Milhares de professores em condições de recusar regresso às escolas em tempo de pandemia
Directores precisam de respostas do Ministério da Educação para saberem exactamente o que fazer se as aulas presenciais recomeçarem em Maio.
Milhares de professores poderão estar afastados à partida da possibilidade de assegurarem aulas presenciais do 11.º e 12.º ano, caso estas sejam retomadas ainda este ano lectivo, conforme o Governo está a prever que aconteça a partir de 18 de Maio.
Este afastamento pode ser motivado tanto devido à idade, como a situações de doença, e é um dos cenários que está a afligir os directores escolares numa altura em que, devido às regras de saúde por causa da pandemia, poderão até precisar de mais professores do que aqueles que estão ao serviço.




32 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
–
Os docentes com 65 e mais anos é residual.
Não me parece que a idade seja um obstáculo na abertura de aulas presenciais.
Os docentes não podem ter medo de voltar ás Escolas porque as condições de segurança estão acauteladas.
Contratação de novos docentes está fora de causa. O corpo docente existente nas Escolas é mais que suficiente para assegurar o normal desenvolvimento da atividade.
Os senhores diretores inventam obstáculos e problemas onde eles não existem.
–
Ouve lá, rouxinol: que raio de língua é aquela que usaste na primeira frase?
Quais condições de segurança, pá? Diz lá! Anda, catatua!
Quanto é que te pagam para fazeres este trabalho sujo? Ou é apenas um molho de couves despejado em cima da estrumeira?
Fico impressionado com a sua sagacidade!!
Não se esqueça que os encarregados de educação podem não estar de acordo com o ensino presencial a 18 de maio, por várias razões.
Eu vou dar aulas , mas o meu educando ficará em casa. Entre ser e não ser contaminado , ele/família, prefiro a prevenção . Eu assumo que tenho medo por mim e pela família. Alguém dizia …”não havia necessidade”
Pardal, diga-nos lá a que “culto” pertence e quem é que lhe encomenda estes “sermões” patéticos… Tão patéticos que chegam a ser dignos de provocar alguma piedade… Está a soldo de quem?
Se lhe são encomendados, até se compreende a sua dedicação à causa, pois, por certo, receberá algo em troca. No nosso sistema económico capitalista, compreende-se perfeitamente que os bens têm que ser adquiridos por determinadas quantias e que isso deve gerar lucro…
Se assim não for, resta dar-lhe um conselho de amigo (gratuito): Cuidado com o consumo de determinadas substâncias, sobretudo se forem “marteladas”, porque os danos provocados no sistema nervoso central podem ser irreparáveis e irreversíveis… 🙂
Matilde, esse pardal de “meia tigela” deve ser um frustrado, débil mental com problemas sérios a todos os níveis.
cala a boca, pardal, só dizes m**d*
És pardal mas cantas mal…
Eu fico sem palavras com a quantidade de energúmenos que existem no mundo e que falam sem saber! Devia haver a “castração da língua”, à imagem da castração química!
Em suma… és como um asno! Sem noção de nada, a dizer umas baboseiras pela boca fora. Um pateta.
E os alunos que estejam em grupo de risco? O governo não deveria ceder a pressões por causa dos exames, seja lá o que for que digam os interessados…
Pardal
“… as condições de segurança estão acauteladas” . Tem a certeza?!!
Quer comparar a Noruega a Portugal? Saberá o que significam – neste problemático contexto – as “perigosas” letrinhas R0 ou Rt ? E a sua evolução em Portugal?
Sou professor com turma de 12º em disciplina de exame e tenho um filho no 11º. Nenhum irá. Imaginem a seguinte situação:
“Milhares de pessoas irão ser obrigados a participar numa experiência cientifica. Serão colocados na presença de um vírus incurável que os pode matar em poucos dias. Se as baixas não forem significativas, a experiência será alargada a outros setores da sociedade. ”
Parece o argumento de um filme de ficção, não é? Mas é a realidade.
Pardal, quem foi que lhe disse que os professores que serão dispensados serão os que têm mais de 65 anos? Isso não está escrito nem dito em lado nenhum, que eu saiba. Como é que o governo vai gerir a desigualdade relativa aos alunos dos grupos de risco que não poderão ir às aulas presenciais? Não seria muito mais correto tratar todos por igual continuando com as aulas não presenciais, continuando-se a fornecer internet e equipamentos a quem ainda não pode ter ? Já alguém perguntou aos alunos se preferem ir para a escola, ansiosos, intranquilos, ou continuar a aprender em casa , com a ajuda dos seus professores com doenças impeditivas de aulas presenciais , mas excelentes profissionais? O erário público, os profissionais de saúde e muitas famílias agradeciam .
