Abaixo-assinado – MPM- Professores em Monodocência

MPM- Professores em Monodocência

Destinatário: MPM

O MPM- Movimento de Professores em Monodocência, é um grupo de docentes de Facebook (https://www.facebook.com/groups/287428729070776), que se constituiu em junho último com o objetivo de dinamizar e difundir um Movimento que salvaguarde os monodocentes, e dê sentido às preocupações reais deste grupo de docência.
Neste momento conta com mais de 5.500 membros, alguns dos quais sindicalizados.
Enquanto monodocentes, sentimos que a partir do momento em que terminou o regime especial de aposentação que se aplicava aos docentes do 1º CEB e educadores de infância, tendo os restantes colegas do 2º, 3º e secundário, em pluridocência, mantido todas os direitos conferidos pelo Estatuto da Carreira Docente (ECD), a situação tornou-se confrangedora uma vez que os docentes, com o mesmo ECD, são tratados de forma desigual. De facto, o Dec. Lei 139/A de 1990 referia de forma clara e inequívoca que : “Em matéria de aposentação, além de nos 65 anos se fixar, a partir de 1992, o limite de idade para os educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico, prevê-se ainda a possibilidade de aposentação por inteiro por parte dos docentes em regime de monodocência, desde que com 30 anos de serviço e 55 anos de idade, por esta via se viabilizando não só uma justa compensação a docentes que nunca beneficiaram de redução da componente lectiva,(…)”.
Esta desigualdade também já foi reconhecida publicamente em duas ocasiões, pelo próprio Primeiro Ministro, e citamos “os educadores do primeiro ciclo, por estarem em monodocência, não beneficiam das reduções de horários nem da carga de trabalho de que os outros professores beneficiam ao longo da vida”. (entrevista ao jornal Expresso 24/8/2019) e “(…)relativamente àquelas situações onde há efetivamente discriminação, que tem a… ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário.” (debate na AR em junho 2017). Também a ex-secretária de Estado, Susana Amador, em janeiro do ano passado, prometeu que os professores em monodocência, a partir dos 60 anos poderiam deixar de dar aulas, promessa que igualmente faz parte do programa do atual governo.
Efetivamente, uma análise comparativa relativa às condições de trabalho dos docentes da educação pré escolar e 1º ciclo do ensino básico (mono docentes), face aos restantes docentes dos outros graus de ensino que partilham o mesmo Estatuto da Carreira Docente, evidencia que, um monodocente que inicie funções aos 25 anos de idade ao fim de 40 anos de serviço, trabalha mais 18 anos comparativamente aos colegas dos 2º, 3º ciclos do ensino básico e secundário!
A redução da carga horária letiva, em função da idade, nos 2º, 3º ciclos e secundário, assim como o número de horas efetivas, passadas na escola, também se mostra diferente, maior número de horas para educadores de infância e professores do 1º ciclo.
Essa desigualdade está, também, patente nas horas atribuídas à direção de turma. Os professores monodocentes, por inerência da função, são obrigatoriamente diretores da sua turma, uma vez que assumem as sete áreas curriculares. Contudo não lhes é lhes atribuída qualquer redução horária, ao invés dos colegas dos restantes ciclos, que dispõem de redução horária para o desempenho dessa função.
Em termos de medidas compensatórias consignadas no ECD, encontra-se apenas, quando solicitada, (ao contrário dos restantes colegas que cuja redução não necessita ser solicitada e é automaticamente atribuída) a redução da componente letiva, em 5 horas letivas semanais aos monodocentes, que completam 60 anos de idade (art.º 70, nº 2).
Esta medida, considera-se discriminatória e não compensa a desigualdade que se verifica ao longo da vida do profissional docente. Além de não repor qualquer igualdade no que se refere às condições de trabalho, apresenta também ambígua regulamentação, que permite o tratamento desigual, em situações arbitrárias como a substituição de docentes, consideradas por uns, atividades não letivas e, por outros não. De referir, ainda que, se o docente usufruir de um dia sem atividade letiva, poderá ser obrigado a repor essas (5) horas, ao longo dos restantes dias da semana.
Mencionam-se apenas exemplos, a lista seria longa, pois depende sempre da gestão de cada diretor de agrupamento.
Pese embora algumas ações desenvolvidas por alguns sindicatos nesta matéria, os resultados têm sido nulos.
Há um tempo para tudo e, estamos cansados de promessas!
Consideramos que é tempo de agir e repor a equidade consubstanciada no ECD, a todos os docentes.
Urge reenquadrar e regulamentar, tendo em vista a reposição da equidade a aplicação do artigo 79 para os professores em monodocência, e delinear um regime transitório para todos os docentes com trinta ou mais anos de serviço docente. Nesse processo, importa ainda considerar também todos os professores em monodocência que integram o ensino particular, cooperativo e social e que sistematicamente ficam “à margem” destas questões.
Estamos dispostos e disponíveis para sermos interlocutores nesta matéria, com vista a estabelecer pontos e pontes de entendimento
Neste sentido, os abaixo assinados, vimos por este meio aferir qual a vossa sensibilidade para propor e desenvolver ações concretas, objetivas e imediatas que respondam às pretensões específicas da monodocência.

