Afinal Compensa Inflacionar Notas
Texto completo no Blogue da Reitoria.
Já as públicas que “inflacionaram” as notas acima do espetável, encontram-se a Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar, a Escola Secundária de Fafe, Escola Secundária João de Deus, em Faro, Escola Secundária D. Afonso Sanches, em Vila do Conde (Diário Económico, 8-8-15)
“há oito escolas a quem foram atribuídas 50 horas de crédito semanal por “eficácia educativa” e redução de abandono, o máximo previsto. São elas o agrupamento de escolas D. Afonso Sanches, em Vila do Conde…” (PÚBLICO, 23-8-15)
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9 comentários
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Será um erro intencional ou puro desconhecimento por parte do Arlindo e do autor o texto a confusão entre os que se fala na duas noticias?
A noticia sobre as notas “inflacionadas” diz respeito às classificações internas.
Já o credito horário recebido pela escola em questão refere-se a evolução os resultados os exames nacionais.
Será intencional ou será desconhecimento não revelar que a escola em questão não recebeu qualquer crédito na comparação entre as classificações internas e os resultados dos exames?
Intencional ou desconhecimento? Nem uma nem outra… onde há diferença entre as classificações internas e os resultados dos exames implica notas inflacionadas e notas inflacionadas significa que a eficácia educativa é falsa!
Às vezes nestas escolas há diretores que julgam estar a dirigir colégios. Comportam-se como tal, pelo menos!
A eficácia educativa, para os créditos horários, mede-se dde várias formas:
– Uma delas é a diferença entre as notas internas e os resultados dos exemes (é nesta que se vê a “inflação” das notas). Neste parâmetro a escola não teve qualquer credito;
– Outro parâmetro é a evolução das notas dos exames. Foi neste ultimo que a escola obteve o credito horário.
Se não querem ver a diferença apenas para criticar por criticar, fiquem com a critica. Revelam que não percebem ou não querem perceber a diferença.
Se assim é o jornal Público tem uma notícia completamente errada! Lá está eficácia educativa como motivo da atribuição das horas e essa escola teve o máximo, o que implica o máximo de valor na tal eficácia educativa e não 50% do crédito por só ter um parâmetro bom em dois possíveis. Ou então, nenhuma escola teve os dois parâmetros bons e só essas 8 conseguiram pelo menos um. Percebeu a ideia?
Em que lei estão descritas as duas formas que fala?
Mas continuando, se é mesmo como diz, continua estranho… Então existe uma grande diferença entre as notas internas e os resultados dos exames (por inflação de notas) e mesmo assim a escola está entre as oito que subiu nos exames?!?
Que notas andavam eles a tirar antes para podermos ter aqui margem para uma evolução das notas dos exames no top 8 nacional e uma “inflação” das notas no top 5 nacional?!? Os alunos devem ter passado de 10 para 20 nas classificações internas… LOL!
Ou grande escola ou grande palhaçada para ficar bem na fotografia…
A noticia tem incorreções. Como disse antes, a eficácia educativa
é determinada por quatro parâmetros .
Uma das incorreções é a que está em causa. Não refere que existem 4 parâmetros para a eficácia educativa.
Pode encontrar a fórmula para o credito horário no Despacho de organização do ano letivo (DESPACHO NORMATIVO N.º 10-A/2015).
A lista das escolas beneficiadas com os respectivos parâmetros foi publicada pelo MEC.
A causa da sua duvida é que não se sabe de que valores estamos a falar. E poe ter a certeza que os valores são muito menores do que refere.
Hoje, no Bravio: “Outono até ao fim”.
http://diogodaveigabravio.blogspot.pt/2015/08/outono-ate-ao-fim.html
Fico o esclarecimento: “onde há diferença entre as classificações internas e os resultados dos exames implica notas inflacionadas e notas inflacionadas significa que a eficácia educativa é falsa!”. Esta é a verdade, ou não ? o que diz o Director da escola ?
No caso concreto não é verdade, pois a eficácia educativa em causa é apenas relativa aos resultados os exames.
O Diretor, se disser alguma coisa, vai referir a evolução dos resultados os exames, a causa da tal eficácia.
Dar projeçao a este texto de caca (mais um!) do reitor é lamentável.