Organizações representativas dos professores, diretores escolares e pais lançaram hoje o Observatório da Convivência Escolar, uma iniciativa que pretende ajudar a denunciar e monitorizar a indisciplina nas escolas.
Professores, diretores e pais criam observatório para monitorizar a indisciplina nas escolas
A iniciativa é da Federação Nacional da Educação (FNE), em colaboração com a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) e Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho (AFIET).
“Em roteiros para a legislatura anteriores, já tínhamos desafiado o Ministério da Educação a criar um observatório para questões da violência e indisciplina, em virtude de sentirmos que, ano após ano, se agudizavam os problemas”, explicou à Lusa o secretário-geral da FNE.
Na falta de resposta da tutela, mas com o apoio de outras organizações, a federação decidiu não esperar mais e o Observatório da Convivência Escolar foi lançado hoje, desde já com o lançamento de uma plataforma ‘online’ para denúncias.
“Queremos criar mecanismos em que possam ser relatados acontecimentos, por alunos, professores ou auxiliares educativos, e queremos também promover um trabalho de investigação que permita, no final de cada ano, apresentar um relatório”, explicou Pedro Barreiros.




6 comentários
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Existe indisciplina porque não existe autoridade; foi PROIBIDA. O paulofreirismo do PS/ISCTE/Milu, criou este caos. Estamos a aniquilar gerações de jovens que nada conseguem aprender porque uma minoria de delinquentes transformou as aulas num teatro do absurdo, em que tudo é permitido, em que nada se ensina, nada se aprende e todos tentam apenas sobreviver à ditadura dos marginais. E o sistema tem a pouca-vergonha de capitalizar com isto sob a forma de tachos para boys em mais “observatórios”. Aconselho o livro “A Pedagogia da Avestruz”, de Gabriel Mithá Ribeiro.
Que não se confunda o paulofreirismo com a imbecilidade da indisciplina e da falta de educação que vem de casa.
Imponham um sistema de coimas, descontadas pelo Estado diretamente dos ordenados, aos encarregados de educação e vão ver que a coisa começa a mudar logo em casa.
E que se criem condições sociais para que não existam mães solteiras a ter de sair de casa às 5h da manhã e a voltar a casa às 21h, sem tempo de estar com os filhos e de lhes dar educação e valores.
Não é com um partido racista, xenófobo, nacionalista, misógeno e ultraconservador que se vai resolver o problema da insdisciplina nas escolas (problema presente em muitos países da Europa como o Reino Unido ou a França).
É preciso regras muito bem estabelecidas de comportamento dos alunos como, também, equipas multidisciplinares em todos os Agrupamentos para ajudar a solucionar os vários problemas existentes na Escola Pública.
As políticas criminosas, do PS na educação, deram neste resultado.
O mais recente ministro, o João, deve ser julgado e condenado pelos crimes cometidos nos últimos anos, com a palhaçada legislativa que criou, que aumentou a bagunça nas escolas.
Dado os crimes cometidos e as implicações futuras nas pessoas, deve ser condenado sem piedade.
Deixem-se de MAIA’s; de COOP’s , de STEAM’s e de outras tretas semelhantes.
Recuperem a disciplina e o reconhecimento do esforço e do empenho na escola e parem com o presente permissivismo e facilitismo!
Se forem direções dos AEs a introduzirem os dados, pouco ou nada mudará!
Será mais uma plataforma, como as já existentes para os mesmos efeitos!