… daqueles que me continuam a acusar de estar contra os docentes em Mobilidade por Doença.
Em primeiro lugar nunca ninguém me poderá acusar disso, pois terei sido dos poucos que na defesa desses professores conseguiu dar a voz em alguns locais.
O grupo de DCE não colocados em 2011 pode confirmar isso mesmo. Se pesquisarem artigos de 2011 podem ver o que sempre achei sobre a Mobilidade por Doença. Nenhum docente devia estar impedido de estar próximo dos tratamentos que necessita.
Mas o que se coloca em causa não é a Mobilidade destes docentes para escolas que sejam próximas do seu tratamento, é mais do que isso.
É o uso de uma Mobilidade que vai colocar em causa os lugares de outros docentes.
Em todos os artigos que me referi à Mobilidade por Doença deste ano coloquei um único problema que foi a antecipação dos deferimentos dessa mobilidade. Nunca disse que estes docentes não deviam ter esta mobilidade, poderei ter dito que a mesma devia ser antecipadamente comprovada, mas isso acho que todos concordam.
Agora acusarem-me de estar contra esta mobilidade é algo que me irrita, porque sempre considerei que essa mobilidade devia ser autorizada, independentemente de haver lugar na escola ou não.
E é por ai que continuo a debater-me. A Mobilidade por Doença não devia ocupar lugares das necessidades transitórias e os horários a pedir pela escola não devia ter em conta essas colocações.
Raios! Chego a perder a paciência para aqueles que beneficiam da Mobilidade por Doença e no seu perfil de Facebook mostram em fotografia um passeio pelos quatro cantos do mundo. E ainda por cima são alguns desses os que me acusam de andar a promover a instabilidade sobre este assunto.
Por favor, se usam a mobilidade por doença não abusem nos vossos perfis de Facebook de fotos nos vários resorts espalhados pelo mundo. Mostrem-se doentes também ai.
Porque ser doente apenas 11 meses pode e deve dar suspeição sobre essa mobilidade.
Já para não falar dos que mudam a residência fiscal dos ascendentes na véspera dos concursos.
Podem cair-me em cima à vontade, mas sobre justiças não me vão dar nenhuma lição.




107 comentários
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Esta frase já foi usada aquando da lista de “suspeitos” da norma travão: Quem não deve, não teme! Respeitar as pessoas e colegas com doenças, mas não compactuar com colegas que possam não estar a dizer a verdade. Gostei do artigo Arlindo, subscrevo.
Boa tarde
Concordo plenamente com o Arlindo.
Eu também concordo.
Caga Arlindo.
Que linguagem, numa página pública… será professor?
É lamentável…
Gosto do artigo. Considero ser prementes a análise exaustiva destas situações. Há que combater a imoralidade de alguns para que aqueles que realmente precisam de cuidados não sejam ultrajados.
Concordo. Deixem de acusar todos e passem a acusar os casos que cada um conhece. Há mecanismos legais para avaliar as situações duvidosas. É muito feio criar uma suspeição geral, em praça pública, que cria um clima nas escolas entre colegas péssimo, em que as pessoas se veem de certo modo obrigadas a expor as suas situações clínicas perante estes (que deveriam ser privadas, pois torna ainda mais complexo em certos casos a convivência com a doença e o próprio tratamento do próprio, mas para que para que o clima de suspeição deixe de existir acaba por se sujeitar aos desígnios dos outros e especificar o que se tem). Põe-se assim em causa o direito de quem está doente. Na última reunião de julho, assisti precisamente a uma situação destas, que confesso que me incomodou. Ninguém está livre de vir a precisar deste mecanismo de destacamento, pelo que a sua existência é de fundamental necessidade numa sociedade com valores.
O problema é quando existe a falta de valores e passam aos abusos…mais de 360 sendo que 90% é do grupo 110, num distrito!!!!!!!
Deveria haver investigação. Daria credibilidade ao processo e diminuiria os abusos. Penalização para todos os envolvidos: médicos, professores, juntas de freguesia. Lamentavelmente, serão estes os mais “moralistas” e críticos de eventuais falhas de outros…
É normal que quem esteja de rabo preso comece a “disparar” em todas as direções, mas isso passa-lhes. Força Arlindo.
