Estudantes lançam petição por uma “Avaliação credível, justa e igual para todos”

Estudantes do ensino secundário lançaram uma petição a pedir a suspensão dos exames nacionais e que as notas do final do ano sejam as do 2.º período, devido à pandemia de Covid-19 que obrigou ao encerramento das escolas.

Para os estudantes do ensino secundário, o ensino à distância levanta problemas de equidade, porque nem todos os alunos têm acesso à internet e a equipamentos para poderem acompanhar as aulas. Por isso, os alunos lançaram uma petição dirigida ao primeiro-ministro e ao ministro da Educação, defendendo que “as notas do 3.º período devem ser as mesmas do 2.º período”.

No caso dos exames nacionais, os estudantes defendem que “devem ser suspensos uma vez que não estão asseguradas as condições mínimas aceitáveis para uma avaliação deste género, tranquilidade, estabilidade, bem como a universalidade de acesso ao conhecimento na fase final do ano letivo”.

Avaliação credível, justa e igual para todos

Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Ministro da Educação

A avaliação do 3º período, que será dado no fundamental através do ensino à distancia, tendo em conta a nossa realidade e a existente até ao momento, não deve realizar-se. E os exames nacionais devem ser suspensos. .
Porque não garante o princípio fundamental de justiça e de igualdade de oportunidades de acesso aos meios necessários por todos os envolvidos no processo, ou seja, promove formas de exclusão e discriminação;

O ensino à distância não garante a credibilidade da avaliação dos trabalhos dos estudantes, uma vez que não se pode garantir a autoria dos mesmos, pondo assim em causa a isenção do processo de avaliação;
Porque se vive um ambiente de grande stress, o incumprimento dos programas curriculares é uma realidade e as discrepâncias que existem no que toca às matérias até ao momento lecionadas.
Não precisamos nem concordamos com medidas mais ou menos fictícias, avulsas, discriminatórias e contraproducentes, ou o lecionar novos conteúdos que não abrangem todos os alunos.
Exigimos que a avaliação final deste ano letivo seja a do segundo período (nas escolas que funcionam em períodos) e a do primeiro semestre (nas escolas que funcionam por semestres), ou a que foi recolhida até à suspensão das aulas. Bem como a suspensão dos exames nacionais.

Para uma situação excecional, medidas excecionais.

Associação de Estudantes da Escola Secundária de Camões
Associação de Estudantes da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho
Associação de Estudantes da Escola Secundária da Ramada

ASSINAR PETIÇÃO

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32 comentários

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    • jonas on 7 de Abril de 2020 at 14:01
    • Responder

    Mais uma vez…
    O problema dos exames, a ser problema, e a não quererem calcular os exames/especificas em falta pela média dos exames do ano transacto, só se coloca para os alunos do 12º ano.
    Os do 11º têm mais do que tempo de os fazer (ou apenas os exames das específicas, de uma vez por todas) no próximo ano. Os alunos de 12º poderiam ter a média da específica em falta (na realidade muitos até já a têm) com a média das específicas realizadas do ano passado por exemplo ou com uma fórmula de cálculo que fosse igual para todos! Há tantas… (média dos exames realizados + nota interna)/4 + nota interna/2) ou (nota + elevada do exame realizado/2 + nota interna/2) ou …. por exemplo!
    Não haveria qualquer necessidade de exames bastaria optarem por algo do género.
    Os alunos do 11º ano têm mais do que tempo de fazer exames específicos no próximo ano letivo e passariam a fazer apenas as específicas… e os de décimo têm ainda +2 anos para compensarem os conteúdos não lecionados!

    • Luluzinha on 7 de Abril de 2020 at 14:03
    • Responder

    Se a petição original está redigida dessa forma, não, não assinarei de forma alguma!

      • Zaratrusta on 7 de Abril de 2020 at 15:07
      • Responder

      Esqueça a forma e concentre-se no espírito.

