São 133 candidaturas para Técnicos Especializados que se encontram hoje em concurso.
Como apenas se consegue ver o tipo de necessidade que a escola pede entrando em cada um dos horários, aconselho a que cada um verifique nas escolas da sua proximidade se porventura existe alguma oferta para o vosso “grupo de recrutamento”.
Por exemplo, entrei ao acaso numa oferta e o que pedia era “Licenciatura em educação física ou dança com experiência de lecionação na disciplina de dança do ensino regular” para a diciplina/projeto “Desporto Escolar e Dança“.
Estejam atentos.





12 comentários
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Arlindo, uma pergunta “estúpida”: em Agosto sairá presumo uma lista ordenada da MI? antes da sentença final em fins de Agosto?. Ninguém me consegue responder a isto. Muito agradecido.
Não está previsto e nos últimos anos não tem saído.
Começou a saga dos horários para técnicos especializados que deveriam ir a concurso nacional. O Agrupamento de escolas do Sardoal está a pedir um técnico especializado para o Curso de Técnico de Comunicação Marketing, Relações Publicas e Publicidade. Ora sabendo que há QZP´S e contratados profissionalizados no grupo 430, que têm estado a dar este curso, aliás como na esmagadora maioria das escolas, não se entende como estão a pedir um licenciado em Marketing e Relações Públicas e Publicidade. As direcções das escolas se não têm a certeza a quem atribuir as horas informem-se, antes isso do que levar as pessoas a pensar que aquele horário está guardado para alguém que tem o perfil da licenciatura pedida.
Correcção: Além dos QZP´S e contratados, há também os horários zero e outros professores do quadro que para lá queiram pedir destacamento.
O grupo 430 tem elementos com uma grande diversidade de formação inicial: economia, contabilidade, gestão, sociologia, direito, e se calhar mais algumas que eu não conheça..Nem todos podem lecionar todas as disciplinas, por isso não vejo nenhum diretor a arriscar um concurso em que lhe poderia sair um elemento que não tivesse a formação necessária para a disciplina pedida
O que o diretor deveria fazer era o seguinte. Se na sua escola algum elemento do 430 tivesse formação para a disciplina deveria atrbuir-lhe a sua lecionação, e depois pedir um docente do 430 em concurso para as disciplinas “normais” do grupo. Essa é forma correta, nas condições atuais de colocação de professores, de rentabilizar os recursos.
Colega, dou aulas há 22 anos, vou para o 23, já dei de tudo o que referiu e que não referiu, esse raciocínio não é válido, caso contrário teria de ser para todas as escolas. Vi na página do agrupamento que as disciplinas são comuns nos cursos profissionais da área em questão, já passei por umas 17 escolas, nunca vi ninguém recusar o quer que fosse relativamente a disciplinas. Aquele horário só não vai a concurso porque a escola é pequena e não tem nenhum efectivo no grupo, caso contrário iria de certeza. E para terminar posso garantir que em anos anteriores cursos similares a este não tiveram o mesmo tratamento na dita escola relativamente às disciplinas técnicas, esteve lá um contratado 4 anos a renovar. Conheço bem a escola, pois sou de lá perto.
Estou inteiramente de acordo com a sua opinião MTF “os horários para técnicos especializados deveriam ir a CONCURSO NACIONAL”.
Porque é que o MEC não o faz?
Ano após ano tenho apresentado exposições e reclamações pelo facto de existirem professores do QUADRO com habilitações académicas e profissionais perfeitamente enquadradas com os horários a concurso em contratação de escola e, no entanto, existem agrupamento que não tendo esses docentes nos seus quadros contratam técnicos especializados nessas áreas que nem pertencem ao MEC deixando professores do QUADRO com HORÁRIO ZERO sem possibilidade de concorrerem a estes horários e depois têm a ousadia de colocar esses professores na REQUALIFICAÇÃO.
