Ainda nem foi a tomada posse dos deputados na Assembleia da República e o PCP já entregou um Projeto de Lei para a contabilização integral do tempo de serviço dos professores e educadores.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2024/03/GP-PCP-Projeto-de-Lei-6-XVI-Contabilizacao-integral-do-tempo-de-servico-dos-professores-e-educadores.pdf”]




10 comentários
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É ilegal?
Não é a a lutar pelos interesses dos professores? Não se trata de uma longa reivindicação dos docentes? Não é pela escola pública?
Qual é o espanto? Afinal, estão preocupados com o pcp ou com os professores? Ou agora já não interessa recuperar todo o tempo congelado?
…e a gestão democrática? Onde está?
Não é menos importante. Ou a democracia não deverá estar em primeiro plano?
O tangerina teve a promessa de carreira à parte e escalão especial de corrida e ficou contente da vida. E ainda há gente que acredita na boa-vontade desta cambada…
BLA´, BLÁ, BLÁ, ETC.
E acabar com as vagas no 5º e 7º???
Trocar tempo de serviço congelado por acesso a vagas???
Disparate!
Caro Paulo, pelo que percebi, se na recuperação de todo o tempo de serviço o docente ficar encalhado no 5o ou 7o escalão esse “encalhamento” não existirá, mas deve-se de uma vez por todas abolir as vagas para o 5 e 7 escalão.
É verdade que o pcp sempre votou a favor da recuperação integral do tempo de serviço, e todos nós sabemos quem se demitia….
As propostas de resolução da situação da carreira dos professores apresentadas no parlamento pelo BE, CDU e PAN, em 2019, foram chumbadas pelo bloco central PS-PSD-CDS. Basta ler as medidas propostas para a educação, apresentadas nos respetivos programas, para perceber que tanto o PS como o PSD nada tencionavam fazer para reverter a calamidade a que chegou a carreira docente e a escola pública. O PS tinha prometido o descongelamento e a restituição do tempo de serviço e, quando o BE e a CDU tentaram que fosse cumprida, o António Costa ameaçou com a demissão. Se houve erro da geringonça, foi acreditarem que o António Costa cumpriria promessas sem acordo escrito. Lembro, que o PS governou com maioria absoluta na última legislatura (nesse período só negociou com o Livre e o PAN)
https://observador.pt/2019/05/10/professores-parlamento-debate-normas-da-direita-com-exigencias-para-recuperacao-do-tempo-total/
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/pcp-e-be-nao-apoiaram-manifestacoes-dos-professores-durante-o-periodo-da-geringonca
Oh, yes! Nem mais.
Simples omissões:
1. Há docentes pré, pré Bolonha, profissionalizados em 2010 ( Profissionalização em Serviço) pela UAB, com acordo do SPGL + ME, que nunca se efetivaram, por opção. Auferiam um índice remuneratório superior ao dos colegas com habilitação própria. Há uns anos a esta parte, o seu índice salarial passou a ser o mesmo que o dos docentes apenas com habilitação própria (e com o rodar dos anos, esta é apenas de 3 anos= licenciatura pós Bolonha; ao invés dos 1ºs citados= bacharelato. Agora, recentemente, surgiram e de acordo com o DL n.º 74/2023, de 25 de agosto continuam a ser ultrapassados. Somos uma minoria….sabemos…..mas quando se pensa em recrutar/aliciar docentes reformados e, sobretudo, aceitar-se, de bom agrado, colegas com habilitação profissional…..dá que pensar….
Em vez de copiar um título já batido sobre a ” prova de vida” ,sugiro que o altere para”PCP prova a sua coerência entre as palavras e os actos”. Quanto ao momento para o fazer…informe se melhor sobre o funcionamento do parlamento…