https://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/53622

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37 comentários

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    • maria on 23 de Maio de 2021 at 19:17
    • Responder

    O quê ? ! !
    Será que li bem? Esta gente nunca está contente seja com o que for ! Ainda acham pouco estarem igualados (igualitarismo !) a um professor do liceu ? Necessário é rever o ECD, extinguindo a inacreditável carreira única e serem remetidos para o lugar que lhes compete, com o respectivo vencimento.
    ( ah! e aquele ano que passam sem dar aulas quando atingem determinada idade ? Nenhum professor do Secundário ou dos outros níveis de ensino tem esse privilégio ).

    • Maria assunção on 23 de Maio de 2021 at 20:21
    • Responder

    Claro que leu bem! Tem apenas uma mente muito limitada para entender o número de horas que o 1º ciclo trabalha!

      • Picolina on 26 de Maio de 2021 at 0:15
      • Responder

      Pois claro! Com trabalhos e testes de 200 alunos, às vezes mais; com aulas para preparar – de forma a que os alunos possam estar sempre a trabalhar para cumprir os currículos (não dá para os mandar fazer um desenho ou uma cópia). Com 4 ou até 5 níveis diferentes, isto é, por exemplo: português 8º, 9º, 10º e 12º anos e francês 9 º ano, ou outra distribuição de serviço do género. 3 e até 4 dias de conselhos de turma, nas interrupções. Redução de horário? De que fala? Todos temos que cumprir o mesmo número de horas na escola, entre horas letivas e não letivas (que são mais penosas do que as letivas, muitas vezes) . Não percebo porque não tiraram um curso de 5 anos para usufruir de tais regalias? As universidades estiveram abertas a todos. Já cansa ouvir/ler esta argumentação dos educadores e professores do 1.º ciclo.

      • Picolina on 26 de Maio de 2021 at 0:16
      • Responder

      Pois, os dos outros ciclos não trabalham horas nenhumas…

    • Fernando, el pelegroso, a verdade dói. on 23 de Maio de 2021 at 20:38
    • Responder

    Nunca consegui compreender isto. Então, têm uma careira única no mundo, em que ganham tanto como os do secundário (até na Etiópia ficaram pasmados quandio souberam que em Portugal um docente da primária ganha tanto como um do secundário…) e ainda querem ir para a reforma aos 52 ou 55 anos?
    Não tinham capacidades para ir para a universidade (só ia para o antigo magistério ou agora para as ESEs os que têm mais dificuldades de aprendizagem, é bom de ver…) faziam, fazem um cursito, e ainda querem mamar na aposentação.
    Que vergonha! Há casos em que descontaram 50 mil euros para a CGA e se viverem até aos 80 anos recebem cerca de 1 milhão na aposentação.
    E ninguém tem culpa, ninguém é julgado por estes desmandos?