Concordo. Força Arlindo.
Hoje, no Bravio: “Pela submissão dos profissionais da Educação”.
http://diogodaveigabravio.blogspot.pt/2015/08/pela-submissao-dos-profissionais-de.html
Claro que o Arlindo está a incomodar a “mama” de alguns! Por isso choram…
Concordo com o Arlindo! Conheço casos muito duvidosos.
Solicite que esses casos que diz conhecer sejam avaliados por junta médica.
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-08-03-Ministerio-investiga-estranha-epidemia-em-Braganca-360-professores-meteram-atestado
Apoiado!
Falta de educação, ética e deontologia é o que falta a muitos docentes. É a educação de que “o meu umbigo é melhor que o teu” que prima em alguns comentários aqui postados. Mais, só se manifesta contra, quem sente as suas “doenças” ameaçadas. Todos os que pediram mobilidade por doença, deveriam ser obrigados a apresentar provas: se por doença do próprio ou filhos, pareceres de duas juntas médicas (sem conhecidos) sendo uma delas da ADSE ou de uma equipa multidisciplinar hospitalar; se por assistência a ascendentes prova dos últimos três IRS(s) de economia conjunta e respetivos domicílios fiscais também conjuntos e prova de uma equipa médica em como era portador de doença incapacitante em termos de autonomia.
Há quem tenha os pais em lares e tenha DCE por se afirmar e dar “provas” de que é o “cuidador”.
Sou eu q cuido dd 2011 do meu pai, depois do AVC. Mas como não vive na minha casa porque é um T1 e foi a casa dele que foi adaptada qd regressou a casa depois de 5 meses de reabilitação intensiva….não posso pedir DCE pq a morada fiscal não é a mesma. Este ano consegui ajuda do Centro de Dia….mas juntava a tudo isto 90km (180 ida – volta),
Enfim….uns aproveitam-se…..outros mereciam e precisavam mesmo de MAIS da parte do SISTEMA….
Plenamente de acordo!!!!!!
Mas, ó Arlindo, quem sabe se, para algumas das doenças, não foi recomendado (pelos médicos, claro!!!!!!!!!) uma viagenzita de sonho ao Dubai, ao México, a Veneza, à República Dominicana, a Agadir… Podem ter efeitos terapêuticos, quem sabe?!!!! Quem sabe?!!!!
Abraço!!!!!! E boas férias para todos!!!
A “guerra” entre professores, visível a qualquer um. Que bem que fica. De facto, dignifica esta “classe” que nunca o será.
Li a legislação acerca da MPD e pareceu-me clara. Se existem casos que abusam desta medida, culpados são os colegas, independentemente do cargo desempenhado. Há que denunciar. É injusto penalizar aqueles que sofrem e com tanto alarido acabar ainda por perder este direito. Da mesma forma, perante pais e sociedade em geral, que pouco respeitam os docentes, esta divisão estimula uma imagem pouco satisfatória.
Ora nem mais! Ainda vão arranjar forma de quem, verdadeiramente, precisa (como acredito que seja o caso da maioria – pelo menos quem eu conheço é), perca a única forma que tem de trabalhar, quer seja por ter uma doença incapacitante que carece de tratamento médico, quer seja por ter descendente ou ascendente (pai ou mãe, que com ele coabite) com doença incapacitante. Ninguém tem o direito de colocar em causa o nome de todos por desconfiar de alguns. Se desconfia de alguns tem o dever de denunciar esses alguns, para quem de direito averigúe, se, efetivamente, há o que averiguar e, se provado, se aplique as sanções previstas na Lei.
Escusado será dizer que estou inteiramente de acordo.
Isso foi feito, a denúncia! Mas tudo continua por averiguar.Neste momento, por alto, no distrito de Bragança temos o bonito número de 360 sendo quase a maioria num grupo…
Tens toda a razão!! É deprimente aquilo que se passa com a mobilidade por doença! Eu tenho uma doença da coluna bastante incapacitante e não me é possível pedir mobilidade porque o despacho não comtempla a minha doença e depois vejo colegas de muito boa saúde a ficarem perto de casa.
