Têm-nos chegado mensagens sobre a aplicação de critérios para Isolamento Profilático nas escolas. Temos escolas onde só fica o aluno infetado, outras onde isolam toda a turma, por vezes só os alunos que se sentam mais próximos. Fica a impressão que os critérios são “à vontade do freguês”. O mais estranho é que não há um critério nacional e os mais “brandos” são nos concelhos que mais casos têm. Vá-se lá entender isto…
Fica uma mensagem que nos chegou hoje e “explica” a confusão que por aí anda…
“Bom dia, venho desta forma contar o que se está a passar no agrupamento da XXXXXXXX. Sou professora de XXXXXXX. Realizei o teste covid e deu positivo. Ontem ,fui contatada pelo delegado de saúde de XXXXXXXXX, que posteriormente informou a Escola, que as turmas a quem dei aulas, (4) ficavam em casa em isolamento. Hoje, outro delegado, contrariando a indicação do colega, mandou todos para a Escola. Os encarregados de educação estão ao rubro.”




4 comentários
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É o direito ao contraditório.
As feiras e mercados de levante também não podiam e passaram a poder acontecer.
Qual é a novidade?
Queriam coerência?
Queriam competência?
Há que empurrar com a barriga.
Sinais de um país atrasado.
“ O mais estranho é que não há um critério nacional e os mais “brandos” são nos concelhos que mais casos têm. Vá-se lá entender isto…”
Então não entende!
O grande foco de contágio são as escolas, daí haver mais casos onde são mais brandos os critérios. A ordem dos fatores é esta e não a contrária. O desastre aproxima-se a grande velocidade.
Calma, vai tudo correr bem. O desnorte ainda não é total.