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Abr 28 2020
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24 comentários
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Magnifico. Quando eu já estava convencido que os diretores das escolas mais não eram que seguidores incondicionais dos absurdos ditados pelo governo, eis que surge a escola secundário de Camões. Ainda há esperança. Haja alguém que se preocupa efetivamente com o que interessa: as aprendizagens dos alunos e, nesta situação, também com a sua saúde. Pergunto quem é que o Filinto representa. Esta escola não é de certeza. Pergunto quem e que o Ascenção representa. Os pais não são de certeza.
Um exemplo para a carneirada que povoa as escolas nacionais.
Bem hajam.
Quais exames?
A pretexto de um vírus!!!
Viva a revolução, camaradas!!!!
Igualdade para todos. os alunos que passaram a quarentena a estudar e a trabalhar que estivessem a dormir, GRANDES OTÁRIOS.
Vamos premiar a igualdade, vamos esquecer que as notas nas escolas privadas estão inflacionadas e muito.
Já agora, no pais inteiro quantas pessoas com menos de trinta anos matou o vírus? e, quantas crianças nesse mesmo período morreram de outras causas?
Outra pergunta interessante, ano passado havia vírus para destruírem a forma de fazer a média de acesso ao ensino superior?
Para concluir digo que havendo um DESIGUALDADE GRITANTE nas avaliações internas, a justiça era equilibrada com os exames. NÃO SE DEIXEM BRANQUEAR.
Concordo plenamente consigo!E acrescento ainda que é vergonhoso uma escola pública exibir um parecer destes… considero-o de uma insensatez hérculea além de revelar falta de conhecimento! Suspender exames nacionais??? São o único meio de repor uma “certa” equidade entre os alunos. Nós sabemos que existem determinadas instituições (principalmente algumas privadas…não todas, claro!) que inflacionam as notas!Este parecer é digno de chacota!!!
O cúmulo da insensatez é isto ser produzido numa escola de onde raramente saem alunos com médias internas superiores a 18 valores. Um puto da “Camões” para entrar nos cursos mais concorridos precisa da nota dos exames para subir a nota de candidatura.
Esta gente já pouco se preocupa com os alunos quando os classificam, agora até o único elemento que pode ajudar os alunos também o querem suspender.
Finalmente, uma escola pública corajosa e consequente!
Saúda-se o respectivo Conselho Pedagógico e espera-se que outros sigam o seu exemplo…
(Ou talvez isso já seja esperar de mais…)
é esperar demais…
Da maneira que isto está (Ditadura Subtil) é de louvar a coragem deste Conselho Pedagógico, independentemente da opinião e do que se vai seguir.
O sr. António e a Dna. Joana ainda não perceberam que as escolas que melhor prepararam os seus alunos para os exames, por terem condições para o fazer, foram as privadas. Ainda não perceberam que estes mesmos alunos são aqueles com capacidade económica para pagarem a explicadores privados. Ainda não perceberam que a interrupção das atividades presenciais agravou ainda mais as desigualdades. Ainda não perceberam que os alunos do privado vão ser os mais beneficiados com a realização dos exames. Ainda não perceberam, nem nunca virão a perceber.
Então que venham os exames para se provar que os alunos do privado vão ser os mais beneficiados com a realização dos exames. Os alunos têm de ter oportunidade para mostrar o que valem nos exames!Há privados e privados!Conheço tantos privados onde só existe promiscuidade e corrupção nas classificações internas … A avaliação e principalmente a classficação está impregnada de subjetividade (até nas escolas públicas) e, um determinado aluno com o mesmo desempenho pode ter classificações diferentes perante dois profissionais… Cabe aos exames tentar equilibrar esta subjetividade! Estamos a falar na entrada para uma instituição de ensino superior que pode definir o rumo de vida de uma pessoa!Haja respeito!
E diria mais,,,
Os mais beneficiados com o final da entrada dos exames nos cálculos de médias!