Por isso é que está previsto mudar a lei para integrar também outras doenças incapacitantes (mais recentes), como descreve ser a sua.
Eu estou com o mesmo problema, a minha doença, o despacho não contempla e a condução vai agravando o problema.
The truth is out there! Força, Arlindo!
Arlindo,
Parabéns pelo seu trabalho. Admiro a sua honestidade e confio nos seus saberes. Os professores só têm de agradecer o que tem feito por eles (nós). Infelizmente há pessoas que se esquecem de quem no faz bem. Denunciar quem se aproveita é proteger quem precisa: um grande ato de cidadania.
O problema é que quando se denuncia tudo a torto e a direito a tutela acaba com algo que foi feito para quem verdadeiramente precisa, em vez de averiguar os casos que, efetivamente, são duvidosos. Aí é que reside o problema maior. Aqui há uns anos também se podia fazer denúncias das listas dos concursos, quando eram detetadas irregularidades de outros candidatos, nas listas. Entretanto, houve quem disparasse a torto e a direito para todo o lado e agora não se pode fazer denúncia de nenhuma irregularidade de nenhum outro candidato, via aplicação, mesmo que tenha todas as provas. É esse o risco que se corre, quando se denuncia todos, sem provas. Acabar com o direito de quem precisa da MPD.
Sem dúvida.
Completamente de acordo.
Mas há casos em que professores estão em MPD por descendentes quando o marido ou esposa é funcionário(a) público(a) e trabalha na área de residência. Professores que pedem por ascendentes quando não são filhos únicos (Então nenhum outro irmão pode apoiar os pais?). Mas arlindo, ninguém tira lugar a ninguém pois os únicos que têm lugar são os colegas de QE/QA. O lugar dos QZPs é qualquer escola da respetiva zona. Também há professores que estão em mobilidade pelo próprio e depois o marido/esposa, também professor, mete mobilidade para apoiar o conjuge. Resultado, ficam os dois na área de residência. Quando o arlindo coloca este tema à discussão era de prever que iria dividir os professores pois toda a gente conhece alguém mas ninguém faz queixa onde deve.
Não há nada de estranho, apenas a prevalência disparou nos últimos anos. Etiologias desconhecidas…
«Por favor, se usam a mobilidade por doença não abusem nos vossos perfis de Facebook de fotos no Dubai, Mexico, Veneza, República Dominicana, Agadir e muito mais. Mostrem-se doentes também ai.
Porque ser doente apenas 11 meses pode e deve dar suspeição sobre essa mobilidade.»
ALELUIA!!! Já fui crucificada quando reparei numa situação estranha e a documentei com fotos de perfil da pessoa em questão! Gente mal formada há em todas as profissões.
Boa noite,
Muito bem, Arlindo. Escreveria o mesmo texto… (SIC)!
Crato promete investigar fraude
Número de professores com destacamento por doença levanta dúvidas.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) promete investigar fraudes nos destacamentos por doença dos professores. “Todas as situações que configurem desconformidades serão averiguadas nos termos da lei”, garantiu o MEC ao CM, sem precisar se já existem investigações em curso. O número excessivo de professores com mobilidade por doença está a indignar outros docentes, que já fizeram queixas no MEC. Só no distrito de Bragança serão 360 os docentes nestas condições, revela o jornal ‘Mensageiro de Bragança’. Já no ano passado houve denúncias para a Inspeção de Educação e para o Ministério Público, que referiam a existência de dezenas de atestados falsos passados por médicos.
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/crato_promete_investigar_fraude.html
Se vai haver investigação quer isto dizer que os queixosos irão ser identificados e como tal, posteriormente, poderão ser processados pelas “vitimas” se não se verificar a fraude, não é assim?
