Como Sempre, a Culpa é das Escolas

E o MEC nada tem a ver com a não aprovação das turmas feita durante o fim de semana passado.

 

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6 comentários

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    • Temar on 16 de Agosto de 2015 at 18:35
    • Responder

    DAS ESCOLAS?!?!

    Existe, para quem nao sabe, uma aplicação online, a SINAGET onde as escolas carregam o descritivo de cada turma, indicando quantos alunos NEE, os nomes, se são redutores de turma ou não e onde cada turma é ou não validada pela DGESTE.

    por exemplo: proposta de uma turma:

    Campos preenchidos pela dgeste, com indicação do parecer deles e motivos:

    Não Validado

    08/08/2015

    Turma em desconformidade com o Despacho nº 7-B/2015, de 07 de maio. Aos
    alunos xxxxxxx xxxxx e xxxxx xxxx deve ser aplicado o disposto na Portaria 201-C/2015 de 10-07, não sendo inibidores do efetivo de turma. É possível constituir
    menos 1 turma.

    Campos preenchidos pela escola na sua proposta de formaçao de turma:

    Ensino: Regular Nivel Ensino: Básico

    Tipo Curso: Ensino Básico Geral

    Ano: xx Turma: xx Nº Alunos: 20

    LE1: LE I Inglês

    LE2: LE II Francês ( 0)

    LE2Outra: Não Aplicável ( 0)

    OP-FG:

    OP1-FE: ( 0)

    OP2-FE: ( 0)

    OP-FT:

    Possui NEE: Sim

    Aluno xxxx-NEE Redutor-CEI-PIT-Defice cognitivo-Med educ:a)d)e) e aluno xxxx-NEE Redutor-CEi-PIT-defice cognitivo -med educ a)d)e)

    Alunos com NEE – 2

    Conclusão: como existiam 2 ou 3 turmas assim propostas tiveram de ser desfeitas e foram a mais de 26 alunos…podem ir até 30!

    Mas antes as escolas falaram com a DGESTE e as ordens foram ALTERAR! Não houve tempo para conversas! Nem análise da legislação! Nem coisa nenhuma! E as escolas para poderem pedir os horários dos professores têm de ter as turmas aprovadas para poderem distribuir o serviço corretamente! Na 2ªfeira passada foi um desvario nas escolas a mudar tudo o que já estava feito!

    1. Sim, no ponto de vista do MEC a culpa é sempre das escolas. Desta vez “fruto de uma avaliação casuística”.

      • xxx on 16 de Agosto de 2015 at 21:47
      • Responder

      Pois, confirmo… um nojo…

    • silva on 16 de Agosto de 2015 at 21:24
    • Responder

    Eu não sei de quem é a culpa, mas acho estranho verificar que, nalgumas escolas, o nº de alunos por turma ultrapassa os 28 e noutras ser muito inferior (22, 23, 24 alunos no máximo) independentemente de terem alunos com NEE ou não.
    Eu já lecionei numa turma com 32 alunos, entre os quais, 5 tinham NEE e um deles surdo. A escola justificou-se sempre com as imposições do MEC. No entanto, no ano transato estive numa escola em que o nº de alunos por turma rondava os 22.
    Não percebo como é que umas escolas conseguem fazer turmas relativamente pequenas e outras não.
    Também tenho reparado que o nº de alunos das turmas dos cursos vocacionais e/ou profissionais é geralmente muito elevado. Deduzo que esta situação esteja ligada ao financiamento europeu por aluno.
    Há muitas coisas que gostaríamos ver esclarecidas…
    De qualquer modo, o elevado nº de alunos por turma (com NEE ou não) mata a educação das nossas crianças.

    • Agnelo Figueiredo on 17 de Agosto de 2015 at 2:18
    • Responder

    O problema que a(o) Temar refere, é no Norte, Centro, ou quê? Também tenho esse problema.

      • Daniel on 17 de Agosto de 2015 at 13:23
      • Responder

      Lisboa, julgo.

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