Docente brasileira impedida de dar aulas? Responsáveis da DGAE demitem-se

Duas responsáveis da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) demitiram-se na sequência do caso de uma professora brasileira impedida de lecionar em Portugal, apesar de ter habilitação profissional, informou hoje o Ministério da Educação.

Docente brasileira impedida de dar aulas? Responsáveis da DGAE demitem-se

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17 comentários

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    • Manuel, o impoluto on 12 de Dezembro de 2025 at 18:09
    • Responder

    Quem são as diretoras? Não têm nome? Só a professora é que pode ser mencionada?

    • Luluzinha! on 12 de Dezembro de 2025 at 18:17
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    Por outras razões bem mais graves, não se demitiriam, com certeza! Como se esse facto constituísse razão suficiente para se demitirem! É a total inversão de valores, realmente! Se o caso envolvesse uma docente portuguesa, demitir-se-iam? Enfim…

      • Corruption on 12 de Dezembro de 2025 at 21:19
      • Responder

      Se fosse portuguesa tinha de recorrer aos tribunais por duas vezes e esperar 10 anos pela decisão, enquanto isso trabalhava nas AEC e em colégios privados. Actualmente, tenho vergonha e nojo da sociedade manhosa e corrupta em que a portuguesa se transformou.

        • Luluzinha! on 13 de Dezembro de 2025 at 9:00
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        Infelizmente, chegou-se a este ponto. Em princípio, confiaria mais numa docente portuguesa com habilitação própria do que uma outra desse país (estrangeiro) portadora de várias habilitações “profissionais”.

          • Luluzinha! on 13 de Dezembro de 2025 at 13:18

          * numa outra…

        • Joe fagundes on 14 de Dezembro de 2025 at 23:18
        • Responder

        Como é que essa brasileira pode ter habilitação profissional para dar aulas em Portugal? Nesse caso, todos os professores brasileiros podem dar aulas em Portugal. A universidade dela é tão boa que está no ranking 800 e qualquer coisa. É vergonhoso. Os portugueses nem sequer têm prioridade no próprio país. É uma vergonha. As diretoras não se demitiram, mas foram obrigadas a demitir-se como nas ditaduras. Neste caso, a escumalha dos sindicatos portugueses e dos professores portugueses profissionalizados não dizem nada. Professores portugueses que estão a tirar o mestrado em ensino com um grau de dificuldade muito maior vão perder emprego para estrangeiros que tiraram cursos fora da Europa em universidades miseráveis com conteúdos completamente desadequados ao contexto português.

    • Desigualdade on 12 de Dezembro de 2025 at 18:32
    • Responder

    Deviam ter vergonha porque prejudicaram muitos docentes como por exemplo uma docente com habilitação profissional num determinado grupo , por ter habilitação suficiente e dominar bem a disciplina e por desespero das direcções que não encontravam docentes para lecionar, resolveu concorrer em ofertas de escola e só quando não havia candidatos, logo nunca prejudicou ninguém. A essa docenteem vez de lhe darem uma oportunidade de se profissionalizar tambem nesse grupo, estas sub diretoras e diretoras penalizaram-na ao anularem por completo todo o tempo de serviço e contratos. Ficou com uma futura reforma de 500 euros!!! Uma professora profissionalizada vai auferir 500 euros de reforma porque foi penalizada porque deu aulas e bem, caso contrário os alunos não teriam concluído seus ciclos de estudo. Vergonhoso!!! Se ela fosse efetiva nada disto teria acontecido porque há muitos docentes efetivos para colmatar falta de docentes conseguem lecionar disciplinas e não têm habilitação nem profissional nem própria. Dois pesos duas medidas de tratamento desigual entre docentes. E uma prova da incompetência e abuso de poder de quem deveria ter sempre em conta o impacto das suas decisões na vida das pessoas.

      • Manuel, o impoluto on 12 de Dezembro de 2025 at 19:24
      • Responder

      Desde quando é que o Iscte tem licenciaturas em ensino da Matemática?!!