        • Super homem on 8 de Abril de 2020 at 0:05
        • Responder

        Concordo contigo zaratrusta

        • Paula Fernandes on 8 de Abril de 2020 at 12:22
        • Responder

        Eu já assinei, que importa os termos em que está feita? Interessa a preocupação legítima dos jovens! Fala-se do futuro deles, mas alguém lhes deu a palavra para sabermos como querem a sua segurança? Para voltar às escolas já são muito maduros, para opinar ” vamos pensar… são muito jovens…nem sequer sabem fazer bem uma petição…” Ora, haja paciência!

      • Alecrom on 7 de Abril de 2020 at 15:10
      • Responder

      Lulu, exiges-lhes a perfeição?
      Não dá para compreender o que pretendem?

    • Joao Araujo on 7 de Abril de 2020 at 14:08
    • Responder

    Subscrevo

    • Lurdes on 7 de Abril de 2020 at 14:25
    • Responder

    Eu assino.
    Concordo 100%

    • Alecrom on 7 de Abril de 2020 at 15:06
    • Responder

    Força, jovens!
    Se não forem vocês…

    • Stay Home on 7 de Abril de 2020 at 15:15
    • Responder

    Não poderia ser de outra forma.

    Este governo e ministério há muito nos habituou que primeiro “atira-se o barro à parede” e depois ajusta-se às pressões dos interessados e da OP.

    A exemplo das anteriores gerações os nossos estudantes deverão lutar e reivindicar a por uma equidade no acesso ao ES.

      • Dr. Contraditório on 7 de Abril de 2020 at 21:02
      • Responder

      Quem? A geração rasca?

    • jonas on 7 de Abril de 2020 at 15:33
    • Responder

    Há muitos aspetos indicados que não se compadecem com a realidade.
    Não saber que os trabalhos são feitos pelo próprio?
    Mas os alunos são apenas avaliados pelos testes por aquelas bandas?
    O ensino à distância garante a credibilidade o que não garante é a universalidade e igualdade de acesso. Contudo, dependendo das tarefas e das metodologias utilizadas a situação não ultrapassáveis é a falta de meios (equipamentos no caso). A igualdade do ensino nunca ocorreu! Os alunos de famílias mais carênciadas são habitualmente os que piores resultados têm a que se associam os alunos endinheirados com tiques de novo riquismo cujos pais não valorizam a escola mas possuem grande valor económico.
    Exigir isto e aquilo não é típico de um aluno de secundário, pelo menos não é assim que lhes ensino, antes justificarem o que dizem de forma sucinta, calma e concreta, não exigindo, com tiques ditatoriais mais suportando as suas conclusões em realidades concretas.
    O ingresso na universidade deve continuar a ter moldes de alguma isenção, e não de notas internas apenas! Mudem o que quiserem, não o façam é a meio de um percurso como foi o caso dos profissionais. Haverá vagas para eles? Em que cursos? Há filho de alguém importante num profissional? Há pressas que me parecem muito estranhas, tal como estranha é a não solução simples desta questão dos exames…
    Desculpem o desabafo, mas o abaixo/acima assinado parece coisa de puto mimado, ía concluir com, ou de uma JUVENTUDE qq, mas não o concluo, antes afirmo que possivelmente não foi escrito por um ALUNO!

    • EnsinoProfissional on 7 de Abril de 2020 at 16:30
    • Responder

    Em França, Reino Unido e Itália parece que está tudo resolvido. Porque é que os dirigentes das escolas do nosso ensino não superior se incomodam tanto com os alunos do 12ºano e com os seus exames de acesso à universidade?

    Até ao momento, das instituições do ensino superior nada transparece em termos de prejuízos nos eventuais desempenhos que os futuros alunos possam transportar para as singularidades dos cursos superiores!
    Importa, sim, que todos os nossos alunos cultivem a competência de solidariedade nesta dolorosa e indelével lição de vida. Não esqueçamos que só podem admirar o arco-íris, os que com paciência esperam a chuva passar!

    Façamos acontecer ‘#Vaificartudobem’; que as crianças e os jovens sejam protegidos de qualquer risco provocado por este nosso inimigo invisível, coronavírus, pelo menos até ao mês de setembro.

    O Primeiro Ministro, que tem vindo a assumir o exercício no Ministério da Educação, não poderá negligenciar nem desproteger as gerações em idade escolar.