Essa conversa é usada para intimidar quem está atento, não é?… Meu caro, caso não saiba, todos têm o direito de saber por que é que o seu posto de trabalho deixou de existir e em que circunstâncias…
O Arlindo só expôs o que todos dizem e comentam…
Concordo com o Arlindo, quem não deve não teme…
Posto de trabalho? De quem? O posto de trabalho dos QE ou QA não está em risco porque o DCE não lhes tira o “lugar”. Os QZPs não têm posto de trabalho fixo. Poderão ocupar as vagas temporárias enquanto as CE persistirem. Sabe o que quer dizer QZP? Quanto ao intimidar essa não pega. A vida é assim quer goste ou não. Se conhece algum caso é favor fazer queixa em tribunal.
Não tenha medo…
Quem não deve não teme…
Você teme…
Os QZPs estão sujeitos a ficar longe. Não sei porque reclamam.
Pela sua preocupação você está sujeito é a perder a Mobilidade. Ai o que eu me vou rir.
Está com medo?
Sabe, só existe MPD e demais legislação como o DL 29, porque num estado de direito há o princípio da solidariedade social, permitindo a existência da discriminação positiva. O abuso deste princípio pode levar ao seu fim…
Ou seja, pela sua maneira de pensar não há mal nenhum com as mobilidades eventualmente fraudulentas pois os qzp são uma especie de raça inferior. Melhor, um qzp ou qa/qe desonesto prevalece sobre um qzp isento de artimanhas. Palminhas para si.
Os abusadores vão para a rua???
Quem? O professor, o médico ou o responsável da junta de freguesia? Isto se se provar a fraude claro.
Quem devia ir para o OLHO DA RUA é a bandalha ou bandalho a quem chamam professora ou professor.
Será que esta pergunta foi colocada por um Monte de Merda a quem chamam de professor(a)?????
http://www.noticiasaominuto.com/pais/431159/mais-de-360-docentes-invocam-saude-em-braganca-ministerio-esta-atento
Não! Não foi só em Bragança que as Xicas-espertas tentaram a sua sorte (ou azar).
No ano passado já houve uma investigação e não se verificou nenhuma fraude. Porque este ano será diferente?
Essa da investigação é uma anedota. Num universo de quase 200 chamaram dois docentes que ainda por cima pertenciam ao QZP2(efetivamente doentes à bastantes anos), não averiguaram nenhum das centenas que vieram de quadros(QA/QZP) distintos do QZP2.
Hm. Está muito dentro do assunto!
Já foi feita queixa em 2013 e até agora nunca nada de concreto foi feito.
Em 2013 circulou uma extensa carta, houve investigação por quem de direito e não aconteceu nada. Presume-se que não houve fraude. porque haveria de haver este ano? Acabem com a MPD e cada um que vá para a sua escola.
Quem lhe disse que houve investigação???Realmente não aconteceu nada mesmo, daí o aumento consecutivo do número de pessoas em MPD.
É só inveja. Os QZP não têm lugar certo. Não sei qual a razão do alarido.
Pois não têm lugar certo.Tinham um QZP certo.Mas a proporção de “doentes” nem isso permite entendeu?
Nada de lamurias. Verá que no pior dos casos fica em Resende. Pelo menos tem emprego. Se não está contente tente no particular. Aí não permitem queixinhas. QZPs não têm lugar certo. Estava mal habituado.
Trabalha no particular???Pelo menos sabe onde fica.Mal habituado estás tu.
Não se esqueceu de concorrer ao se QZP? Isto de ficar perto de casa tinha de acabar. Há colegas mais graduados que vª exª que já correram o país. Quem não está bem muda-se. QZPs não têm lugar garantido. Sabe o que quer dizer QZP?
Espero que o Arlindo venha a ser QA/QE colocado longe e peça mobilidade. Nesse dia a querra será contra a 1ª prioridade dos QZP.
Desculpem a minha ignorância mas o Arlindo É QZP? Se sim então…….
QA
Será?
Todos os QA podem ser QZP se quiserem e concorrerem na 1º prioridade… e só são colocados num QA longe por sua opção… Por isso eu continuo QZP, pois não quero ficar colocada longe de casa! As regras do concurso são claras, só temos que concorrer de acordo com os nossos interesses…
Está correto mas este ano será difícil não ficar longe de casa ou não (Também depende do grupo e da zona)?. Também há riscos. E se as regras da MPD não mudarem será cada vez mais difícil pois o MEC não quererá ter professores sem componente letiva logo irá colocá-los cada vez mais cedo para lhes ser atribuída componente letiva.