Gradualmente a partir de 18 de maio, temos que voltar ao novo normal, com regras de segurança temos infelizmente que aprender a viver com o virus pelo menos durante um ano , vários estudos referem isso . Na Suécia , Noruega , China e Coreia, pelo menos as aulas estão a decorrer mesmo em Portugal a Autoeuropa e Continental já estão a trabalhar com normas de segurança , o mais importante é cumprir as normas como uso obrigatório de mascara, turmas desdobradas (com um aluno por mesa) , com horários e intervalos desfasados, gel álcool na escola. Não existem formulas mágicas no entanto penso que temos que desconfinar gradualmente, com uso de máscara obrigatório para todos, briseira, gel ,distância social de 2m e aplicações de telemóvel(app) que detetam a aproximação a pessoas infetadas com a devida proteção de dados(isto foi feito em paises que controlaram o virus como Coreia do sul, Singapura, China e Macau com grande sucesso).
Aplicações de telemóvel que detetam a aproximação de pessoas infetadas? Tu és professor, pá? Que tal a estrela de David no peito dessa gente?
Não me digas: «ensinas» Cidadania!!! Tu também deves ser daqueles que escrevem folhas anónimas e as afixam no prédio onde vivem, a recusar o pessoal que está mais em contacto com o vírus.
O bom, bom, bom era criar guetos, bairros, campos específicos para os infetados. Já agora, outro para os sidosos, outro para os que cheiram mal dos pés, outro para os que têm mau hálito… só para os estúpidos é que não criam nada.
Espera, enganei-me: criaram a Internet para que eles pudessem expor a sua estupidez, daí a tua presença.
Muito bem
Apenas escrevi a minha opinião (e de muitos especialistas) é necessário medidas de segurança no regresso gradual como uso de máscaras obrigatório, distância social,lavagens mãos gel e a app é uma das hipóteses para controlar o virus . Com certas apps (que muitos países como Coreia , Singapura, China, Israel e Noruega usam com sucesso ) podes controlar os infetados e rastrear os contatos à posteriori, mantendo o anonimato e protegendo dados pessoais, apenas avisa que estiveste perto de alguém infetado passado algum tempo e nunca sabes o nome da pessoa . @Roberto se não percebes e não sabes respeitar uma opinião cala-te . @Roberto Vai chamar estúpido aos teus…. . Lê este artigo para perceber https://expresso.pt/coronavirus/2020-04-01-Covid-19.-Paises-europeus-criam-app-que-avisa-sobre-contacto-com-pessoas-infetadas
Anonimato não é o mesmo que privacidade. Os dados pessoais têm de estar em algum sítio, para ser possível oferecer um serviço desse tipo. Só o simples facto de haver uma data/hora associada a uma localização geográfica e um número de telefone, só isso já é preocupante, porque não sabemos onde esses dados em bruto ficam guardados, se são depois cedidos a terceiros, etc.
@profinfo Compreendo a preocupação com dados pessoais mas sendo garantido a proteção de dados pessoais porque não usar esta app para ajudar a poupar vidas .
Ah, Ah! Muito bom Roberto!
Concordo com tudo que diz, exceto a App.
Temos de voltar gradualmente à nossa rotina e educar os nossos filhos para a nova realidade. É imposível continuarmos assim por mais tempo. EDUCAR para a vida com o vírus é que é necessário. Em casa, na rua, na escola. Em todo o lado.
Tem filhos?
gostaria de ter sido eu a dar esta resposta!
Quem abdica da liberdade em nome da segurança, não merece nem segurança nem liberdade.
“Quem abdica da liberdade em nome da segurança, não merece nem segurança nem liberdade. ”
Subscrevo.
Alguns rapazolas são líricos.
Gostava de os ver em plena operação de guerra na Guiné . Bastaria terem caído numa cilada e ouvirem o som das metralhadoras a passarem pelas vossas cabeças…
Faço um convite: analisem a pirâmide de Maslow e vejam o que está na base em contraponto com os níveis seguintes.
Rapazolas, quando amadurecerem mais… comentem.
Mais uma frase histórica que não diz nada e só criA mais mortes.
A Hierarquia de Necessidades de Maslow é um constructo teórico que pretende explicar os comportamentos individuais, a partir das interpretações SUBJECTIVAS que cada sujeito faz do mundo que o rodeia. Nesse sentido, cada sujeito age (ou não) de acordo com aquilo que percepciona como as suas necessidades pessoais.
Daqui decorre que o que é subjectivo não pode ser considerado como universal. Portanto, não é legítimo, por esta teoria, julgar/avaliar as necessidades alheias nem a importância que as mesmas têm para cada sujeito. E se na base da pirâmide está a Segurança isso também não significa que para TODOS os sujeitos ela tenha que lá estar…
Logo, o seu argumento é falacioso por não ter fundamento.
E isso nada tem a ver com a valentia com que possa ter estado na Guerra da Guiné…
Já sei! Professora de Filosofia! Enganei-me?
Peço desculpa, mas até parece!
Enganou-se! Nem sempre o que parece, é… 🙂
(Mas se o fosse, teria, com certeza, muito orgulho nisso!).
Pelos termos usados parecia. Não quero com isto dizer que não esteja coberta de razão, faço minhas as suas palavras.
Estou na mesma situação. Farei exatamente o mesmo.
Este comentário era para o post do zaratustra. Nem eu, nem os filhos.
O meu comentário anterior era dirigido ao E@D (16:48), mas entrou no sítio errado.