    • EnsinoProfissional on 7 de Abril de 2020 at 16:31
    • Responder

    E claro, já subscrevi a petição!

    • Benedito Costa on 7 de Abril de 2020 at 16:35
    • Responder

    Já que os adultos não fazem nada, pelo menos os jovens fazem! Parabéns! Subscrevo totalmente, independentemente de alguns erros!

    • Lurdes on 7 de Abril de 2020 at 17:57
    • Responder

    Não concordo com esta petição. As aulas do terceiro período tem de ser dadas presencialmente quer a Matemática, quer a Português. Seria injusto os alunos do Secundário não terem o direito a serem avaliados no 3.o período. A avaliação dos alunos deve ser feita presencialmente assim que haja condições.

      • Maria on 7 de Abril de 2020 at 18:37
      • Responder

      Covid-19, faleceu uma professora a lecionar no Agrupamento de Escolas Fernando Pinto de Oliveira, em Matosinhos

      • jonas on 7 de Abril de 2020 at 18:56
      • Responder

      Boa tarde.
      Os atuais alunos de 12º serão sem dúvida os mais prejudicados.
      Pode explicar a necessidade de aulas presenciais e já agora de exames a essas disciplinas se os mesmos alunos já realizaram exames no ano passado?
      Pode justificar a necessidade de realização de exames a disciplinas não específicas para acesso à universidade?
      Pode explicar porque diabo estes alunos têm o mesmo exame qualquer que seja a escola onde o façam, independentemente de terem começado com o novo programa e um método de trabalho ou com o antigo?
      Pode explicar porque razão, tendo os alunos em vários casos já o exame necessário como ingresso, ou com 2/3 desses têm de se ver submetidos a 2 exames mais na situação em que nos encontramos?

        • Dr. Contraditório on 7 de Abril de 2020 at 21:06
        • Responder

        O sujeito que quer ser professor de Português ou História tem os exames feitos?
        O que quer seguir uma via com forte presença da Matemática fez os exames quando?

        Um sujeito que vai ser engenheiro não deve ser examinado a Português?

        O Jonas é mesmo professor ou, como o outro, limita-se a dar uns pontapés, neste caso, na gramática?

          • jonas on 7 de Abril de 2020 at 21:21

          A questão da engenharia é uma falsa questão, esse aluno já teve exame de Fisico e Química. Para além disso, creio que chegou ao 12º ano com aulas de matemática. O aluno de Português ou de História, creio que teve essas disciplinas para chegar ao 12º ano, creio ter exame de filosofia ou mesmo de Geografia realizado.
          Gostaria que me indicasse quando dei pontapés na gramática.
          O que se pretende é uma solução de compromisso em que não se puna os alunos de 12º. E porquê os de 12º, porque esses se ficarem doentes nem exames nem faculdade já que não haverá tempo. TODOS os outros terão possibilidade de recuperação, de aulas, de notas de tudo, menos esses. Quanto à importância do Português, necessariamente não considero ser pertinente um exame para provar que o aluno sabe determinado conteúdo, creio que há mais do que essa(s) disciplina(s) e não sujeitas a exame. Se quer saber, creio que o correto, ou mais correto, seria os alunos serem sujeitos aos exames específicos e apenas esses. No caso destes alunos de 12º, já lhes batemos com tudo o que havia para bater. Colegas sem exames, programas diversos com o mesmo exame e (em teoria) métodos diversos.
          E sim, sou professor!
          Apenas mais uma questão…
          Entrou na Universidade com exames a que disciplinas?
          É ou sente-se mais ou menos preparada do que os seus colegas que nenhum exame fizeram?
          Cumprimentos.

          • Zaratrusta on 7 de Abril de 2020 at 21:27

          Ainda bem que fala no Português. É que hoje, na conferência de imprensa diária sobre a COVID, o representante da DGS durante a sua interversão proferiu “estêjamos” para que “póssamos”. Entendeu?
          Já agora, qual é a sua opinião sobre o D.L. 11/2020?

