Ver neste link o FIlme “Sem Professores Não Há Políticos”
Cineasta penafidelense estreia, esta quinta-feira, novo filme
O documentário “Sem Professores Não Há Políticos”, de Miguel Ferreira, jovem cineasta de S. Miguel de Paredes, concelho de Penafiel, estreia esta quinta-feira.
O jovem cineasta, já com vários filmes realizados, destacou, em declarações ao Novum Canal, que o seu mais recente projeto cinematográfico é um tributo aos docentes e dá a conhecer a dura realidade com que muitos professores se veem confrontados.





3 comentários
Excelente. Retrata exatamente o que tem sido a vida de muitos professores nos últimos 35 anos. A minha, por exemplo, foi uma delas, que me desgastar.
Obrigada ao Realizador do pequeno filme.
50 anos depois, vejo os professores de cravinho vermelho na mão, como um dos que aparecem neste filme. Que dissonância cognitiva!!!
Muito bom documentário.
Achei o seguinte:
A paixão que os professores sentem, ao longo dos anos vai desaparecendo, fruto dos maus tratos contínuos.
Um pouco como as vitimas de violência doméstica uns saem assim que podem, outros regressam sempre ao agressor.
Muita burocracia inútil e que consome todo o tempo e que deixa para trás o essencial que é ensinar.
Um sistema de avaliação injusto e que provoca a instabilidade, a desunião e o conflito entre os professores.
O salário mínimo sempre a aumentar, razão pela qual os preços aumentam todos, o que provoca atual crise e as pessoas com um salário médio a perder cada vez mais poder de compra.
Chegará a altura em que os professores vão ganhar o mesmo que qualquer pessoa com o salário mínimo, não vale a pena investir anos de vida na faculdade, para apostar numa profissão precária, sem futuro, com muitas despesas só para puder ir trabalhar.
Claro que cada um sabe da sua vida e é claro que existirão razões para tal, mas nunca compreendi o seguinte:
Porque razão concorrem para todo o País e depois queixam-se que ficaram muito longe de casa e não conseguem arcar com as despesas, com o tempo de viagem, estarem longe de casa, da família, etc?
Sou a favor de haver ajudas de custo para estas pessoas, mas nunca percebi esta questão.
Também já concorri para o País inteiro, e se ficasse a 400 ou 600 Km de casa não me queixava. porque tinha sido eu a tomar essa decisão, ninguém me obrigou,
Mas como tinha dito, cada pessoa terá as suas razões.