
Dez 05 2025
2.027 professores sem habilitação denunciados ao Tribunal de Contas
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2025/12/2-027-professores-sem-habilitacao-denunciados-ao-tribunal-de-contas/
Dez 05 2025

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8 comentários
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Parabéns, Madalena!
Ainda bem que nem tudo o que se mexe pode ser professor! Abusos ao cara****
E aqueles sem profissionalização que concorrem aos concursos de docentes que é suposto ser para profissionalizados, e lá aparecem como profissionais!! E aqueles que têm a lata toda nem temem penalizações, nem têm habilitação própria mas concorrem como profissionalizados nas ofertas de Escola e depois de ultrapassar dezenas de candidatos ficam selecionados! Basta ver as listas de ordenação . Pergunta:o que andam os administrativos a fazer, ou é conluio ou..incompetência não sabem verificar documentos e deviam ser penalizado. Porque este desleixo prejudica muitos docentes .
Faz sentido para este grupo defender isto?
O foco parece estar a recair apenas sobre quem SÓ tem licenciatura, especialização ou mestrado, deixando de fora quem assegura aulas diariamente sem possuir qualquer habilitação formal, para lecionar! isso sim é grave!
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A questão essencial não é retirar mérito a ninguém, mas garantir equidade. Se exigimos habilitação para ensinar o especial!!!, então critérios claros, transparentes e proporcionais deveriam aplicar-se a todos, independentemente do nível de ensino ou do tipo de formação. O que está em causa não é o valor das pessoas, mas a coerência das regras.
O assunto “habilitações do pessoal docente” está na ordem do dia e só não vê quem não quer a situação verdadeiramente escandalosa que se está a viver no sistema educativo, com o conluio dos governantes que querem brilhar e mostrar ao país que resolveram o problema da falta de professores. Só não entra no sistema educativo quem não quiser!
O que se diria se qualquer um pudesse ser médico, juiz, enfermeiro, engenheiro? Mas para professor qualquer um serve…triste futuro deste país!
Concordo plenamente. Continuamos presos à discussão sobre ter dois anos, três ou cinco anos de formação, quando a questão essencial é outra: como pode ser considerado menos relevante ter formação, ainda que não corresponda aos cinco anos, do que lecionar sem qualquer habilitação profissional?
Essa, sim, é a pergunta que merece ser colocada.
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Sou professora de atividades extracurriculares, mais concretamente ciências experimentais.
Tenho a base científica e a pedagógica fui adquirindo ao longo dos anos, com a ajuda dos professores titulares, pesquisando formas diferentes de captar a atenção dos alunos, e o mais importante sempre integrando a matéria e as experiências no dia a dia para que os alunos percebam a importância das ciências e ao mesmo tempo proporcionar uma aprendizagem leve mas consistente.
Outra coisa com a qual sempre me preocupei foi em adaptar às minhas aulas às crianças com necessidades especiais, mais concretamente, autistas.
Eu, enquanto professora de AEC’s sabia melhor o que era o autismo e como lidar com as crianças do que os professores titulares. E não sou profissionalizada.
Sou só, uma professora que dá aulas de ciências experimentais, que gosta do que faz, que é extremamente mal paga e mal tratada por muitos encarregados de educação e professores titulares, que se acham superiores, mas muitas a maior parte das vezes só sabem vomitar matéria, não a sabem aplicar no dia a dia, não ensinando as crianças a desenvolver o pensamento crítico.