          • jonas on 7 de Abril de 2020 at 22:44

          Porque não carreguei no responder…. desculpem a repetição…

          Boa tarde.
          Neste momento e no presente ano letivo não serão TODOS a fazer!
          Sou apologista que deverão fazer exames às disciplinas específicas de ingresso e só essas!
          E sou apologista que as avaliações dos alunos dos cursos profissionais sejam corretas e justas quando comparadas com estes alunos.
          Aparentemente, os alunos do profissional quando comparados com estes do regular são bem melhores a Português, Matemática e outras disciplinas da formação geral!
          Não é isso que assiste?
          Por certo ainda não leu tudo o que tenho escrito.
          Quanto ao Português, se quer que seja sério e diga o que penso, acho uma parvoíce a forma como se obriga alunos a decorar o que têm que decorar e não se aposta naquilo que se deveria apostar, a oralidade (cada vez mais esquecida e desvalorizada), a escrita criativa em detrimento do memorizar de conteúdos cristalizados no tempo, ou critérios completamente forçados adaptados ao Português enquanto espartilho sem sentido! Um Médico, um Engenheiro, um Físico e um Professor de Português deveria lutar para que os seus alunos saibam escrever, saibam fazer poesia, prosa, saibam refletir, raciocinar pensar por eles próprios, construir saber e ESCREVER! Sei que estou errado, mas … conhece muitos professores de Português escritores? Não de manuais… escritor? Mas…
          Conhece médicos escritores? Conhece padres escritores? Conhece “escurraçado da sociedade por andar atrás de tudo o que mexia” escritor? e que diabo, Conhece serralheiros escritores?
          Até por aí podia ir… na realidade, há serralheiros que se tornaram jornalistas e que ganharam o Nobel e… se pensarmos bem… davam imensos erros lexicais, gramaticais e de sintaxe!

          Tudo de bom!

    1. A Lurdes é daquelas pessoas que por causa de exames quer colocar a vida de pessoas em risco: as dos alunos e dos seus professores; dos seus pais; dos assistentes operacionais; dos assistentes técnicos e, de todos aqueles que os transportarem para as escolas. Para além disso, colocar em risco, as famílias de todos funcionários das escolas, pois não são só aqueles que forem trabalhar, são também as suas famílias que estarão em risco. Isto tudo em troca de exames. Isto, precisamente, no dia em que faleceu, mais uma colega e, não foi se quer uma das de faixa etária, mais velha, foi uma pessoa de 40 anos. Com 40 anos, é-se considerado novo, na classe docente, caso não tenha essa perceção.

    • Lurdes on 7 de Abril de 2020 at 19:58
    • Responder

    Então fazem exame quando houver Condições. Há muita corrupção nas notas atribuídas aos alunos nos Colégios Privados e por essa razão, entre outras, Todos os alunos devem fazer os Exames Nacionais.

      • Zaratrusta on 7 de Abril de 2020 at 21:14
      • Responder

      Espero que, para manter a sua dignidade moral, quando diz “todos” também esteja a incluir os alunos do profissional. E, minha cara, qualquer professor lhe dirá que o ensino e a aprendizagem da matemática e do português, de modo a que os alunos estejam preparados para os exames, não se compadecem com instabilidades emocionais, com distrações, com familiares doentes ou falecidos devido à COVID, com preocupações acrescidas, com dois meses de interrupção, com conteúdos dados à pressa, etc.etc.etc.
      Pergunte a algum professor seu conhecido, ele lhe dirá.