“Todos os QA podem ser QZP se quiserem”???? Ridículo comentário… Co QA colocado longe de casa e tendo concorrido pra ser QZP pra QUALQUER QZP do país, tenho provas que isso é totalmente falso!
Meu caro CCouto, desde que sou QE/QA, e desde que foi possível para os QE/QA concorrerem a QZP (porque não foi sempre), concorri SEMPRE primeiro a QZP. Nunca fiquei. Entretanto as escolas da minha cidade estão cheias de QZP bem atrás de mim no concurso. Este ano, como pedi MPD, essa questão não se põe. Não fui colocada num QE/QA longe de casa por minha opção, mas porque na altura em que fui QZP estava em vigor uma regra que obrigava a concorrer a uma zona geográfica completa sob pena de perder o vínculo. Na altura eram quatro as zonas geográficas, sendo a primeira todo o Norte acima do rio Douro. Não concorri porque quis, até porque era a primeira no QZP do Porto, mas porque fui OBRIGADA, e muitos QA que estão agora efectivos longe de casa é por causa desta regra, O ano em que eu entrei em QE, em Trás-os-Montes, foi o último em que essa regra esteve em vigor (veja só a minha sorte…). Portanto não é tão simples como dá a entender no seu comentário.
Concordo totalmente com o Arlindo. Força Arlindo .Todos os casos duvidosos devem ser sujeitos a junta médica e investigados….
Em Bragança o caso é gravíssimo.É médicos a passarem atestados médicos com uma enorme facilidade a troco de muitas coisas. A corrupção aqui é total a todos os níveis.Que haja uma investigação séria e justa e verão onde mora e perdura a mentira.Depois das cartas de condução tiradas a troco de dinheiro, chega agora este crime de professores a pedirem mobilidade por doença a troco de muito.É típico de Bragança fácil e caro.
https://oduilio.wordpress.com/2015/08/03/o-que-o-professor-marcelo-nao-diz/#respond
Chamam a este conjunto de XICAS E XICOS ESPERTOS que utilizaram atestados médicos falsos professores….eu chamo-lhes JAVARDOS.
Estas situações devem ser passadas a pente fino e dar origem a penas pesadas. Eu colocaria mesmo a hipótese de pena de DESPEDIMENTO. Estas e estes vigaristas são gente que não tem perfil para ser professor.
É importante que os orgãos de comunicação social coloquem as seguintes questões:
1. Será que no setor privado existe esta figura de destacamento por estarem doentinhos????
2. Será que no setor privado um funcionário que é vigarista continua ao serviço dessa mesma empresa?
3. Será que os impostos dos portugueses devem servir para sustentar malandros????
4. Será que a impunidade para com estas xicas e xicos espertos vai continuar????
A denuncia ao Ministério Público e à IGEC de falsos “doentinhos” deve ser um imperativo de todos os verdadeiros DOCENTES por motivos óbvios.
Fraude? Não sei como. Se o docente tem um relatório é porque a doença consta no respetivo processo (Centro de Saúde ou Hospital). Se está a cuidar de ascendente é porque possui um documento da respetiva junta de freguesia a atestar que é o único que pode cuidar dos pais (Filho único). Se está a cuidar de descendente e se for casado (a) é porque o respetivo conjuge não trabalha na área de residência. Se assim é como pode haver fraude?
Funcionários da junta que ganham uma miséria a passar declarações?! Ui, já se sabe onde está a fraude… claro que quem a pede também está incluído.
O Arlindo é QZP ou QE/QA? E qual o grupo?
