro, publicado no Diário da
      República, 2.ª série, n.º 219, de 22 de setembro de 1989, ou tenham a seu cargo cônjuge, pessoa com
      quem vivam em união de facto, descendente ou ascendente a cargo nas mesmas condições e a
      deslocação se mostre necessária para assegurar a prestação dos cuidados médicos de que carecem.

      1. “…a mesma é pedida pelo próprio docente…” significa que é o próprio docente que a pede por si ou pelo cônjuge ou por descendente ou por ascendente… Caso o/a Corvo Mon tivesse mais calma a ler, talvez compreendesse o que a colega Oriana escreveu e, assim não disparasse logo a ofender a mesma colega.

      • Jeca on 1 de Setembro de 2015 at 21:47
      • Responder

      Sou da opinião que o Arlindo não deveria ter lançado este tema. Só divide a classe. Sempre que necessito informação recorro a este blog mas este tema…

    • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 22:44
    • Responder

    Apelo aos Diretores das Escolas que indiquem para o IGEC todos os colegas com MPD dos quais desconfiem não ser verdadeira a MPD sem ser dado conhecimento aos colegas que foi feito esse procedimento, para se acabar com esta suspeição de vez e, assim possam ser feitas as juntas médicas no caso de se duvidar das doenças e a inspeção se os ascendentes habitam com os respetivos descententes.

      • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 22:47
      • Responder

      *descendentes

      • Prof on 1 de Setembro de 2015 at 23:01
      • Responder

      Essa maneira de “indicar” que o manuel propõe faz lembrar outros tempos. Livrem-nos se o manuel chegar à gestão de algum Agrupamentos/escola!

        • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 23:03
        • Responder

        Não se preocupe não quero ser Diretor. Pedi MPD. Apenas propus uma medida para tentar mediar este conflito, através de uma parte que não se encontra envolvida nele.

          • manuel on 1 de Setembro de 2015 at 23:10

          Tirou uma conclusão depressa demais, apenas quero que quem precisa de MPD a tenha; quem não precisa não a tenha para não prejudicar ninguém… de modo, a que não se verifique esta batalha que se vê por aqui…

    • JC Narciso on 2 de Setembro de 2015 at 15:27
    • Responder

    O país e as instituições estão a ser colocadas no lodaçal. Por sua própria culpa. Um ministro com mão de ferro não permitiria isto. Bastam meia dúzia de “corajosos”, que com certeza foram devidamente identificados pelo MEC, para que no futuro sejam também eles alvo de um inquérito, visando identificar os motivos pelos quais colocam em causa a integridade pessoal e profissional de todos os intervenientes deste processo e conhecer o percurso incólume individual de cada um, para memória futura. Estas pessoas, sem qualquer tipo de argumentação ou prova cabal daquilo que estão a dizer, colocaram em sentido vários ministérios. Hoje, basta um boato para que apareça nas letras gordas dos jornais. As pessoas são condenadas mesmo sendo inocentes. E para desmentir uma notícia falsa ? Valha-nos Deus. Todos temos de perceber que há um despacho com regras, que há médicos com doentes há muitos anos, que há dados de identificação dos médicos, dos seus consultórios, que há um relatório escrito pelos mesmos, relativo a cada um dos seus pacientes, que depois assina, colocando a sua vinheta profissional, sob compromisso de honra, que este relatório é enviado para a DGAE, que lê, aprecia e depois Defere ou Indefere. Isto é uma coisa muito séria. É preciso respeitar as instituições. Um professor em MPD só o é porque o seu médico o atesta, com o seu diagnóstico e a DGAE o confirma. Vamos ser sérios. Quantas injustiças têm sido mostradas por aqui, por coisas bem mais objetivas. Há sempre gente que é beneficiada… Quem tem dúvidas que seja esclarecido mas de uma forma honesta e séria.

      • iii on 2 de Setembro de 2015 at 15:57
      • Responder

      Sem nomes, se fora eu Ministro, chamava os denunciantes e ou diziam de quem suspeitavam ou aprendiam a lição…

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