        • jonas on 7 de Abril de 2020 at 21:25
        • Responder

        Parece difícil compreenderem…

          • Zaratrusta on 7 de Abril de 2020 at 21:29

          Nem com desenho

        • Paula Fernandes on 8 de Abril de 2020 at 12:50
        • Responder

        Zaratustra, desista…nem com desenho! Qualquer obsessão ultrapassa o racional.
        Algumas pessoas ( passo a expressão, não quero ofender ninguém), parecem aquelas mulas com palas, que só vêm um caminho?
        Está algo a passar-me ao lado? As 30 crianças de várias idades nos cuidados intensivos do HD. Estefânia é um delírio meu?
        Todos os riscos reais que estou fartiiiiiiiiiissima de enumerar não existem?
        Se os próprios alunos já apresentaram soluções. Isto não é para o seu interesse soberano, a questão da saúde. Eu Acho que a maioria das pessoas, pelo que leio, “imagina” tal com o nosso Tiaguinho que a coisa se resume a : o menino levanta-se, veste-se, vai às aulas, “brinca” às precauções necessárias, volta para casa , contagia a família, ele próprio fica em risco, mas tudo bem, fez os exames!!! Eh! Eh! Conseguiu passar a merda da meta! Se ficou com insuficiência pulmonar ou se alguém da família morreu isso não interessa, o jovem fez os malditos exames, sob angustiabe medo ( porque eles também têm…) mas que se lixe. O professor e governantes não podem é adaptar a realidade aos factos, isso dá muito trabalho….
        Podem até estar a pensar: olha, mais uma que endoidou… Sim realmente endoidei, mas não sou a única culpada. Então vou por o meu filho nas aulas, quando tenho outro que é asmático?
        Tanta gente com dilemas destes, ou simplesmente, ” não ponho o meu filho porque o meu amor por ele ultrapassa qualquer contingência, qualquer nível, qualquer exame, qualquer cena!” É crime ser mãe? Pai?
        Parem de inventar mais formas, está provadissimo por colegas aqui nos comentários que podemos perfeitamente avançar tudo. Resolve? Não sei, nem ninguém. Se já disseram que estão a preparar metodologias para o início do próximo ano é porque sabem de fonte segura que não ficamos por aqui, o risco não vai desaparecer ao longo de meses. Mas temos que nos centrar no agora e ir dando um passo de cada vez.
        Não se trata só de estudar, estariam os jovens psicologicamente à vontade para regressarem num ambiente de sala de aula descontraído, sem medo, sem ver o “fantasma” em qualquer sítio? Claro que não, deixou de haver as condições mínimas humanas imprescindíveis, para já.
        E mais uma incoerência: os mais novos não regressam ( até percebo, dada a idade) , mas voltam os restantes? Apesar de níveis completamente diferentes até nisso devia haver equidade.
        E a minha opinião vale o que vale…

    1. Se forem as notas do 2.º período a corrupção será bem menor.

      • jonas on 7 de Abril de 2020 at 22:41
      • Responder

      Boa tarde.
      Neste momento e no presente ano letivo não serão TODOS a fazer!
      Sou apologista que deverão fazer exames às disciplinas específicas de ingresso e só essas!
      E sou apologista que as avaliações dos alunos dos cursos profissionais sejam corretas e justas quando comparadas com estes alunos.
      Aparentemente, os alunos do profissional quando comparados com estes do regular são bem melhores a Português, Matemática e outras disciplinas da formação geral!
      Não é isso que assiste?
      Por certo ainda não leu tudo o que tenho escrito.
      Quanto ao Português, se quer que seja sério e diga o que penso, acho uma parvoíce a forma como se obriga alunos a decorar o que têm que decorar e não se aposta naquilo que se deveria apostar, a oralidade (cada vez mais esquecida e desvalorizada), a escrita criativa em detrimento do memorizar de conteúdos cristalizados no tempo, ou critérios completamente forçados adaptados ao Português enquanto espartilho sem sentido! Um Médico, um Engenheiro, um Físico e um Professor de Português deveria lutar para que os seus alunos saibam escrever, saibam fazer poesia, prosa, saibam refletir, raciocinar pensar por eles próprios, construir saber e ESCREVER! Sei que estou errado, mas … conhece muitos professores de Português escritores? Não de manuais… escritor? Mas…
      Conhece médicos escritores? Conhece padres escritores? Conhece “escurraçado da sociedade por andar atrás de tudo o que mexia” escritor? e que diabo, Conhece serralheiros escritores?
      Até por aí podia ir… na realidade, há serralheiros que se tornaram jornalistas e que ganharam o Nobel e… se pensarmos bem… davam imensos erros lexicais, gramaticais e de sintaxe!

      Tudo de bom!

  1. A petição tem um problema legal não solicita o n.º do CC. Alterem isso e voltem a divulgá-la para assinar-se.

    • João Barbosa on 9 de Abril de 2020 at 16:06
    • Responder

    Apoio está iniciativa. Copiar os bons exemplos de outros países.

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