Professores na expectativa de recuperar 20% do tempo congelado já neste ano

Professores na expectativa de recuperar 20% do tempo congelado já neste ano

 

Uma das prioridades do novo Governo é a devolução faseada do tempo de contagem de serviço dos professores.

 

Provocou um braço-de-ferro entre professores e Governo socialista, fechou escolas e levou milhares às ruas nos últimos anos: a recuperação integral do tempo de serviço (seis anos, seis meses e 23 dias) que esteve congelado e que milhares de docentes ainda não conseguiram recuperar para progressão na carreira. Será um cenário que o próximo governo quererá evitar e uma das promessas eleitorais que mais lhe serão cobradas: a devolução deste tempo aos docentes ao longo da próxima legislatura, “à razão de 20% ao ano”.

 

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15 comentários

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    • MBA on 19 de Março de 2024 at 11:48
    • Responder

    Seria justo que os professores que exerceram o tempo de serviço sempre em monodocencia pudessem ver alguma justiça na contagem do tempo para a posentacao.

    • Mainada on 19 de Março de 2024 at 12:15
    • Responder

    Seria muito razoável que a obrigatoriedade de apresentar formação fosse anulada durante o tempo em que durar a recuperação. Em primeiro lugar, os professores teriam que se preocupar a dobrar com a formação. Em segundo, nem sequer é de crer que haja formação suficiente. Esquecer isso seria colocar um entrave à progressão que nos é justamente devida – a formação é um acessório.

      • Mariazinha on 19 de Março de 2024 at 14:49
      • Responder

      realmente, quem diz que “a formação é um acessório” merece progredir rapidamente

        • Mainada on 19 de Março de 2024 at 15:02
        • Responder

        Além de a formação contribuir para os Centros e os seus formadores, com toda a honestidade, alguma vez contribuiu, nomeadamente sendo uma obrigação, para melhorares claramente en quanto pessoa e docente? Tenho dúvidas. E nota, se fazes o favor, que sempre levei a formação a sério e que tenho obtido consistentemente classificação de 10 ou quase. Portanto, até estaria em posição de não me chegar à frente e considerar publicamente a formação acessória. Mas é. A formação não passa, geralmente, de uma ideia e não deveria ser obrigatória. Dispenso a tua ironia choné porque se precisar de a fazer, se a isso for obrigado, tenho a certeza de que não me vai prejudicar em termos de avaliação.

    • vilma on 19 de Março de 2024 at 13:20
    • Responder

    esperem sentados…

    • Luluzão on 19 de Março de 2024 at 13:28
    • Responder

    O Pedro Nuno trata já disso, com a sua barbinha mágica…

  1. É urgente terminar com as quotas para progressão aos 4º e 6º escalões, caso contrário, acontecerá o mesmo que acontecu com a outra recuperação faseada. Recupera-se e depois voltam-se a perder os dias nas listas.

    Quanto à formação deveria ser possível mobilizar formação já realizada e não utilizada.

      • Ultracongelado on 19 de Março de 2024 at 16:27
      • Responder

      A sua vontade foi atendida. Pode verificar no ECD, não existem vagas para aceder ao 4° e ao 6° escalão.

        • Claro on 19 de Março de 2024 at 16:32
        • Responder

        Claro que não. As vagas são para o 5º e o 7º escalões!

  2. Nunca encontro formação para o meu grupo adequada ás turmas que leciono.
    Estou sempre a mudar de escola e quando mudo tenho de leccionar disciplinas que nunca tinha leccionado, tanto no ensino secundário, quanto no 2º e 3º ciclo, mas principalmente no Ensino Profissional.
    Faço o meu trabalho, mas é por auto-formação e nunca por ações acreditadas.

    • Alvenoka on 19 de Março de 2024 at 17:11
    • Responder

    E como funcionará a recuperação para quem está a aguardar numa lista para transitar para o 5 escalão?

  3. Deveria refletir-se na aposentação.

    • morsa on 20 de Março de 2024 at 18:25
    • Responder

    A promessa de 20% ao ano não chega! Devemos respeitar os colegas que estão à beira da reforma. Para estes, deve ser dado já os 100% .

    • Lia on 20 de Março de 2024 at 18:28
    • Responder

    A promessa de 20% ao ano não chega! Devemos respeitar os colegas que estão à beira da reforma. Para estes, deve ser dado já os 100% .

  4. De que forma isto ira alterar a questão das horas das ações de formação necessárias para as mudanças de escalões? Explico: se vamos recuperar 20% do tempo de serviço isso significa que o tempo necessário de permanência nos escalões fique também reduzido e isso implica que as horas necessárias na frequência das ações também fique reduzida de firma a permitir o cumprimento para a mudança de escalão. Será isto assim?

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