      • Belisa on 24 de Maio de 2021 at 0:39
      • Responder

      Será que apenas quem foi para a Universidade é que é inteligente e merece respeito?
      Fui para a Escola do Magistério Primário por gosto. Tinha notas para entrar na Faculdade, mas optei.
      Caso o sr, não saiba, havia exames de admissão ao Magistério e “numerus clausus”. Só entrava quem tivesse notas positivas a Português, Filosofia e Matemática.
      Sou professora há 34 anos A minha formação profissional e a de muitas(os)mais colegas não para no tempo.
      Fiz, depois, licenciatura e faço todos os anos cerca de 30h de frequência em ações de formação, nas quais , além de as ter de realizar em tempo “meu”, Tenho de apresentar trabalhos e sou avaliada.
      Senti-me insultada.
      Como eu há muitas(os) colegas na mesma situação.
      Não fale do que não sabe!

        • maria on 24 de Maio de 2021 at 13:37
        • Responder

        Fez uma licenciatura?? Aquelas indizíveis coisas de fim- de- semana , para ” equiparar” (!!) os iletrados? Tenha juízo !

          • O poder da ganância on 24 de Maio de 2021 at 17:50

          Realmente é estranho que tenham conseguido conquistar um estatuto de igualdade em termos de vencimento e, não satisfeitos com a regalia, ainda querem ter privilégios a mais ….

          É mesmo para rir.

    • Xeime on iú! on 23 de Maio de 2021 at 20:47
    • Responder

    Não assino.
    O grau de dificuldade dos conteúdos lecionados pelos docentes dos outros graus de ensino é superior.
    O número de anos e horas que estes docentes gastam na preparação da lecionação aos níveis mais altos é muito maior.
    O número de alunos e níveis que os outros professores têm é superior. Por vezes mais de uma centena de alunos num só dia com necessidade de adequação e adaptação permanentes e horas infinitas de trabalho de casa e ao fim de semana para enfrentar os desafios sistemáticos e inesperados desses grupos etários.
    A formação académica é superior e a necessidade de atualização muito maior.
    Por fim:
    _ Levar um murro dum miúdo de 5 anos é muito menos doloroso que levar um murro de um de 15 anos!

      • Maria on 23 de Maio de 2021 at 23:42
      • Responder

      Realmente os comentários aqui escritos só demonstram “arrogância” e promovem a divisão da classe.
      Tentam comparar o que não se pode comparar. As tarefas são diferentes, mas o objetivo é um só, tal como as diferentes partes do corpo, nenhuma é mais importante que a outra e todas são necessárias.
      Gostava de ver um professor do secundário a “dar aulas” a alunos que não soubessem ler nem escrever!
      Quanto à importância de terem um curso de uma Universidade ou de uma ESE muitas vezes é uma falsa questão e sei do que falo pois frequentei as duas!

        • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 24 de Maio de 2021 at 2:44
        • Responder

        Frequentou as duas?
        Ou desistiu duma para ir para a outra,?
        Ou andou a laurear a pevide,?

        • Maria on 24 de Maio de 2021 at 14:13
        • Responder

        Para sua informação tenho 3 licenciaturas e todas de 5 anos, para além do bacharelato com licenciatura numa ESE!
        Não, não andei a passear. Trabalhava e estudava, ao contrário de muitos como o sr. Fernando, el perigoso …, que vivem de “mal dizer”!

          • Fernando. el peligroso de Kas verdades on 24 de Maio de 2021 at 18:11

          Três licenciaturas? Isso é que foi trabalhar no… arame! Só acredito quando provar que fez a quarta!

        • Picolina on 26 de Maio de 2021 at 0:21
        • Responder

        Pois, o pior é que muitas vezes temos alunos que vieram do 1.º ciclo sem saber ler nem saber estar em sala de aula e para eles temos de adaptar materiais, etc, além da conta.

    • Pensador on 23 de Maio de 2021 at 21:29
    • Responder


    Movimento de Professores em Monodocência

    Este conjunto de gente (ex-Bábas, ex-Amas e agora educadoras das infâncias), professores primários (ex-regentes escolares e agora Professores Doutores do 1º ciclo) só tem uma Saída é colocarem á parte.