Eu nunca achei que o Arlindo fosse contra a mobilidade por doença, mas daí até dizer que uma pessoa doente se tem de mostrar doente no facebook e não pode ir de férias nem publicar fotografias das mesmas vai um passo muito grande. A mim desde sempre foi isso que me chocou nos comentários de variadíssimos colegas em relação à MPD, de acharem que alguém não precisa porque “não parece” doente ou põe fotos no facebook de algo que supostamente não devia poder fazer. Fotografias no facebook não provam coisíssima nenhuma. A minha doença felizmente ainda não me impede de ir de férias (mas já agora, não vou), mas impede-me de conduzir 120km por dia, todos os dias, sim. Se é visível? Para quem me vê uma de vez em quando, não, não é visível. Para quem me vir todos os dias e estiver atento, principalmente em dias de aulas, aí torna-se visível, porque há coisas que uma pessoa por mais que sorria ou se tente mostrar “normal” não consegue esconder a 100%… As doenças não são sempre visíveis, o sofrimento não é sempre visível, mas não significa que não esteja lá. Quanto ao resto, este assunto já me enche! E como estou de férias vou aproveitar as mesmas… Boas férias a todos, descansem e boas colocações (dentro do possível). Se têm indignações (mais do que justas) que sejam contra o MEC!
Felicidades para a Alexandra e tudo de bom. Também acho que este blog não deveria colocar professores contra professores. Deus queira que o Arlindo não necessite da MPD. Se acabarem com os QZPs e se ficar longe de casa e necessitar desta medida depois, se formos vivos, cá estaremos para comentar.
Eu já não me apetece comentar nada… Mas espero que as pessoas saudáveis que dizem que os doentes têm de “parecer” doentes (sei lá, se calhar é ofensivo ter bom ar) nunca, mas nunca precisem de MPD… E por mim encerro de vez este assunto.
E o Arlindo não é. Mas se realmente está doente do que tem medo? Vá de férias descansada.
E fotografias no Facebook podem provar mesmo muita coisa. Até em termos legais. Mas não se preocupe quem não deve não teme. Beijinhos
Ó desalinhada, mas eu alguma vez disse que tinha medo do que quer que fosse? Eu não vou de férias por razões pessoais que não têm nada a ver com isso (e também não tenho de dar satisfações a ninguém, já agora). Só acho uma sacanice, desculpe a expressão, por parte de pessoas saudáveis, dizer que uma pessoa doente tem de “parecer” doente. As fotografias no facebook podem provar questões circunstanciais, mas não se a pessoa está doente ou não… E de resto já estou farta deste tema!
Apoiado! Ponham as juntas médicas em ação!
Acho muito estranho esta gente toda tão indignada e a vitimizarem-se tanto! Quando os verdadeiros lesados são os outros! Que haja justiça e fiscalização acho que o que toda a gente pretende é que a justiça seja feita! Que quem precisa usufrua certíssimo ninguém questiona! Mas os outros “chicos espertos” que usam este recurso para passarem à frente dos outros devem ser punidos porque afinal todos temos vida e todos precisamos de estar perto de casa. Força Arlindo! Claro que os “chicos espertos” estão a sentir-se incomodados, a dispararem para todos os lados e a provocarem toda a gente! Afinal não vá alguém descobri-los e tirar-lhe o tapete…
Quem são os outros? Quem passa à frente de quem e como?
Tu….
É tudo legal. São uns invejosos, OS QZPs têm de correr e mais nada.
Concordo plenamente com o Arlindo e atesto a sua imparcialidade dado ser uma das autoras da petição pela transparência e, apesar do meu pedido, ele não ter publicado a carta do grupo no seu blog! As situações descritas pelo Arlindo foram algumas das que nos fizeram agir mas esta é a nossa luta, não a dele.
Obrigada Arlindo porque compreendo a sua função primeira junto de todos nós e espero que tenha umas boas férias!
Concordo plenamente!!! E digo mais: aqui em Bragança, onde todos nos conhecemos, a vergonha é ainda maior!
“A Mobilidade por Doença não devia ocupar lugares das necessidades transitórias e os horários a pedir pela escola não devia ter em conta essas colocações.”
Não pode ser, Arlindo. Já viu a brutalidade de despesa que isso implica?
Há muitos colegas que têm DCE, não por doença do próprio mas de familiares. Acha que deviam ficar um ano inteiro a pesar no OE?
Defendo colocações por DCE plurianuais com submissão obrigatória a junta médica.