    • Cristiana Flora on 12 de Dezembro de 2025 at 20:37
    • Responder

    A mim mandaram-me uma carta de desvinculação alegando que não possuo habilitações profissionais para o grupo de recrutamento em que efetivei. No entanto, no meu diploma de conclusão de mestrado de uma instituição pública de ensino superior diz lá claramente que o meu mestrado habilita profissionalmente para esse nível de ensino. A que me mandou a carta a mim não se demitiu. É por eu sei Tuga?!?!

      • Corruption on 12 de Dezembro de 2025 at 21:22
      • Responder

      O pessoal ainda não percebeu o que está a acontecer, quando acordarem é tarde. País corrupto + País do top mundial da corrupção = Portugal na cauda da Europa sem portugueses.

    • Isaltino Costa on 13 de Dezembro de 2025 at 10:28
    • Responder

    Essas duas pessoas não se demitiram por causa da brasileira.
    Essas duas pessoas demitiram-se porque lhes foi pedido para cometerem ilegalidades no concurso e as mesmas seriam responsáveis por tal acto, já que ninguém assumiu por escrito a ordem dada.
    É a limpeza política da DGAE, “zangam-se as comadres…”.
    Eu acho imensa piada alguma indignação e repúdio de alguns professores. Mas acharei mais piada ainda quando começarem a aparecer nas escolas professores (essencialmente brasileiros) com habilitações falsas passadas pelo seu Estado no Brasil ( e cada Estados passa papéis diferentes) , e esses mesmos vão passar à frente de muitos com habilitações próprias que cá estão há anos. Iremos começar a ter muitos professores com cursos tirados sabe-se lá como, e basta que eles se apercebam disso para começar a acontecer massivamente.
    Se calhar a classe (docente) deveria começar a olhar para isso com muito mais preocupação porque quando começar esse fenómeno, dificilmente parará.

      • Investiga on 16 de Dezembro de 2025 at 13:12
      • Responder

      Ainda hoje e por esse Portugal a fora, as secretarias e direções não verificam as habilitações e é ver gente que foram excluídos dos concursos nacionais por ausência de habilitação, a serem colocados em ofertas de escola com (pasme-se) habilitação profissional. Ultrapassam dezenas de candidatos e lá os impostores continuam a dar aulas na maior das impunidades ..Ah..e são portugueses… Enquanto quem teve um percurso académico regular com profissionalização acabam por ficar no desemprego porque o tempo de serviço é menor…Demonstra bem que considerar um país evoluído não passa de uma máscara.

    • Jeziel Leandro on 13 de Dezembro de 2025 at 13:26
    • Responder

    Bom dia.
    No meu caso me contraram para um terminado grupo e depois de 5 meses me envia um comunicado me dispensando da vaga e o maus grave é que depois não conseguiram outro profissional para a mesma, prejudicando o ensino aprendizagem das crianças. E também não me pagaram o contrato até o fim sair com uma mão a frente e outra atrás. Fica aqui uma pergunta. Se a Dges tem autonomia para fazer Reconhecimento específico porque não fazem? Ou será porque os candidatos são imigrantes?

      • Luluzinha! on 13 de Dezembro de 2025 at 15:30
      • Responder

      Ou será porque não sabe escrever em português? Neste caso, parece-me ser a hipóteses mais plausível.

    • Conceição on 13 de Dezembro de 2025 at 15:40
    • Responder

    O ensino no brasil é diferente do nosso. A linguagem é diferente, a escrita então nem se fala, verbos mal conjugados , palavras diferentes das nossas e tudo em nome que somos todos a falar a mesma lingua. Mentira. Os brasileiros deveriam ficar no brasil.e dar lá aulas a brasileiros. Temos falta de professores? E o investimento que se está a fazer em.portugal para formar jovens portugueses nas nossas. Escolas? Deixem os brasileiros entrar no ensino e tomarrm conta de tudo, que os nossos professores quando se formarem vão para o desemprego. Poupem nos e protejam as nossas criancas. A lingua principalmente a escrita não são iguais por mais que eles dizem que são

      • Luluzinha! on 13 de Dezembro de 2025 at 17:58
      • Responder

      * Por mais que eles DIGAM que são. Esta locução exige o conjuntivo. Enfim…

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