Tenham vergonha, os responsáveis políticos por estas decisões e procedimentos, ou então são incompetentes.
Estes responsáveis acabaram intencionalmente com os cursos técnicos, profissionais, currículos alternativos, curso de educação e formação em diversas áreas (mecânica, civil, restauração, apoio à família, entre outros) por razões unicamente economicistas, para não despenderem verbas na aquisição de materiais e equipamentos e abandonaram toda a maquinaria existente nas escolas públicas quando sempre existiram empresas interessadas em empregarem estes alunos especializados nas diversas áreas.
A única área que não foi tão afetada com estes cortes foi a área da eletrotécnia.
Sucessivos governos miseráveis acabaram com esta oportunidade dos nossos jovens se formarem nas áreas do seu interesse para desenvolverem empresas e, obviamente, o país.
O ministério não o faz porque não sabe o que anda a fazer e é curto de vista, porque no dia que analisarem bem este assunto muitos horários zero deixarão de o ser. Conheço casos vergonhosos, como já referi já andei por todo o país fui contratado vários anos, portanto estive sempre atento a estes casos. No ano passado uma escola profissional pública numa oferta para técnicos especializados seleccionou um individuo com habilitação própria licenciado em Comunicação para leccionar Área de Integração. Os professores profissionalizados de Filosofia, Geografia, História e Economia que estiveram na entrevista foram excluídos. Também nessa dita escola um horário de Contabilidade foi atribuído a uma pessoa com habilitação própria. Agora não me venham dizer que isto é racionalizar recursos.
Totalmente de acordo. Como já o referi noutros comentários independentemente de existirem colegas do Quadro com graduação superior à minha no concurso eu vou fazer a denúncia pública e apresentar recurso hierárquico. Este foi o meu erro no ano anterior pois tinha vários colegas com graduação superior à minha e pensava eu que esses colegas não deixariam passar estas e outras situações mas concluí que existem muitos deles amorfos.
Queria acreditar que este ano poderia dormir descansado…pois saíram várias notas informativas da DGAE mas não…tenho de tornar público a denúncia de escolas com autonomia que tiveram a hipótese de mandar os horários para BCE e que infelizmente voltam a contratar professores do grupo 530 e 540 como falsos técnicos especializados na área da mecanotecnia e eletrotecnia.
As escolas que vi até agora são: “Escola Secundária Professor Doutor Flávio F. Pinto Resende, Cinfães com o código 402564 com o horário n.ºs 43, 45, 46, 47, 48, 49.
Escola Secundária Gago Coutinho, Alverca do Ribatejo, Vila Franca de Xira com o código 400221 com os horários n.ºs 30, 40 e 44.
Estas são duas escolas com autonomia. Eu deixo uma questão, será isto
autonomia????
E a Dgeste ainda vem dizer que conhece a segunda escola e que são
cursos específicos???? Alguma coisa aqui não está a funcionar…pois segundo esta teoria todos os cursos são específicos….isto é revoltante pois a legislação no artigo 38 º no ponto 3 da contratação de escola diz “ Consideram -se ainda necessidades temporárias as necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto -Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro”
Por último, tenho pena que em ano de eleições isto ainda venha a acontecer…é vergonhoso!!!!
Estes casos tornados públicos ficam mal para todas as entidades envolvidas bem
como para o MEC.
Nem mais, estou totalmente de acordo.
Mais escolas que colocaram os horários em contratação de escola como FALSOS TÉNICOS ESPECIALIZADOS na área da mecanotecnia (grupo 530).
As escolas são: “Agrupamento de Escolas da Maia com o código 152020 e com o horário n.ºs 42, 43, 44”
“Escola Secundária Campos de Melo, Covilhã com o código 401092 e com o horário
nº 23”
“Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, Cascais com o código 170768 e com o horário nº
51”
Que faz a entidade que valida os horários em contratação de escola? Coloca uma cruz?????.