Dá uma no cravo e outra na ferradura. Para evitar despesa é que vai ser distribuído serviço (se houver) aos professores em DCE. Acabem com esta medida para todas as situações.
Bom dia. O colega Agnelo não se contradisse em nada. Apenas citou uma frase do artigo do blog, com a qual não concorda e apresentou os motivos pelos quais não concorda. Nada mais do que isso. Pode é concordar-se ou não com a opinião do colega Agnelo, agora que ele não deu no cravo nem na ferradura. não deu. Quanto a acabar com esta medida para todas as situações, que tal criar uma câmara de gás (é que é mais radical) e assim quem tem os problemas de saúde graves (como é o meu caso) morre logo! É que já houve um maluco assim, no século passado! Estes mecanismos foram criados para quem precisa, logo se há forma de ver quem está a usá-los, indevidamente, que se utilizem e que se aplique a penalização prevista.
Tem razão. Peço desculpa ao Agnelo. Não tive em conta a citação. Estou a ficar “vesgo(a). Feito o pedido de desculpas estou inteiramente de acordo com o Agnelo. Quanto ao acabar com a medida, não estou a ver como acabar com esta “guerra” se não for assim. No particular esta medida não existe. Em último caso o professor terá de se mudar com armas e bagagem e ir viver para perto do seu local de trabalho.
Pois o problema é que se esquece é que não há em Portugal determinadas especialidades médicas em todos os hospitais (mesmo em alguns dos hospitais ditos centrais), havendo a necessidade de destacamento precisamente para localidades onde existem essas unidades hospitalares. Por exemplo, vou-lhe falar da minha situação concreta onde apenas há dois hospitais nacionais que oferecem apoio hospitalar e, que como tal, devido a esse facto já não resido na minha área de residência e onde sou efetivo (onde os acessos não são dos melhores e os cuidados médicos idem) e o destacamento também não é pedido para a minha área de residência (fiscal…), mas sim, para a escola mais próxima de um desses dois centros hospitalares que oferece os cuidados médicos necessários.
Acrescento, face a isso durante a semana resido apenas com um dos filhos, pois o resto da família reside na residência fiscal. Apenas nos reunimos aos fins de semana. Como vê esta MPD é-me muito favorável, pois sou QE na terra onde precisamente tenha a minha habitação e onde a minha família habita, mas vivo todo o ano a mais de 200km de casa, pois o hospital mais próximo que tem a minha especialidade, aí se localiza.
Querem ver que no distrito de Bragança existem muitos especialistas.
http://observador.pt/2015/08/03/braganca-volta-ter-recorde-professores-atestado/
O que se passa por Bragança apenas aos colegas que são prejudicados diz respeito. Devem denunciar os casos que conhecem e não colocarem em causa um mecanismo legal que é utilizado por muitos a nível de todo o país, de forma legal, noutros distritos e até no próprio distrito de Bragança (dependendo das doenças em causa).
Boa noite manuel. Não ligue ao Corvo Mon. Este(a) “colega talvez seja o da dita carta do ano anterior e como ningué lhe ligou este ano voltou à carga. Estava mal habituado e esquece-se que se existe QA/QE e QZP por alguma razão é. Se não está bem que se demita.
Que carta? Assinei a petição em 2013, quando o” regabofe ” começou a acentuar-se.
Espero que com isto se resolva o problema e quem precisa mantenha a MPD e, quem a pediu de forma irregular seja punido segundo a lei: “Os professores de Bragança que solicitaram
destacamento por condições específicas, aquando do concurso para
colocação de docentes, começam a ser sujeitos a junta médica, no Porto,
no próximo dia 18. O mesmo está a suceder em mais nove áreas pedagógicas
do país. O Ministério da Educação não divulgou o número de professores
envolvidos, mas calcula-se que sejam centenas os docentes que, com o
recurso a um atestado médico, procuraram uma colocação à porta de casa,
ultrapassando, no concurso, outros docentes melhor graduados.
