Importa encontrar soluções para os muitos e graves problemas dos educadores e professores. O diálogo com a tutela não se encontra esgotado
Negociação com o ME vai continuar
Os docentes têm sido envolvidos, nos últimos tempos, em campanhas de contrainformação, desinformação e manipulação atrozes e desrespeitadoras dos factos e da verdade. Os efeitos são muito negativos. Hoje o que impera é a informação ocasional, sem qualquer tipo de escrutínio ou exigência que salvaguarde os factos e a verdade.
Neste âmbito, importa que a próxima reunião com o ME, em janeiro, verta em documento escrito os compromissos já assumidos que permitam mitigar e eliminar o enorme mal-estar junto de cada educador e professor. Os sinais da parte desta e de outras tutelas têm de ser inequivocamente claros.
O que tem sido dito oralmente por João Costa terá de ser passado a escrito e deverá incidir em assuntos como a confirmação de que a educação não será municipalizada; que o único critério a ter em conta em todos os concursos seja a lista de graduação nacional; que seja assegurada uma maior estabilidade profissional e familiar dos professores através do aumento significativo das vagas nos QE e QA; que haja uma efetiva e considerável diminuição da área geográfica dos QZP.
Lista de exigências
Iremos continuar a lutar para que o ME abra novas mesas negociais que incluam matérias altamente perturbadoras do bem-estar dos professores. Entre elas, destacamos a contagem de todo o tempo de serviço congelado; a eliminação das quotas e das vagas na progressão e na avaliação; a subtração do excesso de trabalho, acompanhada da diminuição do trabalho burocrático; a clara separação entre trabalho docente e não docente; a reposição das condições justas e equitativas na ida para a aposentação; a garantia de entrada nos quadros para muitos dos muitos professores contratados, os quais só conseguem esse vinculo por volta dos 45 anos de idade e de 20 anos de serviço; o reforço dos vencimentos para fazer face à inflação, assim como a manutenção da paridade com a Carreira de Técnico Superior.
Profissão tem de ser atrativa
Enquanto houver caminho para andar, estaremos empenhados e focados em contribuir para uma maior dignificação e atratividade da profissão docente.
O SPZC continuará a respeitar os seus princípios e valores de que enforma o seu ideário, com coerência e clareza.
O SPZC manterá o seu papel de rigor e confiança, separando sempre a verdade da mentira.




8 comentários
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Por onde andaram estes sindicatos desde 2018 (já para não recuar ao tempo da MLR)?
Este ME que veio opinar, e dividir a opinião pública em Directo na RTP..
– E a responder às perguntas . Mas na Cartilha muito bem preparada por ME ! Onde a Pivô lhe ia perguntando , e não fugindo a outros casos mais graves que os Professores estão a passar.
E novamente na resposta o ME , se ia contradizer .
E umas das peripécia , que tem na aproximação dos Professores às áreas em Escolas das suas Residências Permanente ?
– Quando afinal obrigou com uma nova lei disparatada, por MPD ?
-De os professores com doenças incapacitantes, deslocar a mais 20 kilometros, em Escolas fora das áreas de habitação Permanente e Centro de Saúde para tratamentos médicos e enfermagem.
– É necessário também pedir anulação da nova Lei MPD.
Por prejudicar seriamente, e provocar o aumento dos problemas das doenças incapacitantes.
E na reivindicações, voltar à Lei anterior por MPD . E sem complemento lectivo. E sim adequando os horários lectivos, às suas limitações pelas doenças incapacitantes.
Este “sindicato” a ver se se safa!!
Blá, Blá, Blá, mais um sindicato no seu Blá, Blá para entreter!
Por isso é que temos de nos manifestar de imediato e não ficar como a Fenprof e a Fne à espera da proposta escrita, porque o que o ME está a escrever vai no sentido de dar cumprimento aos pontos que apresentou no powerpoint das duas reuniões e que são por nós professores inaceitáveis. Não resolvem problema nenhum e vão dar cabo de algum resto de justiça que aí há.
Não aceitaremos a vinculação direta de contratados em quadros de escola/agrupamento sem que as mesmas sejam também disponíveis ao pessoal do quadro nem a criação de um conselho local de diretores.
Cuidado com os sindicatos da FNE que geralmente se apressam a assinar acordos com o ME que prejudicam os professores.
Cuidado.
Estes tipos (FNE) vendem-se por um prato de lentilhas.
Muita atenção!
Eis a FNE no seu melhor e igual a si mesma! Não fosse a FNE uma filha do casamento entre PS E PSD… As mesmas histórias de sempre: os outros inventam tudo; na profissão docente está tudo a funcionar bem; os descontentamento são apenas manipulacções de mal intencionados. Bla, Bla a vender a alma ao diabo… Os professores deviam ter vergonha e abandonar de uma vez por todas os sindicatos afetos à FNE.
A FNE a tentar sacudir a água do capote!
Os professores e educadores estão na situação depauperada porque a FNE tem assinado todos os acordos com os governos PS e PSD.
Não podemos esquecer que a FNE foi sorrateiramente criada pelos partidos da governação PS e PSD para que haja sempre consenso em sede de concertação social.
A FNE vendeu os professores e educadores para ficar bem com os seus patrões.
Pela FNE as medidas elaboradas pelo ME já estariam em pleno funcionamento no país e mais uma vez os profissionais da educação estariam a perder condições de trabalho e dignidade social.
A ORDEM!
ABANDONEM os sindicatos afetos à FNE!
A cabala está tão bem montada que até a RTP vem manipular a entrevista com o João Costa. Não passou de uma manobra para envenenar a opinião pública contra os professores e educadores. A entrevista já estava ensaiada nos bastidores.
Mais uma vez a estratégia da diabolização dos profissionais de educação.
VAMOS COM TUDO. Não desistimos de lutar pelos nossos direitos e por uma educação de qualidade para todos os portugueses.
A LUTAR TAMBÉM SE ESTAMOS A ENSINAR!