% de docentes do sexo feminino pelas diferentes regiões do continente (entre 2009 e 2019)

O vídeo seguinte apresenta a % de professoras nas diferentes regiões do país, segundo dados da PORDATA.

O canal Matemática-ON apresenta diversas playlists:

  • dados estatísticos relacionados com Educação e Concurso de Professores;
  • ferramentas úteis para todos os professores;
  • conteúdos de matemática do 2º Ciclo;
  • desafios matemáticos.

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15 comentários

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    • Pirilau on 10 de Agosto de 2020 at 12:08
    • Responder

    Está mal… Pela igualdade de género há que criar quotas para homens nos concursos.
    Aqui à tubarões…

    • 550 on 10 de Agosto de 2020 at 12:15
    • Responder

    Disto ninguém quer falar, é incómodo.

    • Pedro Costa on 10 de Agosto de 2020 at 12:58
    • Responder

    É uma das causas do ensino ter chegado ao estado a que chegou. Uma profissão completamente dominada pelo sexo feminino. Se aos homens já é difícil os alunos terem respeito quanto mais a mulheres.

    1. Que comentário mais sexista. Partir do principio que as mulheres são mais fracas a lidar com os alunos não tem qualificação possível.

        • 550 on 10 de Agosto de 2020 at 14:18
        • Responder

        Sexista é não haver paridade.

          • Jm on 10 de Agosto de 2020 at 15:11

          Bem me parecia que com comentário daqueles as suas qualidades intelectuais não eram as melhores. Com o segundo, confirmei.

          • 550 on 10 de Agosto de 2020 at 18:44

          O seu comentário confirma que não sabe escrever e que deve ter ouvido uma tia qualquer dizer “não tem qualificação possível” e achou chique. As minhas qualidades intelectuais, se são melhores ou piores, não deixaram de ser, por isso devia ter escrito “não são as melhores”.
          Deve ser mais uma daquelas que “arma ao pingarelho”, muito espetáculo mas pouco conteúdo, sempre armadas em psicólogas de pacotilha.

      • Bia on 10 de Agosto de 2020 at 15:18
      • Responder

      Viajou pelo Ministério do Tempo?

    • Alecrom on 10 de Agosto de 2020 at 14:34
    • Responder

    O que eu tenho sofrido…
    Elas são completamente taradas e não respeitam a frágil sensibilidade de um homem estucado, assim como eu.
    Chego a ser o único macho no CT e, perante feroz coação, até já tive de aceitar ir a um “jantar das solteironas“, um autêntico vexame.
    Isto não pode continuar assim.
    O docente de género masculino tem de ser protegido.

      • 500 on 10 de Agosto de 2020 at 14:45
      • Responder

      O ensino não existe para passares um bom bocado nas reuniões. Já pensaste se esta situação é o melhor para os alunos? No ensino profissional, Informática, por exemplo, que é o que eu conheço, há muitas professoras que escondem incompetência técnica com simpatia, “assertividade”, espetáculo, atividades disto e daquilo.

      • Pirilau on 10 de Agosto de 2020 at 15:29
      • Responder

      Alecrom, ainda te declaram espécie protegida.

    • costa on 10 de Agosto de 2020 at 15:40
    • Responder

    Estudo sem qualquer interesse ou utilidade.

    • Jfg on 10 de Agosto de 2020 at 18:14
    • Responder

    Está publicação não faz sentido nenhum.

    • Carla Santos on 10 de Agosto de 2020 at 19:05
    • Responder

    As mulheres são imprescindíveis no ensino; o afeto, o lado maternal na relação com os alunos são apenas alguns dos exemplos.
    Contudo, sejamos francas: nas escolas onde estive e em que o grupo era constituído apenas por mulheres houve sempre problemas, incompatibilidades, “falar nas costas”, cinísmo e conflito. Nas escolas onde o ambiente era mais leve havia sempre homens. Há algo de genético ou cultural. Eu sou do 620 – Educação Física e este grupo até tem um número de homens acima da média.
    Pior mesmo é quando vemos essas atitudes mesquinhas com os alunos e/ou Encarregados de Educação.
    Sei que o politicamente correto dos dias de hoje não permite uma análise profunda e isena sobre este tema, mas seria importante fazer essa análise!

    • Pedro on 11 de Agosto de 2020 at 10:34
    • Responder

    Há muito que já tinha pensado nesta “não questão”. Se, e bem, o caminho é a igualdade e na docência não é feita distinção de género no vencimento, na admissão à carreira e as cotas dos escalões deveria ser igual. Gostava que a provedora da justiça se pronuncia-se sobre este assunto.

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