Os professores que, na próxima terça-feira, são sujeitos a junta
médica, pertencem a três agrupamentos de escolas da área educativa de
Bragança, designadamente do agrupamento de escolas de Vinhais. Este
grupo corresponde ao primeiro relatório da Inspecção-Geral de Educação
(IGE), pelo que na zona de Bragança serão muitos mais os docentes que
serão sujeitos à junta médica.
Muitos destes professores foram destacados invocando serem portadores
de doença ou deficiência (76,3%). Destes, 56,9% tiveram destacamento
invocando doença do foro psiquiátrico, em regra síndrome depressivo.
Três referiram serem portadores de doenças incapacitantes, as quais não
estão bem identificadas no relatório médico.
Este primeiro relatório da IGE concluiu que a formalização da maioria
das candidaturas analisadas apresenta desconformidades que devem ser
averiguadas.
Recorde-se que a prioridade de colocação dada, no passado concurso,
pela primeira vez, aos professores com destacamento por condições
específicas, ultrapassando a afectação de professores do quadro de zona
pedagógica, gerou protestos em todo o país. Em Bragança, dos 819 lugares
existentes no Quadro de Zona Pedagógica, 441 (53,8%) solicitaram
destacamento por condições específicas.
Depois das denúncias feitas de recurso indevido aos destacamentos por
condições específicas, a Inspecção-Geral de Educação abriu processos de
averiguação. Estes decorrem, actualmente, em 10 áreas educativas Viana
do Castelo, Lezíria e Médio Tejo, Alto Alentejo, Bragança, Castelo
Branco, Coimbra, Guarda, Vila Real, Viseu e Oeste. O decreto-lei que
altera as regras do concurso de colocação de professores, promulgado na
passada sexta-feira pelo presidente da República, retira a prioridade
dos destacamentos por condições específicas. As situações de doença
passarão a ter uma fiscalização redobrada.
Fonte : JN”
E com isto, provavelmente, conseguiram que quem necessita, no próximo ano possa não vir a trabalhar, por não ter as condições de tratamento adequadas no seu local de residência e de colocação: “O decreto-lei que
altera as regras do concurso de colocação de professores, promulgado na
passada sexta-feira pelo presidente da República, retira a prioridade
dos destacamentos por condições específicas.” Parabéns aos colegas que usaram um direito indevidamente e, aos que denunciaram todos, ao invés de denunciarem os casos que comprovadamente conheciam.
Essa notícia é de 2005.
Fonte: http://apeecastanheira.pt/professores/docentes-vao-a-junta-medica/ (4/8/2015)!
Como pode constatar é de 2005:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=489549
Pode muito bem ter acontecido a inexistência de falsas declarações, pelo menos em número significativo, e a DGAE ter deferido mobilidade para situações de doença não previstas na lei.
Não sei o porquê de tanto alarido acerca da MpD. Eu pedi, não concorri, à MpD e sempre me disseram que seria colocado no agrupamento onde pretendo trabalhar, quer tenha ou não horário, e que não iria ocupar vaga de ninguém. Isto, mais uma vez, parece-me um falso problema… já agora, para “aqueles” que dizem que o melhor seria acabar com este tipo de mobilidade, só espero que nunca precisem de a ter… era capaz de dar mais valor à saúde que tem… ou se calhar preferia ter uma doença crónica, ou algo do género… triste!!!
Será um falso problema para si não para outros.
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-08-03-Ministerio-investiga-estranha-epidemia-em-Braganca-360-professores-meteram-atestado
http://observador.pt/2015/08/03/braganca-volta-ter-recorde-professores-atestado/
Acha normal estes números, provisórios? Sendo a maioria num grupo?
Não seja invejoso.
E não ocupou a vaga dos professores QA/QE. Quem reclama são os professores dos QZPs mas esses não têm razão porque nunca tiveram “vaga”. A “vaga” deles é qualquer escola do respetivo QZP. Se querem lugar dos quadros que concorram a nível nacional e respetivas regiões autónomas. Conheço colegas de Bragança que nunca quiseram concorrer aos QE/QA a nível nacional, pelo menos, porque têm ficado sempre perto de casa mesmo sendo menos graduados. Este ano tiveram azar. Paciência.