    A Carreira Unica (tal como nos Autocarros e Camionetas) tem o defeito de ser uma Amalgama de Gente sem uma Identidade e que apenas querem é aproveitar-se dos solavancos da Viagem na dita Carreira Unica.

    Esta gente não pode, nem deve estar Misturada com Docentes com Formação Universitária.

    A seguir á ABRILADA e até pouco tempo esta gente reformava-se com 50 anos e 36 de serviço. Este foi o Loby que mais beneficiou da Rabaldaria da ABRILADA.

    Reformavam-se com 100% do Vencimento e Novos em Folha….muitas andam aí a laurear a pevide e a rirem-se de quem Queimou as Pestanas num Curso Universitário.

    Qualquer dia esta gentalha quer que a dita “Carreira Unica” abranja os Professores Universitários.

    Isto é um NOJO!………..

    Isto é uma VERGONHA!…….

      • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 24 de Maio de 2021 at 2:48
      • Responder

      Olá, seu Pensador Atento. A dizer verdades, assim é que é, muito valentão! Então, e em relação ao habitual avianço, como vai a sardada? este fim de semana foi a valer?

  1. O que se passa na educação é vergonhoso…é comparável ao que seria se os auxiliares e enfermeiros tivessem a mesma carreira que os médicos só porque todos trabalham em saúde ou os oficiais de justiça a mesma carreira que o juiz porque ambos trabalham na justiça. Educador de infância ou professor do primeiro ciclo nada tem a ver com o professor do secundário…são formações diferente, funções diferentes e deveriam ser carreiras diferentes…. assinaria uma petição mas para separar as carreiras…não para isto.

      • Pensador on 24 de Maio de 2021 at 12:24
      • Responder

      PETIÇÃO POR UMA CARREIRA DE DOCENTES DO ENSINO SECUNDÁRIO

      Está lançado o desafio

      Fim da “Carreira Unica”

      Fim deste NOJO

      Os Docentes do Ensino Secundário nada tem a ver com as Babas, Amas, educadoras das infancias, regentes escolares, professores de escola primária……

      VERGONHA

      NOJO

      São os Frutos da ABRILADA

      Carreira Unica é uma AMÁLGAMA de gente sem qualquer identidade
      .

        • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 24 de Maio de 2021 at 12:56
        • Responder

        Ó Pensador Atento, então a postar 2 vezes sobre o mesmo assunto?
        Valentão, todo contente, o fim de semana foi a valer, sardada da melhor, não?

    • Mário Gonçalves on 24 de Maio de 2021 at 11:04
    • Responder

    Não sou professor do 1º Ciclo mas essa ideia de casta que alguns têm é simplesmente ridícula! Sou doutorado, numa área diferente da que lecciono, faço formação ao 1º Ciclo e a outros graus de ensino a ignorância, e a sabedoria, está repartida pelos diferentes ciclos… Criar guerras desta natureza onde vos vai levar???

      • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 24 de Maio de 2021 at 12:54
      • Responder

      Ó Mário, então porque é que Portugal é o único país do mundo onde a carreiracé única?
      Todo o resto do mundo anda enganado?

        • Manuela on 24 de Maio de 2021 at 19:05
        • Responder

        Ó Fernando, quem é que disse que Portugal é o único país no onde há carreira única? As pessoas antes de fazerem afirmações devem certificar se estão a dizer a verdade. A verdade é que, realmente, são mais os países com carreira diferenciada do que os que têm carreira única. Só por curiosidade poderei informar que há dois países em que os professores primários auferem mais que os seus pares doutros ciclos (Coreia do Sul e Israel).

          • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 25 de Maio de 2021 at 1:47

          Mentiroso(a)!
          Nesses países, precisamente, não há carreira única.
          No Secundário ganham o dobro do 1.⁰ ciclo.
          Você é manhoso@!