Só lhe digo isto, conheço alunos (e muitos) que nunca passaram de médias 12 ou 13 valores na escola pública e quando se transferiam para o privado a suas médias, por milagre, passaram para 16, 17 e até mais valores.
ABRAM OS OLHOS
OS EXAMES COLOCAM JUSTIÇA NA COISA!
Fale por si e pela forma como encara o seu trabalho. Há muitos professores do ensino público que se preocupam e continuaram sempre a trabalhar com os seus alunos. E sim, vão ver na pauta de exame 18, 19 e 20s. Não julgue as escolas públicas pelo seu quintal (pelo vistos medíocre).
Portanto, na sua douta opinião, os exames estão totalmente isentos de subjetividade. O melhor é não dizer mais nada. Quanto mais diz, mais se afunda.
Menos subjetivos que as avaliações internas.
Mas já reparamos que tem os filhos num Ribadouro desta vida.
É triste ter um colega tão básico, tão desprovido de recurso cognitivos para proferir um dito destes!Não possui capacidade de interpretação. Tenha vergonha!Exiba comentários dignos e minimamente inteligentes!
É curioso verificar que os grandes defensores dos exames que aqui se manifestam, não disseram uma única palavra relativamente à dispensa dos pseudo alunos dos cursos profissionais. E apregoam a igualdade. Esses alunos vão entrar na universidade sem fazer exames e ainda por cima num contingente especial. Mais estuda um aluno do ensino regular para um teste de uma disciplina, que um do ensino profissional durante o curso todo. Estes últimos acabam os cursos com médias de 18 e 19 e vão entrar na universidade sem fazer exames.
E não, não tenho os meus filhos num Ribadouro. Estão e sempre estiveram na escola pública. A defesa dos exames traduz a passagem de um atestado de competência aos professores, que são quem melhor conhece os alunos.
E o que torna ainda mais absurda a vossa argumentação, é que, sistematicamente, os melhores resultados obtidos nos exames são de escolas privadas, aparecendo a primeira pública por volta do 30º lugar. Ou seja, se os alunos do privado já vão com boas classificações internas, dos exames ainda saem com melhores.
Se o grupo de alunos que numa dada escola vão a exame tem poucos ou nenhuns alunos menos bons é normal que em exame as médias sejam superiores.
Já uma escola que tem 1/3 de alunos entre os 10 e os 13, outro 1/3 entre os 14-17 e o restantes com classificações superiores é normal que em exame fique atrás.
– Nenhum acto de avaliação é neutro;
– Os exames são instrumentos de avaliação falíveis, como todos os outros. Considerar os exames como os supremos instrumentos objectivos de avaliação, atribuindo-lhes precisão, neutralidade e fiabilidade inquestionáveis é uma fantasia, uma idealização, naturalmente impossível de concretizar em termos práticos;
– Em última análise, a “divinização” que está a ser feita aos exames diminui os próprios professores por considerá-los incapazes e incompetentes na avaliação dos seus alunos.
Matilde, haja alguém que revela bom senso e demonstre um nível intelectual digno de um professor.
Um bom professor nunca tem medo que os alunos realizem exames. Agora os medíocres têm…porque a sua incompetência vem ao de cima!!! Os exames não são a forma mais justa de selecionar os alunos para o ensino superior, admito, mas são a menos injusta… e como não existe a “forma mais justa” fiquemo-nos pela “menos injusta”!
Então, do seu ponto de vista:
– Os exames devem realizar-se, ignorando as circunstâncias actuais, custe o que custar;
– Quem não defende a realização de exames, atendendo às actuais circunstâncias, é porque tem medo da sua própria incompetência.
De uma forma assumidamente cínica e sem mais explicações, só me ocorre isto : A sua linha de pensamento é muito semelhante à do Bolsonaro e do Trump, esses ilustres líderes, tão reconhecidos pela sua inteligência e pela sua sensatez…
PETIÇÃO CONTRA OS EXAMES 19-20 JÁ