    • P. G. on 24 de Maio de 2021 at 13:11
    • Responder

    A sério??? “Esta gente”???” “??Babás”??? “Separação de carreiras”??? E ainda por cima os sindicatos a argumentarem que “somos todos “colegas” ??? Seremos mesmo??? Nem vou falar da qualidade pedagógica duvidosa de muitos colegas do secundario ( durante a pandemia entao….saltou à vista… daí a tal necessidade de atualização que falam… ). O universo de quem “dá” explicações também é esclarecedor: com tanto que têm para fazer, para aprender, para ensinar, com tantos alunos, nem se percebe como tantos arranjam tanto tempo para dar explicações!!!!. Mas pronto! Temos ” castas” então entre os docentes! Assuma-se, sindicatos incluidos! De resto, nem vale a pena perder mais um segundo a argumentar com gente deste tipo e nivel! Não assinem, vão à vossa vida e tentem ser felizes sem achincalhar os outros! Se conseguirem claro!

    • Maria on 24 de Maio de 2021 at 15:27
    • Responder

    Qualidade pedagógica duvidosa existe em todos os níveis desde o pré ao superior…bons e maus existem em todas as profissões…não é disso que se trata mas sim de identidade profissional e funções… e obviamente que não nos identificamos profissionalmente uns com os outros porque fazemos coisas diferentes, nem melhores, nem piores, nas diferentes..por isso, sim, a bem da qualidade do ensino em todos os ciclos e da agilidade dos processos, deviam ser carreiras diferentes.

  2. Os “abalizados” comentários que tenho lido por aqui são a resposta à postagem do dia 18 de maio: https://www.arlindovsky.net/2021/05/de-que-tem-medo-os-professores/
    Continuem, cada vez mais desunidos, a discutir quem tem mais pergaminhos, títulos de nobreza e outras tretas.
    O Governo e o ME até agradecem, mas depois não se admirem quando virem todo o bicho careta deste mundo (e, se calhar, do outro…) sempre a cascar nos professores.

    • Paulo on 24 de Maio de 2021 at 19:35
    • Responder

    Os professores primários e as antigas Amas da monodocencia que vão para o raio que os parta.

    Chega desta vergonha que se chama carreira unica.

      • Raquel Menino on 24 de Maio de 2021 at 22:17
      • Responder

      É impossível ficar indiferente ao ler estes comentários. Dói na alma e no coração… sinto-me incrédula. Trabalho com colegas do pré-escolar ao 3 ciclo e ninguém é mais do que ninguém. Em cada um dos ciclos há educadores e professores excelentes e outros medianos. Não consigo conceber que ainda haja professores que acreditem ter mérito superior a um qualquer educadora de infância ou professor do 1 ciclo, apenas por serem de um ciclo seguinte. O que nos dá mérito são as nossas práticas, a nossa humildade para aprender com os ciclos que nos antecedem e sucedem. Temos tanto para aprender uns com os outros … É só um desabafo de uma colega vossa que acredita na mudança da nossa escola e em cada um de vós.

        • Pintelho on 25 de Maio de 2021 at 0:59
        • Responder

        Incluam os Professores Universitários na dita “Carreira Unica”

        Somos todos iguais.

        Ja agora incluam os auxiliares de ação educativa na dita “Carreira Unica”

        Tristes

        Viva a ABRILADA e o Regabofe da dita “esla publica”

        Tristes

        Vivam as AMAS….
        Vivam as BABAS…..
        Vivam as EDUCADORAS DAS INFÂNCIAS…..
        Vivam os REGENTES ESCOLARES……
        Vivam os PROFESSORES PRIMÁRIOS…….
        Vivam os Professores Doutores do 1 Ciclo…..

        JAVARDICE + JAVARDICE = CARREIRA UNICA
        .

          • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 25 de Maio de 2021 at 1:52

          Boa Atento Pintelko! A postar pela terceira vez sobre o mesmo assunto. Mesmo valentão!
          Já não tenho dúvidas que tiveste um fim de semana do caraças, com o normal avianço a triplicar. Foi a fartar na sardoada a que estás habituado.

    • Teresoca on 24 de Maio de 2021 at 22:44
    • Responder

    Amálgama de Gente sem uma Identidade deve ser o seu seio familiar, que tão poucos valores, lhe transmitiu, para deixar crescer um ser tão mal formado, sem sentido de ética. Deve ter tido ensino doméstico. Para a maioria dos bem formados, os seus primeiros professores são a sua bússola, a sua maior referência. Se por acaso é da profissão, que não deve ser, não me tenho cruzado com gente tão estranha, não devia exercer, pois seria uma péssima influência para os que esperam que a escola os conduza para a cidadania autêntica. Para o ser e o saber ser, que você desconhece.
    Esta tal gente tentou formar os que aqui escrevem, claro que para alguns houve ensino-aprendizagem, mal de nós se assim não fosse, para outros, penso que para poucos, apenas ensino pois nada aprenderam, nem no à sabem meter o acento.
    O que é um nojo e uma vergonha, é a sua ignorância, pobreza de espírito, de autoavaliação, reflexão. Deve ser uma pessoa com muito fraca autoestima. Claro que não somos todos colegas, pois sem sombra de dúvida que eu nunca o consideraria colega.
    Concordo com o colega Mário Gonçalves quando refere que a ignorância, e a sabedoria, está repartida pelos diferentes ciclos, pois também sou formadora de todos os ciclos.
    Quanto ao ensino superior, manifestamente nada sabe sobre isso, pois alguns têm oito horas semanais. Pois já dei aulas na Universidade e o meu horário era de doze horas, porque ainda era nova.

      • Currector Urográfico on 25 de Maio de 2021 at 10:19
      • Responder

      Meter acento? Isso não é do mêtre franciú?
      Não será colocar, pôr…? acentuar?

    • João Manuel Rodrigues Santos on 24 de Maio de 2021 at 23:52
    • Responder

    Estou pasmado com o nível de argumentação reativa a esta posição de um grupode professores do 1.º ciclo. Podemos discordar das opiniões expressas, mas com fundamento e nível…argumentando de uma forma séria e fundamentada.
    Parece que ainda há no 1.º ciclo quem tenha dificuldade em aceitar as alterações que houve nas regras da aposentação, que se trduziram num aumento do tempo de trabalho para todos os docentes. Agradeça-se aos governantes de 2005. A mim também me custou …já conto mais onze anos de serviço que o previsto.
    Mimos como “babas” e afins voltaram a ser repetidos a propósito desta posição, naquilo que se pode classificar, sem ofensa e passe o elogio como estando entre uma “linguagem de caserna” e a de um adepto de futebol”anafabeto funcional”.
    Gostei particularmante da D. Maria só não sei se a senhora é de Santa Comba Dão….
    Enfim com “amigos” destes os professores não precisam de “inimigos”, bastam-se a si próprios.
    O abaixo assinado.
    Professor primário, por isso primata, a fazer macacadas no ensino durante muitos anos,
    João Santos
    PS: Se estas intervenções nos espelham, só há que esperar o pior, tal é o nível da coisa

    • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 25 de Maio de 2021 at 1:53
    • Responder

    Boa Atento Pintelko! A postar pela terceira vez sobre o mesmo assunto. Mesmo valentão!
    Já não tenho dúvidas que tiveste um fim de semana do caraças, com o normal avianço a triplicar. Foi a fartar na sardoada a que estás habituado.

      • Atento on 25 de Maio de 2021 at 13:30
      • Responder

      já te expliquei que te quero vacinado e com o cu lavadinho. Depois sim, tens direito a senti-lo no pacote.

    • Chico on 25 de Maio de 2021 at 19:01
    • Responder

    Há aqui cada besta doutora que nem sabe do que fala, quanto menos escrever…
    Esquecem-se que, até há bem pouco tempo, a maioria dos docentes dos 2.º e 3.º Ciclos nem sequer tinha licenciatura…

      • Serafim Saudade on 25 de Maio de 2021 at 20:05
      • Responder

      E os regentes escolares que habilitação tinham?

      E as “amas” que habilitações tinham?

      Mas a questão não reside nas HABILITAÇÕES, reside no “Conteúdo Funcional”

      Mas coloquem os professores universitários e as auxiliares de ação na CARREIRA UNICA porque muitos há que são apenas Licenciados e Mestres.

      Esta gente é Parva ou quer fazer dos outros Parvos.

      Cada macaco no seu galho.

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